Segundo Frédéric Van Leeuw, além das pessoas que abandonaram os locais afetados pelas explosões de 22 de março, também falta contabilizar feridos que procuraram assistência médica pelos próprios meios e que “não podem ser esquecidos”.

Cerca de 300 processos devem agora ser examinados para garantir que os sobreviventes fazem valer os seus direitos.

Apoiada numa base cientifica, a identificação dos mortos iniciou-se dois dias depois dos ataques reivindicados pelos extremistas do Estado Islâmico e completada numa semana, sem qualquer erro, acrescentou Van Leeuw.

Os atentados mataram 32 pessoas e devido às consequências das explosões em alguns cadáveres foram realizadas análises de ADN e, na medida do possível, reconstituições dos corpos, disse.

Ainda há 500 partes de corpos para identificar, oriundas sobretudo da estação de metropolitano de Maelbeek.