A Condomínio ao Cubo – Administração de Condomínios, Lda – é uma empresa vocacionada para a administração de propriedades, tanto na vertente de administração de condóminos como na gestão de frações e/ou arrendados, que se encontra num processo de expansão contínua da sua atividade.

Quando questionados sobre qual é o maior desafio neste setor, Rui Ribeiro e Sérgio Rocha são unânimes na resposta: o papel do administrador. A administração de condomínios exige conhecimento de causa. “O papel do administrador existe para zelar pelo bem comum e pela valorização da área comum a todos. É nossa obrigação explicar às pessoas o que é ser condómino, o que é viver em copropriedade e as responsabilidades que isso implica”.

Para Rui Ribeiro e Sérgio Rocha a falta de regulamentação do setor assume-se como um problema que urge de atenção. No entanto, antes da regulamentação é necessário cumprir aquilo que existe. “Temos de cumprir o código civil. Se não temos o cuidado de observar e de trabalhar com base naquilo que o código civil define, como é que vamos para o mercado alegar que é preciso regulamentar a atividade?”, referem. Outro fator que se apresenta como um entrave para o bom exercício desta atividade é o facto de não existir formação específica para administração de condomínios. “O problema do nosso setor é que existem 1.500 empresas a trabalhar com o mesmo código de atividade, mas não existem 1.500 empresas a praticar uma administração completamente profissional. Qualquer pessoa pode decidir com facilidade abrir uma empresa para administrar condomínios, no entanto, tem de ter a plena noção de que não é tão simples quanto aparenta ser”, adiantam os entrevistados.

A Condomínio ao Cubo tem essa preocupação de prestar um serviço complexo. “Não somos engenheiros nem advogados, por isso temos de trabalhar em parceria com quem o é, com os profissionais das áreas que uma administração de condomínios implica”, afirmam.

Com cinco escritórios abertos no Grande Porto e a atuar em seis distritos, a Condomínio ao Cubo presta serviços no âmbito de organização do condomínio, serviços administrativos, acompanhamento e manutenção.

Abrange um departamento de contencioso constituído por advogados e solicitadores, um departamento de reabilitação composto por engenheiros civis, um departamento de manutenção que atua de acordo com as características próprias de cada um dos edifícios administrados e com capacidade de resposta aos processos de manutenção reativa. “Temos de perceber que cada edifício é um edifício. Com características próprias e com condóminos com contextos sociais diferentes. Pelo que as soluções aplicadas têm, dentro do possível, ir ao encontro da capacidade dos condóminos de cada edifício administrado pela Condomínio ao Cubo. Temos de estar rodeados de profissionais de diferentes áreas competentes”, avançam Rui Ribeiro e Sérgio Rocha.

Um administrador de condomínios também tem de saber ser um psicólogo, um gestor de pessoas e de conflitos. E esta é uma preocupação constante da empresa, garantir a satisfação de todos os condóminos, evitar e resolver qualquer conflito atempadamente. “É preciso ter noção que há uma panóplia de gestão de conflitos inerente à atividade e a administração de condomínios é um conjunto de áreas interligadas que exige o desenvolvimento de várias competências”.

A administração praticada pela Condomínio ao Cubo é uma administração transparente e profissional. “É necessário perceber que o país tem uma construção antiga que urge de manutenção e reabilitação. Temos de ter a frontalidade de explicar aos condóminos de um edifício, após um estudo e levantamento de dados, o que está mal e que a manutenção tem de ser feita para não deixarmos o edifício degradar-se. Atuamos de forma a valorizar e preservar a área comum dos nossos condóminos”, afirmam os sócios-gerentes da empresa. Mais do que palavras, a Condomínio ao Cubo dá relevo às ações e atitudes que se refletem no desempenho da sua equipa e se traduzem num feedback de contentamento por parte dos condomínios e da renovação de confiança que é conferida ano após ano, em todos os seus edifícios. O lema da empresa é, por isso mesmo, “a relação, que fazemos questão de manter, com cada condómino, com cada família, baseada na proximidade, transparência, honestidade e respeito é uma característica que se estende a toda a nossa equipa e acreditamos convictamente que faz parte integrante do fator que nos diferencia no mercado”. A Condomínio ao Cubo tem sido, inclusive, solicitada por parte de diversos condomínios para atuar na recuperação financeira do condomínio. São processos morosos, mas que têm tido uma taxa de eficácia bastante positiva da nossa parte.

Até que ponto o mercado valoriza ou não a proximidade ao condómino?

Sérgio Rocha explica-nos que a Condomínio ao Cubo tem procurado constantemente dar uma resposta rápida e eficaz mantendo uma relação de proximidade com o condómino.

Cada vez mais com as novas tecnologias prevê-se que o caminho a seguir neste setor seja diferente e passe a ser mais na ótica do serviço online. Nos próximos anos este setor passará muito por trabalhar tendo por base as tecnologias. Por isso mesmo a Condomínio ao Cubo está a preparar-se para lançar uma ferramenta online que permitirá ao condómino uma gestão mais fácil, rápida e cómoda. Terá acesso em tempo real aos movimentos do condomínio, às despesas ou à validação das compras. “Pretendemos incentivar o espírito de responsabilidade partilhada, essencial para uma boa administração, preservação e valorização do património”, mencionam os nossos interlocutores.

“É importante que a sociedade comece a reconhecer a administração de condomínios”

De 7 a 9 de abril de 2017, Lisboa recebe o primeiro e maior evento da área dos condomínios do país, a CONDEXPO – Salão Nacional de Soluções para Condomínios. A CONDEXPO será composta por representantes dos vários setores aumentando assim a possibilidade de estabelecer parcerias entre os mais diversos serviços dos vários expositores. Trata-se do maior e mais importante evento nacional para proprietários de imóveis, prestadores de serviços, fornecedores e empresas de gestão e administração na área de condomínios.

Para a Condomínio ao Cubo este evento representa um passo para a sociedade começar a reconhecer esta área de negócio como uma atividade profissional que é a administração de condomínios. “A Condexpo vem valorizar-nos e permitir ter uma partilha de conhecimento técnico e de competências transversais a nível nacional. Iremos perceber o que temos, com o que podemos contar e que soluções é que podemos apresentar. Será um evento enriquecedor onde poderemos ter a possibilidade de partilhar experiências e conhecer novas formas de trabalhar no mercado de condomínio”, adianta Sérgio Rocha.

Mais do que para o consumidor final, o condómino, a Condexpo é um evento para as empresas de administração de condomínios e “será uma mais-valia, pois o nosso setor não é assim tão linear e carece de conhecimento de causa”, conclui Sérgio Rocha.

De que forma é que a Condomínio ao Cubo tem vindo a marcar a diferença no mercado perante a concorrência?

Vera Bessa elucida-nos que a Condomínio ao Cubo desenvolve a sua diferenciação no mercado de administração de Condomínios em distintos vetores, certificação na norma de serviços ISSO 9001, o que nos permite ter uma estrutura dotada de diferentes protocolos, com metodologias de trabalho específicas e procedimentos coesos no tratamento da informação. Na gestão e recuperação de dívidas de condóminos dispomos de procedimentos de identificação e tratamento de controlo de valores que permite uma recuperação eficaz e eficiente.

Nos processos de reabilitação há, por vezes, uma enorme dificuldade em aprovação de obras de reabilitação atendendo em grande parte dos casos à conjuntura económica/ financeira e tendo essa consciência a Condomínio ao Cubo procura obter respostas sustentáveis e parcerias no mercado que possibilitem condições de pagamento adequadas a cada processo de reabilitação viabilizando a valorização do património dos diferentes intervenientes.