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CEO da Ryanair renuncia a bónus salarial

© Sapo 24

Segundo o documento, O’Leary ganhou 2,31 milhões de euros nos 12 meses que encerraram a 31 de março, 950 mil euros menos que no exercício anterior. O valor do bónus recusado não foi divulgado, mas nos anos anteriores situou-se entre os 850 mil e os 950 mil euros.

O salário base é de 1,06 milhões de euros, ao qual se juntam 1,25 milhões de euros por distribuição de dividendos das suas ações da companhia.

A transferência de pilotos para outras companhias e os erros nas escalas de férias obrigaram a companhia irlandesa de baixo custo a cancelar mais de 20 mil voos entre setembro e março, afetando 700 mil passageiros e custando quase 25 milhões de euros.

O’Leary tinha reconhecido responsabilidade, em setembro perante os acionistas, pelos erros cometidos nas escalas.

A companhia anunciou ter registado um lucro de 319 milhões de euros no seu primeiro trimestre fiscal (até 30 de junho), numa diminuição de 20%, na comparação homóloga.

Nas suas próximas contas, a companhia terá de registar o impacto das greves da semana passada dos tripulantes de cabine em Portugal, Espanha, Bélgica e Itália, assim como das greves de pilotos na Irlanda e na Alemanha.

LUSA

Greve da Ryanair já cancelou dez voos em Lisboa e no Porto

Os tripulantes de cabine da transportadora aérea Ryanair cumprem hoje e quinta-feira uma greve europeia para exigirem a aplicação da lei nacional.

De acordo com informação disponível na página da ANA, às 7h30 estavam cancelados dois voos que deviam partir do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, com destino a Beauvais, Paris (França) e outro para a ilha Terceira, nos Açores.

Estão também cancelados quatro voos com partida prevista do aeroporto Sá Carneiro, no Porto, com destino a Bruxelas (Bélgica) e Marselha, Clermont-Ferrand e Lorient (França).

Estão ainda cancelados quatro voos com chegada prevista ao Porto provenientes de Bruxelas (Bélgica) e Marselha, Clermont-Ferrand e Lorient (França).

Às 7h30 não havia mais informação sobre cancelamentos de voos da Ryanar na página da ANA.

A decisão de partir para a greve foi tomada a 5 de julho numa reunião, em Bruxelas, entre vários sindicatos europeus para exigirem que a companhia de baixo custo aplique as leis nacionais laborais e não as do seu país de origem, a Irlanda.

Com a greve, os trabalhadores querem exigir que a transportadora irlandesa aplique a legislação nacional, nomeadamente em termos de gozo da licença de parentalidade, garantia de ordenado mínimo e que retire processos disciplinares por motivo de baixas médicas ou vendas a bordo dos aviões abaixo das metas definidas pela empresa.

A Ryanair tem estado envolvida, em Portugal, numa polémica desde a greve dos tripulantes de cabine de bases portuguesas por ter recorrido a trabalhadores de outras bases para minimizar o impacto da paralisação, que durou três dias, no início de abril.

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) tem denunciado, desde o início da paralisação, que a Ryanair substitui ilegalmente grevistas portugueses, recorrendo a trabalhadores de outras bases.

A empresa admitiu ter recorrido a voluntários e a tripulação estrangeira durante a greve.

Por essa razão, a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) tem, “desde a semana passada, vindo a acompanhar esta situação e a desenvolver todos os passos necessários para identificar situações que possam, eventualmente, ferir a legalidade do nosso quadro constitucional do direito à greve”, acrescentou.

No domingo, a ACT anunciou ter desencadeado uma inspeção na Ryanair em Portugal para avaliar as irregularidades apontadas pelo SNPVAC.

LUSA

Greve dos tripulantes da Ryanair será entre 25 e 26 de julho

© Getty Images

decisão foi tomada numa reunião, em Bruxelas, entre vários sindicatos europeus para exigirem que a companhia de baixo custo aplique as leis nacionais e não a irlandesa.

Ryanair confirma reconhecimento dos sindicatos de tripulação de cabines

“A Ryanair encontra-se num processo de reconhecimento de sindicatos, que se inicia esta semana com as reuniões com os sindicatos de pilotos irlandês, alemão e português”, lê-se na nota enviada pela companhia aérea.

De acordo com a mesma fonte, o processo irá continuar em 2018, “com sindicatos de pilotos de outros países vindo, no momento devido, a incluir também reuniões com sindicatos de tripulação de cabine”.

Recentemente, a companhia aérea irlandesa reconheceu, pela primeira vez, o Sindicato do Piloto da Aviação Civil (SPAC) como a organização representativa dos seus pilotos em Portugal.

“A Ryanair vai mudar a antiga política de não reconhecer os sindicatos para evitar ameaças de transtorno para os clientes durante a semana do Natal”, assinalou, na altura, o presidente da companhia aérea, Michael O’Leary.

Ryanair: Já não há greve quarta-feira

O sindicato maioritário irlandês Impact, ao qual está filiada a Ialpa, comunicou à Ryanair que se vai reunir com a sua direção na terça-feira e que suspende a greve programada para o dia seguinte, que afetaria um número significativo de voos com partidas de aeroportos da Irlanda.

A companhia aérea irlandesa de baixo custo anunciou na sexta-feira uma “mudança radical” da política laboral, depois de reconhecer, pela primeira vez nos seus 32 anos de história, os sindicatos independentes dos seus trabalhadores.

Os pilotos da Ialpa, que estão contratados diretamente pela transportadora, decidiram na passada terça-feira marcar uma greve para pedir à Ryanair para aceitar o seu sindicato e negociar de forma coletiva as suas condições laborais, à margem dos orgãos representativos internos que, até agora, só estavam reconhecidos pela direção.

“O sindicato apoia a posição de princípios adotada pelos pilotos da Ryanair, que tornou possível este avanço, e sublinha que estão dispostos a estabelecer uma relação positiva com a direção da Ryanair”, sublinha num comunicado.

Perante a pressão dos pilotos, o presidente executivo da Ryanair, Michael O’Leary, viu-se obrigado na passada sexta-feira a anunciar uma viragem histórica na gestão laboral da empresa para evitar, segundo afirmou, greves noutras bases europeias durante a época do Natal.

O’Leary explicou que enviou cartas para explicar a decisão de reconhecer os sindicatos independentes a grupos de pilotos, em Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Reino Unido e Irlanda para os convidar a sentarem-se e dialogar com a empresa.

Num comunicado divulgado no domingo, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) anunciou que os pilotos da companhia aérea Ryanair decidiram suspender a greve em Portugal agendada para o dia 20 de dezembro.

“O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) informa que a greve dos pilotos da Ryanair em Portugal prevista para o dia 20 de dezembro foi suspensa, A decisão da Ryanair em reconhecer o SPAC como a organização representativa dos seus pilotos em Portugal e o seu compromisso em iniciar negociações com o objetivo de estabelecer um acordo de empresa levaram à tomada desta decisão”, lê-se no comunicado.

Pilotos da Ryanair com base em Portugal anunciam greve

“Face ao fracasso da administração da Ryanair em dialogar com os representantes escolhidos pelos pilotos, foi convocada uma greve de 24 horas para os pilotos com base em Portugal, no dia 20 de dezembro, a partir das 00:00”, avançou o SPAC, em comunicado.

Para o sindicato, “a decisão de greve nunca é fácil, mas a recusa contínua da Ryanair em negociar com os pilotos de forma justa e transparente” não deixou outra opção.

No entanto, o SPAC admite que a greve pode ser cancelada, caso a administração da companhia aérea mostre abertura para o diálogo com vista à negociação coletiva e reconhecimento da Comissão de Empresa do sindicato dos pilotos.

“São os pilotos que mantêm a chave para abrir a porta ao crescimento e expansão que irão maximizar os retornos aos acionistas. Consideramos que é especialmente preocupante que a gestão prefira cancelar aviões durante o período de pico do verão de 2018, do que comunicar com os seus pilotos de forma a arranjar soluções para os problemas dos aviões”, lê-se no documento.

O SPAC disse ainda que se reserva “no direito de adotar novas medidas, caso a Ryanair continue a recursar-se a negociar de forma construtiva”.

No dia 12 de dezembro, os pilotos da Ryanair que têm base na Irlanda anunciaram que vão estar em greve no dia 20 de dezembro.

Os pilotos da Ryanair em Itália anunciaram também uma paralisação de quatro horas para a próxima sexta-feira, dia 15, e os pilotos da companhia com base na Alemanha afirmaram que podem igualmente aderir ao movimento grevista.

A companhia aérea irlandesa ameaçou os seus funcionários que façam greve em Itália com retaliações, suscitando hoje a cólera do Governo italiano e dos sindicatos, que mantêm a paralisação para 15 de dezembro.

“É indigno. Não é o meu domínio de competência, mas penso que é preciso intervir. Não podemos estar no mercado e beneficiar apenas das vantagens sem respeitar as regras”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Económico, Carlo Calenda, aos jornalistas.

LUSA

Ryanair com promoções loucas esta semana

Os três dias finais dos descontos da Ryanair na semana de todas as promoções já chegaram.

“Os nossos clientes podem usufruir de até 20% de desconto em 5 milhões de lugares para viagens entre Dezembro de 2017 e Abril de 2018, promoção disponível até à meia-noite de Domingo”, anuncia a transportadora de origem britânica em comunicado oficial.

Durante este fim de semana, há descontos de 20% em cerca de cinco milhões de lugares nos aviões da Ryanair, para viagens entre dezembro e abril.

Lisboa, Porto, Faro e Ponta Delgada são os aeroportos portugueses de onde pode partir para aventuras cá dentro ou lá for, a preços reduzidos. Conheça todos os descontos no site da Ryanair e lembre-se que a oferta acaba este domingo.

‘Drone’ obriga dois voos a abortar aterragem em Lisboa

“Confirmamos que recebemos informações, segundo as quais vários comandantes terão reportado à NAV [entidade responsável pela gestão do tráfego aéreo] a existência de um drone na aproximação da pista 03, fora do alcance visual a partir do aeroporto. A situação foi comunicada à PSP”, refere a ANA, em resposta escrita enviada à Lusa.

Contactado pela Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP indicou que recebeu uma chamada, pelas 18:45 de domingo, a dar conta da presença de um ‘drone’ (veículo aéreo não tripulado) a sobrevoar a Avenida Estados Unidos da América, em Lisboa, acrescentando que, quando os polícias chegaram ao local, “já não encontraram nada”.

A ANA diz que não foi necessário encerrar o aeroporto, mas a ocorrência afetou vários voos.

“O aeroporto não esteve fechado, no entanto, de forma preventiva, duas aeronaves foram instruídas pela torre [de controlo] a interromper a aproximação, uma das quais decidiu divergir para o Porto”, sublinha a gestora dos aeroportos nacionais.

Fonte oficial da NAV explicou à Lusa que um avião da companhia aérea Ryanair, proveniente de Marselha, “foi instruído” pela torre de controlo a abortar uma primeira aterragem quando já estava na fase final da mesma, tendo aterrado uns minutos depois sem qualquer problema.

O segundo voo trata-se de um avião da Easyjet, proveniente de Paris, que, depois de também ter abortado a aterragem, no seguimento das instruções dadas pelos controladores aéreos, optou por divergir para o Aeroporto do Porto.

A NAV acrescenta que as aterragens no Aeroporto de Lisboa “estiveram suspensas entre as 18:40 e as 18:52” e que o incidente com o ‘drone’ “atrasou a aterragem de outros cinco voos”.

Na resposta escrita, a ANA – Aeroportos reconhece que estas ocorrências devem ser analisadas com “a máxima seriedade”.

“Todas as situações que podem representar um risco para a segurança dos voos são consideradas com a máxima seriedade. Tratando-se de um incidente no espaço aéreo, sugerimos o contacto com a NAV e com a ANAC [Autoridade Nacional da Aviação Civil] para recolha de informação mais pormenorizada sobre o incidente”, salienta a ANA – Aeroportos.

A aviação civil reportou até hoje 17 ocorrências com ‘drones’ desde a entrada em vigor do regulamento (13 de janeiro), que proíbe o voo destes aparelhos a mais de 120 metros de altura e nas áreas de aproximação e descolagem dos aeroportos.

Estes incidentes com ‘drones’, quase todos registados nas proximidades dos aeroportos de Lisboa e do Porto, acontecem quando estes aparelhos violam o regulamento e aparecem na vizinhança, nos corredores aéreos de aproximação aos aeroportos ou na fase final de aterragem, a 400, 700, 900 ou a 1.200 metros de altitude, segundo alguns destes relatos.

Dois dos últimos incidentes com ‘drones’ aconteceram na tarde de 10 de julho, no Porto, e na manhã seguinte, em Lisboa: A 10 de junho um Airbus 320 da Brussels Airlines “passou por um ‘drone’ que estava à sua direita”, a 1.800 metros de altitude, pelas 13:45, pouco depois de ter descolado do Aeroporto do Porto, disse fonte aeronáutica à Lusa.

Pelas 08:00 de 11 de julho, na zona de Alcântara, um Embraer 190 da TAP, proveniente de Nice, em França, reportou um ‘drone’ a 600 metros de altitude, quando se preparava para aterrar no Aeroporto de Lisboa.

O Conselho de Ministros aprovou em julho o decreto-lei que estabelece um sistema de registo obrigatório de ‘drones’, impondo um seguro de responsabilidade civil e criando um regime sancionatório, para reforçar a segurança dos cidadãos e proteger o setor.

O documento irá ainda para consulta pública.

Ryanair homenageia Cristiano Ronaldo com avião “Ryanaldo”

A Ryanair homenageou Cristiano Ronaldo com uma imagem de um avião que, em vez do nome da companhia, tem o nome “Ryanaldo”. A iniciativa serviu para assinalar o novo nome do aeroporto da Madeira.

O presidente da Região Autónoma da Madeira, Miguel Albuquerque, anunciou na semana passada que o aeroporto da Madeira se vai chamar Cristiano Ronaldo. Depois da estátua, do museu e do hotel em parceria com o grupo Pestana, a Madeira homenageia novamente o jogador.

No Twitter, a Ryanair deu os parabéns a Ronaldo pelo seu “novo aeroporto”. “Da tua companhia aérea preferida”, rematou a Ryanair.

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Açores, primeiro ano das low cost colocou destino na moda

“Os Açores, neste momento, usufruem de um bom nível de notoriedade que é necessário continuar a trabalhar para manter. Se isso é estar na moda, temos de trabalhar permanentemente para estarmos sempre na moda”, disse à agência Lusa o secretário regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, a propósito da passagem do primeiro ano sobre a liberalização das ligações aéreas entre duas ilhas dos Açores e o continente.Na terça-feira assinala-se um ano sobre o primeiro voo de uma low cost para Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, para onde passaram a voar as companhias Ryanair e a easyJet, que se juntaram à SATA e TAP.

A liberalização contempla as rotas entre Ponta Delgada e Lisboa e Porto, e entre Terceira e Lisboa e Porto, mas nesta ilha continua por executar.

Para Vítor Fraga, a liberalização insere-se num novo modelo de acessibilidades que é “mais vasto” e que, no seu entender, acabou por “trazer benefícios para todas as ilhas, porque consegue criar condições de conjugação entre rotas liberalizadas e rotas sujeitas a obrigações de serviço público”.

“Vem proporcionar aquilo que era um dos nossos principais objetivos, criar condições para entrarem novos operadores no mercado e, com isso, [verificar-se] uma redução no custo da acessibilidade”, declarou, destacando que, atualmente, “é fácil encontrar passagens a um terço do valor do que era praticado” no passado.

Segundo dados fornecidos pela Secretaria Regional, em 2015 desembarcaram nos aeroportos da região 1,1 milhões de pessoas, mais 21,2% do que no ano anterior.

Já ao nível do alojamento, os Açores registaram o ano passado 1,5 milhões de dormidas no arquipélago, um acréscimo de 22,7% comparativamente a 2014. Estes dados incluem a hotelaria tradicional, o turismo em espaço rural, o alojamento local, colónias de férias, pousadas da juventude e parques de campismo.

Vítor Fraga reafirmou que 2015 “foi o melhor ano de sempre” para o turismo dos Açores, destacando outros efeitos multiplicadores da liberalização.

“Existe um conjunto de novos empreendimentos que irão abrir ainda no decorrer do ano de 2016 ao nível da hotelaria tradicional, o que totaliza 656 novas camas” na região, exemplificou, acrescentando que “existem já, igualmente, pedidos de licenciamento prévio para o ano de 2017 que totalizam 956 camas e isto apenas ao nível da hotelaria tradicional”.

O governante admitiu que neste “ano zero” da liberalização das ligações aéreas houve “constrangimentos pontuais”, acreditando, contudo, que em 2016 a situação estará ultrapassada.

“Houve situações pontuais de constrangimentos quer do número de lugares, quer de preços muito elevados ao nível da acessibilidade”, afirmou Vítor Fraga, convicto de que “este ano esta situação será fortemente atenuada, porque daquilo que é a oferta pública conhecida das várias operadoras que trabalham para a região, há um incremento de 70 mil lugares só no verão IATA (sigla em inglês para Associação Internacional de Transporte Aéreo) em relação ao ano anterior”.

 

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