Portuguesa Feedzai entre as 50 empresas europeias com maior crescimento

Startup nacional tem potencial para chegar aos mil milhões de euros de valorização, garante a Tech Tour. Lado a lado com gigantes do setor, a Feedzai é a única empresa portuguesa no ranking.

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Os famosos ‘unicórnios’ do setor empresarial europeu contam com um nome português este ano. A Tech Tour, comunidade tecnológica que junta alguns dos nomes mais reconhecidos do mercado, selecionou a Feedzai como uma das 50 empresas europeias com maior crescimento e potencial, através do ranking ‘Tech Tour Growth 50’. 

Para a organização internacional a empresa portuguesa tem potencial para chegar a uma valorização de mil milhões de euros no futuro, sendo por isso um caso único entre as startups tecnológicas portuguesas. A Feedzai surge na mesma lista com marcas como a SoundCloud, WeTransfer, BlockChain e DataSift, vistas como potenciais gigantes futuras.

“Esta é a confirmação de que a tecnologia de excelência consegue atravessar fronteiras e de que Lisboa se está a transformar na Silicon Valley da Europa”, afirma Nuno Sebastião, CEO da Feedzai. Em comunicado oficial enviado à redação do Economia ao Minuto, o co-fundador da startup portuguesa assume a satisfação com a escolha da Tech Tour e salienta a importância da distinção para o aumento da credibilidade nacional: “Enquanto único potencial unicórnio de Portugal presente na lista deste ano, estamos muito orgulhosos de representar o que de melhor a Europa consegue produzir”.

O ranking ‘Tech Tour Groth 50’ utiliza escolhe empresas com base em vários critérios chave: elevado potencial de inovação, equipa de gestão qualificada e pedigree de excelência, com apoio de qualidade, conselho consultivo, portfolio de prémios e primeiros lugares alcançados em rankings do setor.

A seleção é feita por vários bancos, companhias de investimento em capital de risco e outros especialistas, incluindo o Bank of America Merrill Lynch, Accel Partners, Highland Capital Partners Europe, Amadeus Capital Partners, DN Capital, World Economic Forum e a portuguesa Caixa Capital.