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“Atitude positiva em relação aos desafios diários e o reconhecimento”

Enquanto Diretora do departamento de Recursos Humanos da Quantal Group, quais são os maiores desafios que destaca como aqueles que a área dos RH enfrenta neste momento?

Atualmente o mercado de trabalho esta bastante competitivo, em particular na área da indústria. Isto significa que temos uma dificuldade redobrada não só em recrutar perfis adequados as nossas necessidades, mas tambem em reter os melhores na organização.

Com os novos desafios que o mercado coloca as empresas, estas procuram cada vez mais profissionais altamente produtivos e com capacidade de adaptacao a esta nova realidade.

Como define aquilo que é a base das boas relações profissionais? De que forma tem essa base sido trabalhada na Quantal Group?

A base de uma boa relação profissional, assenta sobretudo na confiança e na comunicação e envolvimento de todos.

Uma comunicação transparente cria laços de confiança, tornando a relação profissional solida e sustentável, funcionando também como fator de retenção.

Na Quantal Group, promovemos estes pontos, acompanhamos o dia a dia dos nossos colaboradores, comunicamos e envolvemos de forma a criar relações sustentáveis e promover a confiança. Isto é feito através de pedidos dos parecer dos pivots em cada equipa, dos momentos de convívio entre colaboradores, das pausas para o café ou até das conversas de corredor. Só assim conseguimos melhores resultados em tudo o que fazemos.

Quais são, na sua opinião, os principais aspetos numa empresa com um bom ambiente empresarial?

Os aspetos que caracterizam um bom ambiente empresarial são sem dúvida a união da equipa de trabalho, a escuta, uma atitude positiva em relação aos desafios diários e o reconhecimento. Estes são aspetos fundamentais numa boa relação de trabalho aos vários níveis na organização.

Poderá afirmar-se que em Portugal esta já é uma realidade ou, por outro lado, ainda há muito trabalho a ser desenvolvido nesta temática?

Considero que nesta temática o nosso tecido empresarial já deu alguns passos importantes. Inicialmente talvez apenas por uma questão de imagem no mercado, mas posteriormente por necessidade de promover bom ambiente como fator de retenção e mais produtividade.

Contudo, julgo que ainda há caminho a percorrer nesta temática, é uma questão de mudança de mentalidades, que mais cedo ou mais tarde vai ter de acontecer por pressão do mercado e por necessidade de manter as pessoas alinhadas com a empresa.

O trabalho do departamento de recursos humanos nas empresas é muitas vezes associado apenas à seleção e recrutamento de colaboradores, porém esta é uma definição demasiado redutora. Como define o papel dos recursos humanos, e a sua importância no universo empresarial?

O departamento de Recursos Humanos assume hoje e no futuro um papel de parceiro estratégico no rumo da organização onde colabora. Já não é possível ser de outra forma, ou então será sempre visto como um custo e não como um benefício.

Atualmente, só é possível desempenhar esta função conhecendo bem o negocio e as pessoas que nela estão inseridas. Se isto estiver presente na definição e implementação dos processos RH a probabilidade de sucesso é grande, não tenho duvidas.

Como referido anteriormente os desafios que o mercado coloca às organizações, em vários níveis são inúmeros e tal como os restantes departamentos, RH tem de estar à altura destes e ter um papel ativo na conquista das vitorias e no colmatar das dificuldades, contribuindo para a solução.

A mudança é um fator transversal a todas as empresas independentemente do setor em que operam. Posto isto, são ou não as pessoas que fazem a diferença no ambiente competitivo? Porquê?

As pessoas são os principais agentes da mudança ou os seus bloqueadores. Sem o envolvimento das pessoas, as organizações não conseguem fazer a diferença e concretizar a mudança.

Será sempre através das pessoas, das equipas que os processos de mudança serão concretizados. Pode haver inovação, investimento e boas condições de trabalho, mas se não mostrarmos as pessoas a importância de acompanhar o crescimento da organização e acompanharmos o processo de mudança, este fator pode matar à partida e a mudança poderá nunca chegar a concretizar-se.

Se a organização muda e na sua maioria as pessoas acompanham essa mudança, quem não o fizer poderá estar desenquadrado do novo contexto, o que muitas vezes leva a deixar a organização.

Concluo, que este é um fator muito importante na atualidade, para a sobrevivência da organização aos novos desafios, por isso o envolvimento de todos é fundamental para o processo de mudança.

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