31 Anos de SoftFinança

São já 31 anos que marcam a história da SoftFinança. De forma a celebrá-los, em conversa com a Revista Pontos de Vista, o CEO Luís Teodoro e o Fundador Jorge Carvalho, revelaram os aspetos que têm vindo a contribuir para que cada vez mais esta seja uma empresa sólida e com o rigor que desde sempre lhe é característico. Conheça-os.

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A SoftFinança é uma marca que consolida parcerias com os clientes fundamentadas na experiência e know-how que foram ao longo dos anos sendo acumuladas em projetos e soluções de engenharia nos mais diversos setores. Para o CEO, Luís Teodoro, toda esta conquista deve-se fundamentalmente a duas características que acompanharam o mindset da equipa naquele que era o caminho para o sucesso. “por um lado o profundo conhecimento dos setores de atividade onde operamos, que nos faz ser uns parceiros naturais por excelência para os nossos clientes e, por outro lado, a qualidade e a inovação daquilo que entregamos”. Sabemos que foi uma marca que começou por trabalhar na área dos ATM em Portugal numa altura em que a Transformação Digital ainda se encontrava nos seus tempos primitivos. E por isso, a SoftFinança foi pioneira neste setor que hoje em dia tanto diz a toda a sociedade. “Temos vindo a acompanhar desde essa altura tudo o que tem a ver com alteração de processos que conduzem à inovação, ou seja, esta é uma mais-valia que nos acompanha desde o primeiro dia”, afirma Luís Teodoro. Aliado a todo este espírito inovador, esta é uma empresa que sempre esteve orientada a realizar uma permanente pesquisa dos projetos que são feitos internacionalmente, bem como a realizar um acompanhamento das tendências, para que desse trabalho pudessem, naturalmente, sair frutos. “Retirar conclusões e colher aprendizagens para aportar na realidade de cada país, uma vez que operamos em áreas muito específicas, torna-nos também uns parceiros com grande valência para os nossos clientes”, sustenta o CEO.

Inovação como foco primordial

Se a inovação é nos dias de hoje uma prioridade no seio de todas as empresas, para a SoftFinança foi desde 1990 este o foco. “A inovação para nós é a única forma que temos para continuar a trazer valor acrescentado aos nossos parceiros, só aportamos valor se lhes proporcionarmos satisfação das suas necessidades, usamos, portanto, a inovação para encontrar melhores soluções. Para nós inovar é a única forma de sustentar uma relação de continuidade para os nossos clientes”, garantem os interlocutores. Esta é precisamente umas das características que diferencia a marca das restantes no mercado, porque, segundo Luís Teodoro, “fomos sempre uma companhia especializada em alguns setores de atividade, o que tem feito com que sejamos reconhecidos como especialistas nessas áreas”. Para os entrevistados, parar de inovar nunca será uma opção, uma vez que os mercados onde operam são altamente dinâmicos, e “se deixarmos de inovar deixamos de trazer valor acrescentado aos nossos clientes e, consequentemente, deixamos de ter alternativas para nos complementar”, por isso sabem que para garantir a solidez da operação da SoftFinança, a inovação é um fator-chave. Fruto da inovação que prestam, mas não só, a SoftFinança tem uma notoriedade acima da média. Isto porque quando se fala dos mercados onde opera – banca, retalho, saúde – é reconhecida com excelência e numa posição muito privilegiada, o que naturalmente estimula toda a equipa gerando vontade de fazer mais e melhor.

O impacto da pandemia

Sabemos que a pandemia que ainda hoje vivemos impactou os mais variados setores de atividade e a SoftFinança naturalmente não foi exceção. Dentro de todos os aspetos negativos que a Covid-19 trouxe, a verdade é que a resiliência e a boa comunicação interna, característica de uma empresa como esta, tornou a adaptação a esta nova realidade um processo muito menos doloroso. Assim, segundo o CEO, foram várias as medidas adotadas de forma a minimizar o desconforto e insegurança de toda a equipa. “todas as pessoas em que as funções o permitiam, passaram a estar em teletrabalho e isso levou-nos a rever fundamentalmente os padrões de segurança, para poder ter as pessoas a trabalhar em ambientes remotos, mas no nosso setor de atividade, as tecnologias de informação, já tinham mostrado há muito que o teletrabalho era uma realidade possível, embora não muito adotada”. E sendo o teletrabalho cada vez mais uma atração para a maioria dos trabalhadores, naturalmente que este veio trazer aos da SoftFinança “uma maior satisfação e conforto, numa área de continuidade em que as pessoas se habituaram e vivem isso com naturalidade”. No reverso da moeda estava a falta de socialização que, a dada altura, as pessoas começaram a sentir. Foi então que os nossos entrevistados, a pensar no bem-estar de toda a sua equipa encontraram “um mix, de forma a que as pessoas pudessem equilibrar a sua função profissional com as suas solicitações particulares, conjugando dias em teletrabalho com dias em presencial”, e é nesse regime híbrido que se mantêm até hoje.

A internacionalização como futuro

Estes 31 anos de experiência, aliados a uma diversidade de clientes e serviços, é o que permite à SoftFinança responder dos mais simples aos mais complexos desafios exigidos no mercado onde atuam, quem o afirma é o CEO da marca, Luís Teodoro. Isto porque “a acumulação da experiência enriquecida por esta multiplicidade de realidades que cada cliente aporta acaba por nos dar uma perspetiva mais versátil que nos permite ter o desempenho que temos”, assume. Trilhado um caminho de sucesso e com os olhos postos no futuro, a SoftFinança iniciou um processo de internacionalização com a abertura de um escritório no Senegal, tendo também iniciado atividade na República Dominicana. Luís Teodoro garante mesmo que o foco neste momento é “crescer internacionalmente, fundamentalmente no setor financeiro, nestas duas geografias: países africanos de língua francesa, baseada no nosso escritório de Dakar e na América Latina, baseada na nossa atuação na República Dominicana”. A verdade é que – nada surpreendente – em qualquer uma das novas atividades, a SoftFinança já conquistou novos clientes. A verdade é que é de extrema importância internacionalizar uma empresa como a SoftFinança, uma vez que o mercado português se esgota a uma certa altura. E é por isso que “o mais importante é abrir novas frentes para podermos continuar a crescer, porque o nosso objetivo é crescer numa altura em que se vislumbra um mercado português que começa a atingir uma maturidade em que a perspetiva de crescimento já não é muito alta, portanto encontrar novas formas de desenvolvimento é fundamental”, sustentam os entrevistados. Ainda assim, não descurando o nosso país, dentro do mercado nacional, a estratégia passa por continuar a reter os clientes de vários anos, “continuar a crescer nos setores mais tradicionais e ao mesmo tempo entrar nas áreas mais inovadoras que são a área da saúde e do retalho, onde temos uma presença mais recente”, confessa Luís Teodoro garantindo ainda que em Portugal o objetivo é precisamente aumentar o número de clientes nestas mais recentes áreas onde atuam.

A gratidão de celebrar o 31º aniversário

Jorge Carvalho, Fundador da empresa, foi quem a fez nascer e quem acompanha todos os passos desde o primeiro dia. Por outro lado, Luís Teodoro, enquanto CEO, caminha de mãos dadas com esta que é a sua segunda casa há oito anos, e orgulhosamente afirma que “ver crescer este sonho e fazer parte desta história de sucesso é uma honra muito grande”. Em tom de finalização, e de maneira a celebrar este 31º aniversário, os interlocutores garantiram um enorme orgulho em terem conseguido trazer a companhia até esta data com a estabilidade que possui. “Por outro lado, aquilo que nos permitiu chegar aqui foi um conjunto de recursos internos: os recursos humanos são uma pedra fundamental e muitos deles estão connosco desde o início, o que demonstra que esta equipa, estável e muito profissional, é um fator que nos permite olhar para os próximos anos com muita segurança”, asseguram. Além disso, e parte fundamental do sucesso de uma marca tão bem vincada no mercado: os clientes. “Temos a sorte de ter a merecida confiança dos nossos clientes que continuam a apostar em nós e que nos vai permitir, ano após ano, ir continuando a estar presente e aumentar a ligação aos mesmos”, garantem Luís Teodoro e Jorge Carvalho. A promessa da SoftFinança prende-se então em continuar com as particularidades que os identificam, bem como olhar para novas perspetivas: a evolução tecnológica e dos negócios. “Queremos continuar a manter a relação de parceria que construímos no caminho que fizemos para chegar ate aqui”, finalizam.