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Armador dos navios de cruzeiro AIDA lança modelo com solução de automação Siemens

Für den reibungslosen Betrieb eines Schiffes ist eine große Anzahl parallel ablaufender, vollautomatisierter Prozesse erforderlich. Das Schiffsautomatisierungssystem Siship Imac von Siemens basiert auf dem Simatic PCS 7 Leitsystem und übernimmt auf der Aida Perla sämtliche Überwachungs-, Alarm- und Steuerungsfunktionen an Bord, um die Sicherheit und auch Wirtschaftlichkeit des Betriebs zu gewährleisten. To run smoothly, a ship relies on a large number of fully automated processes running in parallel. The Siship Imac marine automation system from Siemens is based on the Simatic PCS 7 process monitoring and control system. It takes care of all on-board monitoring, alarm and control functions to ensure that Aida Perla runs safely and cost-effectively.

O novíssimo Aida Perla, 12.º navio de cruzeiro da frota Aida, foi equipado pela Siemens com tecnologia de automação projetada para controlar e monitorizar as principais funções de bordo. Com 1.600 cabinas, este cruzeiro tem capacidade para acomodar um total de 3.300 passageiros.

Este é já o nono navio Aida a ser equipado com tecnologia da Siemens. A fim de assegurar um funcionamento sem problemas, o cruzeiro recorre a uma grande quantidade de processos totalmente automatizados que são executados em paralelo.

O sistema de automação marítima Siship Imac da Siemens tem por base o sistema Simatic PCS 7 que monitoriza e controla todos os processos. Ao assegurar todas as funções de monitorização, alarmes e controlo de bordo, o sistema assegura uma navegação segura e economicamente eficiente. O sistema de gestão de segurança, o sistema de controlo climático e o sistema de shutdown autónomo em caso de emergência estão igualmente integrados no Siship Imac.

A Siemens Portugal segue na rota destes navios de cruzeiro ao fornecer tecnologia made in Portugal para este tipo de projetos.

Aida Perla é o segundo navio de cruzeiro construído no estaleiro da Mitsubishi Heavy Industries em Nagasaki, Japão. O novo cruzeiro de luxo partiu do estaleiro no início de maio para embarcar numa viagem de quase 15.000 km com destino ao Mediterrâneo ocidental.

Desde 1 de julho, o navio de 300 metros de comprimento e 37,6 metros de largura está a navegar as águas do Mediterrâneo ocidental. Palma de Maiorca e Barcelona são os portos de partida e de destino para os cruzeiros de sete dias.

LIQUI MOLY é agora parceira da ATEC. “Estamos a apostar nos profissionais de amanhã”

A LIQUI MOLY e a ATEC – Academia de Formação nascida de uma joint-venture entre a Volkswagen Autoeuropa, a Siemens, a Bosch e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, são agora parceiras numa estratégia comum nos produtos químicos. Esta ligação permite aos mais de 1000 formandos que todos os dias passam pelos vários pólos da academia de formação conhecer, usar e testar os mais de 4000 produtos do catálogo da LIQUI MOLY.

O arranque da parceria decorreu no dia 20 de julho, na sede da Academia, em Palmela, com uma formação para cerca de 150 formandos e formadores da ATEC. Desde o primeiro dia da parceria que a marca alemã disponibiliza todo o seu apoio ao nível de produto e formação, o que vai acontecer ao longo dos próximos anos.  

“Para a LIQUI MOLY este é um passo muito importante porque estamos a associar-nos a uma academia de formação de excelência em Portugal, que segue não só o rigor alemão como possibilita ainda a certificação alemã aos seus formandos de especialização tecnológica. Estamos, acima de tudo, a apostar nos profissionais de amanhã e também na sua formação, um fator fundamental para que o setor evolua e trabalhe cada vez melhor”, explica Matthias Bleicher, diretor-geral da LIQUI MOLY Iberia.

“É um forte investimento que a LIQUI MOLY faz, com total apoio da sede na Alemanha, e que vai permitir que os alunos tenham acesso a produtos da mais alta qualidade para as suas aulas, mas também que conheçam produtos inovadores e tecnologicamente muito desenvolvidos, que garantem soluções comprovadamente eficazes para quem vai entrar no mercado de trabalho nesta área e se quer diferenciar”, acrescenta o responsável da LIQUI MOLY.

Eugénio Bastos, diretor de formação da ATEC, explica que “esta parceria irá ser uma mais valia para o desenvolvimento dos nossos formandos. Encaramos a aposta nesta parceria por parte da LIQUI MOLY como um reconhecimento da qualidade da ATEC. Sendo a LIQUI MOLY uma referência no mercado, esta parceria é também uma questão de notoriedade e reconhecimento.” Além disso, acrescenta, “até agora, esta componente química tinha pouca expressão na nossa formação. Estamos certos que, com esta parceria, será dado um passo significativo no desenvolvimento destas matérias durante a formação dos jovens, o que vai representar posteriormente uma mais-valia em termos de conhecimentos para as empresas que os acolherem.”

Para o responsável pela formação da ATEC “a LIQUI MOLY está a prestar um trabalho pioneiro com muito profissionalismo. A utilização da grande diversidade de produtos que existem e as suas diversas aplicações só serão potenciadas através da formação e/ou informação sólida bem-sucedida. Estamos confiantes que existe um conjunto de iniciativas que podem ser desenvolvidas em comum.” Isto porque, sublinha Eugénio Bastos, “a ATEC procura constantemente qualificar os formandos o melhor possível. Se forem para as oficinas com este conhecimento bem sustentado, de certo que será uma mais valia para todos intervenientes.”

Sadhna Monteiro, diretora de marketing e desenvolvimento de negócio da LIQUI MOLY Iberia acrescenta: “Entre a LIQUI MOLY e a ATEC existe uma clara partilha de valores, nomeadamente ao nível da formação e também da visão Lean Management, que seguimos há muitos anos. Trabalhamos de perto com os nossos parceiros sempre com uma premissa: identificar problemas e apresentar as soluções, sem desperdício”. Este é mais um passo no crescimento da LIQUI MOLY em Portugal mas, sobretudo, “mostra a nossa estratégia de longo prazo e a diferenciação da LIQUI MOLY no mercado. Isto demonstra também uma clara confiança da ATEC na qualidade dos produtos da nossa marca e na estratégia desenvolvida, nomeadamente ao nível da formação, com a LIQUI MOLY Academy”, sublinha.

A equipa técnica da LIQUI MOLY tem contacto direto com os responsáveis de formação da ATEC, por forma a que todos os conteúdos sejam ajustados e trabalhados de forma específica para cada objetivo e grau de qualificação. Estão também previstas ações de formação por parte dos responsáveis de desenvolvimento de produtos da LIQUI MOLY na Alemanha, que se deslocarão a Portugal para apoiar esta parceria. Em Portugal serão ainda ministradas formações aos clientes da LIQUI MOLY num ambiente único como é o da ATEC.

Além de uma zona permanente de exposição do portfólio da LIQUI MOLY, os produtos serão também usados durante a formação prática, integrando o programa de aprendizagem de todas as turmas da área automóvel e também de clientes empresariais. A LIQUI MOLY coloca ao dispor dos formandos também alguns equipamentos, como a máquina Gear Tronic (limpeza e mudança de óleo das caixas de velocidades) ou a Jet Clean, para limpeza dos injetores. Irão decorrer também ações de formação específicas sobre lubrificantes e soluções práticas que a LIQUI MOLY disponibiliza ao mercado, inclusive nos programas de formação de ativos, para quem já está no mercado de trabalho.

Todos os anos passam pela ATEC mais de 1000 formandos, com diferentes graus de conhecimento e todos os conteúdos serão adaptados a cada grupo, desde os jovens que entram com o 9º ano (aprendizagem) até aos que se inserem na Educação e Formação para Adultos (EFA) e os que apostam nos Cursos de Especialização Tecnológica (CET). Na ATEC são ministrados cursos de Nível 4 e Nível 5, financiados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) destinados a desempregados ou a estudantes que querem seguir uma das áreas de aprendizagem da ATEC.

Os formandos da ATEC que iniciam o percurso formativo na modalidade de aprendizagem recebem dupla certificação (12º ano e nível 4 de qualificação). Já os formandos que continuam o percurso formativo enveredando pelos cursos de especialização tecnológica recebem o nível 5 de qualificação e a possibilidade de fazer o exame alemão disponibilizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-alemã o qual, em caso de sucesso, lhes reconhece a certificação abrindo assim mais facilmente as portas das empresas alemãs. Numa outra vertente a ATEC tem também uma vasta oferta para formação para ativos, profissionais já inseridos no mercado de trabalho e programas à medida para formação de colaboradores de empresas do setor.

Uma das mais-valias da ATEC é a formação essencialmente prática que inclui períodos de estágio em empresas parceiras, preparando assim os formandos mais preparados para o mercado de trabalho. A taxa de empregabilidade dos formandos ronda os 86% e a procura por estes profissionais é elevada em todo o país.

Eugénio Bastos, responsável de formação da Academia, explica que “a ATEC tem vindo a ser cada vez mais procurada por jovens que pretendem frequentar os cursos de Mecatrónica Automóvel, mas também por empresas do setor pós-venda que confiam à ATEC a formação contínua dos seus colaboradores”.

A ATEC – Academia de Formação é um projeto idealizado e promovido pela Volkswagen Autoeuropa, Siemens, Bosch e Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, que se materializou em dezembro de 2003 como uma Associação de Formação para a Indústria. Os grandes objetivos da ATEC, desde a sua criação, passaram sempre pela expansão da formação orientada para a prática, pela formação de acordo com standards Alemães (Sistema Dual), transferência e partilha de conhecimento, qualificar os formandos para o mercado, nomeadamente para a indústria em geral e fortalecer a indústria, especialmente os clusters automóvel e eletrónico.

Siemens e Adidas parceiras na produção digital de artigos desportivos

A adidas SPEEDFACTORY representa uma nova era na produção de artigos desportivos, abrindo a porta para a criação de produtos mais próximos do consumidor e completamente únicos no que se refere à portabilidade e necessidades funcionais e de ajuste. O fabrico de artigos desportivos individualizados exige flexibilidade na produção e a rápida integração de novas tecnologias. Como líder mundial do mercado de soluções de automação e simulação, a Siemens contribui com experiência e competência únicas para este projeto. Um “gémeo digital” da SPEEDFACTORY permitirá que todo o processo de produção possa a ser simulado, testado e otimizado antecipadamente. A fusão dos mundos virtual e real ajuda a reduzir o tempo para o mercado, proporciona maior flexibilidade e melhora a qualidade e eficiência do fabrico.

“A SPEEDFACTORY da adidas ilustra na perfeição o futuro da produção”, disse Klaus Helmrich, Membro do Conselho de Administração da Siemens AG. “A tendência social para uma maior personalização combinada com novas tecnologias capazes de realmente cumprir essas expectativas vai mudar de forma permanente muitos processos de produção”, reforçou.

“O foco de tudo que fazemos são os nossos consumidores, os quais exigem o mais alto nível de individualidade e qualidade. A SPEEDFACTORY permite-nos repensar completamente os processos convencionais e ir ao encontro destas elevadas expetativas”, explicou Gerd Manz, vice-presidente de Inovação Tecnológica da adidas. “Ao digitalizar a cadeia de valor, conseguimos implementar inovações tecnológicas mais rapidamente, tornar o uso dos recursos disponíveis mais eficiente e transparente e assim responder de forma mais flexível às necessidades individuais dos nossos consumidores – dar-lhes o que eles querem o querem.”

A Digital Enterprise da Siemens é um portefólio de produtos e soluções para as indústrias de processos discretos e contínuos – e destina-se a empresas de qualquer dimensão. As soluções disponibilizadas abrangem toda a cadeia de valor, desde o design do produto até ao planeamento e engenharia de produção, fabrico e serviços.

“As start-ups fazem parte da visão de futuro da Siemens”

Die Siemens AG steht seit mehr als 165 Jahren für technische Leistungsfähigkeit, Innovation, Qualität, Zuverlässigkeit und Internationalität steht. Das Unternehmen ist schwerpunktmäßig auf den Gebieten Elektrifizierung, Automatisierung und Digitalisierung in mehr als 200 Ländern aktiv. Siemens ist weltweit einer der größten Hersteller energieeffizienter ressourcenschonender Technologien. Siemens AG is a global technology powerhouse that has stood for engineering excellence, innovation, quality, reliability and internationality for more than 165 years. The company - active in more than 200 countries - is focusing on the areas of electrification, automation and digitalization. Siemens is one of the world’s largest producers of energy-efficient, resource-saving technologies.

A Siemens reforçou, durante o Web Summit, a sua estratégia para as áreas da inovação e relação com as start-ups, suportada pela next47, uma unidade de negócio independente criada com os objetivos de estimular ideias disruptivas e acelerar novas tecnologias. Além disso, e pela atividade de negócio da empresa, intrinsecamente ligada aos temas da digitalização, como a Indústria 4.0, a cybersegurança, as smart grids, ou as infraestruturas inteligentes, a Siemens usou o Web Summit como local privilegiado para fazer scouting de talentos nas áreas das TIs, para reforçar o crescimento dos centros de competência instalados em Portugal.

“A Siemens orgulha-se de ter sido um dos sponsors do Web Summit Lisbon 2016 e de ter contribuído ativamente para a divulgação dos temas associados às grandes tendências da digitalização em ambiente de inovação tecnológica e empreendedorismo internacional start-up”, afirma Pedro Pires de Miranda, CEO da Siemens Portugal.
As start-ups fazem parte da visão de futuro da Siemens, como forma de aceder a tecnologias inovadoras e de testar ideias para novos negócios, e nesse sentido, o contacto estreito com novos conceitos e negócios, levado a cabo durante os quatro dias do evento, foi extremamente proveitoso.
A Siemens esteve particularmente atenta a start-ups e ideias nas áreas abrangidas pelo next47 – eletrificação distribuída, inteligência artificial, connected (e-)mobility, block-chain applications, máquinas autónomas e eAircraft – tendo participado nalgumas reuniões e assistido a conferências e pitchs. A nível mundial, o next47 tem mil milhões de euros para investir nos próximos anos, destinados a fundar e apoiar start-ups precisamente nestas áreas.

Sobre a Siemens Portugal

A Siemens está em Portugal há 111 anos empregando atualmente, direta e indiretamente, cerca de 2.000 profissionais. A Siemens sedeou em Portugal vários centros de competência mundiais nas áreas da energia, infraestruturas, tecnologias de informação e serviços partilhados, que exportam soluções e serviços made in Portugal para toda a Europa, América e Ásia.

A Siemens AG é um grupo tecnológico global, que se destaca há mais de 165 anos pela excelência da sua engenharia, inovação, qualidade, confiabilidade e internacionalidade. A empresa está ativa em mais de 200 países, centrada principalmente nas áreas da eletrificação, automação e digitalização. Um dos maiores produtores do mundo de tecnologias voltadas para a utilização eficiente de recursos e para a eficiência energética, a Siemens ocupa o primeiro lugar na construção de turbinas eólicas offshore, sendo também um dos mais importantes fornecedores de turbinas a gás e a vapor para a produção de energia e de soluções para o transporte de energia. A Siemens é ainda pioneira em soluções para infraestruturas, bem como em soluções de automação e software para o sector industrial. Além disso, a empresa mantém a liderança no fornecimento de equipamentos médicos para diagnóstico por imagem, como tomógrafos computadorizados e ressonância magnética, bem como diagnóstico laboratorial e TI para a área clínica. No ano fiscal de 2015, findo a 30 de setembro de 2015, a Siemens gerou receitas de 75,6 mil milhões de euros e um resultado líquido de 7,4 mil milhões de euros. No final de setembro de 2015, a Siemens contava com cerca de 348.000 colaboradores em todo o mundo.

Siemens no Web Summit à procura de ideias e talento nacionais

 

IG2016060037COENAtualmente, alguns dos maiores desafios que a Siemens enfrenta a nível mundial, resultantes das transformações que o mercado tem sofrido ao longo dos anos, são a necessidade de encontrar novos talentos e de reconsiderar os standards de inovação. A presença da Siemens no Web Summit vem cimentar o lançamento da sua nova estratégia para as áreas da inovação e das start-ups.

As start-ups são importantes para a Siemens como visão de futuro, como forma de aceder a tecnologias inovadoras e testar ideias para novos negócios fora da organização da empresa. Por outro lado, a Siemens tem-se mostrado atraente para as start-ups como parceiro próximo que providencia acesso a especialistas da indústria, a clientes e a conhecimento tecnológico, e como investidor, que envia um sinal positivo a outros investidores.

Para tornar mais ideias em negócios viáveis, a Siemens quer criar o ambiente ideal para impulsionar a nova geração de inovações. Assim, lançou o next47, uma unidade de negócio independente que visa estimular ideias disruptivas e acelerar novas tecnologias, trabalhando com parceiros que vão de colaboradores/empreendedores da Siemens, a start-ups externas e empresas já estabelecidas. O next47 terá mil milhões de euros para investir nos próximos cinco anos, destinados a fundar e apoiar start-ups nas seguintes áreas: eletrificação distribuída, inteligência artificial, connected (e-)mobility, block-chain applications, máquinas autónomas e eAircraft. No passado dia 2 de Novembro foi anunciado o responsável máximo do next47, Lak Ananth, que chega há Siemens depois de ter estado dois anos na Hewlett Packard Pathfinder.

Ao lado das startups no Web Summit

São várias as iniciativas que a Siemens tem preparadas para os vários dias do evento, das quais merece destaque a participação, no dia 8 de Novembro, de Rosa Riera, responsável por Employer Branding and Social Innovation da Siemens AG, numa round table cujo tema é “Getting ready for the future of work”.

Membros da Siemens AG e do next47, unidade independente da empresa para as start-ups, vão participar como mentores e júris no palco PITCH, uma competição entre start-ups que conta este ano com 200 participantes. A empresa é ainda anfitriã da Developers Party.

Sendo a digitalização e as tecnologias de informação áreas foco da Siemens a nível global, a multinacional vai ter ainda uma delegação de mais de 100 profissionais no Web Summmit, das quais fazem parte membros da Siemens AG e do next47.

O Poder da Inovação da Siemens

Nos últimos 20 anos, a nível mundial, a Siemens investiu mais de 800 milhões de euros em cerca de 180 start-ups. Anualmente tem contacto com mais de 2.000 jovens empresas e lança cerca de 20 novas parcerias com start-ups de todo o mundo. A própria Siemens já fundou uma dúzia de novas empresas.

Os números globais refletem o poder da Inovação da Siemens. Só em 2015, a multinacional alemã investiu 4,5 mil milhões de euros em Investigação & Desenvolvimento (I&D), área em que tem 32.100 colaboradores. Esteve na origem de 7.650 invenções, em 2015, e totaliza 56.200 patentes a nível mundial.

Siemens promove a indústria 4.0

In der neuen Version 10.2 seiner CAE-Softwarelösung Comos für die Prozessindustrie legt Siemens den Schwerpunkt auf mehr Interoperabilität und Innovationen. Durch einen nahtlosen Datenaustausch zwischen Comos und der Simulationsplattform Simit treibt Siemens seine Digitalisierungsstrategie weiter voran. In the latest release version 10.2 of its CAE software solution Comos for the process industry, Siemens has focused on greater interoperability with a number of innovative new features. By enabling the seamless exchange of data between Comos and the simulation platform Simit, Siemens is driving forward its digitalization strategy.

A Siemens irá juntar-se ao Governo e a um conjunto de empresas e entidades de referência num comité estratégico para discutir o tema da revitalização da indústria nacional – indústria 4.0. O objetivo é posicionar Portugal na vanguarda do que de mais moderno se faz em termos de digitalização industrial.

Depois de aferir a maturidade digital das empresas portuguesas vs. empresas de 29 países europeus, através do estudo “the Digital Enterprise: Europe and Portugal” feito pela Deloitte, a Siemens junta-se agora a este importante grupo de trabalho para, com a sua vasta experiência mundial nas áreas da eletrificação, automação e digitalização, ajudar a definir medidas concretas e a identificar prioridades para o sector industrial nacional. Recorde-se que, no estudo, Portugal ficou a meio da tabela, em 15º lugar, na chamada fase de transição. Ou seja, há um longo caminho a percorrer nesta área, com várias oportunidades de relevo identificadas.
O CEO da Siemens Portugal, Carlos Melo Ribeiro, juntou-se à cerimónia que marcou o arranque deste grupo de trabalho, que decorreu em Ílhavo, na Fábrica da Vista Alegre, que contou com a presença do primeiro-ministro, António Costa, e do secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos. O comité agora criado vai reunir-se regularmente, no sentido de tentar perceber as necessidades concretas das empresas portuguesas, depois de uma análise rigorosa ao trabalho de outros países.

Liderar revoluções
A nível mundial, a Siemens, tem estado sempre na liderança das revoluções industriais: da introdução da máquina a vapor, passando pela produção em massa, da introdução da eletrónica e dos computadores à revolução industrial dos dias de hoje: a que une os mundos reais e virtuais. Os benefícios desta nova era digital são claros, com a Indústria 4.0 a produção industrial torna-se mais rápida, mais flexível e mais eficiente.
Por isso esta área é um dos pilares da estratégia da Siemens, tendo a empresa já desenvolvido vários projetos de sucesso por todo o mundo. O Maserati Ghibli, por exemplo, antes de ser produzido, foi feito um modelo virtual do carro com o software PLM da Siemens. Esta tecnologia permitiu à Fiat Chrysler reduzir os custos e o tempo de desenvolvimento deste modelo em cerca de 30%. Em Portugal, a Siemens está já a trabalhar com os setores automóvel e farmacêutico, alimentar e de bebidas, de maquinaria e ferramentas, químico e aeroportuário, entre outros, rumo à Indústria do Futuro.
A empresa defende ainda que a estratégia de implementação da indústria 4.0 na economia de Portugal passa pela aposta na formação e requalificação dos recursos humanos. Por isso são já várias as iniciativas que a empresa desenvolveu nesse âmbito, merecendo especial destaque a sua participação na Academia de Formação ATEC ou as Academias de automação e software que abriu no Instituto Politécnico de Leiria.

Siemens apresenta o semáforo mais económico do mundo

Intelligente Software und Cloud-basierte Lösungen revolutionieren unsere Mobilität. Mit neuen Technologien lässt sich der Verkehr nicht nur für Metropolen, sondern speziell für regionale und nationale Hauptstädte effizienter gestalten. Knappe Budgets sind kein Hindernis: Selbstfinanzierende und energiesparende Lösungen sowie fortschrittliches Parkraum- und Beleuchtungsmanagement entlasten nicht nur die öffentlichen Kassen sondern tragen auch zur Refinanzierung der Verkehrsinfrastruktur bei. Im Bild: Stuttgart Intelligent software and cloud-based solutions from are revolutionizing our mobility. New technologies ensure more efficient traffic management not only in metropolitan centers, but also in regional and national capitals. Tight budgets are no obstacle: Self-financing and energy-saving solutions combined with forward-looking parking space and street light management not only lessen the burden on public coffers, but also contribute to the refinancing of traffic infrastructure. In the picture: Stuttgart, Germany

A Siemens apresentou o semáforo mais económico do mundo. Neste equipamento foi utilizada tecnologia que permite melhorar a eficiência energética dos semáforos em mais de 85%, um enorme benefício para os orçamentos das cidades e para o ambiente. A nova tecnologia reduz os custos de energia elétrica e aumenta a segurança; o consumo de energia reduzido para apenas um ou dois Watt; O equipamento beneficia orçamentos das cidades e ambiente. Em todo o mundo, a Siemens é o primeiro fabricante a monitorizar não só a tensão e a corrente, mas também a luminosidade das unidades de sinalização luminosa LED. Com este conceito de monitorização em vários níveis, o semáforo de um Watt alcança o mais elevado nível de segurança no tráfego rodoviário.

Siemens ajuda ciclistas com “onda verde”

Nähert sich ein Fahrradfahrer mit SiBike-App einer Kreuzung, schaltet die Ampel binnen weniger Sekunden automatisch auf Grün um bzw. eine bestehende Grünphase wird verlängert. SiBike nutzt die Vorteile der Satellitennavigationstechnologie. Das Smartphone des Fahrradfahrers bestimmt die Position mittels GPS und prüft, ob das Fahrrad einen virtuellen Auslösepunkt mit einer vorher bestimmten Geschwindigkeit passiert. Wenn das Fahrrad den Auslösepunkt passiert, meldet die App die Aktivierung des Auslösepunktes an die Verkehrszentrale. Anschließend gibt die Verkehrszentrale einen Befehl an die Ampelsteuerung und sorgt dafür, dass der Fahrradfahrer grünes Licht erhält. As the cyclist with the SiBike app approaches an intersection, the traffic light either automatically turns green in a matter of seconds or a green phase lasts longer. SiBike takes advantage of the benefits of satellite navigation technology. The cyclist's smartphone determines its position via GPS and checks whether the bike has passed a specific trigger point at a predetermined speed. When the bike passes the trigger point, the app reports its activation to the traffic control center. The traffic control center then issues a command to the traffic light controller and ensures that the cyclist gets a green light.

Há décadas que é possível que os automóveis circulem pelas avenidas sem que sejam importunados pelas paragens constantes nos sinais vermelhos. O fenómeno que os alemães designam por “Grüne Welle”, ou “onda verde” (quando uma cadeia de semáforos passa a verde em sequência), tornou-se numa ocorrência diária nas cidades de grandes dimensões, graças a sistemas engenhosos de controlo de tráfego. Os ciclistas, porém, têm de travar constantemente nos sinais vermelhos. Esses dias estão prestes a chegar ao fim. Graças à tecnologia da Siemens, os ciclistas vão poder experienciar as vantagens da “Grüne Welle”, para já apenas nas ruas alemãs.

 A Siemens tem investido continuamente no desenvolvimento de sistemas avançados de gestão de tráfego, de forma a poder ajudar as cidades a serem mais sustentáveis. A “onda verde” é sinónimo disso mesmo. Cuidadosamente planeadas, as “ondas verdes” garantem um tráfego fluido, reduzem as travagens e acelerações desnecessárias e dão, assim, um comprovado contributo para a redução das emissões de partículas finas e óxidos de azoto.

Ciente destas vantagens e a par das grandes tendências urbanas que incluem o aumento da circulação de ciclistas, a Siemens lançará brevemente uma aplicação para smartphone que envia um pedido de sinal verde aos semáforos ajudando todos os que viajam de bicicleta a chegarem mais rapidamente e de forma mais segura ao seu destino.

Como funciona a “onda verde” para os ciclistas

À medida que o ciclista, com a aplicação SiBike, se aproxima de um cruzamento, o semáforo ou muda automaticamente para verde numa questão de segundos ou fica verde durante mais tempo. O smartphone do ciclista determina a sua posição via GPS e verifica se a bicicleta passou um ponto de ativação específico, definido de forma virtual e igualmente com apoio do sistema GPS, a uma velocidade predefinida. Quando a bicicleta passa o ponto de ativação, a aplicação informa o centro de controlo de tráfego sobre a sua ativação. O centro de controlo do tráfego emite de seguida uma ordem ao controlador dos semáforos e garante que o ciclista encontra um sinal verde. Em suma, a aplicação SiBike tira proveito da tecnologia de navegação por satélite e das aplicações móveis, permitindo às cidades dar prioridade aos ciclistas em determinados percursos ou em zonas específicas.

A “onda verde” para os ciclistas oferece diversas vantagens para as cidades e seus habitantes. Por um lado, mais pessoas optarão pela bicicleta como meio de transporte e deixarão os automóveis em casa, o que alivia o ambiente e reduz o tráfego e o ruído. Por outro lado e no que respeita à infraestrutura, o sistema é fácil de implementar. Não são necessários trabalhos de construção ou instalação de equipamentos adicionais; o que muda é apenas a forma como os semáforos são programados, o que é pouco dispendioso e pode ser implementado sem muito esforço.

Está já planeada uma fase piloto de desenvolvimento desta aplicação que irá decorrer nos próximos meses na cidade de Bamberg, na Alemanha.

 

Mais 25 comboios suburbanos da Siemens para a cidade de Londres

Siemens wird für über 200 Mio. GBP (rund 256 Mio. EUR) Nahverkehrszüge an Govia Thameslink Railway (GTR) liefern. Die neuen Züge ersetzen die derzeitige Zugflotte auf der Londoner Great-Northern-Strecke. Gebaut werden die 25 klimatisierten sechsteiligen Fahrzeuge (150 Wagen) im Siemens-Werk in Krefeld. Die Inbetriebnahme ist für Ende 2018 geplant. Siemens and Govia Thameslink Railway (GTR) have struck a deal worth over £200m to replace its suburban train fleet on the Great Northern route. The 25 climate-controlled six-carriage units (150 vehicles) will be built at the Siemens plant Krefeld, Germany, and will enter service by the end of 2018.

A Siemens e a Govia Thameslink Railway (GTR) assinaram contrato para substituir a frota de comboios suburbanos da linha Great Northern, em Londres, no valor de cerca de 260 milhões de euros. As 25 automotoras, de seis módulos cada (Bo’ Bo’+2′ 2’+2′ 2’+ Bo’ Bo’+2′ 2’+ Bo’ Bo’), com controlo automático de climatização, serão construídas na fábrica da Siemens em Krefeld, na Alemanha. A entrada em serviço está prevista para o final de 2018.

Estes comboios vão circular entre Moorgate, no centro financeiro – City – de Londres, e as cidades de Welwyn, Hertford, Stevenage e Letchworth e serão uma variante do tipo Class 700, baseados na plataforma Desiro City, cuja construção está em curso para o novo serviço Thameslink da GTR. A nova frota irá substituir os comboios elétricos mais antigos do Reino Unido do tipo Class 313, construídos em 1976/77.

Charles Horton, CEO da GTR, disse: “Estamos muito satisfeitos por ter assegurado o financiamento para esta nova frota que proporcionará aos nossos passageiros da linha Great Northern um ambiente moderno e de alta qualidade, anos-luz à frente do que temos sido capazes de oferecer até à data, com material circulante com quase 40 anos. E quando os comboios de Moorgate entrarem em serviço também aumentaremos significativamente a frequência do serviço fora do horário de pico, aos fins-de-semana e até, embora em menor grau, nos picos da manhã e da noite. Os novos comboios de Moorgate constituem apenas uma das três maiores frotas que estamos a introduzir para melhorar continuamente o serviço e a satisfação dos passageiros”.

As caraterísticas do novo comboio suburbano incluem:
Intercomunicações entre módulos que proporcionam mais espaço para passageiros
Ar condicionado controlado por um sistema de climatização inteligente
O mais moderno sistema de informação aos passageiros, com informações em tempo real
Totalmente acessível para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de acordo com o normativo do sector ferroviário
Tomadas de eletricidade ao longo do comboio
WiFi disponível para os passageiros

Um bom exemplo para a linha de Cascais

As linhas de Great Northern e Thameslink são, sem dúvida, projetos de referência que podem ser adaptados um pouco por todo o mundo em modelos operacionais semelhantes. Em Portugal, por exemplo, a linha de Cascais é uma das infraestruturas a aguardar desenvolvimentos que poderá usar como referência as premissas tecnológicas e operacionais que fundamentaram estes projetos.

Atualmente, com cerca de 25 km e 18 estações, a linha de Cascais liga esta vila ao Cais do Sodré, em Lisboa. Tem uma procura diária média de mais de 80 mil passageiros. Nela opera uma frota reduzida de 24 comboios (de 42 inicialmente fornecidos) que, embora tenham sido objeto de uma suave modernização nos anos 90, estão no final da vida útil, não permitem a garantia da oferta programada o que coloca o operador, com diversos problemas ao nível da disponibilidade do serviço e elevados custos de manutenção.

A modernização de ligações suburbanas, como a Linha de Cascais, é de grande importância não só para a criação de uma rede de transportes sustentável, bem como para o desenvolvimento socioeconómico do País.

UE distingue projeto de eficiência energética da Siemens

·       Contratos de Desempenho Energético para 87 escolas e jardins de infância na cidade polaca de Sosnowiec
·       Consumos de aquecimento e de eletricidade reduzidos em 30%
·       Projeto de cooperação de sucesso entre o setor público e um fornecedor privado

Este projeto visava os sistemas de aquecimento e a gestão de energia de 87 escolas e jardins de infância públicos nesta cidade industrial, localizada na região da Silésia. Em apenas 10 meses procedeu-se a uma profunda renovação e modernização de todos os sistemas de aquecimento e de iluminação dos respetivos edifícios. Adicionalmente foi instalado o sistema de monitorização de energia – Advantage Navigator – que permite a monitorização remota dos consumos de energia.

Este sistema permite que os utilizadores consigam verificar remotamente a temperatura de cada sala de aula e regulá-la para o valor pretendido. “Anteriormente, a temperatura nas salas de aula era tão alta que os alunos tinham dificuldades em concentrar-se. Graças ao novo sistema de aquecimento e à monitorização contínua dos consumos de energia, estamos agora em condições de proporcionar aos alunos um ambiente de estudo adequado,” explica Marek Tobiacelli da Siemens.

Simultaneamente, e face à situação inicial, a Siemens garantiu uma redução dos custos de aquecimento e de iluminação em cerca de 30% e 20% respectivamente. Garantiu ainda a redução das emissões de CO2 em 5.220 toneladas métricas por ano. Estas medidas estão a ser financiadas através de um Contrato de Desempenho Energético assinado com a Siemens.

Isto significa que os investimentos iniciais da cidade de Sosnowiec, no valor de aproximadamente 4 milhões de euros, serão recuperados através das economias garantidas para o período contratual que é de 10 anos. O financiamento intercalar é disponibilizado pela Siemens.

O Prémio European Energy Service (EESA) faz parte da European Energy Service Initiative que estabeleceu as Metas de Poupança Energética da União Europeia para 2020 (EESI 2020). Esta iniciativa visa promover a utilização de Contratos de Desempenho Energético para toda a Europa. O prémio EESA distingue esforços e sucessos notáveis no campo de eficiência energética na Europa.

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