Alexandre Farto aka Vhils, a partir de um convite da Fundação Rui Osório de Castro, realizou um workshop com um grupo de crianças entre os 7 e os 18 anos em tratamento no IPOFG de Lisboa. Proporcionou um dia diferente a estas crianças e a alguns familiares que as acompanharam. Visitaram o estúdio do artista e ficaram a conhecer várias das técnicas por ele utilizadas. Mas tiveram também a oportunidade de pôr a mão na massa e de serem eles próprios os artistas.

A iniciativa inseriu-se num trabalho que a Fundação Rui Osório de Castro desenvolve regularmente. Como explica a diretora-geral da Fundação, Cristina Potier: “Trabalhamos todos os dias para estas crianças e para as suas famílias. Através da informação, porque sabemos que famílias informadas são famílias mais tranquilas, e a apoiar a investigação, porque também sabemos que sem investigação não se evolui. Estas iniciativas são pontuais mas dão-nos uma satisfação enorme. É uma experiência ímpar. A oportunidade de conhecer o Vhils e trabalhar lado a lado com ele é algo que aquelas 10 famílias nunca mais irão esquecer. Obrigada ao artista e à sua equipa por terem tornado este momento uma realidade.”

Alexandre Farto também transmitiu a sua perspectiva: “Já não é a primeira vez que colaboramos com a Fundação Rui Osório de Castro e a experiência é sempre muito boa. Hoje foi um dia muito especial pela oportunidade de partilhar o meu processo de trabalho com este grupo de crianças, a minha equipa esteve lado a lado com elas, a preparar billboards que fazemos com posters de rua, e foi para nós muito enriquecedor.”

De recordar que em outubro de 2018 o artista, em parceria com a Underdogs, doou a receita da venda de cinquenta serigrafias e dez provas de artista da edição Intangible, que se destinou aos projetos informativos e de apoio à investigação em oncologia pediátrica da Fundação. Já o resultado deste workshop em especial será doado ao IPOFG e deverá ficar exposto.