O filme “La La Land” com Emma Stone e Ryan Gosling venceu em todas as categorias para que estava nomeado nos prémios de cinema e televisão Globos de Ouro.

Foi considerado o melhor filme na categoria de comédia ou musical, e arrecadou também prémios de melhor realização (Damien Chazelle) e melhores interpretações masculina e feminina, para o par Emma Stone e Ryan Gosling.

O filme, que se estreia nos cinemas portugueses no dia 26, é um tributo nostálgico aos musicais da época dourada de Hollywood.

“La La Land” venceu ainda os prémios de melhor argumento (Damien Chazelle), melhor banda sonora original (Justin Hurwitz) e melhor canção (“City of Stars”).

Meryl Streep foi a vencedora do prémio carreira Cecil B. DeMille, este domingo, e protagonizou o momento mais político da gala dos Globos de Ouro quando, no discurso de agradecimento, criticou o presidente eleito dos Estados Unidos.

“Vocês e todos nós nesta sala pertencemos verdadeiramente aos segmentos mais vilipendiados da sociedade norte-americana neste momento. Pensem nisso. Hollywood, estrangeiros e a imprensa”, disse em tom de piada.

“Mas quem somos nós? E o que é Hollywood, de qualquer forma? Um monte de pessoas de outros sítios. Hollywood está cheia de forasteiros e estrangeiros. Se corrêssemos com todos, não havia nada para ver, a não ser futebol e artes marciais, que não são bem artes”, afirmou.

Trump já reagiu e, ao New York Times, o presidente eleito garantiu não estar surpreendido com os comentários da atriz.

Em jeito de acusação, Trump disse que Streep é uma adepta de Hillary Clinton e que não foi uma surpresa ter sido atacado pelo que chamou de “pessoas liberais do mundo do cinema.”