A Arquiconsult é uma empresa de consultoria de sistemas de informação, assente em tecnologias Microsoft, com o título de “Gold Certified Partner”.

Enquanto consultores entregam soluções de gestão assentes num amplo conhecimento de processos de negócio, de forma a colmatarem lacunas que as empresas clientes possam ter. Na sua oferta está inserida uma solução que promete descomplicar a obrigatoriedade da faturação eletrónica. arQEBI, é uma solução criada para agilizar a troca de informação entre clientes, enquanto entidades externas, que visa garantir o cumprimento de todos os requisitos legais que a Diretiva pressupõe. “Com a introdução da faturação eletrónica, fizemos ajustes e tornámo-la abrangente de forma a cumprir os requisitos legais pedidos na Diretiva. Conseguimos ainda muni-la de benefícios para os utilizadores como a questão de a tornar específica a cada necessidade, porque cada empresa é diferente das outras”, começa por explicar Paulo Marques que garante que tais adaptações, tornam a solução global mas ajustável às particularidades de cada empresa ao mesmo tempo.

“Esta era da transformação digital traz consigo algumas obrigações legais e o nosso papel é também ajudá-las a entender de que forma se podem adaptar ao mercado, para que consigam acompanhar todas as mudanças a que as tecnologias de hoje em dia obrigam”, completa.

Acompanhar a rápida inovação tecnologica é apontada como a maior dificuldade das empresas, e aqui reside a importância das IT e do seu conhecimento de forma a melhorar a execução de processos nas organizações. Como tal, a faturação eletrónica pode ser encarada como mais um desafio neste âmbito, que segundo Paulo Marques “não será nenhuma dor de cabeça, mas sim um ponto muito importante para reforçar a competitividade das organizações”.

 O Investimento em Tecnologias de Informação é, hoje em dia, veículo essencial para a otimização das diferentes funções de uma empresa e a garantia de um crescimento saudável, por isso, nenhuma empresa poderá prescindir de acompanhar a inovação se quiser ser competitiva.

A faturação eletrónica não traz nada de novo, até porque já se sabia que mais cedo ou mais tarde seria implementada, pois a Diretiva remonta a 2014. “A mudança e o burburinho acontecem agora porque passou a ser obrigatória do ponto de vista legal”.

Faturação eletrónica: o que é e o que muda?

“Uma fatura que foi emitida, transmitida e recebida num formato eletrónico estruturado que permite o seu processamento automático e eletrónico”, por isso, não é suficiente enviar via e-mail uma fatura em PDF para que esta seja considerada uma fatura eletrónica.

Os dados de uma fatura eletrónica deverão ser apresentados num formato definido pela União Europeia e que possa ser transmitido diretamente entre o emissor e o destinatário e processado de forma automática, embora o emissor de uma fatura eletrónica deva continuar a ter a possibilidade de garantir a autenticidade da origem e a integridade do conteúdo da fatura através de diversos meios, incluindo a assinatura eletrónica, de modo a assegurar a sua conformidade com a Diretiva.

“Há um mindset que é preciso mudar porque a fatura em papel vai deixar de existir. Assim como as incertezas que acompanham um envio da fatura. Olhando de uma forma positiva, as empresas têm aqui uma oportunidade de otimizar os seus negócios e garantir que os seus processos de cobrança e pagamento sejam cada vez mais simples, com acesso a uma informação mais fidedigna e ressalvar de eventuais surpresas”.

Prazos determinados

Para dar consequência a este desígnio nacional, o Governo estabeleceu uma adoção gradual da faturação eletrónica de modo a que todos os intervenientes, nomeadamente, as micro, pequenas e médias empresas, possam garantir a correta gestão da mudança relativamente a este processo.

As datas obrigatórias de implementação serão: 18 de abril de 2019 para o setor público, 18 de abril de 2020 para os restantes organismos públicos e para as grandes empresas e, ainda no mesmo ano, mas a 31 de dezembro para as micro e PME’s.