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Mais de 960 mil turistas em Macau na semana do ano novo chinês

De acordo com a Direção dos Serviços de Turismo de Macau, 963.265 turistas entraram em Macau, mais 6,5% do que em igual período de 2017.

Do número total de turistas entrados em Macau, 716.041 eram provenientes do interior da China, o que representa um aumento de 12,3% em relação a 2017.

Segundo o calendário chinês, que se baseia nos ciclos da lua, o ano novo começou a 16 de fevereiro, sob o signo do Cão, um dos 12 animais do zodíaco da China.

Trata-se da principal festa das famílias chinesas: na China e em todas as ‘chinatown’ espalhadas pelo mundo, os edifícios são engalanados com lanternas vermelhas, enquanto nas ruas se lançam petardos e fogo-de-artifício para “afugentar os maus espíritos”.

Centenas de milhões de chineses radicados nas prósperas cidades do litoral regressam por esta altura às suas terras natais, na maior migração humana anual do mundo.

LUSA

Rio de Janeiro: são esperados 1,5 milhões de turistas no Carnaval

As previsões para este ano são maiores do que as de 2017, quando o Governo estimou que o Carnaval mobilizaria 5 milhões de foliões na cidade.

De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Carnaval terá um impacto positivo de 3,5 mil milhões de reais (900 milhões de euros) na economia do Rio de Janeiro.

Apesar dos cortes de verbas anunciados pela câmara do Rio de Janeiro no ano passado para os festejos do Carnaval, Marcelo Alves, presidente da Riotur – uma agência pública de promoção do turismo da cidade – informou que este ano realizou uma captação recorde de investimento privado, totalizando 38,5 milhões de reais (9,9 milhões de euros).

“O volume de turistas esperado baterá todos os recordes. Estamos preparados para oferecer a melhor experiência desta festa para todos”, disse o presidente da RioTur.

Já o presidente da câmara do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, destacou hoje numa reunião com jornalistas que espera que o Carnaval traga de volta o otimismo para a cidade, que tem sofrido com o aumento da violência.

“Fizemos um esforço para apresentar um Carnaval muito bonito, e esperamos que seja sem violência. Além da competição nos desfiles, o Carnaval é também para mostrar ao mundo que continuamos otimistas”, afirmou Marcelo Crivella.

Os representantes do Governo carioca também confirmaram que além das escolas de samba que desfilam no Sambódromo a cidade terá pelo menos 600 desfiles de blocos pelas ruas, número que ainda pode aumentar.

A câmara anunciou ainda que vai instalar 32.560 casas de banho portáteis nas ruas, uma oferta maior em relação às 31 mil de 2017. Quem precisar de atendimento médico durante o Carnaval poderá contar com cinco postos de saúde e 130 ambulâncias e paramédicos.

A tarefa de organizar o trânsito ficará a cargo de 1.500 agentes da polícia.

LUSA

Polícia Marítima realiza buscas no Douro para encontrar turista

De acordo com o capitão Rodrigues Campos, da Capitania do Porto do Douro, o turista ter-se-á atirado na quinta-feira ao fim da tarde do tabuleiro inferior da ponte.

O responsável explicou que, de acordo com o testemunho da namorada, o turista mergulhou no rio na “tentativa de imitar os jovens que também saltavam”.

O alerta foi acionado no final da tarde de quinta-feira, pelas 19:00, e as buscas terminaram pelas 22:00, tendo hoje sido retomadas pelas 9:00.

O casal estava de férias no Porto desde terça-feira.

No local estão os Sapadores Bombeiros do Porto, com uma equipa de mergulhadores e a Polícia Marítima.

LUSA

PSP: Operação Verão Seguro

A ação de sensibilização decorrerá entre as 10:00 e as 12:00 no terminal de chegadas do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, adianta em comunicado o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.

Durante a operação, agentes da Divisão de Segurança Aeroportuária da PSP vão distribuir folhetos com a inscrição “PSP – Lisbon, a safer place” e entregar e divulgar pulseiras “estou aqui” (pulseiras para ajudar a localizar crianças entre os dois e os dez anos que estejam perdidas).

A ação insere-se na Operação Verão Seguro 2017, que termina no dia 15 de setembro, e que tem por objetivo “aumentar o sentimento de segurança nas zonas balneares, áreas turísticas e comerciais, zonas residenciais e respetivos parques de estacionamento, e nos principais eixos rodoviários”.

A PSP refere que “o verão é uma época com características particulares” devido às movimentações demográficas, ao aumento dos fluxos de turismo, às grandes aglomerações populacionais em zonas balneares, históricas e terminais de transportes públicos, aumento de fluxos de trânsito, ao início das férias escolares e aos diversos festivais musicais e populares.

Estes fatores levam a PSP “a adotar uma estratégia de maior proximidade e informação” junto dos cidadãos nacionais e dos visitantes estrangeiros.

GNR realiza pela primeira vez operação para apoiar turistas durante o verão

O ‘Programa Turismo Seguro’ insere-se na operação “Verão Seguro 2017”, iniciativa que a Guarda Nacional Republicana realiza nos meses de julho e agosto e consiste num reforço do patrulhamento em todo o país, especialmente nos locais junto à praia e em eventos de grande dimensão, além da fiscalização rodoviária.

A capitão Raquel Valente, do comando-geral da GNR, disse à agência Lusa que o ‘Programa Turismo Seguro’ tem como principal objetivos apoiar, garantir a segurança e combater o crime junto dos turistas, sejam nacionais ou estrangeiros.

Além do reforço do patrulhamento especializado com vista ao atendimento, acolhimento e encaminhamento dos turistas, os militares da GNR vão também desenvolver ações de informação e sensibilização para prevenir os potenciais riscos e perigos durante as férias.

Para promover e facilitar o policiamento de proximidade com os turistas e no âmbito da cooperação internacional, vão estar em permanência em Portugal seis militares da Guardia Civil Espanhola e três militares da Gendamarie Nationale Francesa, avançou a GNR.

Raquel Valente afirmou que os militares espanhóis e franceses vão patrulhar as zonas balneares mais turísticas do Algarve, Lisboa e Setúbal durante os meses de julho e agosto, estando previsto que cheguem a Portugal na quarta-feira.

Segundo a GNR, o patrulhamento foi reforçado em todo o Algarve com militares a cavalo da Unidade de Segurança e Honras do Estado e com elementos da Unidade de Intervenção (estabelecimento da ordem pública) e Cinotécnica (cães).

A GNR vai contar, durante o verão, com um reforço permanente de mais 193 militares e com um apoio “não permanente” de 450 elementos, quando se realizarem eventos com uma grande concentração de pessoas no Algarve, adiantou.

Raquel Valente adiantou que o reforço de elementos da GNR é para todo o Algarve e não só para a região de Albufeira.

A GNR vai também reforçar o patrulhamento nas zonas turísticas espanholas mais frequentadas pelos portugueses, como Pontevedra e Huelva, com quatro militares, existindo ainda um aumento de efetivos misto com a Guardia Civil nas zonas de fronteira.

No âmbito da operação “Verão Seguro 2017”, a GNR realiza o ‘Programa Chave Direta’ com o objetivo de garantir a segurança das residências enquanto os seus proprietários se encontram de férias, promovendo os elementos da corporação ações de patrulhamento durante a sua ausência.

Para aderir a este programa, o proprietário tem que se inscrever através da internet ou preencher um requerimento no posto da GNR da sua área de residência

De acordo com esta força de segurança, o ‘Programa Chave Direta’ está ativo até ao dia 15 de setembro e, nos últimos dois verões, foram registadas 3.750 residências, tendo apenas uma sido alvo de furto.

Durante o verão, a GNR, através da Unidade de Controlo Costeiro, reforçou ainda a vigilância em toda a costa e mar territorial do país, nomeadamente nos pontos que podem oferecer “melhores condições para desembarques de droga”.

Imóveis com casas para alugar a turistas vão ter quota para arrendamento habitacional

Os proprietários de apartamentos para arrendar a turistas — o alojamento local — vão passar a ter de guardar uma parte das suas propriedades para arrendar normalmente para habitação, noticia esta quarta-feira o Jornal de Negócios. Trata-se de uma espécie de quota, que obriga os proprietários de mais de um determinado número de apartamentos para turistas a reservar uma percentagem para o mercado local.

A medida está a ser preparada pelo grupo de trabalho das Políticas de Habitação, Crédito Imobiliário e Tributação do Património Imobiliário. Este grupo do parlamento, constituído por membros do Governo, do PS e Bloco de Esquerda, já chegou a um consenso sobre a medida, escreve o Negócios, e deverá “negociar com o Governo iniciativas legislativas, já durante a próxima sessão legislativa”, diz o deputado Pedro Soares, do Bloco.

Apesar de admitirem que o alojamento local “pode ter efeitos positivos na regeneração dos centros urbanos, na requalificação do património, na diversificação social, no complemento da receita dos moradores, na criação de emprego e na recuperação económica”, os deputados sublinham que a “oferta excessiva [de alojamento local] reduz a oferta para arrendar a quem quer viver na cidade”.

Pedro Soares lamenta que, “com investidores a dedicar prédios inteiros ao alojamento local”, se esteja a “matar a galinha dos ovos de ouro e a transformar bairros tradicionais numa espécie de Disneylândia“. Especialmente em Lisboa e no Porto, a prática tem vindo a ser cada vez mais comum: grandes investidores compram prédios inteiros para os arrendar a turistas. Só nas freguesias de Santa Maria Maior e da Misericórdia, no centro de Lisboa, existem cerca de 2.700 unidades de alojamento local — 8,8% do total nacional da oferta.

O grupo de trabalho concorda ainda noutra medida: o aumento do custo do condomínio para quem tem apartamentos arrendados a turistas. É que a grande quantidade de pessoas diferentes que passam pelos prédios aumenta o uso das partes comuns dos edifícios. Outra proposta que ainda está a ser discutida é a criação de uma taxa especial, destinada ao fundo municipal de sustentabilidade ambiental e urbanística.

Capital belga perdeu 40% dos turistas em julho depois dos atentados

Os museus e atrações turísticas de Bruxelas perderam 40% dos visitantes estrangeiros em julho, comparativamente ao mesmo mês de 2015, depois dos atentados terroristas de março, indicou esta segunda-feira a associação local Attractions&Tourisme.

Em contrapartida, a associação indicou à agência noticiosa espanhola Efe que o decréscimo foi compensado por um ligeiro aumento dos visitantes nacionais à capital.

Segundo dados da comunicação social belga, a Attractions&Tourisme, associação profissional de atrações turísticas e museus da Federação Valónia-Bruxelas afirmou que, apesar do decréscimo de visitantes estrangeiros, as perdas económicas não foram além dos 25% devido ao turismo interno.

De 27 de junho a 24 de julho, os hotéis de Bruxelas registaram uma taxa de ocupação de 62%, cerca de 18% menos que no mesmo período em 2015, de acordo com números provisórios da agência de turismo de Bruxelas, visit.brussels.

Depois dos atentados de 22 de março no aeroporto e metro da capital belga, que causaram 32 mortos, a reserva de hospedagem teve um colapso de cerca de 50%, indica o organismo.

“O turismo de negócios quase já recuperou a sua velocidade de cruzeiro, mas as estadas são mais curtas”, explica o presidente da federação de hotelaria de Bruxelas, Yvan Roque, que adiantou que o turismo de lazer não voltou aos níveis anteriores aos atentados.

A 22 de março, três bombistas suicidas causaram as explosões no aeroporto de Zaventem e na estação de metropolitano de Maelbek, de que resultaram 32 mortos e 340 feridos. Os ataques foram reivindicados pelo Estado Islâmico.

Lisboa quer cobrar um euro nas chegadas de turistas

A Câmara de Lisboa informou esta quinta-feira estar em conversações com o Governo para encontrar uma forma de cobrar a taxa turística de um euro por cada chegada ao aeroporto e ao porto, mas salientou ainda não ter encontrado uma solução.

“Sobre a taxa de chegadas, ainda não temos grande coisa a dizer. Ela está a ser equacionada há algum tempo em diálogo com o próprio Governo, numa perceção de que precisamos de perceber um pouco melhor quais são os caminhos que podemos seguir”, disse à agência Lusa o vereador das Finanças da autarquia, João Paulo Saraiva.

Falando a propósito dos primeiros meses da aplicação da Taxa Municipal Turística sobre as dormidas de turistas nacionais e estrangeiros nas unidades hoteleiras ou de alojamento local da capital portuguesa, o autarca precisou que “uma parte das soluções possíveis para esta operacionalização [nas chegadas] pode passar pelo Governo e pela forma como legisla sobre alguma matéria”.

Sem nunca especificar, João Paulo Saraiva assinalou que a autarquia percebeu “há algum tempo que esses caminhos [para encontrar uma solução de cobrança] passam, de alguma maneira, pela interação com o Governo”. “É o que estamos a fazer”, referiu.

A Taxa Municipal Turística foi aprovada em 2014 e prevê a cobrança de um euro por noite até um máximo de sete euros e por cada chegada aérea ou marítima à cidade.

Apesar de a taxa já estar a ser cobrada desde o início do ano nas dormidas, o mesmo não acontece com as chegadas, como se previa.

Ao todo, a autarquia, de maioria PS, espera arrecadar uma receita de 15,7 milhões com a taxa turística este ano, sendo que metade deste valor diz respeito às dormidas de turistas na cidade e o restante se refere às chegadas.

Em 2015, a ANA – Aeroportos de Portugal assumiu a responsabilidade pelo pagamento nas chegadas ao aeroporto, o que lhe custou 3,8 milhões de euros, mas informou não estar disponível para o fazer este ano.

Entre janeiro e maio, município arrecadou cerca de 3,9 milhões de euros com a cobrança da taxa nas dormidas, o que levou a autarquia a acreditar que estimativa da taxa vai ser ultrapassada.
Também por essa razão, “não estamos assim tão preocupados com a necessidade imperiosa de resolvermos essa questão” da taxa nas chegadas, referiu o vereador.

“A questão está a ser resolvida, estamos a pensar nela e a ver qual poderá ser a melhor solução”, assegurou João Paulo Saraiva, dizendo-se “muitíssimo otimista”.

Ainda assim, não se comprometeu que a cobrança nas chegadas comece ainda este ano. “Tem havido conversações com ambas as partes [com as administrações do porto e do aeroporto] e a questão está só em encontrar aquilo que é um mecanismo mais expedito e mais fácil para essa cobrança acontecer”, insistiu João Paulo Saraiva.

O valor arrecadado com a taxa vai reverter para um fundo turístico criado para financiar investimentos na cidade.

Gasto médio por turista no Porto e Norte mantém-se nos 68 euros/noite

De acordo com as conclusões do trabalho – desenvolvido pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal e o Aeroporto do Porto — os turistas norte-americanos tiveram no ano passado um consumo médio por pessoa/noite de 122 euros, seguindo-se os brasileiros e os italianos.

Pelo contrário, os turistas luxemburgueses, suíços, belgas e franceses apresentaram os consumos unitários mais baixos, apesar de serem dos mercados com maior duração da estada, o que é atribuído ao “elevado peso” do segmento de visita a familiares/amigos nestes quatro mercados.

Globalmente, durante o ano 2015 o gasto médio por turista na visita ao Porto e Norte de Portugal (PNP) foi de 447 euros.

Segundo as conclusões do estudo, 37% dos turistas viajaram para a região para visitar familiares e amigos, 36% por motivo de férias e 25% em negócios, sendo que os que se deslocaram em férias fizeram-no em ‘short-breaks’ [curtas viagens] e destacaram o descanso, a gastronomia e os vinhos como os principais atributos do Porto e Norte.

O trabalho revela ainda que 89% destes turistas declararam não ter ponderado outros destinos quando decidiram fazer férias no PNP e que os que admitiram escolher outros locais ponderaram Espanha, França e Itália, tendo optado por Portugal “devido aos preços e à curiosidade”.

França, Espanha e Suíça (com cerca de 65% de quota de mercado) foram, de acordo com o trabalho, os principais mercados emissores de turistas estrangeiros para o PNP através do aeroporto do Porto, destacando-se a Ryanair e a TAP como as companhias aéreas mais utilizadas (com uma quota de mercado de 63%) e as companhias ‘low cost’ [de baixo custo] como responsáveis por 55% do tráfego de turistas.

Com idades compreendidas entre os 26 e os 50 anos, 64% dos turistas que visitaram o PNP em 2015 eram casados ou viviam em união de facto e tinham um rendimento médio maioritariamente entre 2.000 e 3.000 euros, tendo-se manifestado satisfeitos com a viagem à região (6,12 pontos, numa escala de 1 a 7) e com intenção de recomendar o destino.

Os dados hoje divulgados evidenciam ainda o domínio da Internet e dos familiares/amigos como os meios mais utilizados para obter informação sobre a região, seguindo-se as agências de viagens e os guias e roteiros turísticos.

Em 2015, tal como nos anos anteriores, os locais com maior incidência de pernoita de turistas foram o Porto, Vila Nova de Gaia, Braga, Maia, Guimarães, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Viana do Castelo.

Quanto à tipologia de alojamento no PNP, destacaram-se o hotel e a casa de familiares/amigos, assumindo também “alguma importância” as unidades de alojamento local (pensões/’hostels’/residenciais) e as segundas residências.

Os turistas em negócios foram os que passaram menos tempo na região, enquanto os turistas de visita a familiares/amigos foram os que mais permaneceram, sendo que em 2015 foi “notória uma tendência” de aumento da estada média dos segmentos em turismo e de diminuição dos turistas em negócios.

Os turistas estrangeiros do Porto e Norte deslocaram-se na região utilizando sobretudo o automóvel, seguido do táxi, do metro e dos autocarros de transporte público, tendo-se sobretudo dedicado a experimentar a gastronomia e os passeios de carro, a apreciar a natureza/paisagem, a viver a animação noturna e às compras.

No segmento em lazer/férias destacaram-se, ainda, as visitas a monumentos e ao Vale do Douro.

Do trabalho resulta ainda que a maioria dos turistas internacionais do PNP eram repetentes da visita, com cerca de 70% a afirmar já ter visitado a região, sobretudo para visita a familiares/amigos

 

Taiwan está quase a ultrapassar a marca de 10 milhões de visitantes

Taiwan está perto de superar a marca dos 10 milhões de turistas chegados à ilha este ano, informou hoje o Departamento de Turismo.

Os dados mostram que Taiwan se consolida como um importante mercado turístico que, em 2014, recebeu 9,91 milhões de turistas. Em paralelo, aproxima-se da barreira dos 12 milhões de taiwaneses que viajaram para o exterior, contra os 11,84 milhões no ano passado, pelo que todos os dados apontam para que se ultrapassem ambos os valores e se batam recordes.

A abertura ao turismo chinês, em 2008, foi o principal fator que fez disparar o número de visitantes que escolhem a ilha como destino, já que em 2014 chegaram a Taiwan 5,22 milhões de turistas procedentes da China, Hong Kong e Macau, devendo essa marca ser superada no termo do corrente ano.

Em 2014, em termos de origem, o Japão figura, depois da China, como a principal fonte de turistas (1,64 milhões). Segue-se a região do sudeste asiático (1,38 milhões), Coreia do Sul (531.703) e Estados Unidos (476.961).

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