Financial Liberty – Liberdade para poupar

Proporcionar às pessoas a liberdade financeira que merecem, é o lema com que Vanessa de Oliveira e Fernandes e Celso Fernandes, há quatro anos, criaram a Financial Liberty. A CEO da marca conversou com a Revista Pontos de Vista acerca da evolução paulatina que tem vindo a traçar, de mãos dadas com a sua equipa – que tanto estima. Além disso, confidenciou as mais-valias que o Crédito Consolidado acarreta na vida da sociedade, isto porque, a missão é só uma: ajudar a poupar. Sem julgamentos e sempre com a compreensão que tanto a caracteriza.

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Vanessa de Oliveira e Fernandes, por força da vida, entrou no mercado de trabalho numa área totalmente distinta daquela em que se formou. No entanto, “fazer a diferença no mundo”, esteve, desde sempre, claro, nos propósitos que a movem. Iniciou o seu trajeto na área da banca – onde permanece até hoje – e foi neste segmento que começou, desde cedo, a entender as preocupações e dificuldades financeiras das pessoas. Apesar de inesperado, este foi um percurso que acabou por conduzi-la ao patamar onde atualmente se encontra. Nasceu então, em 2018, pelas mãos da entrevistada e do seu marido Celso Fernandes, a Financial Liberty. “Na minha empresa, eu quero trabalhar para as pessoas e ajudá-las, acima de tudo. Toda a gente que me rodeava, na altura que tomei esta decisão, acreditou em mim, e por isso estou aqui hoje”, inicia a mesma.

Financial Liberty: atinja a sua liberdade financeira

A Financial Liberty caracteriza-se por ser uma empresa de confiança para todos aqueles que passam por processos burocráticos no que diz respeito aos seus créditos. Quatro anos se passaram depois da sua criação e a fundadora, com orgulho, garante que “o balanço é muito positivo. Quando a Financial Liberty nasceu foi num contexto em que sabia que precisava de trabalhar, faz parte da vida adulta para viver. Seja a fazer algo que se goste ou não, a vida financeira de cada um interfere muito com a vida social e profissional. Portanto, o caminho que temos vindo a traçar faz-me sentir realizada não só porque chegamos a algumas pessoas e fazemos a diferença na vida delas, mas sobretudo porque a equipa que temos vindo a reunir e a construir, já incutiu os valores que nós queremos transmitir”.
O propósito de entregar ao cliente com aquilo que é mais vantajoso para ele a nível de poupança é o valor mais importante que Vanessa de Oliveira e Fernandes e Celso Fernandes transmitem a quem começou este projeto ao seu lado e a todos os que, com o passar dos anos e a evolução da marca, têm vindo a integrá-la. Até porque, este é o mais valioso desiderato e que tanto caracteriza pessoal e profissionalmente esta equipa. Aqui falamos de uma ambição máxima: satisfazer a 100% os clientes. Segundo a CEO, “somos diferenciadores precisamente por isso. Mais do que para números económicos pessoais, nós trabalhamos para a economia no geral porque se existir maior liberdade financeira por parte do consumidor, todo o circuito vai funcionar melhor, a economia vai circular. É uma gota no oceano, e se todos contribuirmos vamos rapidamente fazer uma lagoa”.
Sendo uma empresa que atua em vários níveis de intervenção perante um mercado que cada vez mais se mostra competitivo, torna-se fulcral, tal como a entrevistada referiu, se diferenciarem das restantes. Nesse sentido, a mesma garante que, acima de qualquer técnica, zelam por trabalhar para as pessoas, ir ao encontro do que cada uma procura. “Trabalhamos para aumentar o poder de compra e, dessa forma, dar alguma estabilidade a quem nos procura”, sustenta.
Além disso, a Financial Liberty atua como intermediário de crédito junto do Banco de Portugal, o que por si só é uma mais-valia, tendo em conta que em momento algum o cliente é cobrado. Mas de que forma a equipa procura, diariamente, encontrar as melhores soluções para se tornar o parceiro ideal com um serviço credível e de confiança? A verdade é que, no que diz respeito à vida financeira, existe um estigma difícil de quebrar. “Sei perfeitamente que falar da vida financeira é difícil. Assumir que talvez não esteja assim tão boa quanto se quer transmitir, é difícil para as pessoas, precisamente pelo estigma que ainda existe. Mas no nosso trabalho, é muito importante conhecer as pessoas. A nossa empresa não cobra nada, e o facto de estarmos vinculados com o Banco de Portugal também é um dos motivos que contribui para isso, é mais uma certeza de que nós, em momento algum, vamos cobrar o que quer que seja ao cliente”, garante Vanessa de Oliveira e Fernandes.
Como se não bastasse, a CEO da Financial Liberty, confidenciou que esta é uma marca que, desde sempre, procura ter um papel social. Isto é, “não fazemos créditos apenas para fazer dinheiro. Acontecem algumas situações de burlas e, infelizmente, há muitas pessoas que acreditam e se deixam enganar. É aqui que entra a nossa responsabilidade social porque há pessoas que nos procuram para fazer crédito pessoal para efetivamente mandar dinheiro para esse tipo de burlas. Portanto, acredito que esta sensibilidade que temos também nos diferencia, mais do que números, procuramos fazer a diferença na vida de quem nos procura”.

Crédito Consolidado: uma Solução Única

O core business da Financial Liberty é o Crédito Consolidado – embora façam outros. “Quando abri a empresa foi precisamente para poder trabalhar neste tipo de crédito. A minha experiência mostrou-me que em termos de organização, é muito mais benéfico. Porque damos poupança às pessoas. Nos créditos não há julgamentos, toda a gente já fez e quem não fez vai fazer”, esclarece a interlocutora.
O que sabemos é que o Crédito Consolidado se caracteriza por ser uma solução financeira que permite juntar todos os créditos, num único. Vanessa de Oliveira e Fernandes explica que “o Crédito Consolidado significa que cada crédito que uma pessoa faz, tem um seguro associado, por norma, pelo menos o seguro de vida. Aquilo que nós tentamos fazer é juntar tudo o que é cartões e créditos numa única prestação. O facto de ter um único crédito significa que a pessoa tenha um único seguro, um único dia de prestação… e em termos de organização, flui de muito melhor forma”. E acrescenta que “se uma pessoa tiver dois créditos e necessitar de mais um, não há problema, porque podemos consolidar e pedir a liquidez adicional. Portanto, pode juntar os atuais créditos e pedir um outro valor. O Consolidado não passa apenas por juntar os créditos, mas na realidade, pode juntar o que tem e pedir um valor adicional”.
Deste modo, é possível entender que esta é uma solução que permite aos clientes, no fundo, reduzir as despesas. Além disso, o nível de risco, para outra instituição, no futuro, caso os clientes necessitem de outro tipo de crédito – habitação ou automóvel, por exemplo – é bastante menor. “Quanto mais dispersão de crédito existir refletido no mapa de responsabilidades, mais indícios de cliente de risco é apresentado. É importante que não exista muita dispersão de crédito, senão torna-se um cliente de risco. Há clientes que muitas vezes nos dizem que vão aos seus bancos e não lhes aprovam os créditos que necessitam, e isto acontece porque normalmente têm várias linhas de crédito que mesmo que sejam de valores pequenos, resultam em muita dispersão. Portanto, isto representa risco para as instituições bancárias”, sustenta Vanessa de Oliveira e Fernandes.
O que também não podemos deixar de referir é a realidade que hoje o nosso país apresenta. Apesar de as atividades já terem regressado à sua normalidade, Portugal atravessa ainda os efeitos da crise pandémica. A juntar a este momento de incerteza, existe ainda o facto de a inflação estar a atingir, neste momento, novos máximos históricos. Podemos mesmo afirmar que, se existe um momento em que o Crédito Consolidado se destaca como uma alternativa viável e estratégica, é agora. Segundo a entrevistada, “tem que ser feita uma reeducação económica, portanto é importante ver onde se está a gastar mais dinheiro. Se pudermos poupar e colocar algum valor de parte e manter o nosso bom pagamento, é ótimo. Não apenas em situação de pandemia, mas também agora no atual contexto das taxas de inflação a aumentar. Em alturas como esta é ótimo reduzir os encargos que se tem, por uma questão de segurança”.
Não restam dúvidas: a eficácia deste serviço é extremamente importante. E como se não bastasse, é uma opção de crédito destinada a qualquer pessoa. Desde que esteja inserida no mercado de trabalho, obviamente. “Mesmo quem tem apenas um crédito e quer fazer outro para algum projeto, pode juntá-lo ao que já tem e fica tudo num único valor”, sustenta a CEO da marca.

Equipa coesa, é a chave para o sucesso?

Certo é que da Financial Liberty fazem parte profissionais de excelência, formados para realizar um trabalho exímio, mas nem só nesses fatores se prende o êxito de uma organização. Seria inevitável falar do quão a boa gestão de recursos humanos faz diferença no seio da Financial Liberty, isto porque, este é mesmo o veículo mais importante para alcançar o sucesso.
Para Vanessa de Oliveira e Fernandes, “todas as habilitações são extremamente importantes, mas os valores humanos, para nós, são os mais importantes. Somos humanos, trabalhamos com pessoas e para pessoas, é importante termos profissionais analíticos, mas mais do que isso, são fundamentais pessoas com valores humanos. Muito embora apostemos em formações mais técnicas, os valores humanos, ou se têm ou não se têm, e, portanto, quando fazemos o recrutamento, estes valores já são tidos em conta. Aqui, é fulcral o valor humano das pessoas que nós precisamos e procuramos”.
Primar pela felicidade das suas pessoas, são características que compõe o ADN da CEO e das suas equipas, daí a importância de que todos se guiem pelos mesmos valores: humanismo, espírito de missão e de equipa. Por esse motivo, a interlocutora não hesita: “neste momento sinto-me completamente realizada com a minha equipa, e todos eles me fazem falta.”

A importância da liderança positiva

Quando falamos de ser mulher no seio empresarial, nomeadamente em cargos de liderança, são, ainda hoje, levantadas algumas questões. Mas não para a nossa interlocutora que garante nunca se ter sentido discriminada por ser mulher, “nem da parte dos colaboradores, nem da parte de parceiros”. Isto porque, para a mesma, “a liderança tem que ser positiva, seja ela masculina ou feminina. E a verdade é que tanto homens como mulheres conseguem ter, ambos, lideranças positivas se quiserem. É algo que advém dos valores que cada um aporta.”
Se a nossa entrevistada pudesse dar um conselho a todos os que gostariam de enveredar e construir carreira profissional na área da intermediação de crédito, seria só um: ser humano. “Ter alguma humildade também. É o principal, porque depois, não nos construímos sozinhos, quem está do nosso lado constrói-nos também. As empresas são feitas de pessoas, mas nós, os líderes das empresas, também somos feitos de quem trabalha connosco. Daí ser tão importante que exista muito humanismo da parte de todos, e compreensão também”, sustenta.
Além de uma profissional de mão cheia, esta é uma mulher que muitas ambições ainda tem por realizar, em qualquer vertente da sua vida: pessoal e profissional. Inesperadamente, por trabalhar na área da banca, a marca que Vanessa de Oliveira e Fernandes gostaria de deixar no mundo seria a de que, “o dinheiro deveria ser apenas um pequeno pormenor na vida das pessoas. Lamentavelmente sinto que as vezes se perdem vidas porque elas não valem tanto, e a verdade é que as vidas têm o maior valor de todos. A vida é tão importante para ser comprada ou para cada vida ter um preço diferente do outro. É essa mensagem que quero passar: o dinheiro não tem que moldar a vida de ninguém, nem pessoal nem profissional. Por isso é que nascemos com o propósito do crédito consolidado, porque acho que é a melhor forma de fazer mudar esta mentalidade”.
No que diz respeito ao futuro da Financial Liberty, o mesmo só pode ser favorável. Isto porque, a equipa está a aumentar, para que cada vez mais se recebam e satisfaçam os clientes – com tudo o que caracteriza a marca: humanismo e a missão de os ajudar. Já no que diz respeito a desafios que se aproximam, Vanessa de Oliveira e Fernandes confidencia que “o grande desafio do futuro será consolidar o crédito habitação. Porque comprar casa faz parte, culturalmente, dos projetos de cada pessoa. Portanto, vamos apostar mais neste crédito habitação, passo a passo. Queremos muito ajudar na concretização deste que é um sonho transversal a todas as pessoas. Este é o nosso projeto para o futuro, que também sabemos que é muito importante”, termina.