Queda das exportações chinesas afunda Europa

As bolsas europeias seguiam hoje negativas, depois de ter sido divulgado que as exportações chinesas registaram a maior queda em quase sete anos.

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Segundo dados divulgados hoje, as exportações chinesas caíram 25,4%, em fevereiro, face ao mesmo mês do ano anterior, a maior queda desde maio de 2009, com as vendas a caírem em todos os principais parceiros comerciais.

Já as importações desceram 13,8% pelo 16.º mês consecutivo de quedas. Cerca das 09:00 em Lisboa, o Eurostoxx 50, o índice que representa as principais empresas da zona euro, seguia a recuar 1,23% para os 2.983,86 pontos.

As principais praças europeias seguiam a negociar entre as perdas de 0,61% de Madrid e as de 1,34% de Paris.

Lisboa seguia a acompanhar a tendência das congéneres, perdendo 0,60% para 4.899,57 pontos.

A bolsa de Xangai, principal praça financeira da China, fechou hoje a subir 0,14% para 2.901,39 pontos e Shenzhen, a segunda praça financeira do país, avançou 0,3% para 9.732,73 pontos.

O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em abril, abriu hoje em baixa no mercado de futuros de Londres, a valer 40,30 dólares, menos 1,3%% do que no fecho da sessão anterior.

Na agenda de hoje, destaque para a reunião dos ministros da economia e finanças da União Europeia, em Bruxelas e para a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre na zona euro.

Na Alemanha, será conhecida a produção industrial de janeiro. Nos EUA, a Administração de Informação de Energia publica o relatório de previsões de curto prazo para o petróleo.