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Está a chegar a Viseu o primeiro Fitness For Life

O evento «Fitness For Life» irá decorrer no ginásio For Life, inserido no Centro Comercial Palácio do Gelo, entre as 9h e as 19h dos dias 24 e 25 de fevereiro, e inclui vários momentos de formação levados a cabo por alguns dos maiores profissionais da área em Portugal.

O objetivo é transmitir conhecimentos a técnicos de exercício físico que, no final, receberão um certificado reconhecido pelo IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude.

A escolha das temáticas caberá a cada participante, uma vez que tem à sua disposição um leque variado de módulos a lecionar. Entre as opções, destaque para as formações em: Novas tendências no treino em circuito; Cross Training; Reabilitação aquática da coluna; Técnicas avançadas de treino para a hipertrofia muscular.

Segundo Luís Fernandes, responsável pela organização do evento, “as áreas de formação foram criteriosamente selecionadas e tiveram em conta as reais necessidades destes profissionais nos dias de hoje. As dinâmicas de trabalho têm vindo a alterar-se porque o próprio mercado e público-alvo também tem sofrido modificações, o que nos obriga a acompanhar essa evolução e a prestar um serviço de formação que responda de forma assertiva”, acrescenta.

Para além dos workshops, a iniciativa prevê momentos paralelos, igualmente inseridos no cartaz do «Fitness For Life».

O primeiro decorrerá no dia 23 de fevereiro, pelas 20h30, no Clube The Day After, e consiste numa aula de Zumba solidária que conta já com cerca de 250 inscritos, cujo valor angariado reverterá a favor da Associação de Bombeiros Voluntário de Viseu.

Ainda no decorrer do dia 23, pelas 21h, no EXPOCENTER Viseu, realizar-se-á a apresentação formal de duas entidades de peso: a APQV – Associação Portuguesa para a Qualidade de Vida – que, apesar de recente, já está a dar que falar pelos projetos inovadores que pretende desenvolver junto da comunidade civil –, e da UPDTEF – União Portuguesa de Diretores e Técnicos de Exercício Físico – que luta pelos direitos da carreira dos profissionais de exercício físico (diretores e técnicos).

O dia 24 será recheado de atividades e workshops entre as 9h e as 19h e contará, também, com a apresentação do livro «Direito do Fitness», pelas 20h30, no Congress Hotel Monte Belo. O autor da obra, Alexandre Miguel Mestre, estará presente e abrirá ao público uma sessão de perguntas e respostas, onde certamente se irão esclarecer questões úteis para todos os participantes.

Para tirar dúvidas adicionais sobre o evento, a organização disponibilizou o email fitnessforlife@step-up.pt.

Relativamente à submissão de inscrições, elas deverão ser feitas até ao dia 23 de fevereiro, através do seguinte link: prozis.com/1lNg.

Autarcas de Coimbra e Viseu convidam ministro a fazer viagem no IP3

Numa carta a que a agência Lusa teve hoje acesso, Almeida Henriques (Viseu) e Manuel Machado (Coimbra) convidam Pedro Marques para a viagem a realizar “em data próxima”, no Itinerário Principal (IP) 3, “fazendo-se acompanhar por quem considerar adequado, nomeadamente pelos responsáveis pela gestão da via”.

“Previsto no Plano Rodoviário Nacional desde 1985, que substituiu o plano de 1945, o IP3, que só ficou totalmente concluído em 2010, desde há muitos anos tem revelado, no seu troço entre Viseu e Coimbra, elevados níveis de sinistralidade e constante e crescente degradação”, lamentam.

Os autarcas lembram que, “fruto da consciência generalizada sobre a inadequação daquele troço às necessidades das regiões”, ao volume de tráfego e à sinistralidade registada, ao longo dos últimos 15 anos foram apresentados “vários planos para a sua substituição por uma autoestrada”.

“Nenhum dos projetos avançou e a situação insustentável mantém-se”, sublinham.

No dia 03 de janeiro, o presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus, defendeu a colocação de separadores centrais e a duplicação de alguns troços do IP3, de forma a evitar acidentes como os ocorridos na quadra natalícia.

O autarca social-democrata considerou estas obras urgentes, depois de, em apenas quatro dias, se terem registado três acidentes graves.

Posteriormente, a Câmara de Tondela aprovou, por unanimidade, uma moção a pedir a requalificação do IP3, que tem cerca de 72 quilómetros, entre Viseu e Coimbra, e é “diariamente atravessado por quase duas dezenas de milhar de veículos”.

A moção alertava para os “muitos pontos críticos” do IP3, como “o troço entre Canas de Santa Maria/Valverde e Tondela (construído como variante a Tondela), onde durante a quadra natalícia ocorreram três acidentes graves, que causaram um morto e mais de uma dezena de feridos”.

LUSA

Viseu: Barragem de Fagilde está com capacidade máxima

“Já solicitámos autorização à APA (Agência Portuguesa do Ambiente) para abrir as comportas, o que deve acontecer hoje, para poder ir passando água, porque é sempre um risco ter água a ultrapassar a barreira existente”, explicou o autarca aos jornalistas.

A Barragem de Fagilde abastece os concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo. No final de outubro, devido à seca, foi necessário por no terreno uma operação de reforço de abastecimento público de água à região de Viseu, que foi suspensa no final do ano.

Segundo Almeida Henriques, neste momento haverá água para oito ou nove meses. No entanto, “o problema estrutural está longe de estar resolvido”.

“A capacidade da barragem é diminuta, sobretudo se tivermos um ano de seca”, frisou.

O autarca elencou várias medidas que estão a ser tomadas para que não se repita a situação de falta de água verificada no ano passado, como, por exemplo, “a instalação das ensecadeiras, que vão permitir aumentar num milhão e meio a capacidade de reserva”.

“Um milhão e meio significa aumentar o tempo de sobrevivência da barragem e esta é uma medida que nós vamos conseguir ter implantada a pensar no próximo verão”, afirmou.

O presidente da Câmara de Viseu explicou ainda que estão a ser adjudicados “furos diagonais” para poder ter mais capacidade de abastecimento no furo alternativo feito junto à barragem e que está a ser estudada a possibilidade de, juntamente com os municípios de Nelas e de Mangualde, haver uma captação junto ao Rio Dão, cuja água possa ser usada para a indústria.

O autarca disse que todas estas medidas são a “pensar no curtíssimo prazo”.

“Há depois outras opções que são de médio prazo, designadamente o lançamento do concurso para o aumento de capacidade de reservatórios e o novo tanque da ETA (Estação de Tratamento de Águas) de Fagilde/Povolide”, acrescentou.

Segundo Almeida Henriques, está também em análise a conduta de ligação ao Balsemão, “um investimento superior a 10 milhões de euros”, mas estes são todos investimentos que “vão demorar dois anos/dois anos e meio a concretizar”.

“Estamos a tratar do que é preciso no imediato, mas também estamos a preparar o médio prazo”, frisou, fazendo votos para que, no próximo verão, a água da Barragem de Fagilde seja pouco usada para o combate aos incêndios.

Almeida Henriques avançou aos jornalistas que propôs ao Governo ficar com a gestão da barragem.

“Face ao facto de sermos nós que já temos, em termos práticos, a gestão da barragem, então que legitimamente estabeleça um protocolo connosco e que nos dê a gestão da barragem”, justificou.

LUSA

Seca: Viseu vai receber mais de 500 mil litros de água diários

“Está a ser preparada a possibilidade de vir um comboio com água, diário, durante a noite, que descarregaria em Mangualde, com capacidade de mais ou menos 500 metros cúbicos (m3) por dia. Estamos a monitorizar diariamente, mas diria que é convenientemente que na próxima semana este transporte já esteja a ser assegurado”, revelou.

Em declarações à agência Lusa, o autarca de Viseu explicou que esta água virá de comboio de “um espaço de fornecimento perto de Lisboa”.

Esta é mais uma medida para fazer face à seca que se atravessa, numa altura em que a Barragem de Fagilde está neste momento com 360 mil m3″, ou seja, “cerca de 10,5% da sua capacidade”.

“Já conseguimos reduzir bastante os consumos destes quatro concelhos [Viseu, Nelas, Penalva do Castelo e Mangualde] e a população está a responder bem. Mas a reserva da barragem só dá para mais 20 a 25 dias”, acrescentou.

Nos últimos dias, o município de Viseu viu-se obrigado a transportar diariamente água em camiões cisterna para fazer face à seca.

“Estamos também a identificar outras situações, designadamente o caso do Museu do Quartzo, em que há aquele depósito de água na pedreira, em que vamos lá colocar uma ETA [estação de tratamento de água] portátil para podermos fazer o tratamento dessa água”, referiu.

De acordo com Almeida Henriques, estes quatro municípios estão a “lançar mão de tudo o que esteja ao alcance para garantir que não falta a água, com qualidade, na casa das pessoas”.

“Desde que começámos este processo, a Câmara de Viseu já gastou 200 mil euros no abastecimento de água às pessoas. Esta é uma operação cara, que não vai ter qualquer impacto na fatura das pessoas, mas precisamos que o Governo nos ajude”, apontou.

No seu entender, esta é “uma situação de emergência e “os quatro concelhos que estão com esta dificuldade não têm capacidade para aguentar este nível de despesa para fazer face a estas necessidades”.

“Este fundo disponibilizado [pelo Governo] de 250 mil euros será manifestamente insuficiente para fazer face a isto, até porque a perspetiva é de que não vamos ter chuva nos próximos dez dias. E mesmo que tenhamos, ela não terá um impacto imediato na Barragem de Fagilde”, alertou.

O autarca informou ainda que Viseu está a gastar uma média de “quase 20 mil euros por dia” na logística associada ao transporte da água.

“Em tempo de guerra não se limpam armas e esta é uma situação de emergência, que tem de ser encarada como tal. Por isso, o Governo tem de olhar para esta situação, monitorizando ainda mais em cima, e fazendo previsões a médio prazo, pois as perspetivas em relação à chuva não são nada animadoras”, concluiu.

Viseu: Barragem de Fagilde vai ter reforço de água devido à seca

“Decidimos um calendário de operações, umas a terem início já esta semana, a partir de amanhã [sexta-feira], no sentido de assegurar maiores quantidades de água para o sistema, a partir de origens externas”, avançou.

Em declarações à agência Lusa, Carlos Martins explicou que pretendem servir-se de recursos hídricos que até então não eram utilizados, implementando sistemas de tratamentos móveis, que possam estar operacionais já na próxima semana.

“Identificámos, por exemplo, um conjunto de recursos hídricos que estavam em antigas pedreiras e que tinham volumes significativos e qualidade, que é compatível com sistemas de tratamento simplificados e móveis. Portanto, vamos mobilizá-los de modo a que tratemos essa água e, por via de camião cisterna, reforcemos os sistemas destes quatro municípios”, esclareceu.

De acordo com o secretário de Estado do Ambiente, esta reserva regional deverá assegurar o abastecimento de água a estes concelhos nos próximos 25 a 30 dias. No entanto, se se prolongar a seca atual, poderá vir a ser necessário fazer transporte de água por comboio, a partir do Entroncamento até Mangualde.

“Temos ainda uma solução relativamente mais sofisticada, do ponto de vista técnico, que é estarmos avaliar a reutilização das águas residuais da ETAR de Viseu, que é uma ETAR que faz tratamento terciário, e fazer com que ela possa depois ser objeto de um tratamento complementar, no sentido de poder ser utilizada em usos compatíveis”, acrescentou.

Carlos Martins informou ainda que foram identificadas indústrias, grandes consumidores de água, mas que não necessitam de água tratada e podem receber água bruta.

“De maneira a baixar os custos, podem levar água bruta de barragens que estão nas redondezas, nomeadamente a Aguieira e na barragem que serve o Planalto Beirão, sem tratamento”, referiu.

Para a implementação destas medidas, o Ministério do Ambiente disponibilizou 250 mil euros ao conjunto dos quatro municípios.

“Esperamos que o clima possa de alguma maneira trazer alguma ajuda, pois as chuvas da semana passada serviram apenas para duas horas de consumo da cidade de Viseu. Esperemos que a breve trecho tenhamos melhores notícias do ponto de vista da precipitação”, apontou.

Até lá, estes municípios vão levar a cabo uma campanha de sensibilizarão ainda mais intensa, no sentido de levar as pessoas a reduzirem ainda mais os consumos.

Feira de S. Mateus abre hoje e promete cinco semanas de animação

A decorrer até 11 de setembro, a 624.ª edição da feira integra mais de 100 eventos, 32 concertos e 40 diversões, com a participação de 300 expositores, 20% dos quais novos, especialmente de Viseu.

Pelo palco vão passar nomes como Mariza, The Gift, Rui Veloso, Carlão, GNR, David Carreira, Dengaz, AGIR, D.A.M.A., C4 Pedro, Ana Malhoa, Diogo Piçarra, Amor Electro, Jorge Palma & Sérgio Godinho e Camané.

Uma das novidades desta edição são os novos pórticos de luz inspirados em antigas entradas do certame dos anos 40, 50 e 60 do século XX e que evocam o centenário dos Paços do Concelho através da representação do brasão da cidade de Viseu.

Outro dos atrativos, apenas presente até ao dia 14, é um balão de ar quente que permite ver o octógono da Cava de Viriato e a cidade a partir do ar.

A tradição continuará a marcar o secular certame, onde não faltam espaços para degustar enguias da Murtosa, farturas ou viriatos (bolo) e conhecer o artesanato da região.

A autarquia espera que, até 11 de setembro, passe um milhão de pessoas pelo recinto da Feira de S. Mateus.

My Friend Paco: estas almofadas são boas amigas

Há quem faça listas do que procura numa cara-metade, Maria Figueiredo preferiu fazer uma lista do que procura numa marca. Sentou-se com uma folha à frente e fez a pergunta fatal: “Se a minha marca fosse uma pessoa, que características teria?” Na folha foram aparecendo vários adjetivos. “Criativa”, “exuberante”, “amiga”, “divertida”, “um bocadinho excêntrica”. Tudo somado deu um nome, nascido em Portugal mas cheio de salero: My Friend Paco.

Como os bons amigos, o Paco não precisou de muito tempo para se sentir em casa. Chegou no dia 1 de julho, sob a forma de almofadas. É Maria Figueiredo que as desenha, e para já há 18 diferentes — umas bordadas à mão em Viseu, outras estampadas em Lisboa. “O que eu gosto mesmo de fazer é de criar ilustrações e desenhos gráficos”, conta a designer de comunicação de 28 anos, que se decidiu lançar em nome próprio depois de passar pela Mambo Unlimited Ideas e pelo Roof Design Studio, onde a paixão pela decoração de interiores se acentuou. “Achei que as almofadas eram um excelente suporte para desenhar, até porque têm uma utilidade. Não são simplesmente uma ilustração para pôr na parede, são quase como amigos com quem partilhamos momentos e conversas.”

almofadas my friend paco

Maria Figueiredo encontrou uma fotografia de uma avestruz e começou a brincar com ela graficamente. O resultado foi este. Foto: My Friend Paco

Embora no futuro, e se tudo correr bem, a ideia seja ampliar a marca e fazer outros objetos de decoração, para já são as almofadas que chamam a atenção, e não é pouco. Umas têm avestruzes estampadas, outras rosas, outras ainda uma grande mão com flores e pompons nos dedos que parece acenar a quem entra numa sala, e que está também desenhada no logótipo. Todas demoram o seu tempo a fazer, e esse é outro adjetivo que podia estar na lista de Maria Figueiredo: “cuidada”.

almofada mão my friend paco

A mão aberta está presente em várias almofadas e serve também de símbolo da marca.

“Gosto do que é handmade e de dar uma certa personalidade e vida aos produtos”, diz a designer. No caso das almofadas, cada uma batizada com um nome próprio e com direito a uma pequena descrição no site da marca, nada é feito de forma massiva mas “com cuidado, trabalho e tempo”.

As almofadas bordadas à mão são naturalmente as mais caras — entre 56€ e 82€ –, e há ainda as que são estampadas em Lisboa e confecionadas no norte, a 52€. Para já são vendidas sem enchimento e apenas na loja online, mas podem ser entregues em qualquer parte do mundo. Afinal, o Paco é “criativo”, “exuberante”, “amigo”, “divertido” e “um bocadinho excêntrico”, mas também internacional.

Nome: My Friend Paco
Data: 2016
Pontos de venda: Loja online
Preços: 52€ a 82€, sem enchimento

100% português é uma rubrica dedicada a marcas nacionais que o Observador acha que tem de conhecer.

Descontos nas portagens são “ridículos e pouco irão atenuar”

“Os descontos agora concedidos pelo Governo, já previstos no diploma que instituiu as portagens, em junho de 2010, são ridículos e pouco irão atenuar o impacto das portagens na economia das famílias e das empresas da região”, refere, em comunicado, a comissão coordenadora distrital de Viseu do BE.

A estrutura partidária reclama do Governo “o respeito pela vontade das populações”, expressa na moção aprovada na reunião da Assembleia Municipal de Viseu de junho, que exige “a abolição imediata da cobrança de taxas de portagem em todos os troços da A24 e da A25”.

“A não cobrança de taxas de portagens nas chamadas Scut [vias sem custo para o utilizador] foi sempre justificada com a necessidade de compensar as regiões do interior do país com medidas de discriminação positiva face às evidentes desigualdades e assimetrias regionais existentes”, refere.

No seu entender, a introdução de portagens na A24 (Viseu/Chaves) e na A25 (Aveiro/Vilar Formoso), “além de não ter resolvido quaisquer problemas de natureza financeira, agravou, dramaticamente, as dificuldades sociais e económicas das populações, já de si fortemente penalizadas pela crise e pelos custos da interioridade”.

“Estas populações têm sido fortemente discriminadas pela aplicação de portagens da responsabilidade do anterior governo PSD/CDS, a partir de 08 de dezembro de 2011. Viseu é, assim, duplamente penalizado”, lamenta.

O BE lembra que a A24 serve essencialmente o interior do país, “ligando a Beira Alta a Trás-os-Montes, onde o poder de compra dos cidadãos é mais baixo e onde as alternativas, rodoviárias ou outras, praticamente são inexistentes”.

A A25 “serve essencialmente o interior do país, onde o poder de compra dos cidadãos é mais baixo e onde as alternativas, rodoviárias ou outras, praticamente não existem”, acrescenta.

Segundo o BE, no que respeita à vertente económica, “a introdução de portagens na A24 também se revelou muito injusta e penalizadora para populações e empresas dos distritos atingidos (Viseu e Vila Real) e, no caso da A25, para populações e empresas dos distritos de Aveiro, Viseu e Guarda”.

“São zonas muito flageladas pelo desemprego, precariedade e exclusão social e as portagens agravaram dramaticamente a crise económica e social”, alerta.

Na opinião do BE, “o contrato de confiança assumido com as populações menos desenvolvidas para favorecer a acessibilidade territorial, não podia, nem devia, ser alterado, tanto mais quando as condições de atraso de desenvolvimento dessas zonas que justificaram as isenções anteriores de portagens não foram ultrapassadas”.

 

Sindicato da Polícia preocupado com falta de efetivos no comando de Viseu

Em comunicado, a direção distrital do Sinapol lembra que vem alertando para este problema, tendo em novembro de 2014 pedido a intervenção do presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, junto do Governo.

 Segundo o sindicato, no comando distrital de Viseu “cada vez mais os serviços nas esquadras são assegurados com cancelamento de dias de folga e horários quase sobrepostos”, uma situação a que os polícias se sujeitam “devido ao seu profissionalismo”.

Mesmo sem receber “qualquer contrapartida financeira pelas horas extras, ao contrário da grande maioria dos restantes funcionários públicos”, os polícias aceitam a situação “com o intuito de manter a operacionalidade do comando e o serviço ao cidadão”, sublinha.

O Sinapol alerta que, “caso não seja reforçado o efetivo, com caráter de urgência”, a “breve prazo” o comando pode entrar “em rutura, deixando de dar resposta atempada às solicitações dos cidadãos”.

Isto porque o efetivo está envelhecido – “com uma média de idades a rondar os 48 anos, com o subsequente absentismo” – e, a juntar à “exiguidade de recursos humanos”, há também “a solicitação cada vez mais frequente de elementos policiais para acompanhamento de diligências de solicitadores, apreensão de viaturas, notificações pedidas pelos tribunais e outras que desviam os polícias da atividade de segurança de pessoas e bens”, explica.

Segundo o sindicato, “o policiamento ostensivo à zona histórica da cidade pode estar em sério risco”.

O próprio comandante distrital, Victor Rodrigues, durante as comemorações do 139.º aniversário do comando, se referiu à falta de efetivos, que “poderá colocar em causa a qualidade do serviço que é prestado à população”, recorda.

Neste âmbito, o Sinapol vai pedir a intervenção dos deputados eleitos pelo círculo de Viseu, para que perguntem ao Governo “quando será aumentado o número de efetivos no Comando Distrital da PSP de Viseu para fazer face às missões que estão incumbidas à polícia nas suas áreas de influências, nos concelhos de Viseu e de Lamego”.

O sindicato espera também que Almeida Henriques “desenvolva igualmente esforços junto do Governo para que o efetivo do Comando Distrital da PSP seja reforçado com a máxima urgência”.

Arranque oficial do Circuito Nacional de Skate em Viseu

O Circuito Nacional de 2016 de Skate tem início nos próximos dias 24 e 25 de Junho, em Viseu.

A prova organizada pelo Radical Skate Clube faz parte das atividades da Feira do Desporto.

É o início de mais uma série de quatro provas que vão decidir quem serão os Campeões Nacionais de Skate em 2016 nas categorias Iniciante, Amador e Profissional.

Depois de Viseu, o circuito rumará ainda mais a Norte e realizará a 2ª Etapa na Póvoa de Varzim. Em Setembro, Loulé receberá a 3ª prova e a Grande Final, como é tradição está reservada para Lisboa, durante o mês de Outubro.

Estão confirmados os melhores skaters para esta etapa.

Horários Previstos

Sábado, 25 de Junho

Das 10h às 12h – Inscrições e Treinos
12h – Início da Competição- Eliminatórias – Categoria: Iniciados
14h – Eliminatórias – Categoria: Amadores
17h – Eliminatórias – Categoria: Profissionais
19h – Encerramento das Actividades

Domingo, 26 de Junho

Até às 12h – Acesso livre ao Skate Parque para utilização geral
Das 12h às 13h – Treinos Organizados – Exclusivos a competidores
13h – Inicio da Competição – Finais – Categoria: Iniciados
14h – Finais – Categoria: Amadores
15h30- Finais – Categoria: Profissionais
17h30 – Entrega de Prémios

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