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Dispositivo da Prosegur presta apoio a idosos 24 horas por dia, todos os dias

O Sempre Consigo é o resultado de uma parceria entre a Prosegur e a Cruz Vermelha Portuguesa, num esforço de unir o melhor das duas componentes: vigilância e assistência a idosos ou a pessoas com necessidades especiais.

O serviço promete proteção 24 horas por dia durante 365 dias por ano e tudo a partir de um pequeno dispositivo que deverá ser transportado ao pescoço.

Distingue-se pelo rápido alerta de serviços médicos através da vigilância Prosegur e pelos registos frequentes da localização da pessoa.

Entre algumas das várias funcionalidades do aparelho, pode ser destacado o botão azul central que, quando carregado por três segundos, realiza uma chamada para o contact center da Cruz Vermelha que entra em contacto direto com o utente. No caso de o aparelho estar 48 horas imóvel, a Prosegur entrará em contacto com o utente de forma a saber se está tudo bem, uma outra vantagem do dispositivo é também a geolocalização, o cuidador pode definir uma zona de segurança e sempre que o dispositivo ultrapassar a zona estabelecida recebe imediatamente um alerta. esta funcionalidade é altamente relevante para utentes que perdem facilmente a noção espacial ou que tenham alguma doença como Alzheimer.

A Prosegur tem mais de 90 vigilantes no terreno de forma a dar uma rápida resposta em caso de necessidade, além disso, são profissionais que estão legalmente habilitados a interagir e a cooperar com as autoridades competentes como a polícia, bombeiros e elementos médicos. Uma característica pioneira deste serviço é a apresentação do vigilante guarda chaves, que entrará em casa do utente em caso extremo de emergência.

Na apresentação estiveram representantes de ambas as entidades como os presidentes, Carlos Vaqueirinho, Diretor Geral da Prosegur e Francisco George, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, que num ambiente descontraído, foram respondendo às perguntas que iam surgindo. Cipriano Monteiro, Coordenador do Serviço da Prosegur, realizou várias demonstrações da utilização do dispositivo e explicou detalhadamente as suas funcionalidades, que apesar de serem poucas, uma vez que é mais fácil para o utente, são extremamente intuitivas e por isso de utilização básica.

O que eles dizem…

Carlos Vaqueirinho, Diretor Geral da Prosegur: “Lançámos este serviço com a cruz vermelha porque achamos que ambas as empresas são complementares naquilo que procuramos oferecer, ou seja, não pretendemos apenas a parte tecnológica e revolucionária mas também a componente humana. Só vender o aparelho por si só não fazia sentido e por isso há esta conjugação com a Cruz Vermelha Portuguesa, que dispõe das valências necessárias no apoio ao idoso e às pessoas com necessidades especiais”.
Francisco George, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa: “Esta parceria na atividade na Cruz Vermelha é habitual. Não temos limites quando o assunto é formar parcerias desde que os serviços venham ao encontro dos mais desfavorecidos. Este aparelho é inteligente e é complementar de outros serviços, o que é bom porque quanto maior for a cobertura de projetos desta natureza, melhor. Há espaço para todos, sobretudo se tivermos em conta a vontade de melhorar a qualidade de vida daqueles que mais precisam”.
Ana Margarida Soares, Coordenadora da Cruz Vermelha de Teleassistência e Contact Center: “Esta é uma solução muito boa tanto em termos de sistema de plataforma de localização como em sistema de alarme para a nossa central. São muito intuitivos para o utente e este serviço é pioneiro em Portugal em teleciência, por ter um vigilante com sistema de chaves ao domicílio”.

Teleassistência gratuita garantida a 15 idosos de Sines

Graças a um protocolo com a Redes Energéticas Nacionais (REN), que financia a teleassistência, 15 idosos do concelho vão continuar a usufruir do serviço, de forma gratuita, até setembro de 2018, depois de ter sido criado em março de 2016, com o apoio do BPI.

Segundo a Santa Casa da Misericórdia de Sines, entre março e setembro deste ano foi a própria instituição que suportou as despesas do serviço, que permite “responder a situações de emergência médica, identificar casos de violência doméstica e combater a solidão”.

Para isso, “basta que os utentes primam um botão num controlo remoto e, num espaço de segundos, são contactados por um ´call center`”, explicam a Santa Casa da Misericórdia e a REN num comunicado conjunto enviado à agência Lusa.

A central de atendimento funciona em permanência durante os 365 dias do ano, “com operadores especialmente treinados para o efeito”.

Atualmente, beneficiam deste serviço de apoio domiciliário 15 utentes, 13 mulheres e dois homens, com uma média de idades de 77 anos e residentes na área urbana de Sines.

Para Luís Venturinha de Vilhena, provedor da Misericórdia de Sines, este apoio “permite dar continuidade a um projeto, que favorece a permanência dos idosos em suas casas, retardando a sua institucionalização, e oferece-lhes a possibilidade de um acompanhamento permanente, à distância de um pequeno ‘click'”.

“Temos uma política de proximidade nas comunidades locais onde estamos inseridos e a REN tem, em Sines, uma parte muito significativa da sua atividade”, referiu Margarida Ferreirinha, diretora de comunicação e sustentabilidade da empresa.

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