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Vila Real acolhe fórum da CPLP

A UE-CPLP apresentou a iniciativa como uma “verdadeira plataforma de negócios e de cooperação”.

Segundo Mário Costa, presidente da UE-CPLP, o fórum é uma “grande oportunidade para os empresários estabelecerem relações comerciais com outros países, num mercado potencial de dois mil milhões de consumidores”.

Em Vila Real são esperados cerca de 3.000 empresários, estarão representados 18 países e estarão expostas mais de 250 empresas de todos os setores. Na região, o destaque vai para o agroalimentar, nomeadamente o vinho.

“Há negócios que foram concretizados e há parcerias que já foram feitas, mas isso também depende da atitude dos próprios empresários. Nós vamos abrir as portas dos mercados e eles depois é que têm de fazer o negócio”, afirmou à agência Lusa Mário Costa.

O presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, salientou que o fórum pode ajudar a alavancar as exportações na região.

“É uma oportunidade para internacionalizar a economia, as nossas empresas e de mostrar o manancial de oportunidades que a região tem para aqueles que aqui queiram fazer investimento”, afirmou.

Esta é também, na sua opinião, a afirmação da “centralidade de Vila Real no norte do país”.

O fórum possui vertentes empresariais, institucionais e culturais, representativas dos diferentes segmentos do mercado CPLP.

O programa inclui a realização de seminários temáticos por país, reuniões bilaterais de negócio, a conferência “CPLP: Um mundo de oportunidades de negócio” e ainda uma mostra empresarial e cultural.

“Não vamos ficar fechados dentro do Teatro Municipal e todos os dias vamos para as ruas de Vila Real com dinâmicas e com acontecimentos para as pessoas da região nos conhecerem”, frisou Mário Costa.

Um exemplo é a apresentação oficial de uma equipa de basquetebol, que vai jogar no segundo escalão do campeonato nacional e junta vários jogadores oriundos de países da CPLP.

Durante o evento será ainda desenvolvida uma atividade com os futuros jovens empreendedores do espaço da CPLP. A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolhe este encontro que vai reunir 50 jovens da região e 50 da CPLP.

“A CPLP pode-se tornar numa potência económica mundial. Está nos quatro cantos do mundo e tem um potencial de mercado de dois mil milhões de consumidores. Tem recursos naturais, ‘know-how’, tecnologia e uma posição geoestratégica importante”, afirmou Mário Costa.

O responsável disse que a CPLP vive um momento único que é preciso saber aproveitar, entre países unidos pela mesma língua.

“Temos dois tipos de países, Portugal e Brasil, com economias mais desenvolvidas, ‘know-how’ e tecnologia. Depois temos os países africanos e Timor Leste com economias virgens, mas com um potencial de crescimento enorme”, sustentou.

Criada em 17 de julho de 1996, a CPLP junta países espalhados por quatro continentes – Europa, América, África, Ásia – nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Quinze meios aéreos mobilizados para fogos em Vila Real, Santarém e Castelo Branco

De acordo com a adjunta nacional de operações, da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), cerca das 09:00 estavam por dominar três incêndios nos distritos de Vila Real, Santarém e Castelo, mas sem populações ou aldeias em risco.

Patrícia Gaspar adiantou também que devido às previsões de tempo quente para os próximos dias foi elevado de amarelo para laranja o alerta especial do sistema integrado de operações e proteção de socorro para incêndios florestais até sexta-feira à noite.

“Efetuámos uma série de pré-posicionamentos preventivos para conferir maior capacidade de resposta sobretudo na zona norte e centro do país

“Neste momento não há populações em risco em nenhum dos incêndios. No incêndio em Paredes, Vila Real, continuam 434 operacionais, 130 meios e já foram mobilizados quatro meios aéreos. Este incêndio já teve três frentes ativas, neste momento tem uma e está a começar a ceder aos meios”, disse Patrícia Gaspar.

Automóvel incendiou-se no Túnel do Marão

Fonte da Infraestruturas de Portugal (IP) referiu que o alerta para o fumo na viatura foi dado às 12:26, tendo sido logo acionado o plano de emergência e contactados os meios, bombeiros e GNR, que se deslocaram imediatamente para o local.

O Túnel do Marão foi fechado nos dois sentidos. O acidente ocorreu na galeria sul, que liga Amarante a Vila Real, e a galeria norte foi fechada para servir de saída de emergência e de evacuação.

Os quatro ocupantes da viatura ligeira saíram ilesos pelo próprio pé.

A fonte referiu que, cerca de uma horas depois de ter sido dado o alerta de incêndio, foi reaberta a circulação entre Vila Real e Amarante.

Do outro lado procede-se à limpeza da via, remoção da viatura e irá ser feita uma verificação dos danos provocados na infraestrutura.

Para o local foram mobilizados 36 operacionais e 11 viaturas.

A 11 de junho, um incêndio num autocarro com 20 passageiros obrigou ao encerramento do túnel, cuja reabertura total se verificou a 18 de junho.

O túnel que liga Amarante, no distrito do Porto, a Vila Real, abriu em maio do ano passado e tem duas galerias gémeas, cada uma com duas faixas de rodagem e com um comprimento de 5.665 metros.

LUSA

Plataforma online ajuda a adotar animais

Esta ferramenta foi criada em parceria com a Associação de Defesa dos Direitos dos Animais e Floresta (ADDAF), que dirige o canil/gatil de Fafe.

De acordo com a academia transmontana, para além do registo de todos os animais existentes no canil/gatil de Fafe, a plataforma dá a conhecer aos possíveis candidatos à adoção os animais disponíveis, as suas características e historial, facilitando assim o processo de adoção.

“A proteção animal é um assunto que tem vindo ao longo dos últimos anos a recolher um consenso cada vez mais alargado por parte da nossa sociedade. No entanto, apesar da legislação recente que criminaliza o abandono e os maus tratos a animais, o flagelo dos animais abandonados continua a aumentar, havendo a necessidade de encontrar mecanismos que incentivem e promovam as adoções responsáveis de cães e gatos”, salientou a presidente da ADDAF, Angélica Oliveira.

Esta solução via internet, acrescentou, “pretende facilitar e oferecer um conjunto de vantagens para os candidatos à adoção, com vista ao aumento do número de animais adotados”.

Segundo a responsável, “cerca de metade dos animais adotados no canil de Fafe são encaminhados para adoção na Alemanha, através de uma associação congénere alemã que encontra adotantes dispostos a acolher estes animais”.

Pelo que, na sua opinião, há “uma necessidade cada vez maior de estar ligado em rede com todos aqueles que pretendam adotar um animal de companhia”.

A plataforma foi desenvolvida no departamento de Engenharias da UTAD, no âmbito da licenciatura em Engenharia Informática, pelos estudantes Ricardo Cardoso e Nuno Lopes, sob a orientação dos docentes Jorge Gouveia, Luís Barbosa e José Baptista.

José Baptista, investigador da UTAD e que já foi vereador responsável pelo pelouro da proteção animal no município de Fafe, referiu que, “no atual cenário de globalização, ferramentas como esta podem ajudar as organizações que gerem canis e gatis a aumentar as adoções, nomeadamente para alguns países europeus onde a falta de animais disponíveis para adoção é grande”.

O responsável destacou ainda a “oportunidade oferecida ao departamento de Engenharias da UTAD para desenvolver uma ferramenta tecnológica que será agora colocada ao serviço da sociedade”.

plataforma já está disponível para consulta e adoção.

Alijó: incêndio com “quatro zonas que inspiram bastantes cuidados”

O ponto da situação foi feito pouco depois das 08:00 pelo comandante operacional no terreno, Pedro Nunes, que deu conta de que  “já não há nenhuma povoação em perigo” e que o itinerário IC5, que esteve cortado no domingo, já reabriu ao trânsito de forma condicionada.

“A situação está francamente melhor. As condições meteorológicas durante o período noturno favoreceram as operações de combate”, indicou o responsável, ressalvando que “o incêndio não está, neste momento, ainda dominado”.

Segundo disse, existem “quatro zonas que inspiram bastantes cuidados” e onde os operacionais estão “a trabalhar arduamente” para conseguirem “dentro do menor tempo alcançar” o objetivo de dominar o fogo que começou na madrugada de domingo.

Precisamente no domingo foram retiradas da localidade de Vila Chã algumas pessoas, como medida preventiva, e que durante o período noturno já regressaram a casa.

A circulação na zona obriga a algumas precauções devido ao intenso fumo que têm condicionado também a ação dos meios aéreos.

O comandante operacional indicou que já esta manhã “na zona norte do incêndio há visibilidade para que os meios aéreos possam operar e já foi dada ordem de missão para que dois aviões médios e dois aviões pesados se desloquem para o teatro de operações”.

No terreno encontram-se cerca de 450 operacionais apoiados por cerca de 140 veículos.

Ainda durante a manhã, são esperadas quatro máquinas de rastro e o reforço de mais quatro destas máquinas do Exército, além de mais quatro pelotões militares, como disse o comandante operacional.

Pedro Nunes afirmou que o combate a este fogo “tem sido um pouco difícil porque a orografia é complicada, a secura dos combustíveis é complicada”, trata-se de “um incêndio com uma intensidade bastante elevada que muitas vezes está acima da capacidade de extinção dos meios de combate”.

As chamas e o fumo estão a condicionar apenas, em termos de circulação na zona, segundo o ponto da situação feito, “algumas estradas locais e alguns caminhos penetrantes para o fogo cortados”.

Relativamente aos prejuízos causados pelo incêndio, o comandante operacional disse que é uma avaliação que ainda não está feita e as “situações estão monitorizadas e avaliadas pelo serviço municipal de Proteção Civil”.

Dois portugueses homenageados em Vila Real

Vila Real distingue “os melhores da comunidade” durante o aniversário da sua elevação a cidade.

“Ao longo dos anos marcaram pela positiva a nossa vida coletiva. É um reconhecimento de Vila Real face a obras e ações que cada um fez e catapultou o concelho”, afirmou hoje à agência Lusa o presidente do município, Rui Santos.

A lista inclui pessoas e instituições, políticos, cientistas, desportistas, artesãos, fotojornalistas, chefes de cozinha e empresários, quem projeta o nome de Vila Real e quem cria emprego.

Entre os homenageados está Carlos Pinto, enfermeiro de 33 anos e natural de Constantim, que vai receber a medalha de ouro de mérito municipal.

Rui Santos justificou esta distinção com a “atitude heroica” do enfermeiro que socorreu uma jovem americana, esfaqueada durante o atentado de Londres de 3 de junho.

O português, emigrante em Inglaterra há três anos, estava num restaurante e ficou cerca de duas horas e meia com a jovem, até à ambulância chegar.

Também o piloto Tiago Monteiro vai receber a medalha de ouro da cidade. Nasceu no Porto, tem raízes no Douro e transformou-se num herói para a cidade devido ao Circuito Internacional de Vila Real e aos pódios alcançados no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC).

“Vila Real está ligada ao automobilismo, esta é a nossa principal bandeira e Tiago Monteiro leva esta bandeira aos quatro cantos do mundo”, frisou.

Com o grau ouro vão ainda ser distinguidos o antigo governador civil de Vila Real Artur Vaz, o padre Portelinha, o empresário Francisco Magalhães e o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Depois, a medalha de prata vai ser atribuída à fotojornalista Violeta Santos Moura, a Caseiro Marques, antigo vereador, advogado e fundador do jornal “Notícias de Vila Real”, à investigadora Susana Moreira e ao chefe de cozinha e estrela Michelin Vítor Matos.

Também serão distinguidos com prata António Areias, da Associação Bairro Latino, o latoeiro Joaquim Alves dos Santos, o campeão de atletismo Manuel Oliveira e o campeão europeu de motocrosse Paulo Felícia.

A homenagem da câmara estende-se ainda à Associação de Caminheiros, à barbearia do “Sinaleiro”, ao café “Clássico” e ao restaurante “Jorge”.

Vila Real assinala no dia 20 de julho, numa cerimónia a decorrer no Teatro Municipal, o 92.º aniversário de elevação a cidade.

Bússola da música alternativa “made in” Portugal aponta para nordeste

A agulha da bússola de todos os amantes do rock e da música alternativa “made in” Portugal volta a apontar numa direção obrigatória: nordeste. Esta sexta-feira e sábado, chegam a Vila Real algumas das bandas e artistas nacionais mais aclamados, vários deles com trabalhos recentes para apresentar.

Na terceira edição do Rock Nordeste, sobem ao palco referências já bem conhecidas dos festivaleiros como Linda Martini, Orelha Negra e PAUS, entre outras formações. A solo, haverá lugar para o carrossel musical e onírico de David Santos, o “homem-orquestra” com o seu projeto Noiserv, assim como para as canções sempre interventivas e desconcertantes de B Fachada. E tudo isto de forma inteiramente gratuita.

Na sexta-feira, 1 de julho, as atenções centram-se no concerto de Linda Martini. A banda de André Henriques, Cláudia Guerreiro, Pedro Geraldes e Hélio Morais é comummente considerada a mais relevante da sua geração. Conhecida por espetáculos ao vivo bastante viscerais e por êxitos como “Amor Combate” ou “Cem Metros Sereia”, o quarteto lançou este ano o álbum “Sirumba”, do qual foi extraído o single “Unicórnio de Sta. Engrácia”.

Ainda no dia de arranque do evento, destaque também para a atuação da formação Sean Riley & The Slowriders. Passados cinco anos desde o último registo discográfico, “It’s Been a Long Night”, e depois de um interregno de três, a banda formada em 2007 – que conjuga elementos do rock n’ roll, dofolk e do country – regressa agora aos palcos com um álbum homónimo. No novo trabalho do grupo, constam faixas como“Dili” e “Greetings”.

Também no primeiro dia, a banda Can Cun, formada em Vila Real pelo trio Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões, joga em casa para tocar músicas do seu primeiro EP intitulado “Thin Ice Dance Floor”, que se caracteriza por uma sonoridade que vagueia entre o “dream pop” e o rock dos anos 90. Ainda na sexta-feira atua também o português DJ Ride.

EMBARCAR NO CARROSSEL DE NOISERV E FUMAR COM B FACHADA NO SEGUNDO DIA

No dia seguinte, sábado, 2 de julho, o cartaz está igualmente recheado de focos de interesse, onde sobressai o concerto do “supergrupo”, como é muitas vezes denominado, Orelha Negra. O grupo cruza influências do “hip hop”, da eletrónica, do “soul” e do “funk”, e levará até ao Rock Nordeste, entre sucessos já conhecidos, algumas músicas do seu terceiro e mais recente álbum, como é disso exemplo a faixa “22:14”.

No mesmo dia, o público que se deslocar até à margem do Rio Corgo será contagiado pelo ritmo frenético da bateria siamesa d0 c0letivo PAUS. A banda tem um novo trabalho discográfico, editado em fevereiro deste ano e que se intitula “Mitra”, onde o protagonismo da percussão e os vocais gritados continuam a definir a identidade artística do quarteto.

Também no mesmo dia, destaque para o concerto da dupla “Best Youth”, composta por Catarina Salinas e Ed Rocha, que levará na bagagem o seu primeiro álbum de originais “Highway Moon”, considerado o melhor disco de música portuguesa pelos leitores da Blitz.

Sozinho em palco estará David Santos, mais conhecido por Noiserv, nome do seu projeto musical. Dono de uma sonoridade única, com melodias que remetem para um universo onírico, cristalino e quase infantil, acompanhadas de letras bem trabalhadas e com um registo melancólico. Nas atuações de Noiserv, tudo pode servir de instrumento musical, desde um brinquedo até uma máquina fotográfica. Em 2014, editou o seu último álbum intitulado “Almost Visible Orchestra”, de qual saíram êxitos como “I was trying to sleep when everyone woke up” ou “Don’t say hi if you don’t have time for a nice goodbye”.

Também a solo, no dia 2, apresenta-se o cantautor B Fachada, que se notabiliza pelo uso de letras com uma pungente e mordaz crítica social, acompanhadas de batidas dançáveis. O seu estilo relembra, nos dias correntes, que a cantiga e a palavra ainda são duas importantes armas.

No mesmo dia, junto ao Rio Corgo ecoará também o som de Branko, produtor natural de Lisboa e cofundador dos aclamados Buraka Som Sistema. O reconhecido e multifacetado artista partiu numa viagem à volta do mundo para se conectar com algumas das mais entusiasmantes cenas musicais da atualidade e, pelo meio, colaborou com uma nova geração de artistas para criar o álbum de estreia a solo “Atlas”.

A NORDESTE É DOS OITO AOS OITENTA

O festival Rock Nordeste tomou em 2014 um novo espaço no coração de Vila Real e moveu-se do Complexo de Codessais para o Parque do Corgo, um dos ex-libris da cidade. Na edição de 2016, a aposta recai novamente na distribuição dois palcos – Palco Parque e Palco Teatro, no Auditório Exterior do Teatro de Vila Real, situado também junto ao rio.

Em declarações ao Expresso, o programador Ilídio Marques destaca o objetivo de trazer para o festival público “dos oito aos oitenta anos”, algo que, na sua perspetiva, “já tem acontecido nas duas anteriores edições e que se mostra ainda mais acentuado nesta terceira.”

Na opinião do responsável, exemplos como o Rock Nordeste são “a prova viva de que se pode ter um excelente cartaz apenas com artistas portugueses. Os três anos de festival, marcados por uma aposta na melhor música portuguesa, provam-no”.

Nas edições de 2014 e 2015, passaram pelo festival mais de vinte e duas mil pessoas, que puderam desfrutar da música de alguns dos mais proeminentes nomes da música alternativa portuguesa.

O Rock Nordeste é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Real e nesta terceira edição contou com um orçamento de 60 mil euros.

Montalegre limpa neve que bloqueia as estradas para por transportes escolares a circular

O vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira, disse à agência Lusa que na noite deste domingo nevou com grande intensidade neste concelho do distrito de Vila Real, classificando-o como o “maior nevão”, deste inverno e primavera.

“Estamos com algumas dificuldades, há muita neve. Mas estamos a trabalhar para que as vias fiquem transitáveis e possa haver aulas”, afirmou o vice-presidente.

Embora se perspetive algum atraso no funcionamento normal dos estabelecimentos de ensino, o responsável referiu que as escolas vão abrir esta manhã

Desde as 6h00 que estão no terreno os meios da Proteção Civil (bombeiros e câmara municipal) a efetuarem as operações de limpeza das estradas.

Segundo referiu o autarca, a trabalhar estão seis limpa-neves, dois espalhadores de sal e cerca de 25 operacionais da Proteção Civil.

As zonas mais complicadas são as áreas do Parque Nacional da Peneda Gerês, como Pitões, Outeiro ou Paradela onde, segundo o responsável, se chegou a acumular “cerca de 30 centímetros de neve e gelo”.

Apesar dos constrangimentos, o manto branco tornou-se também numa atração turística que leva vários visitantes a Montalegre.

Durante a noite também se sentiram alguns constrangimentos no Itinerário Principal 4 (IP4), na zona do Alto de Espinho, Serra do Marão, perto de Vila Real, devido à neve que se acumulou na via, mas esta manhã a circulação faz-se com normalidade.

Segundo a GNR, as principais vias do distrito de Vila Real estão transitáveis.

PJ detém 12 suspeitos de tráfico de armas e posse de material de guerra

A Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real anunciou esta quarta-feira a detenção de 12 suspeitos dos crimes de associação criminosa e tráfico de armas na região Norte e a apreensão de elevada quantidade de armas, munições e material de guerra.

Os inspetores da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, em conjunto com a Diretoria do Norte da PJ, detiveram 12 homens, com idades compreendidas entre os 30 e os 71 anos, sobre os quais recaem “fortes indícios” da prática dos crimes de associação criminosa e tráfico e mediação de armas.

A operação policial decorreu em várias localidades do Norte do país e culminou com a realização de 20 buscas domiciliárias.

A PJ anunciou a apreensão de 5.058 munições de diversos calibres, 22 armas curtas, nove armas longas, seis armas elétricas, nove aerossóis, 12 armas brancas, oito granadas, três sabres baioneta, cerca de mil artigos considerados material de guerra e fardamento militar e, ainda, centenas de peças de armas de fogo (carregadores, carcaças, coronhas, platinas, corrediças, canos).

Nesta operação, a PJ contou com a colaboração da Polícia Judiciária Militar, da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Nacional Republicana. Os detidos vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação.

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