O vestuário continua a liderar nas prendas que os consumidores mais desejam receber (35%), seguido de perfumes (29%) e dinheiro (21%). Numa análise por regiões, nos grandes centros urbanos (Lisboa e Porto) os desejos de prendas dos inquiridos estão mais dispersos. Na Área Metropolitana de Lisboa, vestuário (32%), dinheiro (29%), perfumes (23%) e vinho/outras bebidas (20%) reúnem as preferências. No Grande Porto, perfumes (51%), vestuário (42%), relógios e joias (25%) e dinheiro (23%) são os maiores desejos. De destacar ainda, os telemóveis e smartphones, com 1/5 das escolhas dos residentes no Sul de Portugal e no Grande Porto. Os produtos culturais, como livros e cd’s, não são especialmente destacados, com apenas 14% no total nacional.

Contudo, em 2018 parece haver uma diminuição na intenção de oferecer presentes de Natal, com 84% dos inquiridos pelo Observador Cetelem a confirmá-lo. Uma quebra acentuada de 11 pontos percentuais face aos 95% no ano passado.

O que oferecer?

Quanto ao tipo de presentes que os portugueses planeiam oferecer, o vestuário mantém-se como preferido, com cerca de 57% das referências, seguido dos brinquedos (47%) e produtos culturais (44%). Numa análise mais detalhada, em Lisboa e no Porto o vestuário e os produtos culturais são aqueles que mais se encontram nos planos dos inquiridos (65% e 59%, respetivamente, em Lisboa; 74% e 65%, respetivamente, no Porto).

Destaque, ainda, nestas duas cidades, para os brinquedos, com 56% das escolhas na AML de Lisboa e 61% na do Porto, e os acessórios de moda, com 42% das intenções na capital e 59% na maior cidade do Norte.

Nas restantes regiões do país, o vestuário é unanimemente referido mais vezes como a prenda a comprar (68% no Norte, 65% no Centro e 67% no Sul).

No Norte de Portugal, os produtos culturais foram referidos por 55% das pessoas, enquanto os brinquedos foram destacados por 52%. No Centro, perfumes e relógios tiveram menção por 45% dos residentes na região, e produtos culturais, brinquedos e acessórios de moda tiveram 43% de respostas. Por fim, no Sul, mais uma vez os produtos culturais (61%) e brinquedos (54%) foram os produtos referidos imediatamente a seguir ao vestuário