A má qualidade de sono é um dos males das sociedades atuais. Os humanos são o único ser vivo à face da Terra que não dorme por opção, mas as consequências de tal escolha são muitas e cada vez mais impactantes.

Além de ser um ‘atentado’ para a boa saúde mental, as poucas horas de sono promovem uma maior sensação de cansaço e também uma maior incapacidade de seguir uma alimentação saudável. Mas não só: dormir mal também arruína a pele.

Embora a pele seca seja uma condição mais comum na velhice e até esteja associada às temperaturas frias do outono e do inverno, são já vários os estudos que associam as poucas horas de sono à perda de água transepidérmica, isto é, à queda dos níveis de hidratação da pele, deixando-a seca, baça e quebradiça.

À revista Women’s Health, a médica dermatologista Marina Peredo explica que ter uma boa rotina de sono todas as noites – e que tal inclua as horas suficientes de descanso – é meio caminho andado para dar ‘saúde’ à pele, porém, combater a secura cutânea requer ainda a perda do hábito de tomar banho com a água demasiado quente, uma vez que a temperatura elevada vai fazer com que a pele fique ainda mais seca.

Procurar reduzir os níveis de humidade no quarto é também uma opção a ter em conta, assim como esfoliar devidamente a pele e aplicar um creme anti-secura, de modo a deixar a superfície cutânea mais hidratada.