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#Toyotachallenge: Pense segurança. Pense Toyota

Esta iniciativa da Toyota Caetano Portugal colocou à prova os 54 operadores que participaram no primeiro torneio Toyota Challenge. As equipas foram divididas em dois grupos. Durante a manhã metade das equipas realizaram provas de perícia e segurança enquanto a outra metade esteve em formação e avaliação, trocando na parte de tarde. “Foram realizadas sete provas, seis delas executadas por um dos elementos de cada equipa, enquanto a última prova, uma prova específica de segurança, foi executada pelos dois operadores em conjunto. As provas exigiam que as equipas fossem multidisciplinares. Cada prova tinha um tempo limite e uma check list de penalizações, caso não fossem cumpridas as regras de segurança, que contribuíram para a avaliação do júri e a atribuição de prémios às melhores equipas”, explicou-nos Ana Paula Soares, Diretora de Marketing da Divisão de Equipamento Industrial da Toyota Caetano Portugal.

Em paralelo ao torneio, a Toyota Caetano Portugal teve em exposição um parque com máquinas e soluções inovadoras, bem como uma área específica para segurança. Nessa área estavam em demonstração soluções direcionadas para tecnologia, produtos e soluções que possam trazer mais segurança às operações dos clientes.

Estava, ainda, em exposição um simulador de condução de um empilhador. Durante sete minutos era possível executar uma prova com alguns desafios relacionados com a segurança nas operações de movimentação de cargas e direcionados para o público da geração das novas tecnologias e da era digital. Esta opção da marca por demonstrar e expor diversos equipamentos e soluções foi bastante procurada pelos responsáveis das empresas que acompanharam os seus operadores e resultou numa mais-valia para o evento.

O Toyota Challenge decorreu ao longo de todo o dia e presenteou, no final, os vencedores que cumpriram o melhor tempo e pontuação, com perícia e segurança, as sete provas com equipamentos da gama elétrica da Toyota Material Handling.

DESAFIO ACEITE

Os participantes, esses, mostraram-se motivados e bastante envolvidos nas provas e na formação. Mais do que o prémio, o importante ali era assimilar as boas práticas de segurança, o networking, espírito de equipa e superar o desafio.

Todas as equipas receberam um troféu e o diploma de participação na prova. A competição foi coordenada por uma equipa técnica constituída por elementos e operadores da Toyota caetano Portugal.

A PALAVRA A …

Carlos Ramos, Responsável da Unidade Ambiente e Segurança da Divisão Sul

“O Toyota Challenge representa, não só a divulgação da marca, mas a divulgação das características de segurança dos equipamentos da Toyota Material Handling. A valorização da segurança em movimentação de carga e a segurança dos próprios operadores é importante para nós e é importante que os operadores de máquinas tenham a perceção de que esta atividade é uma atividade de risco muito elevado. É preciso sensibilizar para as boas práticas em relação à utilização de máquinas. O Toyota Challenge também representou uma forma de mobilizar os nossos clientes e dar-lhes a conhecer uma gama avançada de equipamentos e soluções para as suas empresas”.

Interpol alerta para aumento da ameaça terrorista em grandes eventos desportivos

Falando à margem de uma conferência sobre segurança realizada em Doha, onde se vai disputar o Mundial de futebol de 2022, Jurgen Stock apresentou um quadro de “espetro de ameaças”. “E, infelizmente, essas ameaças aumentam”, disse Stock aos jornalistas.

“Está a tornar-se mais internacional e mais complexo e precisa mais que nunca da cooperação entre organismos encarregados de aplicar a lei”, acrescentou.

Stock citou ameaças recentes como o hooliganismo no Euro2016, cibercrimes nos Jogos olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 e informação sobre risco de ataques terroristas no Mundial de futebol de 2018, na Rússia.

Hassan al-Thawadi, diretor do comité organizador do Campeonato do Mundo do Qatar, assegurou por seu lado que o evento de 2022 será muito “securizado”.

GNR realiza pela primeira vez operação para apoiar turistas durante o verão

O ‘Programa Turismo Seguro’ insere-se na operação “Verão Seguro 2017”, iniciativa que a Guarda Nacional Republicana realiza nos meses de julho e agosto e consiste num reforço do patrulhamento em todo o país, especialmente nos locais junto à praia e em eventos de grande dimensão, além da fiscalização rodoviária.

A capitão Raquel Valente, do comando-geral da GNR, disse à agência Lusa que o ‘Programa Turismo Seguro’ tem como principal objetivos apoiar, garantir a segurança e combater o crime junto dos turistas, sejam nacionais ou estrangeiros.

Além do reforço do patrulhamento especializado com vista ao atendimento, acolhimento e encaminhamento dos turistas, os militares da GNR vão também desenvolver ações de informação e sensibilização para prevenir os potenciais riscos e perigos durante as férias.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e no âmbito da cooperação internacional, vão estar em permanência em Portugal seis militares da Guardia Civil Espanhola e três militares da Gendamarie Nationale Francesa, avançou a GNR.

Raquel Valente afirmou que os militares espanhóis e franceses vão patrulhar as zonas balneares mais turísticas do Algarve, Lisboa e Setúbal durante os meses de julho e agosto, estando previsto que cheguem a Portugal na quarta-feira.

Segundo a GNR, o patrulhamento foi reforçado em todo o Algarve com militares a cavalo da Unidade de Segurança e Honras do Estado e com elementos da Unidade de Intervenção (estabelecimento da ordem pública) e Cinotécnica (cães).

A GNR vai contar, durante o verão, com um reforço permanente de mais 193 militares e com um apoio “não permanente” de 450 elementos, quando se realizarem eventos com uma grande concentração de pessoas no Algarve, adiantou.

Raquel Valente adiantou que o reforço de elementos da GNR é para todo o Algarve e não só para a região de Albufeira.

A GNR vai também reforçar o patrulhamento nas zonas turísticas espanholas mais frequentadas pelos portugueses, como Pontevedra e Huelva, com quatro militares, existindo ainda um aumento de efetivos misto com a Guardia Civil nas zonas de fronteira.

No âmbito da operação “Verão Seguro 2017”, a GNR realiza o ‘Programa Chave Direta’ com o objetivo de garantir a segurança das residências enquanto os seus proprietários se encontram de férias, promovendo os elementos da corporação ações de patrulhamento durante a sua ausência.

Para aderir a este programa, o proprietário tem que se inscrever através da internet ou preencher um requerimento no posto da GNR da sua área de residência

De acordo com esta força de segurança, o ‘Programa Chave Direta’ está ativo até ao dia 15 de setembro e, nos últimos dois verões, foram registadas 3.750 residências, tendo apenas uma sido alvo de furto.

Durante o verão, a GNR, através da Unidade de Controlo Costeiro, reforçou ainda a vigilância em toda a costa e mar territorial do país, nomeadamente nos pontos que podem oferecer “melhores condições para desembarques de droga”.

Áustria reforça medidas de segurança depois de atentados

A Áustria decidiu aumentar as medidas de segurança na sequência dos recentes ataques ocorridos na Europa, anunciou hoje o ministro austríaco do Interior, Wolfgang Sobotka. “O terrorismo na Europa deve ser combatido por todos os Estados. Mas não deve levar a uma paralisação da sociedade e da vida pública”, explicou o ministro em comunicado.

Entre as medidas adotadas, e por se considerar que tem aumentado o potencial de perigo, a nota destaca o aumento da presença policial, “sobretudo em estações de comboio e aeroportos”, bem como noutros “lugares públicos especialmente frequentados”.

Em coordenação com o diretor geral da Segurança Pública, Sobotka ordenou o aumento da vigilância e uma maior disponibilidade das unidades da ordem especial, como o antiterrorismo “Cobra”.

As medidas incluem atividades “mais intensas” na análise da situação e a troca de informação, assim como melhorias técnicas em equipamento de proteção das pessoas.

O ministro austríaco, que na noite passada interrompeu as suas férias após o tiroteio ocorrido num centro comercial em Munique, recordou o envio de 42 agentes “Cobra” à Baviera alemã, para apoiar a polícia desse país, destacando que a Áustria “continuará a ser um parceiro estável” da Alemanha.

Em declarações à televisão austríaca ORF, Sobotka reconheceu esta madrugada que, ataques como os recentes ocorridos em Nice, Munique, também “nos podem acontecer”.

“Contra este tipo de terroristas ou criminosos é muito difícil de se proteger”, disse.

Na sexta-feira à noite, a Áustria reforçou a vigilância das zonas fronteiriças com a Alemanha.

Hoje, foram retiradas as patrulhas policiais e controlos adicionais, depois de se saber que o tiroteio, em Munique, foi causado por um atacante, que se suicidou depois, e não por três homens que se encontrariam em fuga, como assumido durante horas, confirmou à Efe Karl-Heinz Grundböck, porta-voz do Ministério do Interior Austríaco.

As medidas de segurança adotadas no sábado estão relacionadas com o já elevado nível de alerta terrorista que se mantém a Áustria, desde o atentado na revista francesa Charlie Hebdo, em janeiro de 2015.

Aeroportos do Brasil registam atrasos com novas regras para garantir segurança

As novas regras de embarque que instituíram inspeções de bagagens e revistas individuais de passageiros mais rigorosas em voos domésticos no Brasil para aumentar a segurança nos aeroportos durante os Jogos Olímpicos Olimpíada causaram longas filas.

As mudanças, que entraram esta segunda-feira em vigor, fizeram com que muitas pessoas perdessem os seus voos no aeroporto regional mais movimentado do país, Congonhas, em São Paulo, porque ficaram presas em longas filas e não conseguiram entrar na área de embarque.

Já no aeroporto Santos Dumont, do Rio de Janeiro, a fila para passar pela segurança ficou tão grande que a segurança acabou por desistir de fazer a revista das pessoas.

O último balanço divulgado no site da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) às 12:00 (16:00 Lisboa) apontou que de um total de 699 voos domésticos da rede de aeroportos brasileiros, 11 (1,3%) estavam atrasados e outros 17 (2,4%) foram cancelados.

O aumento da revista dentro dos aeroportos é uma das medidas tomadas pelo Governo do Brasil para melhorar a segurança nos aeroportos após a série de atentados realizados por grupos terroristas na Europa este ano.

Os Jogos Olímpicos começam a 5 de agosto, no Rio de Janeiro.

Governo garante segurança no controlo de passageiros ao alargar utilização do RAPID

O Governo garantiu que o alargamento do sistema RAPID de controlo de passageiros a mais nove nacionalidades mantém reforçados os níveis de segurança nos aeroportos, além de tornar mais célere a passagem pela fronteira.

“Isto não implica perda de segurança. Pelo contrário, isto aumenta o nosso nível de segurança. O SEF controla da mesma forma, com a mesma rigidez e com a mesma segurança os nossos aeroportos. Que fique bem claro: modernizamos, simplificamos e mantemos os níveis de segurança”, disse aos jornalistas o secretário de Estado da Administração Interna.

Jorge Gomes falava após a cerimónia que assinalou, no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, a entrada em funcionamento do Sistema de Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente (RAPID) a cidadãos de mais nove países.

Atualmente, passam pelo sistema RAPID, equipamento eletrónico que realiza de forma automática e sem intervenção humana os procedimentos de controlo de fronteira, os cidadãos nacionais e da União Europeia.

A partir desta segunda-feira, o RAPID, nas partidas internacionais do aeroporto de Lisboa, passa a poder ser utilizado também pelos cidadãos dos Estados Unidos da América, Canadá, Austrália, Brasil, Venezuela, Japão, Coreia do Sul, Singapura e Nova Zelândia.

Jorge Gomes adiantou que os cidadãos destes países, desde que tenham entrado em Portugal, podem sair via RAPID, sendo uma “forma simplificada dos passageiros embarcarem”.

Também a diretora nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteira, Luísa Maia Gonçalves, garantiu o controlo a estes cidadãos, além de todo o processo ser mais rápido e simplificado.

“Este tipo de controlo tecnológico é acompanhado por um controlo feito pelos inspetores que estão nas boxes a controlar o registo que é feito e cruzado com bases nacionais e internacionais”, disse, sustentando que “a parte automatizada contribui para uma celeridade, mas é acompanhada por um controlo feito pelos inspetores” do SEF que estão na retaguarda para fazerem o cruzamento e deteção de qualquer medida que possa existir.

O secretário de Estado anunciou ainda que o objetivo é alargar o sistema RAPID a estas nove nacionalidades aos aeroportos de Faro e Porto, bem com aos cais de embargue de passageiros de cruzeiro.

“O sistema RAPID existe desde 2007 e foi alargado a mais nove países nas saídas do aeroporto de Lisboa. Vamos agora começar a trabalhar para chegar aos restantes postos de fronteiras, aéreos e marítimos”, explicou a diretora nacional do SEF.

Desde 2007 que Portugal utiliza o controlo automatizado de fronteira, para entradas e saídas do país, de cidadãos europeus, maiores de 18 anos, portadores de passaporte eletrónico ou de cartão de cidadão para o cidadão português.

O sistema RAPID torna a passagem de fronteira mais célere, salvaguardando a segurança, por fazer uso do reconhecimento facial.

Anualmente, o RAPID é utilizado por quase 2 milhões de passageiros europeus, só na fronteira do aeroporto de Lisboa.

Estados Unidos e Geórgia assinam “parceria de defesa”

Os Estados Unidos e a Geórgia assinaram esta quarta-feira em Tbilissi um acordo de segurança bilateral destinado a reforçar as capacidades de defesa deste pequeno país do Cáucaso e ex-república soviética, que tem manifestado inquietação face à Rússia.

A assinatura deste “memorando sobre o reforço das relações de defesa e de segurança entre os Estados Unidos e a Geórgia” decorreu durante um encontro entre o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o primeiro-ministro georgiano Guiorgui Kvirikachvili.

Esta parceria de defesa, precisou o Departamento de Estado, “reafirma e alarga a cooperação em matéria de defesa e de segurança entre a Geórgia e os Estados Unidos”.

“A nossa parceria é inquebrantável e determinada (…). O povo georgiano escolheu e pretende um futuro euro-atlântico. Os Estados Unidos apoiam esse objetivo”, disse John Kerry durante a assinatura do acordo.

Na resposta, o chefe do Governo de Tbilissi considerou que a visita de Kerry “reforça as nossas relações bilaterais”, e definiu a parceria como “indispensável para o reforço da segurança e as capacidades de defesa da Geórgia”, que com frequência se refere aos eventuais objetivos expansionistas do seu vizinho russo.

O chefe da diplomacia de Washington efetua uma visita de dois dias à Geórgia antes de se deslocar à Ucrânia, com o objetivo de assegurar aos dois países ex-soviéticos o apoio da NATO antes da cimeira da Aliança na Polónia.

Kerry deve ainda encontrar-se em Tbilissi com o Presidente georgiano Guiorgui Margvelachvili, que com o seu homólogo ucraniano Petro Poroshenko vai assistir à cimeira da NATO.

À semelhança da Ucrânia, a Geórgia espera integrar a aliança atlântica apesar da oposição de Moscovo e quando os dois países mantêm contenciosos territoriais com o seu poderoso vizinho, presente em parte dos seus territórios que declararam a secessão.

Em 2008 a Geórgia envolveu-se num breve conflito com a Rússia e desde então tropas russas estão estacionadas na Abkházia e Ossétia do Sul, duas regiões secessionistas da Geórgia.

A Rússia, confrontada com a crescente presença de forças da NATO junto às suas fronteiras, tem-se oposto de forma determinada à entrada da Geórgia na aliança atlântica.

Presidente da Câmara de Madrid quer criar “polícia comunitária”

A partir de janeiro, 8 voluntários começarão a patrulhar a zona de Lavapiés, no bairro de Embajadores, em Madrid. São os primeiros agentes da nova “polícia comunitária”. A Câmara de Madrid está a colocar em prática a fase experimental do programa de Governança Comunitária da Segurança e Convivência.

Na prática, Manuela Carmena, a presidente da câmara, quer criar um serviço de polícia comunitária em cada um dos 121 bairros da capital espanhola, assegurado por voluntários. A ideia é delegar nos próprios cidadãos a gestão dos assuntos correntes do bairro e a mediação dos conflitos.

O programa é divulgado pelo El País, e implica a criação de novas figuras políticas e policiais (ver caixa). A cidade passa a ter uma estrutura paralela de segurança, apoio social, e até de justiça.

O jornal sublinha que este novo modelo, proposto pelo Ahora Madrid (partido que resulta de um acordo entre o Podemos e a plataforma Ganemos Madrid, para a candidatura às autárquicas), vai chocar com o sistema que existe. Atualmente, a segurança na cidade é da responsabilidade da Polícia Municipal e da Polícia Nacional, e os serviços sociais dependem da Comunidade Autónoma de Madrid. Já tudo o que tenha a ver com justiça é da competência dos tribunais.

Quem é quem na “Governança Comunitária”

Gestor de bairro
Será o responsável máximo pela polícia comunitária no bairro, e é nomeado diretamente pela câmara municipal. Vai coordenar, dentro do bairro, os organismos associados ao projeto. Terá de ser alguém que conheça “a fundo o bairro, e seja conhecido pelo bairro”.

O júri do bairro
Será responsável por mediar os conflitos entre os habitantes do bairro, e tentar que cheguem a acordos. Esses acordos devem ser ratificados por um juiz oficial.

Círculos de custódia cidadã
A “rede comunitária pública e privada” e o “conselho cidadão” seriam órgãos responsáveis por melhorar “a qualidade do lugar, reduzindo as infrações”, designadamente as referentes à poluição e ao ruído. A Polícia Municipal perderia esta competência.

Agentes voluntários
A Unidade de Polícia Comunitária vai depender dos voluntários, que integrarão as equipas de intervenção.

Fonte: El País
Uma das principais medidas é a introdução de um júri do bairro, responsável pela mediação dos conflitos locais. Os envolvidos nesses conflitos “têm a oportunidade de se encontrar no ambiente social em que aconteceu a infração, reconhecer a culpa e acordar conjuntamente vias para reparar o dano feito à comunidade”, explica o documento, citado pelo El País. “A comunidade, por seu lado, aceitará o reconhecimento de culpa e colaborará para definir uma medida adequada de reparação do dano.” O objetivo é evitar a passagem pelos tribunais, e resolver os conflitos sem sair do bairro.

À frente de todo o processo vai estar o gestor do bairro. Os gestores de cada um dos 121 bairros de Madrid serão nomeados diretamente pela câmara municipal, e irão coordenar tudo o que esteja relacionado com o programa de Governança Comunitária. De acordo com o documento divulgado, o gestor será um “community manager do bairro, que dinamiza a participação cidadã, a convivência e a colaboração entre serviços”.

Além disso, é alguém que “conhece a fundo o bairro, e é conhecido pelo bairro. É quem impulsiona e fortalece a governança no terreno, incluindo todos os recursos formais e informais”, explica o programa. Está responsável por serviços como a polícia comunitária, os serviços sociais e de limpeza, entre outros.

O projeto-piloto, no bairro de Lavapiés, deve arrancar a partir de janeiro do próximo ano, com os primeiros oito agentes da polícia comunitária. Durante o ano, o projeto deverá expandir-se para as restantes zonas da capital espanhola.

Marcelo apela ao contributo da comunidade para êxito dos bombeiros no verão

O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou esta terça-feira a todos os portugueses para que contribuam para o êxito dos bombeiros na época de fogos, ajudando a prevenir e a garantir a segurança de todos.

O chefe de Estado falava para os bombeiros da corporação de Bragança, no início do segundo dia do “Portugal Próximo” no norte do país, considerando o papel dos bombeiros “insubstituível”, mas alertando para que “a comunidade tem de estar sensível permanentemente ao que deve fazer para o êxito da missão” do dispositivo.

“Há aqui um problema de edução, há aqui um problema de cultura. A comunidade tem de perceber que deve garantir a vossa segurança, garantindo a sua segurança”, afirmou o chefe de Estado, lembrando a fase crítica de incêndios florestais que mobiliza desde o dia 1 de julho e nos próximos meses mais de dez mil elementos.

Marcelo Rebelo de Sousa enfatizou que todos os cidadãos têm de “proporcionar o melhor número de condições” para que a missão seja bem sucedida, “prevenindo, atuando em conformidade, respeitando permanentemente” o contributo dos bombeiros, nas horas boas como nas horas más”.

“Sobretudo nas horas boas, porque é nas horas boas que se previne o que possa vir a acontecer nas horas más e, agora que estamos a entrar num período mais complexo, mais difícil, que vai ser o período das próximas semanas, os próximos meses, é preciso que todos aqueles que vos rodeiam entendam o que devem fazer e o que não devem fazer para o êxito da vossa missão”, reiterou.

O Presidente da República realçou o papel do “conjunto destas mulheres e destes homens que desinteressadamente, abnegadamente, constantemente, dia a adia, hora a hora, semana a semana, mês a mês, ano a ano serve a comunidade sem nada pedir de troca”.

Mas, continuou, “depois tanto ou mais do que isso, o papel essencial das cidadãs e dos cidadãos”. “De nada serve o vosso contributo se não for acompanhado da compreensão, do apoio, da solidariedade, da prevenção por parte das portuguesas e dos portugueses”.

Marcelo Rebelo de Sousa passa a manhã desta terça-feira em Bragança e prossegue no distrito transmontano durante a tarde com passagem por Vila Flor, Alfândega da Fé e Freixo de Espada à Cinta.

Honda. Mais 200 mil com problemas nos airbags

Apontada como um dos fabricantes mais afectados pelo problema dos airbags defeituosos, produzidos pela empresa japonesa Takata, a Honda acaba de adicionar mais 202.089 veículos ao cada vez maior número de automóveis, das mais variadas marcas, com este problema técnico.

Depois de já ter reportado a existência deste problema em automóveis seus, em 2013 e 2014, a filial australiana da Honda vem agora juntar mais uns milhares aos mais de 53 milhões de veículos afectados por esta deficiência.

Recorde-se que a Takata é um dos maiores fornecedores da indústria automóvel, produzindo sobretudo airbags e cintos de segurança, e detendo uma fatia próxima dos 20% de um mercado que, mundialmente, representa cerca de 74 milhões de veículos por ano (dados referentes a 2015). E são os airbags defeituosos fornecidos pela Takata a muitos dos principais fabricantes automóveis que estão na origem daquele que é considerado o maior “recall” alguma vez feito na indústria automóvel.

Na base do problema técnico está o mau funcionamento de um sistema que, em caso de acidente, faz inflar o airbag para impedir que, por exemplo, o condutor bata com a cabeça no volante. É este “disparar” do airbag – na realidade não é uma explosão, mas sim uma combustão extremamente rápida, que origina o enchimento do saco de ar em milissegundos – que funciona incorrectamente em alguns casos – infelizmente muitos -, podendo levar à projecção de fragmentos metálicos contra os passageiros. E não é a primeira vez que a Takata está envolvida em polémicos “recalls”, já que foi igualmente a empresa japonesa que, em 1995, se viu forçada a chamar para reparação quase 8,5 milhões de veículos nos EUA, predominantemente japoneses. A CNN produziu um vídeo curto, mas que explica a dimensão do problema e quais as marcas que estão envolvidas, enauanto clientes da Takata. Mas é bom ter presente que, um airbag a funcionar normalmente, salva vidas.

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