Scoring lança edição 2021 da certificação “TOP 5% Melhores PMEs de Portugal”

Num mercado em que cada vez mais a conquista e manutenção de clientes está assente em pequenos detalhes, a afirmação da idoneidade da empresa e do reforço da reputação da marca no mercado que esta certificação representa, geram confiança nos clientes e assim potencial para ter um impacto positivo nas vendas. Em entrevista à Revista Pontos de Vista, Carlos Gouveia, CEO da SCORING, explica como funciona a certificação e quais as garantias de rigor e isenção que esta classificação apresenta.

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A avaliar pelo número de empresas certificadas, esta certificação está a ter muita aderência junto das empresas nacionais?
É verdade. No último ano, certificámos mais de 1.250 empresas, cuja soma do volume de negócios ultrapassa 1% do PIB. Trata-se de uma certificação com mais-valias claras para as empresas, alicerçada num método validado cientificamente e aplicado com rigor e isenção (inclusive com auditoria anual Bureau Veritas).

Como foi o percurso para chegar até aqui?
A SCORING foi criada em 2018, 100% nacional, e esteve praticamente dois anos em investigação para o desenvolvimento do “ScorePME”, o método de classificação económico-financeira que está na base da certificação Top 5% Melhores PME de Portugal. Este projeto teve o apoio financeiro Portugal 2020 e contou com a participação de doutorados em gestão e de consultores na área financeira e marketing.

Como funciona a certificação?
A SCORING, a partir da IES (que é a informação das contas anuais), determina quais são as empresas que estão no Top 5% Melhores PME de Portugal, em termos de desempenho e solidez financeira.
Sem qualquer intervenção das empresas, baseamo-nos nos indicadores económico-financeiros que avaliam os dois principais objetivos empresariais, neste domínio: gerar resultados e ter solidez financeira. As empresas que cumprem determinados requisitos (volume de negócios mínimo, entre outros), são classificadas em comparação umas com as outras, pelo método ScorePME, sendo atribuído um Índice de Desempenho e Solidez Financeira (IDS). Ora, só 5% das PME nacionais cumprem simultaneamente os requisitos e têm uma notação SCORING/IDS “Excelente”.

Quais as garantias de rigor e isenção?
São várias. Desde logo, como os dados são obtidos de fonte oficial (IES), ficam asseguradas a independência face às empresas e a veracidade dos dados.
Depois, o rigor e a isenção da aplicação do método ScorePME são confirmados pela Bureau Veritas (multinacional acreditada junto do IPAC). Pode ler-se no texto do certificado da BV que a «base de dados é fiável com os dados contidos no IES», que o «algoritmo utilizado para determinar o IDS cumpre o método» e que a notação «ScorePME foi comprovada matematicamente e por métodos alternativos».
Um parecer científico, emitido por docentes do ensino superior doutorados em gestão, atesta a validade do modelo face à teoria de gestão e que o mesmo tem aptidão explicativa face ao que avalia.
Finalmente, as classificações são depositadas na ASSOFT – Associação Portuguesa de Software, reforçando os direitos de autor e a integridade das classificações.

Certamente entregam um Selo de Certificação às empresas. E que mais?
Sim. As empresas, ao fazerem a adesão, recebem um conjunto de recursos que lhes permitem comunicar e partilhar esta distinção com os seus públicos e assim gerar as mais-valias subjacentes.
Desde logo, selos Top 5% Melhores PME de Portugal, personalizados com o NIF e designação da empresa. As empresas podem usá-los na assinatura de email, site, redes sociais, estacionário, viaturas, entre outros.
Um certificado comprovativo da classificação atribuída, subscrito por docentes universitários doutorados em gestão, acompanhado de relatório financeiro explicativo.
Página própria e personalizada em toppme.pt (plataforma digital para divulgação das empresas certificadas), incluindo testemunho com foto para quem o pretenda.
E, finalmente, ações de divulgação das empresas certificadas, em diversos meios de comunicação especializados na área de economia e empresas.

Quais as mais-valias desta certificação?
Num mercado em que cada vez mais a conquista e manutenção de clientes está assente em pequenos detalhes, a afirmação da idoneidade da empresa e do reforço da reputação da marca no mercado que esta certificação representa, geram confiança nos clientes e assim potencial para ter um impacto positivo nas vendas.
Também os colaboradores se sentem mais motivados: o orgulho de pertencerem a uma equipa ganhadora e a uma empresa estável. Em particular, aqueles que participam mais ativamente nas vendas e fidelização, têm ao dispor mais uma “ferramenta” de trabalho e comunicação para atingirem os seus objetivos.

Como é que as empresas podem ser certificadas? É complicado?
Muito simples. É um processo em três passos.
Como já dispomos dos dados financeiros disponíveis na IES, não solicitaremos nenhuma informação ou documentação. O que é necessário?
1- Preenchimento do formulário de elegibilidade/adesão, disponível no site da SCORING (scoring.pt);
2- Se a empresa apresentar sustentabilidade financeira “Excelente”, recebe e-mail com essa informação, acompanhado de orçamento de adesão (sem qualquer compromisso de fidelização);
3- No prazo de três dias úteis após confirmação da adesão, a empresa recebe o certificado, o selo e os outros recursos de comunicação para fazer a divulgação (sem limite temporal de utilização).

 

Uma palavra final para as empresas que ainda possam estar indecisas?
Tal como fomos dizendo ao longo desta entrevista, afirmar a sustentabilidade financeira, reforça a reputação da empresa, e isso gera confiança em clientes e colaboradores, com potencial para aumentar as vendas e a produtividade. Comunicar uma certificação financeira SCORING é uma excelente forma de o fazer: é simples, é factual, independente e com garantias de rigor.