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Putin anuncia recandidatura às presidenciais de 2018

Durante meses, Putin evitou dar uma resposta definitiva quanto à possibilidade de se apresentar às eleições marcadas para 18 de Março. Porém, a recandidatura do homem que tem governado a Rússia – ora como Presidente, ora como primeiro-ministro – nas últimas duas décadas é vista como pouco surpreendente.

O líder russo parte de uma posição praticamente inabalável para assegurar a reeleição. Putin está à frente de todas as sondagens e os seus níveis de popularidade interna estão consistentemente acima dos 80%. A falta de uma oposição forte e organizada também beneficiam o homem forte do Kremlin.

Em Junho, a comissão eleitoral impediu o mais conhecido activista anti-Putin, Alexei Navalni, de se candidatar às eleições, por ter sido condenado por fraude. Apesar de poucos lhe atribuírem chances reais para vencer Putin, Navalni tem sido a figura mais destacada no movimento de oposição ao regime actual. No final de Março, as denúncias que fez sobre um escândalo de corrupção que envolve o primeiro-ministro Dmitri Medvedev deram origem a protestos muito participados em várias cidades russas.

“A Rússia irá sempre seguir em frente e ninguém irá travar o seu progresso”, declarou Putin, durante o discurso em que anunciou a recandidatura.

Putin revelou a decisão durante um encontro com trabalhadores de uma fábrica de automóveis em Nizhni Novgorod, segundo a Reuters. De manhã, o Presidente russo tinha sido questionado sobre a possibilidade de se recandidatar durante uma cerimónia de atribuição de prémios em Moscovo, mas recusou dar uma resposta concreta.

“A minha pergunta para vós é: se tomar esta decisão, será que vocês e o povo irão apoiá-la?”, dirigiu-se Putin à plateia, que respondeu com aplausos, escreve o Moscow Times.

A limitação de dois mandatos consecutivos imposta pela Constituição torna muito provável que estes sejam os derradeiros anos de Putin no Kremlin, depois de ter chegado ao poder pela primeira vez em 2000 para suceder a Boris Ieltsin. Depois de ser reeleito, Putin afastou-se da presidência em 2008 para trocar de lugar com o então primeiro-ministro, Dmitri Medvedev, e regressou após as eleições de 2012.

Putin fala sobre “oportunidade real” de paz na Síria

Putin falava na abertura de uma cimeira com os presidentes da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e do Irão, Hassan Rohani, em Sotchi (sudoeste), destinada a preparar o “pós-conflito” na Síria.

O presidente russo recebeu na segunda-feira o homólogo sírio, Bashar al-Assad, e tem destacado que, nesta altura, as forças do regime sírio, apoiadas pela Rússia, conseguiram recuperar o controlo de zonas anteriormente nãos mãos da oposição ou de grupos ‘jihadistas’ como a organização extremista Estado Islâmico.

“Surgiu uma oportunidade real de pôr fim a esta guerra civil que dura há vários anos”, disse Putin.

“Cabe ao povo sírio decidir o seu futuro […] É evidente que o processo […] não será simples e exigirá compromissos e concessões de todos os participantes, incluindo do governo sírio”, acrescentou, frisando que a Rússia, o Irão e a Turquia “vão desenvolver os esforços mais ativos para tornar esse trabalho o mais produtivo possível”.

A Rússia e o Irão, aliados do regime sírio, e a Turquia, que apoia os rebeldes, são os promotores do Acordo de Astana, que permitiu a instauração de quatro “zonas de distensão” em território sírio, que permitiram reduzir a intensidade do conflito.

Os três países, afirmou o presidente russo, “impediram a divisão da Síria, entravaram a tomada do país por terroristas internacionais e afastaram uma catástrofe humanitária”.

Snowden critica a Rússia e filme reabre debate sobre amnistia de Obama

A conferência de imprensa de apresentação do filme Snowden, durante o Festival de Cinema de Toronto, este sábado, foi aproveitada por quase todos para reacender um debate com três anos: Deve Edward Snowden, 33 anos, o ex-funcionário da CIA que denunciou o programa de vigilância da National Security Agency (NSA) dos EUA, continuar a ser acusado dos crimes de espionagem e roubo de documentos públicos?

O realizador, Oliver Stone, e grande parte dos actores do elenco, defendem que Barack Obama deve conceder a Snowden um perdão presidencial, antes de terminar o seu mandato na Casa Branca. “Obama podia perdoá-lo, e eu espero que isso aconteça. Mas ele perseguiu vigorosamente outros oito denunciantes, acusados sob a Lei da Espionagem, o que é um recorde absoluto para um Presidente americano, e tem sido um dos mais eficientes administradores deste mundo da vigilância. Ele construiu o mais extenso eintrusivo Estado de vigilância que jamais existiu”, acusou o veterano realizador, no Canadá, durante a apresentação do seu filme biográfico sobre Snowden.

No filme, o denunciante é interpretado pelo actor Joseph Gordon-Levitt, que também defendeu os actos de Snowden. “Ele fez o que fez por um sincero amor pelo seu país e pelos princípios em que o país se baseia. Há dois tipos diferentes de patriotismo: aquele em que se é fiel ao país, não importa o que aconteça e em que não se faz muitas perguntas, mas há um outro tipo de patriotismo que é aquele que eu quis mostrar neste personagem. O privilégio de se ser cidadão de um país livre como os EUA é ser-nos permitido questionar e exigir transparência ao governo.”

A defesa de Snowden continuou, em Toronto, pela voz de outros actores, como Zachary Quinto, que interpreta o papel do jornalista Glenn Greenwald no filme de Oliver Stone: “A ideia de Snowden ser acusado de crimes de espionagem ou ser chamado de traidor é absurda. Ele é uma pessoa com uma grande integridade e com muita coragem. O que ele fez pode ser subestimado agora, mas penso que no futuro vai ser olhado com a importância que merece.”

A apresentação do filme coincidiu com a publicação, pelo Financial Times, de uma entrevista a Edward Snowden. A viver numa localização mantida secreta, na Rússia, desde que foi obrigado a sair dos EUA e a procurar asilo na sequência da sua denúncia do programa de vigilância da National Security Agency norte-americana, em 2013, Snowden faz uma apreciação crítica do respeito pelos direitos humanos e liberdades civis de Moscovo. A Rússia de Putin, critica, “está a ir longe de mais, desnecessariamente, em matérias que são altamente gravosas e corrosivas para os direitos individuais e colectivos”. “Eu não posso corrigir a situação dos direitos humanos na Rússia, e realisticamente a minha prioridade é corrigir o meu próprio país primeiro porque é aquele a que devo a maior lealdade”, acrescentou Snowden.

Na mesma entrevista, Snowden atribuiu à Rússia um papel na recente divulgação de documentos secretos da NSA, que considerou ser uma forma de ameaça de Moscovo aos EUA.

Putin está por trás dos Panama Papers?

À superfície pode parecer que o caso Panama Papers, que rebentou com estrondo a 3 de abril pela mão do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ) e seus parceiros, entre os quais se inclui o Expresso, não é bom para a Rússia. Assim que o ICIJ começou a divulgar os conteúdos de parte dos 11,5 milhões de documentos da sociedade de advogados panamiana Mossack Fonseca há uma semana, Vladimir Putin foi um dos seus primeiros alvos.

De acordo com ficheiros internos da empresa com sede no Panamá, um círculo de amigos e conselheiros do Presidente russo terão desviado até dois mil milhões de dólares para contas em paraísos fiscais, uma informação que, para muitos, veio corroborar as suspeitas de que Putin é corrupto.

Depois de alguns dias de silêncio, o Presidente e um dos homens citados no Panama Papers vieram desmentir as alegações de corrupção; Putin acusou a Ocidente de orquestrar uma campanha para o denegrir e o violoncelista Sergey Roldugin garantiu este domingo que o dinheiro que lhe é afeto veio de doações.

Mas contra a defesa pública de Putin sobre um esquema dirigido pelos Estados Unidos para desestabilizar a Rússia, surge agora uma outra teoria que atribui a Putin outro papel na maior fuga de informação da história: o de orquestrador e não vítima.

A teoria começou a ser avançada na quinta-feira por Clifford Gaddy, um economista do Instituto Brookings que é um dos principais especialistas ocidentais em questões ligadas à economia russa e ex-conselheiro do Ministério das Finanças da federação durante os anos 90.

Num artigo de opinião assinado por Gaddy no site do Brookings na passada quinta-feira, o especialista apresenta a teoria em quatro pontos, dizendo que foi um hacker apoiado pelo governo russo que enviou os documentos internos da Mossack Fonseca ao jornal alemão “Süddeutsche Zeitung” no início de 2015, abrindo caminho a este escândalo. No mesmo texto, Gaddy sublinha que existe “deliberadamente” pouca informação nos Panama Papers que tenha efetivamente um impacto negativo na figura de Putin (já sobreviveu a acusações piores de corrupção), contra a quantidade de informação mais nociva que põe em causa a honestidade e transparência de outros líderes mundiais.

A isto alia-se o facto de haver tão poucos dados a ligar figuras e empresas norte-americanas à sociedade panamiana, que na sua opinião pode querer dizer que parte da informação dos documentos foi retida para ser usada com propósitos de chantagem. Nessa mesma publicação, Gaddy disse que “não se trata certamente de uma teoria, nem sequer de uma hipótese”, falando “mais numa sugestão de alguma coisa que deve ser seriamente investigada”.

Muitos, incluindo colegas de Gaddy, levantam sérias dúvidas sobre a sua “sugestão”, entre eles Karin Dawisha, outra especialista dedicada a investigar casos de corrupção na Rússia. No Twitter, a académica escreveu que, apesar do respeito que tem por Gaddy, a sua última ideia é disparatada.

“Estou convencida de tudo o que Gaddy escreve, mas não disto. Os americanos não estão nos Panama Papers porque os EUA têm Delaware”, disse, em referência ao facto de esse estado norte-americano, a par de outros, ter regulações financeiras semelhantes às de reconhecidos paraísos fiscais como o Panamá ou as ilhas Caimão. Outros, como a jornalista russa-americana Masha Gessen, falaram numa “excelente conspirologia”, e Brian Whitmore, da Radio Free Europe/Radio Liberty, sugeriu no Twitter que Gaddy está “a reinar com o Kremlin”.

Num artigo de análise à teoria de Gaddy, o “The Independent” referia este domingo que “há certamente partes da ideia que fazem muito sentido” — entre elas o facto de ser claro que a questão dos dois mil milhões de dólares não causou mossa no poderio de Putin, ao contrário dos casos que envolvem Cameron ou o atual Presidente da Ucrânia Petro Poroshenko, que veio substituir o pró-russo Viktor Ianukovitch em finais de 2013.

Isto poderá dever-se não só ao facto de ele ser uma figura de enorme popularidade dentro da Rússia como pelo facto de há muitos anos haver suspeitas de que esconde uma fortuna que ascende aos 200 mil milhões de dólares, o que faria dele o homem mais rico do mundo e o que rouba importância e peso ao número baixo de dinheiro movimentado que é citado nos Panama Papers.

No mesmo artigo, o jornal britânico admite igualmente que outras partes da teoria de Gaddy fazem menos sentido, entre elas a ausência de norte-americanos nos documentos, que pode simplesmente dever-se ao facto de não recorrerem ao Panamá quando querem esconder fortunas e bens. O próprio Gaddy reconhece tudo isto, mas defende que é preciso questionar que informação não está a ser revelada no âmbito da maior fuga de informação da história.

“Como é que algum dia vamos saber que está completa? Até agora toda a gente parece apenas perguntar ‘Que segredos estão nos Panama Papers?’, quando deveríamos questionar ‘Que segredos [dos ficheiros originais da Mossack Fonseca] é que NÃO estão nos Panama Papers?'”, escreveu no seu blogue, sublinhando que tem visto ao longo dos anos como Putin usa segredos financeiros “para destruir ou controlar” pessoas dentro da Rússia. Poderá estar a fazê-lo agora a uma escala mundial?

Putin: Ataque mostra “crueldade” do terrorismo

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, condenou hoje o atentado à bomba que matou no domingo mais de 70 pessoas e feriu quase 300 na cidade paquistanesa de Lahore, considerando que o ato mostra a essência “desumana e cruel” do terrorismo.

Num comunicado do gabinete de imprensa do Kremlin, Putin salientou que o ato terrorista mostra também que “nada é tido em conta quando se trata de obter objetivos criminosos”.

Na mensagem, Putin indicou que a Rússia apoia todos os esforços das autoridades paquistanesas na luta contra a ameaça terrorista e está interessada no fortalecimento da cooperação internacional, tanto a nível regional como global.

O chefe de Estado russo mostrou-se ainda “convencido” que os organizadores do atentado receberão o “devido castigo”.

O atentado de Lahore foi reivindicado pelo grupo Jamaat Al Ahrar, uma cisão do principal grupo insurgente no Paquistão, o Tehrik-e-Taliban Pakistan.

A zona onde foi perpetrado o atentado está junto a uma área destinada a crianças dentro de um parque onde dezenas de famílias passavam a tarde de domingo, tal como é habitual aos fins de semana.

Kerry em Moscovo com a Síria na agenda

John Kerry

O chefe da diplomacia do governo de Washington começou o dia com conversações com o homólogo russo, Serguei Lavrov. Ao fim da tarde deve reunir-se com o Presidente russo, Vladimir Putin.

Antes dos encontros, o ministério russo dos Negócios Estrangeiros fez críticas ao posicionamento dos Estados Unidos sobre a Síria, acusando os norte-americanos de, segundo a BBC, “dividirem os terroristas entre bons e maus”.

Mais diplomático foi o titular da pasta, Serguei Lavrov, que de acordo com a AFP, afirmou esperar que a visita do homólogo norte-americano seja “construtiva”.

Kerry, em declarações transmitidas pela televisão russa e reproduzidas pela agência, teve também palavras de diálogo. “É benéfico para o mundo inteiro que nações poderosas com uma longa história comum sejam capazes de encontrar um terreno de entendimento. Espero que hoje sejamos capazes de encontrá-lo.”

Os presidentes Barack Obama e Vladimir Putin “indicaram claramente que desejam encontrar uma forma de ir em frente na questão da Síria e de resolver igualmente a crise ucraniana”, declarou o secretário de Estado, citado pela agência. “Mesmo com diferenças entre nós, fomos capazes de trabalhar eficazmente sobre problemas específicos”, acrescentou, salientando a importância do governo de Moscovo nas negociações sobre o dossier nuclear iraniano.

O papel de Assad no processo é um dos motivos de divergência entre os dois países.

A AFP adianta que os Estados Unidos e a Rússia devem decidir formalmente realizar uma nova reunião internacional entre governos de países que apoiam a oposição síria, como é o caso de Washington, e os que estão com o regime do Presidente Bashar al-Assad, o que acontece com Moscovo.

Uma coligação internacional liderada por Washington bombardeia desde Setembro de 2014 as posições do autoproclamado Estado Islâmico na Síria. A Rússia iniciou em Setembro de 2015 bombardeamentos na Síria que – segundo os Estados Unidos – visam não só os jihadistas islâmicos como os rebeldes moderados que combatem o regime de Assad. Moscovo nega essas alegações.

Putin alerta Turquia de que “reagirá” se houver mais incidentes

Vladimir Putin

Putin disse à imprensa que a Rússia vai tomar todas as medidas necessárias para proteger no futuro o seu contingente aéreo que participa na operação antiterrorista síria, incluindo os sistemas de defesa antiaérea na base onde estão os aviões russos.

O presidente russo advertiu ainda para o facto de que o derrube do avião “terá graves consequências para as relações russo-turcas” e recomendou aos cidadãos russos que não se desloquem à Turquia, um dos seus destinos turísticos favoritos.

“Os nossos cidadãos que estão na Turquia podem correr um sério perigo”, disse Putin em declarações à imprensa na cidade de Nizhni Taguil.

De acordo com Vladimir Putin, as atuais autoridades da Turquia promovem há anos a islamização do seu país e apoiam as correntes religiosas mais radicais.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros Serguei Lavrov já tinha desaconselhado na terça-feira viagens à Turquia devido à ameaça terrorista.

Por sua vez, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, disse hoje que a Turquia não tem a intenção de aumentar a tensão com a Rússia depois de ter derrubado um avião militar russo, mas salientou que vai proteger as suas fronteiras e a comunidade turca na Síria.

“Não podem esperar que fiquemos quietos quando estão a violar continuamente a nossa segurança fronteiriça, mas não temos nenhuma intenção de aumentar a tensão”, disse.

Erdogan disse que o avião derrubado estava a violar o espaço aéreo turco depois de muitas advertências.

Dois caças-bombardeiros F-16 abateram um SU-24 russo por este ter violado o espaço aéreo turco dez vezes num período de cinco minutos, ao longo da fronteira com a Síria, ignorando todas as advertências.

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, assegurou que o SU-24 não ameaçava a Turquia e que sobrevoava território sírio, a quatro quilómetros da fronteira, e advertiu que a “facada nas costas” vai ter “consequências sérias” nas relações entre os dois países.

Avião: Rússia oferece recompensa de 50 milhões por informações

Vladimir Putin

Esta manhã foi confirmado o atentado ao avião com 224 pessoas a bordo que caiu no Sinai, Egito, noticia a CNN.

O presidente russo prometeu punir os autores, depois de ter sido informado pelo chefe de segurança russa que o aparelho tinha sido derrubado intencionalmente.

Agora, a imprensa local avança com a indicação de que existe uma recompensa de 50 milhões de dólares (cerca de 47 milhões de euros) para aqueles que tiverem informações sobre este ataque.

Vladimir Putin ordenou serviços especiais para ajudar a encontrar os responsáveis pelo despenhamento do avião, que aconteceu no mês passado.

“Vamos procurá-los onde quer que estejam escondidos. Vamos encontrá-los em qualquer parte do mundo e castigá-los”, disse o Presidente russo, Vladimir Putin, ao chefe dos serviços de inteligência russos (FSB), Alexander Bortnikov, na noite de segunda-feira.

O chefe da agência de segurança FSB (antigo KGB), Alexander Bortnikov, informou o presidente russo de que a queda do avião resultou de um atentado.

“Pode dizer-se de forma inequívoca que foi um ato de terrorismo”, garantiu.

Bortnikov disse que o avião se desintegrou no ar devido a uma bomba com o equivalente a um quilo de TNT.

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