Inovação, tecnologia e inteligência artificial são as palavras-chave desta empresa que quer marcar a diferença através do desenvolvimento de soluções focadas nas pessoas. Por sua vez, as soluções desenvolvidas na IOTech são transversais e adaptáveis a qualquer organização.

És prestador de serviços? Procura mais clientes? O ioHub ajuda-o com a sua rede de serviços em tempo real e com todos os serviços numa só aplicação.

Pretende melhorar o registo de presenças em eventos e atividades da sua organização? O ioAttend ajuda-o com a marcação de presenças através de smartphones.

Sabe como tirar partido dos dados gerados pela sua empresa? O ioServ sabe, colocando o know-how da IOTech ao serviço da sua empresa.

Procura novas soluções para a sua empresa? Encontre-as no iostore.

Procura simplificar o processo de visitas e reuniões da sua empresa? O ioGuest é a porta de entrada dos seus visitantes.

Como vê, todas as soluções são endereçadas para resolver problemas sociais, agregando serviços que estão ao alcance de todos através da tecnologia.

Mas como surge, portanto, a IOTech? Filipe Portela confidencia-nos que o bichinho do empreendedorismo sempre esteve lá resultado, talvez, do facto de descender de uma família ligada aos negócios. “Tanto a minha mãe como a minha avó tiveram o seu próprio negócio durante muito tempo. Aliado a isso, passei pelo desafio de me candidatar à presidência de uma junta de freguesia, o que me fez olhar para a sociedade de outra maneira. Comecei a questionar-me de que forma poderia melhorar o dia-a-dia das pessoas e colocar a tecnologia ao seu serviço”, começa por nos explicar Filipe Portela.

Para o nosso entrevistado a tecnologia não estava a ser devidamente aproveitada para ajudar, de facto, a sociedade. “Os problemas existem, a tecnologia existe, portanto esta é a altura de criar algo diferenciador para tentar resolver esses problemas. Somos, assim, desde a sua génese, uma startup diferenciadora com um projeto inovador e com o propósito de inovar no dia-a-dia”, acrescenta.

A IOTech tem, assim, como foco os problemas da sociedade, os negócios e as pessoas. “Qualquer uma das nossas soluções tem de ser aplicada de forma a que as pessoas sejam beneficiadas. Antes de lançarmos o produto para o mercado fazemos sempre um trabalho de investigação, identificamos uma carência ou uma falha, contactamos as empresas e só depois de se mostrarem recetivas é que desenvolvemos uma solução completamente personalizada e adaptada à organização”, diz-nos Filipe Portela.

Exemplo disso é a solução que a IOTech desenvolveu para a Riopele, a ioGuest, para solucionar problemas relacionados com todo o processo inerente desde a marcação de uma reunião à chegada das visitas à empresa. O principal objetivo é simplificar e automatizar todo o processo de agendamento, gestão e realização de qualquer visita que ocorra dentro da organização.

Mais tarde, e sendo Filipe Portela professor universitário, a IOTech identificou um problema relacionado com a marcação de presenças o que resultou na criação de uma parceria com o Instituto Politécnico do Porto para a criação do ioAttend que tem como principal objetivo simplificar o processo de marcação de presenças, em determinado espaço, com autenticação tripla: pessoa, local e dispositivo (p. ex. smartphone).

“Tudo isto são customizações à medida”, afirma Filipe Portela. “Em termos da IOTech não desenvolvemos produtos fechados, queremos ser antes um parceiro que acrescenta valor. Qualquer organização pode recorrer às nossas soluções que são facilmente adaptadas ao sistema que já exista na empresa”, diz-nos, ainda.

Com uma plataforma de prestação de serviços, o ioServ, e com produtos customizados às necessidades das empresas e focados nas pessoas, a IOTech assume-se como uma empresa de pessoas com ideias inovadoras, fora da caixa e que quer fazer algo diferenciador. “Não nos ficamos só pelo fazer. Aliamos a componente da investigação ao desenvolvimento das nossas soluções. A par disso, tenho uma equipa focada e dedicada que sabe onde queremos chegar”, adianta Filipe Portela.

Resultado de outro problema detetado na sociedade foi a ioAcademy. “As empresas não estão preparadas para as universidades e as universidades não estão preparadas para as empresas. Por isso, aquando da criação da empresa foi fundada, simultaneamente, uma academia interna, a ioAcademy. Através de parcerias com as instituições de ensino superior são recrutados alunos em fase de aprendizagem. “Esses alunos não vêm trabalhar para a IOTech, vêm aprender. Para isso os nossos colaboradores têm definido um número de horas por semana para ajudar na sua formação. Com isto estamos a criar uma equipa muito forte como resultado da formação, experiência e know-how adquiridos na academia”, conclui Filipe Portela. ▪

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