Um juiz do Tribunal Administrativo de Coimbra viu o Ministério da Educação pedir o seu afastamento por considerar que o magistrado não é parcial nas suas decisões.

Numa nota enviada ao Notícias ao Minuto, o Ministério da Educaçãoconfirmou a existência de um “incidente de suspeição” do juiz, explicando que o mesmo é “baseado no facto de, anteriormente, o próprio juiz ter intentado um processa contra o Ministério da Educação para que um filho tivesse lugar num colégio com contrato de associação para além do número de turmas contratadas”.

[Notícia em atualização]