Este estudo teve como objetivo examinar o potencial do retorno sobre o investimento que os comerciantes possam obter ao utilizarem soluções de pagamento, tais como o PayPal Checkout, Reference Transactions (ECRT), Shortcut (ECS) and In-Context Checkout. Para este efeito, a Forrester entrevistou cinco comerciantes portugueses e espanhóis que contam com o PayPal integrado nos seus comércios, seguindo a metodologia do Total Economic Impact (TEI). Segundo os entrevistados, a implementação do PayPal nos seus comércios permitiu-lhes atrair consumidores que, no caso de não encontrarem o serviço disponível, teriam optado por outra plataforma.

Destacam-se as seguintes conclusões:

  • 35% das transações PayPal Checkout foram consideradas incrementais e o acréscimo total é equivalente a 17.3 milhões de euros.
  • A inclusão de outras soluções PayPal, tais como Reference Transactions ou Shortcut, aumentaram as taxas de conversão em 8,5% entre os clientes que costumam comprar com PayPal, tendo gerado um valor adicional de 4.2 milhões de euros em receita marginal.
  • Comércios com PayPal integrado há mais de três anos registaram um aumento de 8,1% no total das suas vendas online. Os comerciantes consideram que o facto de se terem associado ao PayPal permitiu que os seus clientes se sentissem mais confortáveis ao fazerem compras, especialmente em mercados internacionais, o que lhes possibilitou consolidarem as suas próprias marcas.

Comércios que tradicionalmente não operavam em escala internacional, hoje recebem facilmente pagamentos de clientes dos quatro cantos do Mundo, o que não teria sido possível sem PayPal. Além disso, os comerciantes reconheceram que o PayPal os ajuda a aperfeiçoar constantemente as suas vendas online, ao contrário de outras companhias de pagamentos. Acrescentaram ainda que a implementação do PayPal nos seus comércios, assim como a gestão contínua dos mesmos, é mais fácil em comparação a outras companhias.

Os dispositivos móveis são os preferidos para compras online

Neste contexto o estudo revela que:

  • A maioria das compras online foram feitas através de dispositivos móveis.
  • A integração do PayPal na versão mobile dos comércios dos entrevistados dinamiza a experiência dos clientes que compram via telemóvel ou tablet.

A maioria dos consumidores que fizeram transações nos comércios dos entrevistados, em especial os mais jovens, também preferem utilizar o PayPal como método de pagamento.

Quanto ao aumento constante da concorrência, os entrevistados declararam que este crescimento manifesta que as experiências dos seus clientes têm de ser as melhores no sector. Tendo em conta a vasta variedade de opções de compras online disponíveis, os clientes exigem que os comércios ofereçam experiências de compra eficazes e intuitivas. Algo que se confirma, especialmente, quando se tratam de clientes habituais, que se recusam a introduzir os seus dados pessoais e financeiros a cada compra.

Os entrevistados também referiram que há um conjunto de consumidores, equivalente a 35%, que só aceita pagar com PayPal. E que quando percebem que tal não é possível, abandonam o carrinho de compras e procuram comércios eletrónicos similares que aceitem PayPal como método de pagamento.

O estudo também concluiu que as companhias dos entrevistados obtiveram um lucro de 21.5 milhões de euros em três anos, face a um custo de 1.4 milhões de euros, que se traduzem num valor atual líquido de 20.1 milhões de euros e um retorno sobre o investimento de 1,465%.

 

Metodologia e realização do estudo

O estudo realizado pela Forrester Consulting e promovido pelo PayPal, seguiu a metodologia do Total Economic Impact (TEI), que ajuda as empresas a demonstrar, justificar e perceber o valor tangível de iniciativas de informática, tanto para a gestão superior como para os investidores. Para a realização do estudo foram entrevistadas cinco empresas de Portugal e de Espanha, que têm o PayPal implementado nas suas empresas em áreas tão diversas como o turismo, retalho, eletrónica ou moda.

O perfil dos entrevistados foi bastante diverso, já que incluiu desde gestores de E-Commerce a gestores de pagamento e proteção contra fraude. No que diz respeito ao tamanho das empresas, este estudo analisou companhias com um volume de faturação desde 30 milhões até 800 milhões de euros em vendas online e que conta desde 1.5 milhões até 35 milhões de visitantes por mês.