O nosso conceito está orientado para um nicho de mercado – o dos automóveis clássicos – e somos especializados na venda de viaturas para o mercado global tendo as exportações como principal volume de negócios”, afirma Bruno Silva, CEO da empresa.

Após a crise financeira, aumentaram os pedidos para investimentos alternativos como arte, vinho ou carros clássicos. O imobiliário passou a não ser o único investimento viável. Se ao contrário do que comumente se sabe sobre a desvalorização automóvel imediatamente no segundo a seguir à compra, no universo dos clássicos as contas são outras. Os clássicos ganham força na hora de investir e ganha cada vez mais adeptos.

Um dos melhores investimentos registados nos últimos tempos foi precisamente nos Porsche 911, com os donos do modelo a terem conseguido um acréscimo de valor de 683% nos últimos 13 anos.

Seja pela emoção e paixão seja pela questão financeira, o certo é que este mercado tem dado garantias de um retorno do investimento a médio-prazo.

Carro antigo ou clássico?

“Um automóvel antigo vai desde um carro obsoleto a um carro de coleção. O clássico pode ser considerado logo pelo lançamento, pela sua inovação, raridade, ou seja, nada tem a ver com a idade mas pelas especificidades”, explica o nosso interlocutor.

“Veículo Antigo”

O termo refere-se à idade do veículo. É uma classificação objetiva, mas que se tem revelado insuficiente, à medida que o critério da idade permitiu a abrangência cada vez maior de veículos. A palavra “antigos” foi a escolhida quando começaram a surgir as primeiras manifestações no sentido de preservar veículos obsoletos em termos tecnológicos, mas de alguma valia histórica ou afetiva.

 “Veículo Clássico”

Esta é a  definição mais abrangente. Por clássico entende-se algo que não sai de moda, devido às suas características de qualidade (tecnologia, desenho, utilização), pela sua importância histórica, raridade, exclusividade ou mesmo pela sua importância afetiva (o bom e velho carisma). Aqui, a idade não conta, já que existem automóveis a serem produzidos atualmente e que recebam essa categorização, como é o caso dos Morgan.

Todos se destacam pela forma como se distinguem da produção corrente de veículos motorizados. O que pode ser clássico num determinado contexto e mercado, pode ser desprezado num outro.

Antes da compra existem questões que deverão ser ponderadas e analisadas.

Fazer um estudo sobre a história, pontos fracos e pontos fortes, devemos procurar a nível de características, são algumas delas.

Conhecer o motor e os seus principais problemas a nível de motores ou de eletrónica; levar o carro a um mecânico de sua confiança para realizar uma inspeção minuciosa a todos os componentes, pois podem existir sinais de desgaste e de ferrugem que poderão passar despercebidos, por exemplo.

A Luxus & Veloce exporta maioritariamente para a Alemanha, Estado Unidos da América, França e Bélgica, o mercado nacional corresponde a cerca de 5% do seu volume de negócios. “Somos procurados essencialmente pela qualidade que temos vindo a provar ter, já angariamos prémios de clássicos e com um preço ainda bastante razoável”.

“Somos uma concessionária portuguesa de automóveis clássicos e desportivos. A nossa equipa tem uma grande experiência no mercado internacional de carros clássicos e nos mercados financeiros. O acompanhamento no pós-venda apesar da distância, é sempre  realizado de uma forma altamente personalizada tentando fomentar uma relação de confiança e proximidade com cada cliente.

A Luxus & Veloce trabalha com as principais empresas de logística e, por isso, o transporte é uma das mais-valias que a empresa oferece pois seja por terra, mar ou ar, está garantido.