Os detidos poderão ser declarados culpados de diferentes delitos, entre os quais figuram os crimes de “atentado contra a segurança nacional” e de “inimizade com Deus”, ambos passíveis de pena de morte, explicou Ghazanfarabadí.

Pelo menos 20 pessoas morreram durante os confrontos entre a polícia e os manifestantes antigovernamentais que protestam contra a corrupção e a carestia de vida desde 28 de dezembro.