Fumar aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter doença periodontal

A doença periodontal avançada é mais um dos malefícios atribuídos ao tabagismo.

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Os fumadores têm quatro vezes mais probabilidade de desenvolver doença periodontal avançada que a população não fumadora1. Para quem ainda não deixou de fumar, este é mais um dos malefícios atribuídos ao tabagismo.

Consultar o dentista regularmente, assegurar uma correta higiene oral e preferir dentífricos enriquecidos com vitamina B e Potássio, que fortalecem e reparam as gengivas, são alguns dos cuidados que podem melhorar a saúde oral dos fumadores.

Entre os efeitos nocivos do tabaco, entre os quais se contam a morte de 6 milhões de fumadores e não fumadores, os danos ao nível cardiovascular e respiratório, são também conhecidas as consequências ao nível da saúde e higiene oral: desde manchas no esmalte, halitose ou problemas nas gengivas, o tabaco representa uma ameaça na saúde bucal.

Apesar de deixar de fumar ser uma decisão benéfica para a saúde, no período de cessação tabágica pode verificar-se um aumento das úlceras orais. Ao eliminar o consumo de tabaco, o fluxo sanguíneo na boca aumenta, potenciando em alguns casos o aparecimento de úlceras.

Como explica Vera Henriques, médica dentista, “deixar de fumar é sempre a melhor opção para a saúde, de um modo geral. No entanto, podem verificar-se alguns incómodos decorrentes do aumento do fluxo sanguíneo na boca, tais como úlceras ou sangramento. Para evitar ou diminuir este efeito, é essencial escovar os dentes com cuidado, com escova de dureza média ou baixa e optar por dentífricos enriquecidos com vitamina B5 e sem SLS (Lauril Sulfato de Sódio). Existem várias opções disponíveis no mercado, tal como Yotuel Pharma, sendo fácil encontrar soluções adequadas.”