Pelcor: a marca amiga do ambiente

“A estratégia da Pelcor passa, essencialmente, por ser uma marca de Portugal para o mundo. Queremos chegar a todo o lado e permitir que toda a gente tenha acesso a um produto de boa qualidade, com um ótimo design e, sobretudo, um produto sustentável, eco friendly e que permita o bem-estar comum”, afirma Rui Tati, CEO da Pelcor. Venha connosco saber mais.

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Em 2016 Rui Tati assumiu o cargo CEO da portuguesa Pelcor e adquiriu a Mol – My Own Label, detentora da marca Pelcor e de todas as suas submarcas (Corky By Pelcor e Home By Pelcor). Como encarou este desafio?

Sou uma pessoa que gosta de desafios e retirar a Pelcor da situação em que esta se encontrava tem-se revelado ser um desafio, contudo, é também ele um desafio bastante interessante.

Alargar a presença a nível mundial é um dos seus objetivos, enquanto responsável da marca, bem como promover a expansão para novos mercados na Europa, África e Ásia. Fale-nos um pouco da nova estratégia da Pelcor.

A estratégia da Pelcor passa, essencialmente, por ser uma marca de Portugal para o mundo. Queremos chegar a todo o lado e permitir que toda a gente tenha acesso a um produto de boa qualidade, com um ótimo design e, sobretudo, um produto sustentável, eco friendly e que permita o bem-estar comum.

“Fascinado com a capacidade regenerativa do sobreiro e as qualidades inerentes à cortiça”, está entregue às preocupações ambientais e sustentáveis através da cortiça. A que objetivos se propõe agora alcançar?

O nosso principal objetivo é oferecer ao mercado um produto de qualidade, que permita um bem-estar comum, tal como mencionado, e que esteja disponível para qualquer um. Daí o nosso propósito futuro é ser uma marca com produtos inspirados na sustentabilidade da cortiça.

Atualmente a portuguesa PELCOR assenta numa dinâmica que une o design, a inovação e a sustentabilidade, através de uma linguagem percetível a nível global. Quais são os verdadeiros desafios, tendo em atenção que o mercado está cada vez mais global e exigente?

O desafio é, sobretudo, atender às exigências de todos os mercados onde estamos presentes. Necessitamos de ser uma marca homogénea, contudo, cada mercado tem as suas especificações e o verdadeiro desafio é adaptar-nos a cada um, mantendo sempre uma entidade única.

Pretende apostar em novidades exclusivas e numa maior diversidade de produtos. Que projetos estão, atualmente, em cima da mesa?

Pretendemos para o futuro da Pelcor alargar a sua oferta de produtos. Este é um ano que conta com novidades, essencialmente, novas apostas no que toca à gama de produtos que a nossa marca oferece. A nossa Nova Coleção APPAREL, uma nova e imprescindível linha de vestuário unissexo, para usar todo o dia, todos os dias!

É, ainda, administrador da Obras Publicas Lda, Angola, que detém a marca Café Náutico, e da UX Angola (emprego.co.ao). Enquanto empresário e líder, que papel pretende assumir no mercado africano?

A crise em Angola obrigou à redução da minha presença e do desenvolvimento da empresa Obras Publicas Lda, Angola, (entidade criada para manutenção de estradas). Mais tarde, foi desenvolvido o Café Náutico que, por diversos motivos ligados ao complexo em que está instalado, se encontra atualmente encerrado. No que concerne à UX Angola, empresa ligada à vertente social de procura de emprego, esta deverá tornar-se mais visível tendo em conta o novo período que o mercado angolano atravessa.

Uma maior interação entre os povos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a livre circulação são os objetivos a que novo secretário executivo da CPLP, o embaixador português Francisco Ribeiro Telles, se propõe alcançar. Estes são os fatores fulcrais para se fomentar as relações comerciais entre os países-membros? Existem outros?

Acho pertinente, temos soluções nos países-membros da CPLP que servem perfeitamente a nossa realidade. A minha ligação, através da UX Angola, é um perfeito exemplo destas oportunidades, no meu caso, vindas de Moçambique.

A cooperação económica entre os países-membros da CPLP é outro aspeto que tem vindo a ser bastante debatido. Considerada um dos maiores desafios da CPLP, esta cooperação é fulcral para fomentar o tecido empresarial dos seus países-membros?

Conforme mencionado na questão anterior, temos muitas soluções que podem e, sobretudo, devem ser aproveitadas. Na minha opinião já perdemos muito tempo.

A Pelcor continua a surpreender!

De Portugal para o mundo, o leque de produtos da portuguesa Pelcor continua a crescer. Depois de carteiras, guarda-chuvas, chapéus, acessórios de escritório e uma linha de calçado, a nova aposta é agora a Coleção APPAREL, uma nova e imprescindível linha de vestuário unissexo, “para usar todo o dia, todos os dias!”.

Pode encontrar todos estes produtos na Flagship Store no Príncipe Real, em Lisboa ou em pelcor.pt.