Numa indústria competitiva, a CMAS destaca-se

Anualmente a Deloitte divulga um ranking que distingue um vasto leque de 500 organizações que apresentam as maiores taxas de crescimento do volume de negócios na EMEA (Europa, Médio Oriente e África). Há três anos consecutivos que a CMAS – Systems Consultants faz parte dessa lista, com “muito orgulho”. Com Carlos Santana, Manager da empresa, a Revista Pontos de Vista procurou conhecer o impacto deste reconhecimento.

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Com soluções orientadas para a inovação, a CMAS é composta por equipas dedicadas, focadas no negócio das telecomunicações e que acompanham o cliente em todas as necessidades. Que características fazem parte da vossa identidade e que têm permitido que a CMAS esteja entre as melhores na sua atividade?
A identidade da CMAS tem sido sempre caracterizada pelo empenho em criar competências e pela disponibilidade de partilhar a nossa visão de gerar valor em todas as soluções que produzimos com os nossos clientes. O forte conhecimento em todas as áreas em que nos integramos, onde temos profissionais a colaborar com os nossos clientes, e a vontade de ultrapassar constantemente os desafios a que nos propomos e que nos são feitos fazem-nos acreditar que o expertise adquirido na área das telecomunicações pode ser transportado para outras áreas e indústrias. Diria que o nosso foco é fortalecer a relação dos nossos clientes com os seus clientes e procurar traduzir isso em experiências inovadoras. É com esta vontade que trabalhamos todos os dias com os nossos parceiros.

Entre as soluções que disponibilizam, de que forma se concretiza o vosso ciclo de atuação: análise, implementação e suporte?
Tentamos cobrir sempre todo o ciclo de vida, desde o acompanhamento do cliente no levantamento de requisitos até ao suporte dos seus sistemas, quer sejam desenvolvidos e implementados pela CMAS, quer sejam sistemas que o cliente já disponha.

A CMAS está em quinto lugar no ranking nacional do Relatório 2015 EMEA 500 Technology Fast Track da Deloitte. Num mercado tão competitivo e volátil, o que significa estar entre as melhores empresas de tecnologia desta região?
É sempre uma grande honra. É o terceiro ano consecutivo que temos esta distinção e conseguirmos estar entre empresas dinamizadoras e que são reconhecidas por criarem valor numa área que traduz inovação e de elevada competição, só nos enche de grande orgulho e premeia a excelente equipa de profissionais que fazem parte da empresa.

Acredita que este reconhecimento tem sido também encarado por outras empresas como uma inspiração para que também elas apostem sistematicamente na inovação e no seu crescimento sustentado?
Acreditamos que sim. Num mundo global, existir uma distinção por parte de uma entidade globalmente reconhecida, só pode servir de inspiração para que outros possam atingir esses níveis.

Com empresas e empresários que têm conseguido competir com os melhores do Mundo, Portugal tem demonstrado que é um país inovador. No entanto, o que é preciso fazer para que mais do que cinco organizações portuguesas integrem este top 500 da Deloitte?
Portugal é um país com excelentes condições para a criação de nichos e de clusters. É um excelente país para que as start-ups possam iniciar e desenvolver o seu processo de crescimento. Acredito, no entanto, que falta dinamização para que, internacionalmente, o trabalho efetuado por estas equipas/empresas seja reconhecido e potencie o desenvolvimento de negócios internacionais pois só assim é possível ter um crescimento efetivo.

O top 5 dos países mais representados é muito idêntico ao de 2014, incluindo a França, o Reino Unido, a Noruega, a Holanda e a Suécia. O que é que Portugal tem a aprender com estes mercados?
São mercados globais ou então que têm uma dinamização interna bastante grande. São mercados que dão grande foco ao que é feito internamente e focados na expansão internacional desses agentes. Portugal é um mercado interno bastante mais pequeno e que ainda não tem implementada a cultura (salvo raras exceções) de criar dinamismo internacional.

Competir através da inovação num mercado tão competitivo e dinâmico não é fácil. Para o futuro da CMAS, que desafios acredita que terão de enfrentar para que continuem a fazer parte deste ranking e, mais do que isso, para que continuem a responder às necessidades dos seus parceiros?
Dinamizar e inovar para que os nossos parceiros atuais ou futuros (que mais do que clientes, consideramos parceiros) possam continuar a acreditar em nós e na nossa qualidade. Acreditar que podemos desta forma continuar a aumentar o nosso volume de negócios, continuar a potenciar crescimento e procurar aumentar o nosso leque de competências.