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Rússia vai expulsar diplomatas britânicos

“É evidente que o vamos fazer”, disse Lavrov quando questionado sobre a eventual reação de Moscovo à expulsão dos 23 diplomatas russos do Reino Unido.

Serguei Lavrov encontra-se na capital do Cazaquistão.

Após vários dias de acusações recíprocas, a primeira-ministra britânica Theresa May anunciou, na quarta-feira, a expulsão de 23 diplomatas russos e a suspensão dos contactos bilaterais com a Rússia, que declarou “culpada” do envenenamento de Serguei Skripal e de sua filha Yulia, que ocorreu em 04 de março em Salisbury, Inglaterra.

A Rússia dispõe de 59 diplomatas acreditados no Reino Unido. Os 23 diplomatas visados, considerados por Londres “agentes não declarados dos serviços de informações” têm “uma semana” para deixar o território. Esta será a mais importante vaga de expulsão de diplomatas russos pelo Reino unido desde a Guerra fria.

A Rússia nega qualquer a responsabilidade no ataque, que já mereceu a condenação de vários governos, incluindo o de Portugal, e de dirigentes como os presidentes norte-americano, Donald Trump, e francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

LUSA

Governo britânico esclarece imigrantes portugueses

A sessão, proposta pelo próprio governo da primeira-ministra Theresa May, pretende esclarecer questões sobre o estatuto dos cidadãos portugueses no Reino Unido após a saída do país da UE, com uma parte aberta a questões dos participantes.

Além de Robin Walker, adjunto do ministro para o ‘Brexit’, David Davis, estarão presentes a embaixadora britânica em Portugal, Kirsty Hayes, e funcionários de diferentes ministérios com conhecimento técnico para responder a perguntas mais específicas.

A iniciativa segue-se a outras semelhantes, feitas nomeadamente com as comunidades polaca, que possui cerca de um milhão de nacionais no país e cerca de 30 mil empresas no Reino Unido, e lituana.

Em dezembro de 2017, o Reino Unido e os outros 27 países chegaram a um entendimento que prevê a proteção dos direitos atuais dos cidadãos europeus após a saída do Reino Unido da UE, em março de 2019.

Este regime garante direitos semelhantes aos dos cidadãos britânicos, como o de permanecer no país e de trabalhar sem necessidade de vistos de autorização, e abrange a garantia de acesso às pensões de reforma ou outros serviços sociais.

Os direitos serão garantidos para os europeus que já residam no país e que se registem como “residente permanente” [‘settled status’] ou de “residente temporário” [‘pre-settled status’].

Em janeiro, o Home Office, equivalente ao Ministério da Administração Interna, incluiu no seu portal na Internet informação em português sobre o “Estatuto dos cidadãos da UE no Reino Unido” em português.

A versão original em inglês também foi traduzida para alemão, espanhol, francês, italiano, polaco, romeno e lituano.

Nesta página, explica que será aplicado em breve um sistema que simplificará o atual processo de pedido de residência permanente, e refere que os interessados “não necessitam de fazer nada, por enquanto”.

LUSA

Reino Unido anuncia apoio adicional às vítimas do furacão Irma

O apoio soma-se aos 35,3 milhões de euros disponibilizados anteriormente para ajudar as vítimas nos territórios dependentes do Reino Unido nas Caraíbas, onde se encontram cerca de 88 mil britânicos.

Theresa May referiu ainda que estão mais de mil militares na região e outros 200 dirigem-se para lá juntamente com 60 polícias.

“Trabalharemos com os nossos territórios ultramarinos para garantir que a vida seja retomada, que as pessoas tenham uma economia e uma boa vida”, disse a primeira-ministra.

O custo de reparação do arquipélago pode chegar a 1,10 bilhões de euros, segundo disse o chefe de governo de Anguilla, Victor Banks, à PA.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, visitou ontem as zonas afetadas, como as ilhas Virgens britânicas e Anguilla.

Segundo a AFP, o furacão Irma fez nove mortos nos territórios britânicos ultramarinos, dos quais cinco foram nas ilhas Virgens e quatro em Anguilla.

Theresa May diz que não teria problemas em autorizar ataque nuclear

A nova primeira-ministra do Reino Unido declarou durante um debate no parlamento britânico que está disposta a autorizar um ataque nuclear, mesmo que ele ponha em causa 100 mil vidas, para mostrar que “o objetivo de meios de intimidação” como esse é deixar claro aos inimigos que o país está preparado para os usar.

Durante as mais de cinco horas de debate do programa militar Tridente na segunda-feira, cuja renovação foi aprovada por uma maioria de 355 deputados, Theresa May gerou sobressalto ao responder sem qualquer dúvida à questão de um deputado escocês sobre se estaria disposta a matar 100 mil inocentes num ataque nuclear.

“Estaria pessoalmente preparada para autorizar um ataque nuclear que poderia matar 100 mil homens, mulheres e crianças inocentes?”, perguntou o deputado do Partido Nacionalista Escocês (SNP) George Kerevan. “Sim”, respondeu a sucessora de David Cameron. “E devo dizer aos honrados deputados que o objetivo de meios de intimidação é que os nossos inimigos entendam que estamos preparados para usá-los, ao contrário de algumas sugestões de que podemos ter meios de intimidação e na verdade não estar dispostos a usá-los, feitas pela bancada do Partido Trabalhista”, argumentou a nova chefe de Governo e líder do Partido Conservador.

A garantia chegou depois de dois deputados do principal partido da oposição, o ministro-sombra da Defesa, Clive Lewis, e a ministra-sombra dos Negócios Estrangeiros, Emily Thornberry, se terem abstido na votação do programa Tridente após assinarem um artigo de opinião no “The Guardian” onde acusam o novo Governo de transformar “um assunto de segurança nacional num jogo político”.

Para a votação de ontem, que viu ser aprovada uma despesa de até 40 mil milhões de libras (47 mil milhões de euros) com a substituição de quatro submarinos que transportam ogivas nucleares, o líder do Partido Trabalhista não impôs disciplina de voto aos seus deputados.

O resultado foi a aprovação do Tridente por 355 deputados, a soma de toda a bancada conservadora e mais de metade dos deputados trabalhistas. Reagindo às declarações incendiárias de May, Jeremy Corbyn, o líder do partido da oposição, defendeu mais esforços pelo desarmamento nuclear e sublinhou que a postura de 140 deputados da sua bancada a favor do programa nuclear está a ser revista. Contra o Tridente votaram quase metade dos trabalhistas, incluindo Corbyn, todos os deputados do SNP e os liberais democratas.

Theresa May vai decidir o que fazer caso Reino Unido seja aniquilado

A ministra do Interior Theresa May substitui hoje David Cameron na chefia do governo britânico e já tem uma importante decisão a tomar.

A nova primeira-ministra terá de decidir o que fazer caso o Reino Unido seja varrido da face da terra, por uma bomba nuclear por exemplo, e todos os britânicos morram.

Terá de escrever aquelas que são conhecidas como ‘cartas de último recurso’. Serão entregues aos quatro comandantes dos submarinos britânicos com capacidade nuclear.

Neste documento ficarão definidas instruções sobre o que fazer caso o país seja totalmente destruído, nomeadamente, se os submarinos deverão atacar ou não o país responsável.

Todos os primeiros-ministros tiveram de tomar esta decisão que, a menos que tenha de ser posta em prática, nunca será conhecida.

Segundo o Metro, as cartas de David Cameron serão amanhã destruídas sem nunca terem sido abertas, e substituídas pelas de Theresa May.

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