Tem uma empresa? A Logicalbrain ajuda-o a pensar no que pode melhorar

Francisco Almeida, Engenheiro Informático, 57 anos, decidiu criar um projeto assente em Consultoria, Formação, Gestão de Projetos e Serviço de IT com base na sua vasta experiência em grupos de grande dimensão, como o Grupo Salvador Caetano e a Capgemini. O objetivo é realizar algo diferente utilizando a sua experiência e formação e sobretudo com o intuito de ser um “parceiro de negócios da forma mais transparente e honesta possível”.

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A aventura começou há quase há um ano e veio colmatar lacunas existentes em áreas como o RGPD: “havia poucas empresas a perceber e tratar esta área. Surgimos neste nicho de mercado e todas as relações de negócio prestadas até agora avaliam, analisam e corrigem processos de trabalho das empresas, com especial incidência na forma de trabalhar das pessoas”.

“Hoje, todas as áreas de atividade das empresas necessitam de processos bem definidos, seguros e totalmente adaptados às atuais necessidades informáticas. E, obviamente, colaboradores ou prestadores de serviço alinhados com esse objetivo.”

A LogicalBrain oferece, assim, serviços de consultoria informática, gestão de projetos e processos, proteção de dados, auditorias informáticas a sistemas de informação e arquitetura de sistemas, bem como produção de conteúdo e copywriting, em regime de outsourcing.

“Ter um firewall não livra as empresas de riscos informáticos”

“Esta é uma área interessante e desafiante porque o mercado precisa de quem realmente se interesse pela segurança informática. Raramente as empresas conhecem os riscos que correm”, esclarece o especialista, que explica que “a informação e a formação são fundamentais para combater estes riscos”.

Porém, apesar de se apontar o caminho a seguir, a alteração de hábitos e processos implementados é “de difícil concretização, com grande resistência à mudança”. Algo que, segundo Francisco, se contorna provando que a mudança é positiva. “Temos de transmitir conhecimento e provar às pessoas que elas vão trabalhar melhor, de forma mais fácil e com resultados surpreendentes”.

“Nem todos os riscos podem ser anulados mas podem e devem ser reduzidos. Depois de analisarem os resultados as empresas ficam recetivas. Passam a ouvir mais, a pedir conselhos. E a melhor forma de trabalhar é sempre em equipa, que deve ser ouvida e estar sempre envolvida. Depois, quem decide verá o fruto desta atitude.

“A palavra depende devia ser menos usada”

Por vezes reparo que é complicado responder à questão “o que é que faz na empresa?”. Normalmente respondem “Depende”, que fazem um pouco de tudo. Segmentar, compartimentar, criar procedimentos, são ações importantes para clarificar questões e responsabilizar intervenientes, reduzindo drasticamente os riscos existentes.

A passagem da informação entre os elementos das equipas de trabalho deve ser feita de forma cuidada e limpa, assim como a gestão deve ser objetiva e envolvente, resultando em produtividade pura. Documentar processos e procedimentos é quase como criar um livro de estilo que auxilia em situações de crise, simplifica ações e guia os colaboradores no sentido do que se espera que seja feito por cada um deles, de forma integrada.

“Fatiar o elefante”

O termo é aplicado a projetos, problemas, necessidades em geral, que normalmente possuem uma dimensão considerável e são de difícil execução. A estratégia que deve ser adotada é dividir (fatiar) essas necessidades em pequenas partes exequíveis, e esta é a maravilha da gestão de processos.

“Formação contínua”

“Uma parte considerável das empresas está sustentada em pessoas únicas, que utilizam no seu dia a dia metodologias pessoais, não formatadas. Essas empresas funcionam para elas e não elas para a empresa e essas pessoas sentem-se insubstituíveis. Nada mais errado. De forma a prevenir a falta que certas pessoas possam fazer, os empresários devem perceber a importância de formar continuamente os seus colaboradores”.

Porém, segundo o consultor, muitas empresas continuam a considerar a formação um custo e não um investimento. Aliados às necessidades das empresas, “os colaboradores devem aceitar e entender que quem mais vai ganhar com a sua formação são eles mesmos, são eles que vão ficar mais ricos em conhecimento”.

O que é urgente mudar?

“Formas e métodos de trabalho e nessa área a LogicalBrain colabora e ajuda a dinamizar. Os empresários têm de passar a ouvir mais e tentar que os seus colaboradores percebam que são realmente úteis e parte essencial do sucesso de um projeto. Pessoas motivadas e valorizadas trabalham melhor e sentem orgulho no seu trabalho.”