O lucro operacional cresceu 20,6% para 3,0 mil milhões de euros, impulsionado principalmente pelo seguro de Propriedade e Acidentes, que registou menos pedidos de catástrofes naturais, melhor desenvolvimento dos mesmos, redução do rácio de despesas e um forte crescimento dos prémios. Um crescimento na receita gerada por ativos sob gestão (AuM) e taxas de desempenho mais altas levou a um aumento do lucro operacional do segmento de negócios de Gestão de Ativos. O lucro operacional do segmento de seguros Vida/Saúde diminuiu ligeiramente, mas permaneceu num bom nível. O rendimento líquido atribuível aos acionistas subiu 23,6% para 1,9 mil milhões de euros, impulsionado principalmente pelo aumento do lucro operacional.

O lucro líquido básico por ação (EPS) aumentou 12%, para 13,42 euros nos primeiros nove meses de 2018. A análise da rentabilidade dos capitais próprios (RoE) foi de 13,8%, quando comparada com os 11,8% registados em 2017. A capitalização do Índice de Solvência II atingiu 229% no final deste trimestre, em comparação com os 230% registados no final do segundo trimestre de 2018.

Nos primeiros nove meses de 2018 o lucro operacional cresceu 4,8% para 8,7 mil milhões de euros, devido a um maior resultado de subscrições dos seguros de Propriedade e Acidentes, bem como a um aumento das receitas operacionais (principalmente de AuM) do negócio de Gestão de Ativos. O lucro operacional do segmento de seguros Vida/Saúde diminuiu ligeiramente, resultado de efeitos de conversão de moedas estrangeiras e de uma normalização da margem de investimento dos Estados Unidos da América. O lucro líquido atribuível aos acionistas aumentou para 5,8 mil milhões de euros: o impacto da venda da parte da carteira de seguros de vida em Taiwan foi compensado pelo aumento do lucro operacional e por menores impostos sobre os rendimentos.

A Allianz completou o seu último programa de recompra de ações em setembro de 2018, com um volume de mil milhões euros. Todas as ações readquiridas foram canceladas.

“Durante os primeiros nove meses de 2018, a Allianz apresentou um forte desempenho em todos os setores, agora também apoiado por ganhos de produtividade substanciais”, afirma Oliver Bäte, CEO da Allianz SE. “Sobretudo em tempos desafiantes, os clientes procuram um parceiro financeiramente sólido para as suas necessidades de segurança e investimento. A Allianz tem sido um parceiro de confiança ano após ano. E estamos muito confiantes para alcançar os nossos objetivos também este ano”.

Os resultados financeiros do grupo Allianz relativos ao 3º trimestre de 2018 podem ser consultados aqui.