O nosso Compromisso com Angola é de Aço

Luís Diogo, Diretor Geral da Fabrimetal Angola, afirma que aquilo que distingue esta empresa é o facto de tentar, desde 2010 – ano da sua criação - superar as expetativas dos clientes. Por esse motivo, e para mostrar um pouco mais de si, irá marcar presença na Feira Internacional de Luanda – FILDA, de 16 a 20 de novembro.

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De 16 a 20 de novembro irá realizar-se a Feira Internacional de Luanda (FILDA).
Sendo uma empresa com sede no Pólo Industrial de Viana, Angola, a 25km de Luanda, a Fabrimetal é uma das organizações angolanas que cria impacto desde que iniciou a sua produção, em 2010. Assim, qual o compromisso que tem vindo a marcar o percurso desta marca para com o mercado e populações que a acompanham?
De facto, temos criado um impacto muito significativo no mercado. O nosso compromisso com Angola é de Aço! Penso que é esta atitude de comprometimento e resiliência por um lado e por outro lado a constante busca de superar as expectativas dos nossos clientes, que de certa forma nos diferencia.

De que forma a Fabrimetal tem tido a oportunidade de ajudar o país, construindo uma forma de vida sustentável para a sua comunidade e ligações sólidas para um futuro forte?
Como já mencionado, o início de produção da nossa unidade Industrial teve um impacto muito grande no mercado nacional. A nossa indústria impactou positivamente na economia, pois o valor agregado gerado é substancialmente positivo, senão vejamos: Fomentamos a economia circular, reutilizando resíduos de materiais ferrosos e transformando os mesmos num produto final de qualidade internacional; Geramos muito emprego. nacional direto, ao empregar cerca de 500 colaboradores, o que nos permite dizer que indiretamente geramos rendimento a cerca de 2500 pessoal, se conciderarmos que cada agregado tem 5 membros; Ao adquirirmos cerca de 500 toneladas de materiais ferrosos/dia, a cerca de 15/20 fornecedores, estamos aqui também a gerar renda a muitas famílias e por outro lado a contribuir fortememente para a formalização da economia; A colocação no mercado do nosso produto, inicialmente apenas Varão de Aço para armaduras de Betão e agora recentemente com o início de produção de Cantoneiras, Barras e perfis, impactou positivamente na redução das importações e aumento das exportações, pois já estamos a exportar para os mercados limitrofes.

Foi em julho do presente ano que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) comemorou 25 anos de história. Como é que olha para a evolução que se deu ao longo de todos estes anos e da qual a Fabrimetal pôde e poderá continuar a contribuir?
Olhamos de forma positiva, sendo que somos de opinião que se poderiam ter dados passos mais significativos, para benefício de todas as partes envolvidas, nomeadamente no que toca à mobilidade de pessoas e bens. A Fabrimetal, no âmbito das suas atividades e enquanto exportador de produtos siderúrgicos, pode contribuir de forma significativa para o aumento das trocas comerciais entre os Países da Comunidade de Língua Portuguesa.

Sabemos que a Fabrimetal trabalha diariamente para a economia local, oferecendo alternativas competitivas e de qualidade para o consumo da região. Podemos afirmar que este é também um dos grandes objetivos para a Lusofonia? De que forma a marca promove a união com os restantes países de língua portuguesa?
Como referi anteriormente, sendo a Fabrimetal uma Empresa de direito angolano e integrando um grupo empresarial com forte presença em Africa, a Fabrimetal tem todo o interese em aumentar as trocas comerciais com os restantes paises da Comunidade, alargando o seu volume de exportações. Para tal penso ser importante sejam dados passos mais significativos na livre circulação de pessoa e bens dentro da comunidade. Desta forma a CPLP será efetivamente um bloco económico muito importante.

De 16 a 20 de Novembro irá realizar-se a Feira Internacional de Luanda (FILDA) – um evento multi-setorial de exposição e negócios que junta anualmente empreendedores nacionais e internacionais, e no qual a Fabrimetal irá marcar presença este ano. Que expetativas e objetivos estão previstos para esta participação?
As expectativas são grandes! Agora com a reabertura gradual da economia, esperamos voltar a ter uma FILDA com muitas presenças, quer nacionais quer internacionais. Para nós é sempre importante estar presente neste evento, pela importância do mesmo no contexto nacional e agora mais ainda por termos diversificado a nossa Produção e aproveitar esta “montra” para divulgar os novos produtos.

No âmbito da CPLP, como descreve a importância de eventos como a FILDA?
É muito importante! Este tipo de eventos permite estreitar mais as relações comerciais e fomentar mais negócio. Somos de opinião de que deveria existir um evento anual onde as empresas pertencentes aos países da CPLP pudessem estar presentes, expondo as suas potencialidades, para fazer Network e aí desenvolver mais negócios.

A terminar, que novas etapas estão a ser desenhadas a médio e longo prazo para o futuro da Fabrimetal?
Estamos sempre em movimento…! Em outubro de 2020 concluímos um processo de reinvestimento de cerca de 21 Milhões de Dólares, com a implementação de uma nova linha de laminação para produção de Cantoneiras, Barras e Perfis, implementamos novo sistema de filtragens de fumos da unidade industrial e aumentamos a capacidade de processamento de sucata, com a aquisição de novos equipamentos. No momento atual estamos a preparar um novo aumento de capacidade produtiva, passando das atuais 12.000 Toneladas/Mês para 15.000 Toneladas/Mês.