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Al Gore afirma que Trump não é quem mais ordena na questão climática

“Vamos cumprir o nosso papel apesar de Donald J. Trump”, declarou perante os aplausos de milhares de pessoas reunidas em Lisboa para fim da conferência tecnológica Websummit.

Al Gore considerou que houve uma “viragem histórica” com a assinatura do acordo de Paris de 2015 para limitar o aquecimento global, apesar de Trump ter declarado que os Estados Unidos se iriam retirar do compromisso.

O ex-vice-presidente tornado ativista e investidor pelo clima afirmou que pelas regras do acordo, “os Estados Unidos só poderão sair no dia a seguir à eleição presidencial de 2020” e manifestou-se confiante de que a vontade política maioritária no seu país não coincide com a do Presidente.

Indicando que energias renováveis como a solar estão a ficar cada vez mais baratas, Al Gore reconheceu que da parte dos setores do carvão, gás e petróleo há uma vontade de “paralisar” o caminho em direção às renováveis.

“Acumularam durante anos riqueza, poder político e conhecimentos”, mas “chega de vez”, declarou.

O planeta está à beira da “revolução da sustentabilidade”, considerou, acreditando que esta chegará “com a dimensão da revolução industrial e a rapidez da revolução digital”.

“Muitos dos que aqui estão já fazem uma diferença enorme”, reconheceu, dirigindo-se a uma plateia em que destacou a geração jovem que cria empresas para “fazer bom dinheiro mas também para fazer avançar o mundo”, para o que a tecnologia é uma aliada.

“É claro que temos que mudar, o que é que pensam? Não podemos condenar as gerações que aí vêm à degradação e ao desespero”, defendeu.

O panorama, apontou, está à vista nas chuvas, furacões, incêndios florestais ou secas devastadoras, “como acontece em Portugal ou Espanha”, e nas dezenas de milhões que estão à beira da fome ou que tiveram que se deslocar por causa de fenómenos climáticos.

Gore afirmou querer “recrutar” a audiência de milhares para ser “parte da solução” para travar a “colisão entre a civilização humana e a natureza”.

Recordando lutas históricas como as travadas pelo fim da escravatura, pelo direito de voto das mulheres ou dos direitos dos homossexuais, afirmou que no fim, tudo se resumiu a uma escolha entre “o que está certo e o que está errado”.

“Está tudo em jogo”, garantiu, admitindo que há “quem caia no desespero porque pensa que não há vontade de mudar” e declarando que “a vontade também é um recurso renovável”.

A Web Summit terminou hoje em Lisboa.

LUSA

Web Summit: App portuguesa mostra atrações turísticas de forma interativa

Dependendo do local onde se encontrar, o utilizador vai recebendo notificações com informação sobre os pontos de interesse de local onde está, à medida que vai andando, de uma “forma contextualizada e não intrusiva”, explicou à Lusa Marta Botelho de Sousa, da mobinteg, que desenvolveu a aplicação Smitty (Smart Interactive City).

“Passando à frente de uma livraria ou de um museu, o utilizador recebe uma notificação e pode aceder à informação em formato de texto, vídeo ou áudio, podendo também ver os pontos de interesse através da função de realidade aumentada”, explicou uma das colaboradoras da ‘start up’ lançada na edição de 2016 da Web Summit.

No espaço de um ano, mais de 5.000 pessoas fizeram o ‘download’ da aplicação, serviço implementado em sete cidades portuguesas e nas levadas da Madeira, mas que já se expandiu para algumas localidades de Espanha e Itália, onde foram instalados os “beacons”, dispositivos que utilizam a tecnologia “bluetooth” e que permitem depois a interação.

“Há pequenos tesourinhos escondidos que podemos mostrar aos utilizadores através dos ‘beacons'”, referiu Marta Sousa, dando como exemplo o Museu de Arte Antiga, em Lisboa, em que a aplicação mostra a planta do espaço e informação sobre as obras expostas.

Para aquela responsável, que falava à Lusa no ‘stand’ da Smitty, que já está em fase Beta, ou seja, já tem uma presença consolidada no mercado, a apresentação da aplicação na primeira edição da Web Summit em Lisboa “foi um catalisador” para o seu desenvolvimento.

“É um fator de sucesso o facto de a Web Summit estar em Portugal, permitindo que as ‘start up’ portuguesas possam estar presentes, o que é extremamente vantajoso”, concluiu.

Na edição deste ano, a empresa vocacionada para as soluções de mobilidade lançou um novo serviço, o ’tá pedido’, uma plataforma a que se pode aceder por computador ou através de um dispositivo móvel, mas que dispõe também de uma central telefónica que recebe e organiza pedidos para transportar pessoas.

O público alvo são utilizadores que vivam em zonas de fraca densidade populacional e mais periféricas que precisem de se deslocar a algum serviço através, preferencialmente, dos transportes municipais.

A conferência de tecnologia e empreendedorismo Web Summit termina hoje, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

Lusa

Web Summit: Fundador não revela continuidade da conferência de tecnologia em Lisboa

Em conferência de imprensa no último dia do evento, quando questionado sobre a continuidade em Lisboa, Paddy Casgrave respondeu que não ter outro foco, “senão as próximas 12 horas”.

“É o mesmo se for perguntado a um jogador de ténis, no meio de uma partida, sobre o que está a pensar fazer no fim-de-semana, ou a um jogador de futebol, no intervalo, os planos para a próxima semana. Não tenho outro foco, senão as próximas 12 horas”, garantiu.

Entre inúmeros elogios a entidades governamentais, às forças de segurança, bombeiros e transportes da cidade, Cosgrave garantiu haver um “casamento perfeito” entre a conferência e Portugal.

O líder da conferência referiu ainda que podem existir outras opções de locais, além do Altice Arena e FIL, no Parque das Nações.

“Há muitos mais edifícios fantásticos”, assinalou o responsável, recordando que algumas cimeiras paralelas decorreram na segunda-feira noutros locais da cidade.

“É uma possibilidade que devemos encarar, de forma mais séria nos anos vindouros o abrir mais locais durante a semana da Web Summit”, admitiu.

Os planos mais imediatos após o encerramento da cimeira, que decorre pelo segundo ano consecutivo em Lisboa, é analisar como correu para garantir melhorias e avaliar hipóteses como dedicar conferências à IA e às novas formas de pagamento.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

Robots avisam que vão ficar com os empregos dos humanos

Sophia e Einstein são dois robots desenvolvidos por David Hanson, que criou a empresa Hanson Robotics, e estão programados para debater questões da atualidade.

Hoje, no Centre Stage da Web Summit, que decorre em Lisboa até quinta-feira, foram os escolhidos para um debate sobre o que é ser humano e ainda se a inteligência artificial será um meio para salvar a humanidade ou destruí-la.

Sophia, que na edição de 2016 também esteve em Portugal, respondeu a esta pergunta de uma forma clara: “Não vamos destruir o mundo mas vamos ficar com os vossos empregos”.

Contudo, a robot Sophia considera que o facto de vir a ficar com o emprego dos humanos não será um problema mas sim um ponto positivo para a humanidade, permitindo que esta tenha tempo para outras coisas e elogiando ainda os humanos por terem a capacidade de criar “belos robots”.

O robot Sophia, a quem foi atribuída cidadania pela Arábia Saudita, reconhece rostos, consegue ter um diálogo e até constrói algumas piadas e hoje foi também protagonista numa conferência de imprensa onde reafirmou que os robots ficarão efetivamente com os empregos dos humanos.

Já Einstein, o outro robot que é uma cópia do célebre físico, considera que o problema da convivência entre humanos e robots não se coloca ao nível da tecnologia mas sim dos valores.

“Os robots serão capazes de assumir os valores dos humanos e esse sim é um problema”, disse

Einstein defendeu ainda que a humanidade tem de se curar a si própria para garantir que as suas criações permanecem saudáveis e que “há esperança” de existir uma convivência de trabalho saudável entre robots e seres humanos.

O desenvolvimento da inteligência artificial é uma das temáticas em debate permanente na web summit, assim como a atenção que deve ser dada à relação equilibrada entre a necessidade humana de desenvolver tecnologia e os cuidados a ter para que não invada a sua vida.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

LUSA

Web Summit: arranca hoje a conferência de tecnologia e empreendedorismo

Web Summit Lison Portugal 2016 @ TrenDestination

A Web Summit chegou à capital portuguesa no ano passado e trouxe 53 mil pessoas vindas de 166 países, 15.000 empresas, 7.000 presidentes executivos, 700 investidores de topo e 2.000 jornalistas internacionais.

No ano passado verificaram-se, contudo, alguns problemas, como nos acessos (rodoviários e por transportes públicos) ao Parque das Nações, bem como dificuldades nas entradas e na cobertura da rede móvel, por exemplo.

Para este ano, esperam-se cerca de 65 mil participantes.

Nos transportes, o Metropolitano de Lisboa vai reforçar serviço de apoio ao cliente, especialmente nas estações do Aeroporto, Oriente, Alameda, São Sebastião, Restauradores, Baixa Chiado e Cais do Sodré durante a semana, e já apelou à compreensão dos seus clientes para “eventuais transtornos”.

Metro, Carris e CP, em coordenação com a organização da Web Summit, vão estar presentes nos locais de acreditação do evento, como no aeroporto Humberto Delgado e na FIL, para informar, vender títulos e encaminhar visitantes para o transporte público.

As transportadoras irão disponibilizar, nas áreas de credenciação e dentro da FIL, um conjunto de títulos combinados: o passe de um dia CA/ML/CP — 10 euros, o passe de três dias CA/ML/CP — 20 euros e o passe de cinco dias CA/ML/CP — 25 euros.

Também as plataformas de aluguer de transporte com condutor — como a Cabify e a Uber –, e os táxis preparam-se com reforço de frota e descontos para a chegada dos milhares de participantes.

Segundo a Câmara de Lisboa, o trânsito estará, porém, condicionado em várias zonas da capital até 13 de novembro, nomeadamente nas freguesias do Parque das Nações, mas também da Misericórdia, Santa Maria Maior e Alcântara. Estas últimas acolhem iniciativas paralelas ao evento.

Na área das telecomunicações, com a Altice, dona da PT/Meo vai dotar os espaços FIL e Meo Arena — onde o evento decorre — com cobertura ‘wi-fi’ de alta densidade durante a Web Summit.

Acresce o reforço da rede móvel da Meo, da NOS e da Vodafone Portugal no Parque das Nações, mas também em zonas como o Cais Sodré, o Bairro Alto e o LX Factory

À semelhança do ano passado, a Web Summit decorre entre 6 e 9 de novembro no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

A cimeira tecnológica, que nasceu em 2010 na Irlanda, mudou-se para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois.

LUSA

Web Summit terá um palco de concertos

A Web Summit decidiu ter um palco de atuações, intitulado “Un/Signed”, com quatro artistas que fazem parte da “banda sonora para o futuro do país”, “talentos musicais portugueses que ainda não têm um contrato com nenhuma editora”.

Os concertos serão todos no dia 08, com a DJ e radialista portuguesa Rita Maia, radicada em Londres, com o DJ Shakalion, com os Gume, grupo de Yaw Tembe que deambula entre o jazz e o rap, e com Batida, ou seja o músico luso-angolano Pedro Coquenão, que é incluído embora tenha tido álbuns editados pela londrina Soundway Records.

A iniciativa “Un/Signed” é promovida pela Web Summit em parceria com a plataforma digital portuguesa Tradiio, que esteve presente em 2016 nesta ‘cimeira tecnológica’.

Considerada dos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo, a Web Summit vai decorrer em Lisboa, pelo segundo ano consecutivo, entre os dias 06 e 09 no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa.

Este ano contará com cerca de 60 mil participantes, dos quais seis mil são portugueses, mais de 20.000 empresas, 1.500 investidores e mais de 2.500 jornalistas internacionais de 100 países.

Estão previstas 25 cimeiras temáticas sobre temas como código, dados, conteúdo, design, empresas, moda, tecnologia de saúde, ‘marketing’, dinheiro, música, sociedade.

LUSA

Web Summit já esgotou restaurantes e hotéis em Lisboa

Em resposta escrita enviada à agência Lusa, o diretor-geral da Associação de Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), José Manuel Esteves, indicou ter conhecimento de “muitas unidades de alojamento turístico (hotéis e similares) e restaurantes já esgotados” em Lisboa para a edição deste ano da Web Summit.

“Tendo em conta esta realidade e as expectativas para o evento, consideramos que o impacto económico resultante deste evento será enorme e incalculável, superior ao do ano passado”, acrescentou José Manuel Esteves.

O responsável assegurou que “Lisboa, bem como toda a área metropolitana da capital, está preparada e tem capacidade” para receber o evento, depois de se terem verificado problemas no trânsito e nos transportes públicos na cidade aquando da edição do ano passado.

Fazendo um balanço da edição que decorreu entre 7 e 10 de novembro de 2016, associações do setor falaram num aumento da taxa de ocupação na hotelaria e no alojamento local.

“Recorrendo a alguns indicadores turísticos, podemos avançar que em novembro do ano passado – mês em que se realizou a Web Summit – foram registados mais 9,3 milhões de euros em proveitos globais na hotelaria na região de Lisboa, mais 5,5% na taxa de ocupação e mais 58 mil dormidas do que se esse mês tivesse tido um comportamento de acordo com o padrão registado nos restantes meses de 2016”, indicou a Associação Turismo de Lisboa (ATL), em resposta escrita enviada à Lusa.

De acordo com a ATL, “este registo contribuiu assim para um crescimento adicional de 0,5 pontos na taxa de ocupação anual, de 0,6% nas dormidas anuais e de 1,2% nos proveitos globais anuais da hotelaria da região”.

Relativamente ao alojamento local, “a Web Summit veio ajudar” a melhorar a taxa de ocupação, segundo o presidente Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP).

Eduardo Miranda explicou que “o mês de novembro aqui há uns anos era um mês que, no alojamento local, ficava abaixo dos 50% de ocupação e que agora já começa a chegar aos 60%”.

“Nota-se claramente que, uma semana antes da Web Summit, há aqui uma ocupação maior. Estende-se a ocupação de outubro, que é uma boa ocupação, até meados de novembro”, disse, aludindo a dados do ano passado.

De acordo com Eduardo Miranda, tal acréscimo verifica-se “em toda a cidade”, já que na zona do Parque das Nações, onde ocorre o evento, “não há muitos apartamentos [são cerca de 250]” e, por isso, a proximidade geográfica “não tem grande representatividade”.

“A Web Summit também se tem espalhado por zonas como o Bairro Alto e, portanto, as pessoas não se importam de não estar exatamente no local do evento”, acrescentou o responsável.

Questionado sobre os efeitos deste aumento da ocupação nos preços, Eduardo Miranda notou que “mantêm-se os mesmos de outubro, que é época média/alta”, quando antes novembro era considerada uma época baixa.

Em causa estão valores médios de 80 euros por noite para um T0 ou um T1, adiantou.

Também ouvido pela Lusa, o presidente da Confederação do Turismo Português, Francisco Calheiros, vincou que a Web Summit é “um importante evento para a cidade e para o país”.

“Eventos com esta dimensão não se traduzem só em benefícios para a hotelaria e alojamento em geral, mas também para a restauração, comércio, serviços, transportes, etc.”, observou.

A Web Summit regressa a Portugal e traz 95 mil pinheiros

5 November 2015; Ryan Smith, CEO, Qualtrics, and Mike Butcher, Editor At Large, TechCrunch, on the Centre Stage during Day 3 of the 2015 Web Summit in the RDS, Dublin, Ireland. Picture credit: Stephen McCarthy / SPORTSFILE / Web Summit

AWeb Summit está prestes a regressar a Portugal e, além das novidades tecnológicas, traz uma boa notícia para o país, principalmente num momento em que a tragédia dos incêndios voltou a assolar-nos.

A organização da conferência quer compensar “as emissões de dióxido de carbono geradas na Web Summit 2017, incluindo com as passagem aéreas dos participantes”.

Deste modo, “a Navigator Company irá plantar e tratar desta floresta, com uma certificação oficial fornecida por um organismo independente”.

Tratar-se-á de cerca de 95 mil pinheiros que crescerão durante, pelo menos, os próximos 35 anos, no centro de Portugal, contribuindo para um país mais sustentável.

A Web Summit nos meios da comunicação social

No estudo realizado pela Marktest, que recolheu informação sobre a Web Summit desde o início de 2016,  foram contabilizadas cerca 8000 notícias relacionadas com a cimeira e, entre 5 e 13 de novembro, registaram-se 4804 notícias, 3184 publicadas na internet, 776 em televisão, 400 em imprensa escrita e 444 em rádio.

No período do evento, o retorno financeiro gerado pelos meios de comunicação social rondou os 27 milhões de euros e 4346,6% GRP’s de audiência. O maior pico de notícias acontece no dia 8 de novembro, tendo sido publicadas 1236 notícias, seguindo-se o dia 7, dia de arranque da cimeira, com 987, e depois o dia 10 e 9, com 885 e 713 notícias publicadas sobre a Web Summit, respetivamente.

No estudo da Marktest, foi efetuado um Top 10, com os meios de comunicação que maior cobertura deram ao tema Web Summit. Os meios em destaque são, por ordem de maior volume de notícias publicadas: SIC Notícias, Notícias ao Minuto, RTP3, Rádio Renascença, TVI 24, Correio da Manhã online, TSF, Portugal News online, RTP online e SIC Notícias online.

A SIC Notícias, media partner do evento, foi o canal televisivo que dedicou mais tempo de antena à Web Summit, tendo estado no ar durante cerca de 17 horas. O canal originou o maior retorno financeiro no conjunto dos suportes e meios de comunicação que cobriram o evento, cerca de 2 milhões de euros. Na segunda posição em televisão surge a RTP3, seguindo-se a TVI 24.

A Rádio Renascença e a TSF foram as rádios nacionais que maior cobertura deram à Web Summit, com tempos de antena que rondam as 6h30 e 6h00, respetivamente, mas o suporte mais utilizado para publicar notícias sobre a cimeira foi a internet. Em termos de publicações online que maior cobertura deram ao evento, no período em análise, foram o Notícias ao Minuto, tendo publicado 183 notícias sobre o evento, o Correio da Manhã online, com 131 e Portugal News online com 125 notícias sobre a cimeira tecnológica.

Terminada a maior conferência de tecnologia e empreendedorismo do mundo, que decorreu na cidade de Lisboa, a Marktest fez um balanço, sobre o impacto desta cimeira nos meios de comunicação social portugueses. A Web Summit colocou Lisboa no centro do mundo, por ter sido a capital escolhida para acolher um evento de renome internacional,  que entrou nas vidas dos portugueses, por influência dos media.

Sobre o Grupo Marktest:

Constituído em 1980, o Grupo Marktest é especializado em estudos de mercado e processamento de Informação. Hoje, é mesmo o grupo Português com maior projeção nacional e internacional na sua área de atuação. A Atividade do Grupo abrange vários segmentos como a medição de audiências de meios, monitorização de investimentos publicitários, estudos regulares (barómetros) nas áreas das Telecomunicações, Banca, Seguros, Distribuição Moderna, Painéis na área da Internet e estudos de pricing e auditoria de retalho. Integrada com estas atividades, o Grupo criou ainda uma forte área de desenvolvimento de software que tem permitido o seu crescimento baseado na qualidade, inovação e afirmação no mercado nacional, bem como numa sustentada expansão internacional.

“As start-ups fazem parte da visão de futuro da Siemens”

Die Siemens AG steht seit mehr als 165 Jahren für technische Leistungsfähigkeit, Innovation, Qualität, Zuverlässigkeit und Internationalität steht. Das Unternehmen ist schwerpunktmäßig auf den Gebieten Elektrifizierung, Automatisierung und Digitalisierung in mehr als 200 Ländern aktiv. Siemens ist weltweit einer der größten Hersteller energieeffizienter ressourcenschonender Technologien. Siemens AG is a global technology powerhouse that has stood for engineering excellence, innovation, quality, reliability and internationality for more than 165 years. The company - active in more than 200 countries - is focusing on the areas of electrification, automation and digitalization. Siemens is one of the world’s largest producers of energy-efficient, resource-saving technologies.

A Siemens reforçou, durante o Web Summit, a sua estratégia para as áreas da inovação e relação com as start-ups, suportada pela next47, uma unidade de negócio independente criada com os objetivos de estimular ideias disruptivas e acelerar novas tecnologias. Além disso, e pela atividade de negócio da empresa, intrinsecamente ligada aos temas da digitalização, como a Indústria 4.0, a cybersegurança, as smart grids, ou as infraestruturas inteligentes, a Siemens usou o Web Summit como local privilegiado para fazer scouting de talentos nas áreas das TIs, para reforçar o crescimento dos centros de competência instalados em Portugal.

“A Siemens orgulha-se de ter sido um dos sponsors do Web Summit Lisbon 2016 e de ter contribuído ativamente para a divulgação dos temas associados às grandes tendências da digitalização em ambiente de inovação tecnológica e empreendedorismo internacional start-up”, afirma Pedro Pires de Miranda, CEO da Siemens Portugal.
As start-ups fazem parte da visão de futuro da Siemens, como forma de aceder a tecnologias inovadoras e de testar ideias para novos negócios, e nesse sentido, o contacto estreito com novos conceitos e negócios, levado a cabo durante os quatro dias do evento, foi extremamente proveitoso.
A Siemens esteve particularmente atenta a start-ups e ideias nas áreas abrangidas pelo next47 – eletrificação distribuída, inteligência artificial, connected (e-)mobility, block-chain applications, máquinas autónomas e eAircraft – tendo participado nalgumas reuniões e assistido a conferências e pitchs. A nível mundial, o next47 tem mil milhões de euros para investir nos próximos anos, destinados a fundar e apoiar start-ups precisamente nestas áreas.

Sobre a Siemens Portugal

A Siemens está em Portugal há 111 anos empregando atualmente, direta e indiretamente, cerca de 2.000 profissionais. A Siemens sedeou em Portugal vários centros de competência mundiais nas áreas da energia, infraestruturas, tecnologias de informação e serviços partilhados, que exportam soluções e serviços made in Portugal para toda a Europa, América e Ásia.

A Siemens AG é um grupo tecnológico global, que se destaca há mais de 165 anos pela excelência da sua engenharia, inovação, qualidade, confiabilidade e internacionalidade. A empresa está ativa em mais de 200 países, centrada principalmente nas áreas da eletrificação, automação e digitalização. Um dos maiores produtores do mundo de tecnologias voltadas para a utilização eficiente de recursos e para a eficiência energética, a Siemens ocupa o primeiro lugar na construção de turbinas eólicas offshore, sendo também um dos mais importantes fornecedores de turbinas a gás e a vapor para a produção de energia e de soluções para o transporte de energia. A Siemens é ainda pioneira em soluções para infraestruturas, bem como em soluções de automação e software para o sector industrial. Além disso, a empresa mantém a liderança no fornecimento de equipamentos médicos para diagnóstico por imagem, como tomógrafos computadorizados e ressonância magnética, bem como diagnóstico laboratorial e TI para a área clínica. No ano fiscal de 2015, findo a 30 de setembro de 2015, a Siemens gerou receitas de 75,6 mil milhões de euros e um resultado líquido de 7,4 mil milhões de euros. No final de setembro de 2015, a Siemens contava com cerca de 348.000 colaboradores em todo o mundo.

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