Prémio  “Best Procurement Organisation”

Este prémio é o resultado de uma parceria da APCADEC com a EIPM, uma organização europeia que tem uma estrutura definida e de vanguarda na área do procurement. Os profissionais portugueses submeteram a candidatura e foram avaliados. A EFACEC arrecadou o primeiro prémio e foi então reconhecida como a melhor empresa em termos de boas práticas organizacionais na área do procurement.

Este foi o 4º evento nacional da associação, a cargo da atual direção, e “com um quadro muito interessante, os oradores deste ano tornaram esta iniciativa muito mais rica”, referiu Carlos Lourenço, Presidente da APCADEC.

AGENDA:

4 DE SETEMBRO

Estão abertas as inscrições para o Bootstrap Workshop EIPM com o apoio da APCADEC!

A APCADEC organiza uma sessão de esclarecimento em Lisboa com a equipa do EIPM, no próximo dia 4 de Setembro, das 09h30 às 17h00, com o objetivo de explicar e facilitar o processo para o Prémio Europeu que será divulgado em Paris no final deste ano pelo próprio Peter Kraljic.

LISBOA 30 DE OUTUBRO

WORKSHOP DE FORMAÇÃO:

contract management: A sua importância
e implementação efetiva nas organizações

PORTO/MAIA 26 DE NOVEMBRO

EVENTO:

impacto do procurement e do contract management na geração sustentável de valor

 https://www.linkedin.com/company/apcadecprocurement/

 

O que eles dizem…

Patrícia Carvalho – APCADEC  “A APCADEC visa com estes eventos trazer mais notoriedade e fortalecer as competências dos profissionais de procurement no âmbito da sua atividade. Com este evento, em particular, procuramos trazer a temática do next generation e fruto daquilo que tem sido a presença da APCADEC em eventos internacionais, procuramos trazer também oradores internacionais que focam, por um lado, uma perspetiva mais académica e por outro lado a perspetiva do ponto de vista do negócio” 
Patrícia Roxo – APCADEC “Hoje, o profissional do procurement tem uma influência e impacto maior dentro das organizações. Antigamente as valências não eram muito exploradas, era muito mais operacional. Hoje as empresas entendem que o “fazer compras” não é algo fácil e que requer muitas outras competências como a capacidade de negociar. Vamos tentar perceber como pode o profissional de procurement se pode reinventar”
Carlos Lourenço – APCADEC “A APCADEC começou pelas grandes empresas e evoluiu tanto que hoje tem empresas de todos os tamanhos e todas elas importam muito. Trabalhamos no sentido de dignificar a profissão e também de promover as boas práticas que é cada vez mais relevante nos dias de hoje”
Pedro Bobião – Bureau van Dijk “É um gosto enorme estar hoje aqui e é ainda um gosto maior falarmos de riscos. O mundo do procurement é um mundo cada vez mais estratégico, mais evoluído e mais orientado. Está na hora de percebermos que a gestão de risco pode ser a mais-valia na gestão e é este o contributo que espero ter dado”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nuno Milagres – Vortal “Escolhemos quatro pontos que consideramos essenciais para discutir sobre a área de procurement: a importância do planeamento, quanto mais investirmos nesta área maior será o retorno; a tecnologia e os esforços que têm de ser feitos para a implementação da mesma nas empresas; as redes de negócio, neste ponto queremos abordar a gestão de fornecedores e por fim o medir o desempenho, fazer balanços… Amanhã já é “next” e há muito por fazer”
Miguel Frasquilho – TAP “O procurement tem passado por várias fases e tendências, quer de abordagem quer de perceção. A transformação digital trouxe desafios, mas principalmente oportunidades. Apesar dos 74 anos, a TAP está cada vez mais jovem”
Frank Rozemeijer – Universidade de Maastricht “Qual é o futuro desta área? Esta foi uma boa pergunta que surgiu já há alguns anos. Nessa altura queria saber-se como seria a próxima geração de procurement… pois bem, a resposta é valor, valor e valor. Cada vez mais esta profissão vai receber o reconhecimento devido. A criação de valor não tem sido fácil devido à volatilidade, incerteza e ambiguidade que acontece a nível global no supply chain”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Phillippe Armangaud – Senior Advisor “Como atrair os supllies em Portugal é a grande questão. Felizmente estamos numa era em que se pensa cada vez mais de forma global”
Isabel Santos – Sogrape “A área do procurement tem vindo a ser cada vez mais um acrescento de valor, pelo menos é assim que se verifica no setor vitivinícola. Em Portugal não temos muitos fornecedores, mas temos uma enorme preocupação para que corra tudo bem em toda a cadeia. Essa é a principal razão pela qual muitos fornecedores querem trabalhar connosco”
Marcell Vollmer – SAP “A criatividade define tudo aquilo que o futuro do procurement será. A inteligência artificial está a mudar o mundo e por isso a forma de como trabalhamos. A mudança nunca foi tão rápida quanto é agora e nunca mais será lenta. Por isso, devemos concentrar-nos em elevar o procurement através da disrupção digital. As empresas têm de começar a investir em tecnologia”
Bernard Gracia – EIPM “Compras e procurement começam a ser vistas como áreas de estratégia nas empresas e isso faz todo o sentido”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pedro Silva Caldeira – NOVA SBE “Sou um entusiasta das compras e acho que são a área mais interessante numa empresa. O papel das compras é fundamental para os gastos e desenvolvimento das empresas”
João Matos – Universidade Católica “Estamos a discutir a questão da formação e eu sei que a formação tem de ser contínua na área das compras. Se ficarmos nas compras pelo preço qualquer um o faz, a negociação é outra história e que é o que realmente torna esta área tão mais complexa”
César Pestana – Porto Business School “A função do comprador tem que ser valorizada no mercado. Daí a importância destes eventos. É importante começar a olhar para esta área como uma parcela importante de um todo”
Luís Ferreira – Universidade Coimbra “A formação na área de compras em Portugal ainda tem um longo caminho a percorrer. O mercado não solicita às universidades a formação necessária e por isso há um desequilíbrio no mercado”
João Crespo Carvalho – INDEG-ISCTE “Na minha opinião não há mercado suficiente para esta área. É um mercado muito difícil. A norte de Portugal é mais fácil por haver mais indústria. O nosso mercado é pequeno e por isso enveredamos pela via internacional ou então morremos…”