Regresso ao Rali de Portugal é momento especial para Bruno Magalhães

Seis anos depois, Bruno Magalhães regressa à mais emblemática prova do desporto automóvel português, o Vodafone Rali de Portugal, quarta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis. Piloto navegado por Hugo Magalhães nunca disputou o atual formato da prova, mas quer colocar o Hyundai i20 R5 na luta pelos primeiros lugares do CPR.

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A última participação de Bruno Magalhães no Rali de Portugal remonta à época de 2013, ainda na versão algarvia do evento pontuável para o WRC. Depois disso, o tricampeão nacional apostou numa carreira no Campeonato da Europa FIA de Ralis (ERC), que culminou com o título de vice-campeão europeu em 2017 e o 3.º lugar em 2018. Agora, na época em que regressa ao Campeonato de Portugal de Ralis, Bruno Magalhães tem também a oportunidade de voltar a disputar o mais importante e mediático evento do automobilismo português, defendendo as cores do Team Hyundai Portugal.

“Sim, este regresso é um momento especial porque qualquer piloto português quer estar no Rali de Portugal, por tudo o que esta prova significa para o nosso desporto”, referiu Bruno Magalhães, que regressa ao CPR depois do pódio obtido no Azores Rallye.

“Será a primeira vez que disputo o Rali de Portugal desde o regresso da prova à região Norte, por isso grande parte dos troços serão uma novidade para mim. Por outro lado, senti no Monday Test que demos um passo em frente na afinação do carro após os Açores, e além disso tivemos um bom feeling com os pneus Michelin que são usados no Campeonato do Mundo. É fundamental ter confiança no carro para sermos competitivos ao longo de todo o rali, que deverá ser bastante duro e disputado. Toda a equipa fez um excelente trabalho de preparação e agora só nos resta dar o máximo para tentar entrar na luta pela vitória entre os portugueses”, concluiu o piloto do Hyundai i20 R5, navegado como é hábito por Hugo Magalhães.

Disputado entre quinta-feira (dia do Shakedown) e domingo, o Vodafone Rali de Portugal é a quarta prova pontuável para o CPR, tendo um total de 10 classificativas e 174,85 kms cronometrados no evento nacional, cuja classificação é determinada após a especial de Amarante 1, no sábado.