Wealins – 30 anos a ser um parceiro de Excelência no mercado

A WEALINS celebra, no presente ano, três décadas de história – o mundo evoluiu, o mercado avançou e, com eles, esta marca de referência no setor segurador, prosperou. Esta cronologia de sucesso é agora descrita por Letícia Soares, Country Manager Portugal que, nas linhas seguintes aborda o compromisso que hoje se mantém em trabalhar lado a lado com os parceiros e clientes, uma vez que são estes os fortes impulsionadores da motivação que dá asas aos resultados promissores do presente e, principalmente do futuro desta companhia.

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A WEALINS tornou-se, ao longo de 30 anos, num parceiro de confiança e um dos principais atores no setor dos seguros de vida que operam sob o regime da Liberdade de Prestação de Serviços do Luxemburgo. Como nos pode descrever não só papel do empenho e da experiência da marca, como a relação que a mesma construiu com o cliente nas últimas três décadas?
Ao longo destes 30 anos, a equipa WEALINS tem vindo a desenvolver a sua abordagem ao mercado. No nosso cerne, apoiamos uma abordagem centrada no ser humano. A nível interno, contamos com mais de 120 especialistas pluridisciplinares e multilingues que, devido à sua proximidade com todos os mercados, compreendem as expetativas dos parceiros e seus clientes e são movidos por uma vontade permanente de inovar para melhor compreender e satisfazer as necessidades dos nossos clientes.
A experiência da nossa equipa, bem como o conhecimento e compreensão aprofundados dos quadros regulamentares e fiscais de cada mercado permite-nos oferecer um serviço de qualidade.
A WEALINS desenvolveu uma abordagem de parceria exclusiva, que reúne profissionais reconhecidos nas áreas da gestão de ativos e estruturação de patrimónios.
A nossa visão de colaboração com os nossos parceiros permite-nos partilhar know-how e ajuda recíproca, oferecendo a melhor solução possível, garantindo o respeito pela natureza exclusiva e privilegiada da relação entre o cliente e o parceiro em questão.
O nosso objetivo no mercado define-se a longo prazo: compromisso com a excelência – prestando um serviço de excelência aos nossos parceiros, fortalecemos a relação destes com os seus clientes.
A noção de “foco no cliente” e a satisfação dos nossos parceiros e dos seus clientes estão no centro da nossa atividade. Aspiramos à excelência. Todos os nossos colaboradores têm domínios de especialização específicos, e as sinergias entre as nossas equipas permitem-nos criar soluções que respondem às exigências do mercado. Têm sido todas estas características que ao longos destes 30 anos nos transformaram num parceiro de confiança.

A equipa dedicada da WEALINS realizou um roadshow em nove cidades europeias – incluindo Lisboa – para agradecer a confiança no mercado. Quão importante foi (e é) este contacto próximo com as cidades que, com a empresa, têm escrito uma história de sucesso?
Estes eventos são de extrema importância. Afinal só estamos a celebrar 30 anos graças à confiança dos nossos parceiros. São eles que nos motivam a melhorar todos os dias, a superar-nos. Por isto, este tipo de evento não demonstra apenas o quanto estamos comprometidos com o mercado, mas também é uma forma de agradecer aos nossos parceiros a confiança depositada ao longos dos anos.

A verdade é que a WEALINS tem, efetivamente, caminhado e crescido lado a lado com diversos mercados, nomeadamente o português. Na qualidade de Country Manager Portugal, como analisa o país relativamente ao setor segurador?
O setor segurador, nas suas várias vertentes de vida e não-vida, continua a ter um papel muito importante na sociedade, não só na proteção dos nossos bens, mas também da nossa saúde e poupanças. Considero que o setor segurador em Portugal tem vindo a adaptar-se a todas estas mudanças e desafios resultantes das alterações climatéricas, a pandemia, a guerra, entre outras.

A indústria dos seguros está a lutar para crescer e manter a rentabilidade em mercados mais maduros e voláteis em termos de condições económicas. Considera que Portugal é um mercado maduro neste tipo de soluções? De que forma a WEALINS tem impulsionado o crescimento do mesmo?
Portugal é sem dúvida um mercado maduro neste tipo de soluções. Os nossos parceiros reconhecem as vantagens para os seus clientes e, face ao quadro legislativo e às últimas crises económicas pelas quais o país tem passado; a segurança que esta tipologia de produto encerra é fator diferenciador no mercado português. Apesar da notória maturação, considero que Portugal continua a ser um mercado em crescimento, não apenas pela maior procura por esta gama de soluções de forma transversal, mas também pelo crescendo de estrangeiros que cada vez mais escolhem Portugal para residir.
Considerando que temos muitos parceiros internacionais que nos procuram de cada vez que um seu cliente muda a sua residência para Portugal, entre eles nórdicos, brasileiros e franceses, a WEALINS acaba por impulsionar o mercado português, apresentando as melhores soluções, sempre em conformidade com o quadro jurídico e legal do país.

Não é só a procura pela gama de soluções que a WEALINS oferece que está a evoluir com o tempo, também a procura de estrangeiros que pretendem residir no país está a aumentar. Por que motivo considera que temos vindo a assistir a este crescendo de estrangeiros em Portugal?
São várias as razões que poderemos encontrar para este crescendo de procura por Portugal. Aliás, poderia dizer-se que estamos “na moda”.
Desde o facto de Lisboa e Porto serem cidades cosmopolitas, que em nada ficam atrás a qualquer outra cidade europeia, a segurança, a qualidade da nossa gastronomia, bem como o facto de sermos um dos destinos mais ensolarados da Europa têm ajudado muito sem dúvida. Os incentivos fiscais criados, como por exemplo o regime de residentes não habituais também tem fomentado essa eleição. E não nos podemos esquecer que somos considerados um dos países mais seguros do mundo.
Neste momento começamos inclusive a ver uma grande procura de americanos pelo nosso país.

Neste processo, a WEALINS acaba por desempenhar uma função importantíssima: contribuir, através do seguro de vida, para o apoio que os estrangeiros precisam na mudança. Neste contexto, em que medida o seguro de vida é uma ferramenta útil?
Mudar para um novo país inclui adaptar-se a muitas mudanças na vida cotidiana. Algumas das mais importantes são muitas vezes a economia privada e garantir que o planeamento sucessório está adaptado ao novo país. O seguro de gestão de património é na maioria dos países, entre eles Portugal, uma ferramenta muito útil que facilita isso

À medida que as seguradoras se vão adaptando à maturidade dos mercados e à volatilidade económica, a sua capacidade de integrar tecnologia e inovação no modelo de negócio, a longo prazo, pode ser a chave para o sucesso. Neste sentido, de que forma a digitalização tem desempenhado um papel importante no setor segurador nos últimos anos?
A digitalização tem desempenhado um papel fundamental nos últimos anos e continuará a transformar a forma como intervimos e colaboramos com os vários parceiros do setor de seguros e gestão de património. Com o evoluir do setor de seguros de gestão de património, a digitalização veio simplificar os processos para o cliente, sem nunca descurar a segurança nos vários passos.
Basta pensarmos nestes últimos dois anos em que o teletrabalho foi imperativo e a digitalização veio ajudar a que o negócio continuasse a fluir.

Inovar dia após dia para desenvolver soluções, serviços únicos e personalizados para proporcionar uma experiência única ao cliente é uma realidade na WEALINS. Assim, e face ao avanço tecnológico necessário atualmente, o que mudou e/ou melhorou no seio da empresa e nas suas práticas?
Muita coisa mudou e melhorou nos últimos tempos. Lançámos produtos digitais em todos os nossos mercados.
Com o e-Wealins, a nova versão da nossa plataforma digital para os nossos parceiros, os nossos sistemas são cada vez mais user friendly, rápidos e eficientes e isso acaba por tornar uma subscrição de um seguro de vida cada vez mais rápido e eficaz. O cliente assina tudo de forma digital, esteja ele em que parte do mundo estiver. Um processo que antes poderia demorar várias horas, demasiados papéis e assinaturas, é agora um processo simples. Para além disso, estamos a lançar até ao fim do ano o acesso direto pelos clientes finais ao nosso sistema. Mas sabemos a digitalização para este tipo de solução ainda não terminou, e a nossa equipa continua totalmente atenta às novas tendências por forma a satisfazer sempre e continuamente as necessidades dos nossos parceiros e seus clientes.

Acredita que o futuro do setor onde a WEALINS se insere passará exatamente por estas três palavras chave: digitalização, inovação e sustentabilidade? Na sua perspetiva, tendo estes conceitos alinhados, que oportunidades irão emergir, não só para as empresas, como para os clientes?
Acredito sim. Tal como temos consciência que muitos desafios nos aguardam, novas tendências também moldarão as novas expetativas e exigências dos nossos parceiros e clientes. Ao mesmo tempo, sabemos que devemos lidar com o aumento das restrições regulatórias (por exemplo, o Regulamento SFDR – Sustainable Finance Disclosure Regulation). O facto de estarmos atentos a estas evoluções, tal como antecipá-las e responder-lhes da melhor forma possível farão sempre com que novas oportunidades surjam ou sejam criadas pelos mercados.

Face à realidade que hoje já se assume, que passos ainda precisam de ser dados pela WEALINS, a fim de estar um passo à frente destas tendências de mercado?
Desenvolvemos uma visão e orientação de longo prazo. Estamos comprometidos em trabalhar lado a lado com os nossos parceiros e clientes para concretizar as suas expetativas de gestão de património atuais e futuras e construir com eles o seguro de gestão de património do amanhã.
Sabemos que os nossos parceiros e seus clientes desejam cada vez mais ter acesso a uma gama de produtos e serviços que combinam uma abordagem digital e hiperpersonalizada. A WEALINS tem que ter em conta essas expetativas no desenvolvimento das suas ofertas futuras de produtos e serviços por forma a podermos estar sempre um passo à frente destas tendências de mercado.

Com os olhos postos no futuro, que novidades podemos esperar da empresa, em particular no mercado português?
Continuar a inovar, desenvolver novas soluções, encontrar o equilíbrio certo entre digitalização e relações humanas para atender às necessidades e expetativas dos parceiros e seus clientes, já que considero que a confiança e a presença física ainda são essenciais na construção de relacionamentos de longo prazo e neste tipo de negócio, mantendo sempre um serviço de excelência.