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Portugal entre os países europeus com internet móvel mais cara

O site italiano SosTariffe.it revelou um estudo onde analisou 22 países europeus e descobriu qual o custo médio de todos os planos mensais de telefone, incluindo dados, SMS e minutos.

Explica o site, em comunicado a que o Tech ao Minuto teve acesso, que só foram considerados os planos com, pelo menos, 1GB de dados móveis e escolhendo a opção mais barata entre dois planos da mesma operadora que tivessem a mesma quantidade de gigabytes. O custo mensal médio foi calculado pelo plano mais barato de cada operadora no país analisado.

A Finlândia é o país com um custo por GB/mês mais barato, de apenas 1,67 euros. O seu plano inclui 10,33GB, 766 minutos e 766 SMS por um custo médio mensal de 17,23 mês. A França (1,81 euros/GB) e a Irlanda (2,57 euros/GB) fecham o ‘pódio’ do custo de gigabytes por mês.

No extremo oposto, é a Grécia que tem o custo por gigabyte mais caro. Os seus utilizadores pagam, em médio, 28,59 euros por cada gigabyte, sendo que o seu plano mensal, que custa 33,35 euros em média, oferece 1,17GB, 1025 minutos e 792 SMS. Islândia (22 euros/GB) e Suíça (19,73 euros/GB) são os outros dois piores países da tabela.

Portugal está é o sexto pior país em termos de custo por gigabyte (15,66 euros). Para o SosTariffe.it, um plano de 1GB, 360 minutos e 360 SMS tem um custo mensal de 15,66 euros. A nível de custo por plano mensal, Portugal ocupa a nona melhor posição.

Empresas de vinho verde exploram em Nova Iorque mercado que cresceu 30%

“Pensamos que é a maior presença de uma região vinícola de todo o mundo no evento”, disse à Lusa o responsável de marketing da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Bruno Castro Almeida.

A venda de vinho verde para os EUA cresceu 30,21 por cento em 2015, passando de cerca de 10 milhões de euros para 13,06 milhões.

“O crescimento tem sido espetacular nos últimos 15 anos. Desde 2008 que os EUA são o 1.º destino de exportação para o Vinho Verde”, explicou o responsável.

A nível global, as exportações também tiveram um comportamento positivo, mas ficaram-se por um crescimento de 10 por cento, tendo alcançado os 54.81 milhões de euros.

“Os Vinhos Verdes são hoje exportados para mais de 100 países, sendo líderes na exportação de vinhos portugueses com denominação de origem controlada não licorosos. Estas exportações geram um negócio de cerca de 55 milhões de euros, com os EUA e a Alemanha no top dos mercados de destino”, acrescentou Bruno Castro Almeida.

O crescimento destes vinhos acompanha um movimento muito positivo das exportações portuguesas para o país, como nota o diretor do escritório de Nova Iorque da AICEP, Rui Boavista Marques.

“O vinho Verde é só um dos produtos que tem os EUA como principal mercado de exportação, mas há outros”, disse à Lusa Boavista Marques.

Explicando que “o contexto é muito favorável” para as empresas portuguesas, o responsável diz que “em 2015 os EUA tornaram-se o principal mercado de exportação portuguesa fora da União Europeia.”

“As exportações mais do que duplicaram em seis anos, de mil milhões de euros para 2,5 mil milhões em 2015, e a taxa de cobertura das exportações pelas importações foi de 266%”, garante Boavista Marques.

As 18 empresas presentes no evento são: Adega de Guimarães, Adega de Ponte de Lima, Agri-Roncão – Quinta de Linhares, Anselmo Mendes Vinhos, Casa da Tojeira, Casa de Vila Nova, Casa Senhorial do Reguengo, Quinta da Calçada, Quinta da Lixa, Quinta da Raza, Quinta de Covela, Quinta de Lourosa, Soalheiro, Solar de Serrade, Vercoope, Vinho Verde Young Projects, Viniverde – Adega de Ponte da Barca e Encosta do Xisto.

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes já teve iniciativas promocionais no mercado dos EUA, inclusive trazendo mais de 35 produtores, mas esta será a primeira participação numa feira dirigida a compradores no país.

Descobertas estrelas 30 milhões de vezes mais brilhantes do que o Sol

Cientistas da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, socorreram-se de imagens do telescópio espacial Hubble para detetar o grupo de estrelas, a 170 mil anos-luz da Terra.

O aglomerado estelar em causa, o R136, está localizado na Nebulosa da Tarântula, região da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia anã em torno da Via Láctea, onde se situa a Terra.

No estudo, os astrónomos assinalam que o aglomerado estelar inclui diversas estrelas extremamente quentes e luminosas, cuja radiação se concentra no comprimento de onda ultravioleta do espetro luminoso.

Entre as dezenas de estrelas, cujo tamanho excede em mais de 50 vezes a massa do Sol, foram detetadas nove cujas dimensões ultrapassam as cem massas solares.

Contudo, nenhuma delas supera a R136a1, a maior estrela do Universo conhecida, que tem mais de 250 massas solares, e que também se localiza na Nebulosa da Tarântula.

As primeiras evidências do aglomerado estelar R136 remontam a 2010, quando astrónomos da mesma universidade britânica descobriram quatro estrelas que ultrapassavam o limite de massas que era então aceite para este tipo de corpos celestes.

Agora, foram identificadas cinco novas estrelas neste aglomerado.

Segundo o investigador Paul Crowther, autor principal do estudo, não teria sido possível distinguir estrelas individuais no aglomerado estelar sem a resolução de imagem proporcionada pelos instrumentos do Hubble.

FBI avisa para riscos de hacking a carros

O FBI e administração de segurança rodoviária dos Estados Unidos lançaram um boletim a avisar que os veículos a motor são “cada vez mais vulneráveis” a hacking e aconselha a manterem-se alertas para potenciais problemas e ameaças cibernéticas.

Em julho de 2015, a Fiat Chrysler Automobiles chamou 1,4 milhões de veículos norte-americanos para instalar software, depois de um artigo ter alertado para a possibilidade de hacking aos seus veículos.

Também o ano passado, a General Motors lançou uma atualização de segurança para a sua aplicação de smartphones porque poderia permitir a hackers tomarem controlo de algumas funcionalidades do Volt, o seu carro eléctrico.

Pais defendem missa nas escolas públicas, se não prejudicarem aulas

Jorge Ascensão reagia assim, em declarações à agência Lusa, à denúncia, divulgada hoje no Jornal de Notícias (JN), da Associação República e Laicidade de que “há escolas públicas, principalmente no norte do país, a realizar missas durante o horário letivo”.

“A Associação República e Laicidade diz que os alunos não são obrigados a participar, mas os que optam por não ir ficam numa sala a passar tempo”, segundo escreve o jornal.

Apesar de não conhecer nenhuma escola nesta situação, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), disse à Lusa que “não tem nada contra, desde que ninguém seja prejudicado”.

“Não há qualquer problema, desde que a comunidade esteja toda de acordo na sua realização e desde que não prejudique a atividade educativa, a principal função da escola”, declarou.

Contudo, o mesmo responsável considerou que, “a ser verdade que há alunos a serem discriminados”, sem qualquer atividade, o ministério deve averiguar.

“O ministério deve averiguar e corrigir. Temos de ver o que se está a passar ou não. Quanto ao facto de ser uma escola pública e a religião católica, não vejo qualquer problema, sendo que não vejo para a católica nem para outra religião, desde que a comunidade esteja de acordo”, afirmou.

A Associação República Laicidade disse ao jornal que há alunos que estão a ser excluídos por não terem determinada religião e que estas celebrações são ilegais”.

O Ministério da Educação, citado pelo JN, explicou que, “para que os alunos possam participar na iniciativa, os encarregados de educação têm de assinar uma declaração autorizando tal participação. Os alunos que não participam ficam na escola, que lhe aloca o acompanhamento regular”.

“Apple não está a lutar por privacidade; está a lutar por lucro”

Num artigo de opinião na revista Time, Tom Cotton, senador norte-americano pelo estado do Arkansas acredita que a marca Apple não substitui a segurança dos Estados Unidos.

O senador Cotton é da opinião que Tim Cook “está errado” na sua explicação de que desbloquear o iPhone de San Bernardino colocar em causa os “dados de segurança de centenas de milhões” de pessoas porque, diz, “o que está verdadeiramente em jogo é o futuro da nossa [Estados Unidos] habilidade em manter os norte-americanos seguros”.

“Apesar dos protestos de Cook, a Apple não tem base legal para recusar a ordem do tribunal para desbloquear o iPhone do terrorista”, afirma Tom Cotton, acrescentando que “o FBI está a pedir à Apple para desligar um mecanismo de ‘auto-destruição’ do iPhone que apaga toda a memória se a password for colocada incorretamente muitas vezes”.

O senador relembra, depois, que a Apple já ajudou as autoridades em casos semelhantes no passado, com a diferença que o sistema operativo era mais antigo. “Em 70 casos anteriores, a Apple ajudou o FBI a desbloquear o iPhone conforme um mandato válido”.

Tom Cotton questiona, depois, o que mudou então. Na sua opinião, mudou a “estratégia de marketing da Apple”. “A Apple construiu o seu último sistema operativo móvel para ser mais resistente a tais desbloqueios. E no final do último ano, a Apple quebrou a sua prática passada tendo recusado diferentes ordem do tribunal para desbloquear iPhones com sistemas operativos antigos – os mesmos sistemas que ajudou a desbloquear no passado”.

“A Apple argumentou em tribunal que consentir com essa ordem iria ‘destruir a marca Apple’ (…). Em suma, a Apple diz que não pode cooperar mais com as investigações porque agora é o seu modelo de negócio”, acusa Cotton, afirmando que a “Apple não está a lutar por privacidade” mas sim “por lucro”.

Custo da mão-de-obra sobe 1,3% na zona euro no 4.º trimestre de 2015

Entre outubro e dezembro últimos, segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), o custo por hora da mão-de-obra teve as maiores subidas homólogas na Roménia (11,4%), na República Checa (8,6%), na Letónia (7,7) e na Bulgária (5,8%).

As maiores quebras no indicador foram observadas em Itália e Chipre (-0,8% cada), Holanda (-0,4%) e Luxemburgo (-0,1%).

Em Portugal, o custo horário da mão-de-obra subiu 2,0% no último trimestre de 2015, face ao período homólogo.

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