O tipo de imóvel preferido pelos investidores continuam a ser apartamentos, representando 76% do volume de transações, o equivalente a 63,6% do total de volume de negócio. Os clientes portugueses dominam e reforçam a sua posição como principal investidor nesta área de negócio, tendo sido responsáveis pela aquisição de 61,7% dos imóveis Collection transacionados o ano passado. Já os brasileiros foram a nacionalidade estrangeira que liderou a compra de imóveis de luxo. Relativamente à distribuição, parte importante do mercado Collection é o distrito de Lisboa, em que de destacam os concelhos de Oeiras e Cascais.

Nos dados agora apresentados pela RE/MAX Collection é possível ainda verificar que, no que respeita à tipologia dos apartamentos, os imóveis de duas e três assoalhadas foram os que reuniram maior procura, com um total de 62% imóveis movimentados, mais 5 pontos percentuais (p.p.), face a 2017. Já as moradias, que em 2017 representaram cerca de 17,1% do volume de transações da marca e 21,9% do volume de negócios total, viram a sua procura aumentar acima de um p.p., mas em imóveis de cinco assoalhadas.

Em 2018, manteve-se a preponderância dos portugueses como o principais clientes RE/MAX Collection, com 61,7% do total de transações registadas ao longo de todo o ano, seguidos dos clientes de nacionalidade brasileira e francesa, com 8,7% e 6,8%, respetivamente. O destaque vai para o aparecimento dos clientes espanhóis no top 5 de volume de negócios, assim como os belgas, que no primeiro semestre apostaram em poucas aquisições, mas de elevado valor, assim como os espanhóis ao longo do ano.

Para Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX, “o ano de 2018 foi excelente para a RE/MAX Collection e bastante representativo do crescimento sustentado deste segmento em Portugal. Os números não deixam qualquer dúvida sobre qual a marca que os investidores preferem quando procuram imóveis de luxo. A relação entre a qualidade do nosso portfólio e a formação especializada dos agentes da RE/MAX Collection tem justificado crescimentos de dois dígitos anualmente, que consolidam ainda mais a nossa liderança, também neste segmento. Os imóveis Collection representaram 2,3% dos imóveis gerais da rede RE/MAX, valor acima dos cerca de 1,5% registados em 2017, justificado por um maior enfoque da marca neste segmento tão especial, como também o próprio crescimento do número de profissionais devidamente certificados e, consequente, maior número de angariações por eles realizadas.”

Mesmo com critérios de angariação mais rigorosos face à concorrência, a RE/MAX Collection é líder destacada há quatro anos, sendo a imobiliária que mais imóveis de luxo vende no país. Segundo Beatriz Rubio, “O facto de os portugueses continuarem a afirmarem-se como os principais compradores neste segmento premium, só vem demonstrar que os ativos imobiliários são vistos como um investimento seguro em detrimento de produtos financeiros”, acrescenta a responsável.

 

Distrito de Lisboa fomenta volume de transações no segmento de luxo

 

Uma importante fatia do mercado Collection situa-se no distrito de Lisboa e em concelhos historicamente importantes como Oeiras e Cascais, mas em 2018, a RE/MAX Collection implantou-se em praticamente todas as regiões do país, ganhando uma dimensão verdadeiramente nacional. Tal como em 2017, Lisboa, Porto, Setúbal e Faro continuam a ser os distritos mais representativos do interesse e atenção dos investidores nacionais e internacionais.

De acrescentar que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” varia, existindo critérios diferentes noutras marcas. A RE/MAX Collection baseia-se em critérios de localização, preço, tipologia, design e arquitetura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, contudo, contemplados por outras imobiliárias.