Matosinhos Independente: 2.º encontro

A Plataforma de Candidatura à CM Matosinhos 2021, Matosinhos Independente (MI) vai realizar o seu 2.º encontro no dia 1 de junho (sábado), pelas 18h no Sea Porto Hotel em Matosinhos.

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Neste 2.º encontro terá uma 1.ªparte de conferência com Sofia Vala Rocha com o tema: Dificuldades de Ser Oposição, em que Joaquim Jorge, fundador do MI, será o moderador. E uma 2.ªparte, já sem a presença de Sofia Vala Rocha em que será feitos uma análise política sobre Matosinhos e o processo de candidatura do movimento MI.

Sofia Vala Rocha é vereadora (em regime de substituição) do PSD na CM Lisboa, jurista e participou no programa Barca do Infer­no, da RTP ao lado de Manuela Moura Guedes, Isabel Moreira e Raquel Varela, faz parte das personalidades, que não integram este movimento, mas acederam dar o seu contributo descomprometidamente, que vamos ouvir e aconselharmo-nos. (https://www.matosinhosindependente.pt/espacoCidadao/personalidades.html )

Sofia Vala Rocha tem-se notabilizado na oposição, pelos vídeos que têm feito a chamar à atenção das diversas lacunas do executivo do PS liderado por Fernando Medina e pelas crónicas no semanário Sol.

Mudar Matosinhos é uma responsabilidade de todos. Em democracia os cidadãos têm direitos e obrigações. Um dos seus direitos: é exigir ao executivo responsabilidades pelo uso do poder.

Repolitizar Matosinhos. A pergunta é se existe a possibilidade de que o pêndulo se desloque para o MI e seja possível desalojar o PS do poder?

Sabemos que não é tarefa fácil, mas não é impossível. O PS depois do 25 de Abril esteve sempre no poder, está na hora dos matosinhenses mudarem e darem oportunidade a outras pessoas, outras formas de pensar e de fazer política.

Em Matosinhos a maioria das pessoas depende do PS, em subsídios, nomeações, em todo o tipo de ajudas. Quem vive em Matosinhos, deve ser livre e tentar libertar-se dessas amarras com mais de 42 anos, viver sem favores, compadrio ou amiguismo.

Matosinhos tem que acabar com a “votocracia” em que os matosinhenses votam sempre no PS – temos que  demonstrar que o PS não é o dono de Matosinhos , temos qua acabar com os políticos de sempre,  a presunção de que sem “eles” não se consegue fazer nada, assim como, a  sobranceria que usa e abusa o PS em Matosinhos.

Temos que acabar com casos como a Realidade Social https://tvi24.iol.pt/sociedade/programa-ana-leal/ana-leal-negocio-com-4-milhoes-de-prejuizo-salva-candidatura-de-autarca-do-ps?fbclid=IwAR3OuU_ZYpJ1GUNvB1etxSDPcQMPtoNUP8M3eAqMEQt0ekrysUzSA1HPQPk)

ou Raf Park https://www.publico.pt/2018/03/25/local/noticia/do-raf-park-que-ia-trazer-multidoes-a-matosinhos-sobra-a-ruina-e-a-factura-paga-pela-compra-e-arrendamento-dos-terrenos-1807727

ou ajustes directos sem nexo https://www.cmjornal.pt/portugal/cidades/detalhe/ajuste-da-3500-por-mes-a-ex-gestora-municipal

ou negócios deste tipo. https://www.publico.pt/2018/11/20/local/noticia/matosinhos-reverte-permutas-resolver-erro-podera-sair-caro-cofres-autarquia-1851831

Matosinhos tem que deixar de ser subserviente ao Terreiro do Paço. Matosinhos é dos matosinhenses e não é de quem exerce o poder.

Assuntos como das obras do Porto de Leixões, a CM Matosinhos não deve nem pode ajoelhar-se ao Poder Central estando comprometida.

O frenesim de anúncio de obras e projectos como o da Quinta da Conceição, assim como outras. Essas obras já deveriam ter sido feitas e um pedido de desculpas aos matosinhenses por anos e anos de atraso. A mobilidade é uma lástima: vários desastres de automóvel provocados pelas lombas e camionetas a arder da Resende. https://www.jn.pt/local/noticias/porto/matosinhos/interior/acidente-em-s-mamede-faz-varios-feridos-10468729.html .

O MI teve um inquérito a decorrer (https://docs.google.com/forms/d/1mcU5-bRCuO1joiYKJ7G2iEeMEWIdNHNFKeoJX4MHGfY/prefill ). Os temas que mais preocupam os subscritores e simpatizantes: mobilidade; ambiente; subsídios; habitação.

Nesse inquérito  https://www.matosinhosindependente.pt/inquerito/index.html das várias razões para apoiarem este movimento sobressai: ser um movimento independente dos partidos, querer melhorar Matosinhos e ter à sua frente Joaquim Jorge.

Este encontro é importante para fazermos um balanço da recolha de assinaturas iniciada no início do ano.

O nosso objetivo está a ser conseguido, já temos cerca de 2.500 assinaturas.

1- 2.500 assinaturas até Junho 2019

2- 5.000 assinaturas no final de 2019

3- 5.000 assinaturas em 2020

4- 5.000 assinaturas em 2021

Apercebemo-nos que os jovens aderem mais facilmente, isso, deve-se a estarem mais abertos à mudança. O futuro é dos jovens e procurar cativar quem se abstém, no concelho de Matosinhos, a abstenção nas diversas eleições anda à volta de 50%.

Achamos que é natural um concelho dominado pelo PS há mais de 42 anos, os mais idosos mostrarem alguma relutância e já não acreditarem em nada. Mas temos que mudar essa mentalidade e dar-lhes alguma esperança e fazer-lhes ver que vale a pena.

É importante os matosinhenses saberem que assinar uma propositura é permitir que o Matosinhos Independente possa concorrer às autárquicas em 2021, que é diferente de o apoiar. Isso, com tempo temos que o merecer.

Há um nervoso “miudinho” contra o MI com calúnias e difamações à mistura. Afirmações deste tipo: “Uma candidatura autárquica deve ser composta por gente da terra”, “Joaquim Jorge quer um tacho”, “Joaquim Jorge quer formar um partido político”, “Não assinem as proposituras”, “Já há independentes que chegue em Matosinhos”, etc.

O Joaquim Jorge ser nascido e criado em S. Mamede de Infesta não interessa, o que interessa é outros virem de longe e nem serem de Matosinhos. Joaquim Jorge ser professor de carreira toda a sua vida, não é ter emprego! Santa ignorância! É proibido por lei na Constituição a existência de partidos regionais.

Por fim, assinar uma propositura é um acto cívico que se limita a permitir que o MI possa concorrer e seja alternativa, não é apoiar nem tem nenhumas implicações.

Em Matosinhos há medo e receio de tudo, mas também, nos apercebemos de quem está há muito tempo no poder ter medo e receio de perder os seus lugares e privilégios.