Crossjoin Solutions: Pessoas, Processos e Tecnologia

Com uma história de 13 anos, e uma porção de tantas outras para contar, a Crossjoin tem caminhado lado a lado com a otimização de sistemas de informação dos seus clientes e parceiros no mercado global. Entre «dores de crescimento» e uma resiliência sem medida, a empresa é hoje reconhecida pelas suas competências técnicas e humanas, impulsionadas pela paixão que reside na casa Crossjoin. O Board, composto pelo CEO João Modesto, por Rodrigo Garcia, Delivery Executive Leader e Mauro Farracha, Delivery e Engagement Manager, contou à Revista Pontos de Vista de que forma estes valores se complementam e resultam na expansão da marca.

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A Crossjoin nasceu pelas mãos e mente ousadas de João Modesto, que acreditava incessantemente no grande impacto que as suas ideias poderiam ter na vida das pessoas e no tecido empresarial. Após 13 anos de ambições concretizadas, ergue-se no mercado mundial esta empresa portuguesa de consultoria focada na otimização de sistemas de informação, que procura implementar ações para melhorar a performance dos seus clientes e, consequentemente, assegurar níveis elevados de qualidade e competitividade.

Surgiram assim, quatro statements de compromisso que, ainda hoje, são verdadeiros guias e servem de inspiração: “Technology is our business, our passion”;  “Delivery in quality and with time”; ”Solutions that simple work”; “Proactive consulting”. Integridade, sustentabilidade, diligência, comunicação e transparência são os valores que sustentam não só o ADN da Crossjoin, mas também o sucesso que a marca vê vincado no mercado até ao momento.

Certo é, este sucesso baseia-se também no compromisso que o Board assume perante a restante equipa. Constituído por João Modesto, Rodrigo Garcia e Mauro Farracha, as suas diferenças complementam-se o que promove a visão de sucesso da Crossjoin.

Sabemos, de antemão, que a liderança é incorporada num tempo e contexto específico e deve ser continuamente reinventada e atualizada, uma vez que reúne pessoas, influências e interações. Partindo deste pressuposto, o espírito da Crossjoin permitiu que a imagem de «one man show» concedesse lugar à liderança partilhada do Board – e este é, pelo olhar do mesmo, um ponto crucial nas conquistas da empresa. “O Board da Crossjoin é constituído pelos Crossers, que no nível de carreira, estejam na posição de Partner (não necessariamente sócio) ou Associate Partner. A visão da Crossjoin passa, em primeira instância, por este gabinete em proximidade com o gabinete estratégico constituído pelos PLMS (Product Line Managers), os quais traçam as diretrizes mestras da área de inovação, culminando em táticas e práticas a serem integradas no motor de entrega. Do Board, fazem parte três elementos, que certamente, no futuro, na ascensão dos PLMS, novos elementos serão incorporados, constituindo um executivo que, por mérito de competências e experiência, enriquecem a contribuição na direção e dinâmica da empresa”, sustenta João Modesto. Mauro Farracha acrescenta ainda que “somos uma liderança que ouve, essencialmente. Temos uma visão estratégica única e queremos que todos estejam alinhados de acordo com o ADN da empresa, sendo que, para isso, damos empowerment à equipa”.

É por isso relembrado diariamente o conceito de Crosser, a equipa aprende a trabalhar rapidamente, trabalha com paixão e é orientada em prol do objetivo; mas também de Joiner, por respeitar os princípios, valores e a organização dos clientes, parceiros e colegas. Aqui, todas as vozes contam e todas, sem exceção, são tomadas como uma só: a Crossjoin.

Mentalidade Inovadora inerente à Crossjoin

Sabe-se que a eficácia das soluções Crossjoin têm um denominador comum: a inovação. Desde os projetos de transformação digital e de negócio, onde se incluem serviços de otimização de sistemas de performance de IT, gestão de incidentes e problemas, monitorização e métricas, entrega contínua de automação, design e aconselhamento de sistemas de arquitetura, entre outros; à resiliência operacional, que permite que os clientes se foquem no seu core business enquanto a equipa da Crossjoin está a monitorizar, analisar, otimizar e controlar os seus processos e sistemas para atingir as necessidades e expetativas de performance dos mesmos; à Arquitetura e Processos de IT, que fornece serviços de engenharia que cumprem com o Service Level Agreement mais exigente.

Contudo, ainda antes destes serviços inovadores, internamente, é necessário desenvolver uma mentalidade inovadora e ter uma visão prioritária sobre a mesma. Faz, por isso, parte da cultura da Crossjoin focar-se no talento jovem, promover e potenciar recém-licenciados ou os “futuros líderes”, tal como o Board refere. É exatamente por este motivo que existe a Academia Crossmind: sendo um centro de excelência e um local para aqueles que estão a entrar no mercado de trabalho, é uma oportunidade para os jovens ganharem experiência e competência. É, assim, uma formação imersiva e intensa, com uma alta componente prática, para que os seus participantes adquiram conhecimento, competência e atitude necessárias que irão, consequentemente, acrescentar valor à Crossjoin.

“São seis meses em que, associado a um desenvolvimento prático, os participantes podem assimilar a cultura, a metodologia, os processos e a gestão da Crossjoin. No fundo, aprendem e, sobretudo, compreendem o ADN que identifica a empresa. Acreditamos muito que, se todos tiverem as ferramentas e os meios adequados, saberão sempre o próximo passo a dar e que, por si só, irão com toda a certeza acrescentar valor”, afirma Rodrigo Garcia.

Serve esta Academia para demonstrar a garra e a audácia em aprender rapidamente, em trabalhar com paixão, sem descurar do objetivo. No fim, e pelo mérito e experiência acrescida, o prémio é ser finalmente um Crosser.

Acompanhar as evoluções e os desafios do mercado

É do conhecimento geral que o mundo, a sociedade e os setores de atividade têm um ritmo cada vez mais acelerado. Por conseguinte, a mudança é uma constante visível a todos os níveis que, aos olhos de muitos, poderá contemplar facetas complexas que exigem novas ferramentas para as suas soluções.

A par dos desafios inerentes às evoluções do mercado, o modelo de entrega, com centro de competências, nearshore ou local, permite à Crossjoin oferecer o «tamanho certo» e as «pessoas certas» para os desafios futuros sem comprometer o empenho, o conhecimento especializado e a qualidade da entrega.

“O facto de partilharmos esta paixão pela tecnologia e o facto de estarmos organizados desta forma, faz com que diariamente acompanhemos as novas tecnologias e nos motive a fazer diferente. Tudo isto, claro está, ajustado aos sinais que a sociedade e a indústria nos conferem no que concerne às melhores práticas, às trends futuras e até aos desafios que os próprios clientes nos dão. Na minha perspetiva, no campo da inovação da Crossjoin, há dois pilares que nos definem: o nosso ADN e os desafios externos, que mantêm a nossa mente inquieta por fazer melhor”, assegura Rodrigo Garcia. João Modesto complementa esta ideia referindo que “não há inovação sem research, e o nosso trabalho é mesmo esse. Não há erro maior do que pensar que a solução para determinado problema já existe – não há dois problemas iguais. Há, por isso, na Crossjoin, um espírito muito grande de investigação e é dessa forma que os serviços que apresentamos não são standart mas sim personalizados”.

Importa ainda referir que, a Crossjoin, está ao alcance dos clientes também no sentido de os acompanhar a tomar os melhores caminhos. Este serviço reúne as condicionantes que o cliente tem, podendo, desta forma, aconselhá-lo sobre aquilo que é, ou não, mais adequado.

Já apelidada como “Problem Solvers”, a Crossjoin procura incansavelmente inovar, estudar e verificar quais as melhores práticas do mercado e adequá-las, assim, aos princípios que movem a empresa e a distinguem no mercado.

A importância da segurança das informações e de dados

O avanço ininterrupto das tecnologias da informação trouxe para cima da mesa questões relevantes no que diz respeito à segurança das informações e de dados. Importa compreender, então, na atualidade, a importância que uma boa gestão de riscos cibernéticos e potencialidade na segurança das informações acarreta no tecido empresarial.

Primeiramente,  do  ponto  de  vista  interno,  e perante os casos reais de ataques cibernéticos que hoje conhecemos, a Crossjoin tem do seu lado a garantia em como os seus processos de entrega são certificados no que diz respeito à segurança pela norma ISO27001. A Crossjoin reconhece a vitalidade da necessidade de se proteger contra riscos cibernéticos, assim como assegurar a proteção dos seus dados e dos seus clientes.

Porém, e face ao momento atual de Portugal, para João Modesto há medidas que se deveriam estabelecer. “Acredito que ainda se faz muito pouco, ou por falta de sensibilidade e prioridade, ou por falta de informação ou visibilidade dos casos reais que ocorrem em Portugal e em todo o mundo, ameaçando a sobrevivência de muitas empresas e a proteção dos dados pessoais. Infe- lizmente existe uma grande perda de imagem quando alguma entidade é vítima de ataques cibernéticos. Quando vem a público algum inci- dente de alguma organização de grande visibili- dade, a Crossjoin ganha maior recetividade dos seus clientes para dar seguimento a questões relacionadas com a segurança. Não é por acaso que foi precisamente nesses momentos que ganhámos mais oportunidades de negócio nesta área. O mercado continua a reagir somente em problemas identificados. E isso é o oposto da segurança, uma vez que a mesma recai sobre a prevenção”, esclarece.

Nos seus primeiros anos de lançamento no mercado, a Crossjoin já se tinha apercebido que as suas metodologias, ferramentas e resoluções de problemas de performance, bem como as suas auditorias preventivas, alavancavam a sua área de oferta de segurança. Assim, o cerne da questão, no que respeita à cibersegurança, passa atualmente pela sensibilização do problema, para que todos tenham conhecimento sobre os erros que não se deveriam repetir. “Mas, se os outros não partilham esses mesmos erros, não contribuem para uma comunidade mais segura, e o hacker triunfa”, garante João Modesto. Mauro Farracha esclarece ainda que “tem a ver com o mindset. Só as grandes empresas, muitas delas ligadas à área financeira, têm essa preocupação. Os restantes setores de atividade começam agora a ter, mas ainda estão muito no início”.

O papel da Crossjoin no processo de transição digital

A transição digital está destinada, essencialmente, à capacitação do desenvolvimento de uma economia mais assente em tecnologia. Posto isto, a Crossjoin assume a convicção de que, este processo, está ao alcance de qualquer empresa. Mas de que forma?

Primordialmente, importa destacar o facto de a Crossjoin ser a única alternativa cirúrgica com a solução adequada às causas do problema. Quer isto dizer que não é uma marca genérica, nem especialista numa só tecnologia ou área, mas antes especialista em performance e sistemas de informação, resiliência operacional, qualidade de serviços de sistemas de informação na resposta às necessidades do negócio dos clientes.

Segundo João Modesto, “tipicamente, em todos os negócios de it, há um fornecedor e há um cliente. com os nossos clientes/parceiros, construímos um triângulo na interação, criamos focus identificando soluções, ou seja, nós somos a empresa estratégica na hora do rollout. A nossa expertise transversal permite fazer um diagnóstico e perceber onde é que estão os pontos de vulnerabilidade”.

A Crossjoin consegue, desta forma, aportar valor em quatro dimensões: Firefight – onde os Arquitetos Seniores de Performance irão diagnosticar e analisar cada um dos processos e sistemas selecionados, end to end, camada por camada; Certificação – ou carimbo de qualidade; Full Stack Architecture Advisory – com uma abordagem holística, com vista a otimizar Pessoas, Processos e Tecnologia, a Crossjoin tem-se destacado com excelentes resultados nos seus clientes na apresentação e implementação da visão da transição digital que os mesmos desejam; e por fim, Managed Services – onde cumpre níveis de serviço e indicadores de qualidade, com excelência e resiliência, em importantes organizações nacionais e internacionais.

“Com uma oferta diversificada, e ainda assim, com um focus no QOS (Quality of Service) dos processos de negócio, no que confere a tecnologias de informação, cobrindo todas as camadas técnicas e agnósticas em termos de vendors e tecnologias, a Crossjoin é o parceiro tecnológico ideal para organizações em todos os setores do mercado, que apostem na transição digital”, assevera Mauro Farracha.

Inovação orientada para o futuro

O tempo é inadiável quando se fala em inovação. Por este motivo, o Board da Crossjoin, juntamente com os restantes elementos da equipa, apesar de pensarem nos desafios de hoje, não se deslembram dos de amanhã – não fosse esta uma organização criativa, com vontade imensa de conquistar e construir.

Assim, não esquecendo da força motriz que move a Crossjoin, o foco continuará a ser a aposta nos jovens: o objetivo é o de criar um legado para que, passem os anos que passarem, a empresa continue a ser identificada pelas melhores práticas no seu setor. “Estamos a construir o futuro e isto faz parte do crescimento, criar oportunidade para o próximo, criar postos de trabalho. E se há algo que nos apercebemos é que hoje a tecnologia não traz soluções, mas traz peças para as construir, e nós temos muitas delas. Estes jovens têm ideias e muitos sonhos e nós queremos dar-lhes voz. Não nos podemos esquecer que, um dia, quando tínhamos a idade deles, também éramos assim e que algumas portas se fecharam por não termos equipas ou capital de investimento para as desenvolver. Faltavam-nos as ferramentas. Portanto hoje, é nosso dever apostar neles”, concluiu.

À parte disso, será também um desafio utilizar as tais «peças» anteriormente mencionadas, e aplicá-las em prol do bem da humanidade. É missão da Crossjoin servir-se da sua forma de ser ousada para resolver problemáticas que dizem respeito à segurança, pobreza, saúde, ambiente, entre outros, e, assim, abrir o leque ao mundo através das suas soluções. É por isso importante caminhar em direção ao desenvolvimento de produtos inovadores e disruptivos que ditarão o futuro da marca – algo que está previsto para o ano de 2023.

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