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“O grande fator de sucesso da marca Meu Super é o seu conceito de proximidade”

A rede de supermercados Meu Super, do Grupo Sonae MC (Modelo Continente) tem tido um crescimento exponencial desde que surgiu em Portugal em 2011, quer em número de lojas, quer em termos de cobertura territorial do país, quer no que respeita ao volume de vendas. Quais as principais características da marca que lhe têm permitido este crescimento?

O grande fator de sucesso da marca Meu Super é o seu conceito de proximidade. É um formato para empresários e empreendedores, que encontram no Meu Super uma forma de entrar no mercado de retalho alimentar ou de modernizar um modelo de negócio tradicional, com a garantia e o suporte da Sonae MC. Depois, é uma mais-valia para os consumidores, que, através das lojas Meu Super, têm acesso aos produtos que precisam no seu dia-a-dia, acesso aos produtos da marca continente e com um atendimento personalizado.

Segundo alguns dados, a vossa marca apresenta números excecionais, ou seja, o número de lojas da rede passou de 24 no final de 2012 para um total de 260 no final de 2016. Como se explica este nível de evolução?

De facto, a rede de lojas Meu Super evolui muito em apenas seis anos. Foi a marca que cresceu mais em franquia em 2015 e 2016. A justificação para este sucesso é que este modelo de negócio é diferenciador e beneficiada solidez e da confiança proporcionada pelo maior retalhista português como a Sonae MC.

Assumem-se como um conceito de supermercados de proximidade lançado pela Sonae em 2011, especificamente desenvolvido para o sistema de franchising. Que vantagens apresentam a quem vos procura no sentido de apostar na vertente da franquia?

Sim, o Meu Super é uma marca que tem crescido sob o modelo de franquia e, nesse âmbito, a Sonae MC garante apoio em todas as fases do processo. Assegura a análise de viabilidade do investimento, na definição de layout do espaço, na seleção do equipamento e, até, na seleção da oferta de loja.

Os clientes poderão também usufruir de todas as vantagens proporcionadas pelo cartão de fidelização do Continente, através de descontos nas lojas e de benefícios numa rede alargada de parceiros.

Na vossa estratégia, de que forma é importante que os empreendedores que se juntam a vocês acreditem na vossa fórmula? De que forma é a mesma essencial para o próprio sucesso? É legítimo afirmar que é este modelo e filosofia que têm contribuído para captarem um número crescente de potenciais interessados?

No caso do Meu Super e, diria, em qualquer negócio desenvolvido sob o modelo de franquia, é fundamental que o franqueador e o franqueado estejam em sintonia e saibam qual é o papel de cada uma das partes no negócio, para se atingir o sucesso. Os últimos seis anos de atividade revelaram a solidez e consistência do nosso modelo de franquia. Estamos, por isso, muito satisfeitos com os resultados alcançados, mas acreditamos que o futuro será ainda mais risonho.

Todos os negócios acarretam riscos e o modelo de franquia não “foge” a esse cenário. Quais são os principais riscos do vosso modelo de franchising? De que forma é que promovem um acompanhamento e aconselhamento constante aos empreendedores interessados na vossa marca?

Sim, todos os negócios e investimentos compreendem um risco, que, no caso do Meu Super é minimizado pelo acompanhamento e apoio que a Sonae MC faz junto dos franqueados Meu Super. Isto traduz-se em contactos permanentes e em decisões conjuntas.

Como é precedido todo o processo de seleção, aconselhamento e implementação de cada loja? É de facto uma parceria, ou seja, um percurso comum?

É sempre um processo de parceria, feito lado a lado. O primeiro contacto é normalmente estabelecido pelo empresário ou empreendedor que tem interesse na marca Meu Super. Depois de formalizado o interesse, é feita uma avaliação de viabilidade da franquia, que compreende estudos de mercado e análises de investimento.

Após esta fase, passa-se então para a preparação ou conversão do espaço de loja, para a definição do layout e escolha do equipamento. Após abertura mantemos um contacto permanente, para que as duas partes possam assegurar o sucesso da loja.

Qual é a taxa de sucesso dos vossos franquiados?

A taxa de sucesso é muito elevada e superior à média do mercado. Acompanhamos e apoiamos com programas desenvolvidos e específicos para a dinamização das vendas das lojas.

É legítimo afirmar que o modelo de franchising, hoje em dia, assume-se cada vez com um cariz de serviço às populações pela dinâmica que perpetua na proximidade e zonas envolventes?

Julgo que o formato de proximidade das lojas Meu Super favorece a revitalização do chamado comércio tradicional, através de um modelo mais profissionalizado e ajustado às necessidades atuais dos consumidores. Por outro lado, as lojas Meu Super assumem atualmente um papel central dos bairros e de pequenas localidades, porque acabam por ser o local onde os vizinhos se encontram e interagem, o que acaba por favorecer também a vida da comunidade.

A inovação é um vetor essencial e importante na vossa dinâmica? Em que aspetos?

A inovação é importante para o nosso mercado nomeadamente ao nível de desenvolvimento de produto e em novos conceitos de desenvolvimento do negócio. A experiência do consumidor continuará a ser um dos eixos de atuação da marca.

Quais são os grandes desafios atuais da marca? Existe espaço para o crescimento de espaços em Portugal? Se sim, de que forma o irão perpetuar em 2018? Acredita que o modelo de franquias/franchising é cada vez mais o futuro?

O grande desafio é alargar a rede de lojas da marca e chegar cada vez mais perto das famílias portuguesas. Estamos convencidos de que há ainda muito espaço para estes formatos de proximidade crescerem quer na criação de novas lojas quer na modernização de lojas existente, sobretudo, porque os portugueses fazem cada vez mais compras de pequena dimensão e de forma mais frequente, o que favorece bastantes as lojas Meu Super.

Escolher a rede de supermercados Meu Super significa exatamente o quê?

Significa escolher um formato ganhador, sólido, consistente e seguro, com vantagens claras para empresários, empreendedores e consumidores.

Sonae compra 50% da marca de “jeans” Salsa

A transação, cujo valor não foi revelado, resulta de um acordo entre a Sonae SR Sports & Fashion e a Wonder SGPS, divulgado ao mercado em 12 de maio de 2016.

A Salsa é uma marca portuguesa de ‘jeanswear’, criada em 1994, que está presente em cerca de 2.000 pontos de venda em 32 países.

Em 2015, alcançou um volume de negócios consolidado de 106 milhões de euros, mais de 50% dos quais gerados fora de Portugal.

“Esta parceria representa uma proposta atrativa para a Sonae, uma vez que a Salsa trará um forte conhecimento no setor em que opera (nomeadamente em inovação têxtil e distribuição por conta de terceiros), assim como fortes perspetivas de crescimento internacional, uma rentabilidade operacional sólida e consistente e uma base de clientes extremamente fidelizada”, adianta a Sonae no comunicado.

Por outro lado, “a Salsa irá beneficiar de uma injeção de capital dos seus acionistas, reforçando a sua capacidade financeira”, o que lhe permitirá reinvestir em iniciativas de desenvolvimento da marca, em Portugal e no estrangeiro, segundo a Sonae.

Lisboa segue Europa com Sonae e BPI a liderarem ganhos

Cerca das 9:30 em Lisboa, o PSI20, que agora apenas inclui 17 empresas, estava a subir 0,65%, para 4.891,51 pontos, com 11 ‘papéis’ a valorizarem-se e seis a cairem, depois de ter descido a 11 de fevereiro para 4.460,63 pontos, um mínimo desde julho de 2012.

A partir de 21 de março, o PSI20 vai passar a incluir 18 cotadas, com a entrada da Corticeira Amorim, do Montepio e da Sonae Capital, depois de serem excluídos os ‘papéis’ da Impresa e da Teixeira Duarte.

Estas alterações fazem parte da revisão anual do índice e foram anunciadas na segunda-feira pela Nyse Euronext.

Com estas alterações, o setor financeiro passa a ter três cotadas, com o Montepio a juntar-se ao BPI e ao BCP, sendo que a Sonae Capital se junta à sua casa-mãe, a Sonae SGPS.

A Teixeira Duarte e a Impresa, que voltarão em breve para o índice geral, tinham sido promovidas ao PSI20 no início de 2014.

Entretanto, os ‘papéis’ da Sonae SGPS e do BPI estavam a subir 1,45%, para 0,958 euros, e 1,28%, para 1,185 euros.

Além da Sonae SGPS e do BPI, a Jerónimo Martins, os CTT e o BCP eram outros dos que mais estavam a subir, designadamente 1,14%, para 513,79 euros, 1,07%, para 7,68 euros e 1,04%, para 0,039 euros.

Na Europa, as principais bolsas estavam hoje em alta, apesar de Wall ter terminado em baixa na terça-feira devido à queda do preço do petróleo e dados negativos da economia chinesa.

Em Nova Iorque, Wall Street terminou em baixa na terça-feira, com o Dow Jones a descer 0,64%, para 16.964,10 pontos, depois de ter subido a 19 de maio passado até aos 18.312,39 pontos, o atual máximo de sempre desde que foi criado.

Ao nível cambial, o euro abriu hoje em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,0976 dólares, contra 1,1047 dólares na segunda-feira.

A sessão da bolsa de Xangai, principal indicador dos mercados chineses, terminou em baixa, a cair 1,34%, bem como a de Tóquio, que fechou em baixa, com o Nikkei a cair 0,84%.

Entretanto, os investidores continuam pendentes da reunião do conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE) na próxima quinta-feira, da qual esperam a adoção de novos estímulos monetários.

Depois de o presidente do BCE, Mario Draghi, ter dito que o conselho de governadores vai rever e reconsiderar os atuais estímulos monetários na próxima reunião de 10 de março, os investidores também aguardam as novas projeções macroeconómicas do BCE de crescimento e inflação para a zona euro, que incluem 2018.

Draghi também considerou que esta revisão da política monetária ocorre num contexto em que a incerteza sobre a evolução dos países emergentes, juntamente com a volatilidade nos mercados financeiros e no de matérias-primas, aumentam os riscos do crescimento mundial.

O presidente do BCE reiterou que o BCE está disposto a utilizar todos os instrumentos disponíveis no âmbito da política monetária para impulsionar os preços.

Os mercados preveem que o BCE corte esta semana ainda mais a taxa de juro de depósito, que atualmente está em -0,30%, mas não sabem se aumentará o volume de compra de dívida ou aprovar outras medidas.

O barril de petróleo Brent, para entrega em abril, abriu hoje em alta, mas a cotar-se a 39,86 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, mais 0,68% do que no encerramento da sessão anterior.

Metade das vendas da Zippy já são feitas fora de Portugal

“Acredito que os mercados externos vão assumir um protagonismo maior”, disse, nesta quinta-feira, Joana Ribeiro da Silva, administradora da Zippy e da Sonae SR, a empresa de retalho especializado do grupo. “Só podemos imaginar que, apesar de expandirmos em Portugal, os mercados internacionais assumirão um dinamismo maior”, acrescentou. Com mais de 100 lojas, a Zippy está em 20 países e quer, este ano, entrar em novos mercados. Na calha estão 16 novas unidades fora de Portugal, quer em países onde já está presente, quer em novos destinos, como o Dubai. Estão a correr negociações e, por isso, a empresa não divulgou os mercados onde se irá estrear este ano.

A expansão é feita com a marca Zippy (ZY impresso na roupa) mas nos países do Médio Oriente a insígnia chama-se Ziddy por uma questão de adaptação ao mercado local. Para já, além de Portugal e Espanha, está presente na Turquia, Arábia Saudita, Azerbaijão, Cazaquistão, Egipto ou Qatar.

Em Espanha, a Zippy tem 24 lojas próprias e, com o objectivo de conquistar notoriedade junto dos consumidores, prepara-se para abrir 15 espaços (corners) no El Corte Inglés e continuar a apostar em lojas que vendem várias marcas. “Em Espanha não temos a mesma notoriedade do que em Portugal mas estamos a perseguir esse objectivo”, diz Joana Ribeiro da Silva. Em 2016, está para já assegurada a inauguração de uma loja em Espanha.

Todas as novas unidades vão abrir com um novo conceito, muito focado na experiência de compra dos clientes. Na Zippy do Colombo, em Lisboa, a segunda do país a abrir com nova decoração, há jogos interativos para as crianças e túneis junto aos expositores de roupa onde podem brincar. “A ideia é facilitar a vida aos pais e divertir os filhos. Há uma divisão segmentada dos produtos”, diz a gestora, adiantando que o investimento por lojas de 300 metros quadrados ronda os 600 mil euros. Em Espanha há três estabelecimentos já com o novo conceito, que também chegou às Filipinas e à Tunísia.

“O parque atual de lojas é bastante moderno e não temos como objectivo remodelar tudo. Será um processo normal”, afirmou Joana Ribeiro da Silva.

Os planos para o mercado nacional passam por abrir entre três a cinco novas unidades este ano e reforçar a presença em Lisboa. O investimento previsto é de, pelo menos, três milhões de euros. “Estamos à procura de localizações”, continua. Em Portugal e em Espanha a Sonae SR detém todas as lojas; nos restantes mercados entra com parceiros locais em regime de franchising. Questionada pelo PÚBLICO, Joana Ribeiro da Silva, adiantou que para já não há intenções de alargar o formato de franchising ao mercado nacional e espanhol, mas nada está fechado.

Quanto às vendas online, estão a registar “volumes interessantes”, sobretudo, em época de saldos.

Sonae confirma dividendos e nomeia dois novos administradores

Os acionistas da Sonae SGPS vão ter razões para sorrir em breve. Em comunicado oficial enviado à CMVM, a empresa nacional confirmou “a distribuição de reservas livres no montante de 77 milhões de euros”, que correspondem “a um dividendo ilíquido de 0,0385 euros por ação”.

“Excluir-se-á o montante do dividendo que caberia às ações que, à data da distribuição do dividendo, sejam detidas pela própria sociedade ou por sociedades suas dependentes”, esclarece no entanto a Sonae. O dinheiro que seria distribuído à própria empresa vai ser utilizado para aumentar as “reservas livres”.

A Assembleia Geral Extraordinária realizada hoje serviu também para aprovar o aumento do número de membros do Conselho de Administração, que passa de sete para nove administradores. Para os novos lugares foram escolhidos Margaret Lorraine Trainer e Dag Johan Skattum.

Sonae expande Zippy para as Filipinas

A Sonae abriu as duas primeiras lojas Zippy nas Filipinas. A marca de moda infantil e puericultura da Sonae celebrou um acordo de franchising que prevê a abertura de cerca de duas dezenas de lojas no país nos próximos cinco anos, alargando a atividade internacional na Ásia.

Miguel Mota Freitas, CEO da Sonae SR, afirma: “este acordo enquadra-se na estratégia de crescimento internacional da Sonae, que procura aproveitar as vantagens competitivas das suas marcas a nível mundial, diversificando mercados e potenciando novas oportunidades de desenvolvimento. A Ásia é uma região populosa, com elevadas taxas de natalidade e forte dinamismo económico, onde os consumidores dedicam cada vez mais atenção a produtos de qualidade, o que abre novas perspetivas para a Zippy, como acontece agora nas Filipinas”.

A entrada nas Filipinas decorre do acordo de franchising celebrado com a empresa Trimark Holdings, que opera mais de 600 lojas no país com mais de 40 marcas internacionais, nomeadamente na área de moda. Localizadas nos centros comerciais Glorietta e North Edsa, na cidade de Manila, as primeiras lojas da Zippy nas Filipinas têm uma área média de 100 m2 e disponibilizam uma gama de produto que abrange vestuário, calçado e acessórios para bebé e criança.

Com uma população de cerca de 100 milhões de habitantes, as Filipinas são o sétimo país mais populoso da Ásia e o 12º mais populoso do mundo. Adicionalmente, mais de um terço da população está na faixa etária entre os 0 e 14 anos, enquadrando-se no público-alvo da Zippy.

A economia filipina deverá crescer a uma taxa de 6,5% nos próximos dois anos, segundo dados do Banco Mundial, refletindo o dinamismo empresarial e o crescimento do consumo privado.

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