O relatório divulgado hoje pela Agência Europeia do Ambiente sobre a qualidade do ar divulga que a exposiçãoa  partículas finas PM2.5, a ozono e a dióxido de azoto provocaram 6.640 mortes prematuras no país.

Hans Bruyninckx, diretor executivo da EEA, citado no relatório, salienta que a redução de emissões levou a melhorias na qualidade do ar na Europa, mas “não o suficiente para evitar inaceitáveis efeitos” na saúde humana e no ambiente.

O responsável revela ainda que é necessário combater as causas da poluição do ar e para isso tem de haver uma “transformação fundamental e inovadora” na mobilidade, energia e nos sistemas de alimentação.