SoftFinança – 32 anos de Valor e Excelência

A «renovação das expetativas» para o 32º aniversário da SoftFinança foi celebrada no passado dia 22 outubro. Efeméride essa que foi motivo para dar palco e voz à análise da trajetória do setor financeiro e abordar os contributos das soluções desta empresa na promoção da modernidade do mesmo, como por exemplo a introdução de self-service nos sistemas financeiros, entre outros.

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Reconhecida e Conhecida pelos seus pares, a SoftFinança deu mote ao seu percurso, no ano de 1990, num trajeto de 32 anos e que têm sido preenchidos com sucessos, vitórias e capacidade para dar respostas eficazes e positivas a todas as exigências e necessidades do mercado, clientes e parceiros. Com uma vasta panóplia de produtos e serviços, onde se incluem soluções de self-service, pagamentos móveis, monitorizações e controlo, segurança e partilha de informação sensível, a marca tem perpetuado, numa linha de crescimento sustentado, a sua posição de prestígio no mercado.
Nesta dinâmica, a Revista Pontos de Vista esteve à conversa com Luís Teodoro, Administrador da SoftFinança, e que nos deu a conhecer um pouco mais sobre o caminho calcorreado pela marca ao longo destas mais de três décadas de existência e atividade, assegurando que este percurso, “foi acompanhando a evolução do setor, que sofreu muitas alterações, mas sempre foi exigente e inovador e nós estivemos sempre presentes nesse seguimento”, afirma convicto.
O mesmo adianta que, ao longo do tempo, sentiram a necessidade de “passar de uma companhia de projeto, para uma casa de produtos, seguindo a dinâmica que os clientes necessitavam, nomeadamente as instituições financeiras”, assume, lembrando que estes players do setor financeiro, “deixaram de ter uma orientação ao desenvolvimento de soluções próprias, e ou através de parceiros, para terem uma cultura, que busca serviços que lhes permitam fazer saltos quânticos e obter uma visão mais orientada à diferenciação e à superação de expetativas dos seus clientes”, esclarece o entrevistado. E tal como se afirma em bom português, a mudança acarreta oportunidades. O caso desta instituição é exemplo disso, uma vez que “os desejos de inovar, melhorar e superar” proporcionou “a geração de fatores de diferenciação”, ao seu portefólio de clientes, “dentro das funcionalidades e das evoluções das raízes dos seus produtos”, revela Luís Teodoro.
O interlocutor divulga que, atualmente, a competitividade deste ramo não assenta somente na relação de confiança entre cliente e funcionário da instituição bancária, mas sim na “quantidade e qualidade de serviços” que foram sendo desenvolvidos, no seio das instituições financeiras, com a transformação digital, como por exemplo a “introdução do self-service nos sistemas”. Ou seja, “perdeu-se o conceito de localização” e tem vindo a assistir-se ao fenómeno da conveniência, em que “o banco está no local em que nós estivermos sendo esta uma mudança muito importante para a forma como o cliente se relaciona com essa entidade financeira, principalmente o cliente particular”, explica-nos. Luís Teodoro revela ainda que a criação e implementação de uma “aplicação multivendor para ATM”, foi um dos contributos da SoftFinança para a massificação deste processo, possibilitando uma utilização uniforme, por parte do público, e uma célere adoção.

Os desafios à prospeção internacional

O Administrador da SoftFinança refere ainda que o “período pandémico surgiu numa fase em que estávamos em plena aceleração no mercado internacional e esta espécie de congelamento que tivemos votados fez-nos passar uma fase relativamente difícil, na medida em que tínhamos as oportunidades e não conseguimos atendê-las da forma mais correta, porque não nos podíamos movimentar, embora tivéssemos conseguido ultrapassar essas vicissitudes, pois pretendemos dar sempre uma resposta eficiente e eficaz. Até porque no nosso modelo de negócio, a presença física é relevante, e em mercados emergentes ainda mais, para dar um conforto de credibilidade, presença e acompanhamento ao cliente”.
O gestor indica ainda que a pandemia da Covid-19 apareceu numa altura em que “tínhamos definido restruturar a nossa internacionalização, ou seja, ao invés de apenas termos a nossa presença nos PALOP – Países Africanos de Língua Portuguesa – queríamos conquistar três novos mercados: o de língua francesa no centro de África, o de língua espanhola na América Latina e, por último, o Leste Europeu”, salienta o nosso interlocutor.
No primeiro mercado a oportunidade foi concretizada em Dakar, ainda em fase pandémica, com limitações de viagens e nas atividades comerciais. Luís Teodoro confirma que nos dias de hoje, “foi retomada a normalidade, e podemos afirmar que estamos presentes em cinco países dessa região, com propostas implementadas e encerradas”. Relativamente à aposta no mercado da América Latina, apesar de também ter coincidido com esta época de instabilidade mundial, “o parceiro local da SoftFinança criou condições para a realização de deslocações e devido a isso, conseguimos, num ano, implementar um projeto bastante ambicioso na República Dominicana, o que nos deixou, por um lado, satisfeitos e por outro confiantes no trabalho elaborado. Esse, acabou por gerar novas leads que estão, neste momento, a ser trabalhadas, por isso, vamos conseguir recuperar dos obstáculos provocados pela pandemia mundial que vivemos recentemente”, esclarece o nosso entrevistado, admitindo ainda que “o terceiro eixo de internacionalização, o leste europeu, encontra-se em stand by, dada a atual conjuntura, portanto, a decisão foi de adiar a aposta nesta alternativa, até quando estiverem reunidas condições para tal. Até lá repensa-se se o caminho é mesmo por aqui, ou não”.
Perante esta adversidade, e outras que foram aparecendo ao longo destes 32 anos de experiência, o responsável pela SoftFinança demonstra que são adversidades que os têm tornam mais resilientes, e que “cada dia é um novo desafio, que nos obriga a ter os pés bem assentes no chão, para resolver as dificuldades e dar sempre respostas capazes de satisfazer o mercado, aproveitando sempre o nosso know how, e, por outro lado, fomentando uma perspetiva de maturidade, o que permite, hoje, olhar para estas questões, com maior segurança e pragmatismo”, esclarece, evidenciando que as decisões da gestão da empresa, por vezes, não são as mais simpáticas, “mas são as necessárias, para que a mesma se mantenha suficientemente sólida para continuar a ter a confiança necessária dos seus clientes, colaboradores e investidores”.

A estratégia para o futuro é de “crescer no mercado nacional”

Não se pode pretender crescer lá fora, sem que se tenha primeiro uma base forte, consolidada e sustentada no país de origem. Esta é, portanto, a lógica da SoftFinança, sendo que para Luís Teodoro, os desideratos da marca, passam exatamente por isso, ou seja, pelo aumento de clientes e parceiros do mercado português. “Temos de seguir essa linha, naturalmente. Não nos podemos esquecer da relevância que o mercado luso tem na nossa orgânica e dinâmica e, desta forma, nunca iremos descurar o mercado em Portugal e estaremos sempre presentes para dar respostas a todas as necessidades dos players existentes no mesmo”, assume Luís Teodoro, revelando ainda que “a nível internacional a nossa estratégia passa por elevar expressivamente o crescimento na ordem dos dois dígitos, durante os próximos dois, três anos, essencialmente com cross selling na nossa atual gama de clientes, bem como pela abertura de novos públicos”. Avança também que, neste último ponto, têm sido desenvolvidas “soluções de ATM, todavia o sucesso e a credibilidade que estamos a conquistar em novas geografias, mercados e clientes têm despertado o interesse e a atenção para outras soluções da SoftFinança. Portanto, querem conhecer mais produtos do nosso portefólio, o que nos permite alargar a nossa presença em outras áreas de atividade das instituições financeiras, a acrescentar à realidade da rede de ATM”.

32 anos de Excelência

O remate da conversa fez-se de agradecimentos e perspetivas para o próximo ciclo de vida. A palavra de agradecimento do entrevistado é dirigida aos colaboradores, o Capital Humano da SoftFinança, – que são “a espinha dorsal da nossa estratégia, pela dedicação e confiança que prestam diariamente nas suas funções, contribuindo de uma forma muito pessoal para o sucesso que alcançamos”. Depois, o apreço é voltado para a cadeia de clientes e parceiros, sobretudo por “reconhecerem as competências e os valores desta marca, mas também por continuarem a apostar nos nossos serviços e estarem disponíveis para aceitar as nossas abordagens quando lhes apresentamos projetos novos e evoluções dos nossos produtos”.
Desta forma, o desejo para os próximos anos será direcionado para a preservação do rigor e da seriedade, tanto com os clientes como com parceiros e colaboradores, porque “estaremos sempre presentes para continuar a dignificar a marca SoftFinança e nunca defraudar aqueles que acreditam sempre em nós e isso tem sido refletido ao longo destes 32 anos, que foram preenchidos com uma linha orientadora assente na transparência, na proximidade, rigor e excelência no «servir» bem todos aqueles que nos procuram”, finaliza, Luís Teodoro, Administrador da SoftFinança.

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