Provas de aferição de volta para substituir exames de 4.º ano

Governo acredita que esta medida vai garantir cumprimento dos programas curriculares.

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Foi das primeiras medidas a serem conhecidas e aplicadas pelo novo Executivo: o fim dos exames do 4.º ano de escolaridade, adotado pelo antigo ministro da Educação, Nuno Crato, durante da legislatura PSD-CDS.

Para ‘compensar’ o fim dos exames de Português e Matemática, o Governo de Costa avança com o regresso das provas de aferição, que pretendem ter o mesmo efeito, mas sem o fator ‘stress’. Ou seja, garantir o cumprimento e aprendizagem dos programas curriculares por parte dos alunos.

Estas provas, contudo, não terão repercussões na avaliação sumativa dos alunos e serão aplicadas também aos alunos do 2.º ano escolar.

Em declarações ao Jornal de Notícias, que avança a notícia, o Conselho Nacional de Educação já prometeu uma reação à medida “nos próximos dias”.

A Federação Nacional da Educação (FNE), porém, já reagiu, dizendo que está a finalizar o “contributo” que irá entregar ao Governo. João Dias da Silva, da FNE, lembra também que “a decisão mais importante já está tomada, que foi acabar com uma prova que não estava correta”.