A QUADRANTE, cria valor com a sua crescente maturidade BIM

O Grupo QUADRANTE é uma empresa de Consultoria de Engenharia e Arquitetura, que presta serviços criativos e de elevado valor em diversas áreas, nomeadamente no BIM – Building Information Modeling. Sobre esta abordagem, conversámos com Paulo Rodrigues, Global BIM Manager da marca, que revelou, ainda, a sua perspetiva no que concerne à Portaria 255/2023, que introduz o BIM no quadro legislativo português.

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Com uma posição bem vincada e um posicionamento claro e definido, a QUADRANTE, que celebra 25 anos de história, «carrega» consigo os valores que predominam desde o dia número um: a exigência, a integridade, a flexibilidade e a excelência – os mesmos que têm permitido, juntamente com a qualidade dos seus serviços, elevar a empresa a patamares de liderança no mercado.
Hoje, a empresa oferece serviços nas áreas de Edifícios, Transportes, Indústria e Energia, Resíduos, Infraestruturas Hidráulicas, Ambiente e Gestão e Supervisão de Projetos em fase de construção e destaca-se por ser a única marca nacional que disponibiliza aos seus clientes todas as tipologias de projetos de Engenharia e Arquitetura, passando pela análise prévia da sustentabilidade dos mesmos, até à fase de Operação.
Além disso, uma das missões que «vive» na génese da QUADRANTE é conseguir destacar-se no mercado, por entregar Projetos com responsabilidade social, cada vez mais sustentáveis, desenvolvidos com mais rigor, qualidade e no menor espaço de tempo possível – e, aqui, a transformação digital com conceitos Lean Design, tem tido um papel preponderante, uma vez que tem permitido à empresa melhorar substancialmente os seus processos das equipas de produção.
A sustentabilidade é um dos fortes compromissos da empresa. Enquanto Grupo, global que é, a mesma acredita no seu papel preponderante na concretização de ambientes mais sustentáveis, que assegurem um equilíbrio pleno e a longo prazo no ambiente, na sociedade e na economia. Assim, centrados na procura de soluções otimizadas e de excelência técnica, a QUADRANTE tem como ambição reforçar a sua resposta em questões relacionadas com a temática do desenvolvimento sustentável dos ambientes construídos.
Ao longo destes 25 anos de conquistas, a empresa tem vindo a crescer a um bom ritmo, tendo duplicado o número de colaboradores nos últimos três anos. O futuro é, obviamente, promissor.

Centro de Excelência BIM

A QUADRANTE sabe da importância de criar um ecossistema digital que, em conjugação com o BIM – Building Information Modeling, permite criar valor para os seus clientes. Por este motivo, desenvolveu um Centro de Excelência BIM.
Segundo Paulo Rodrigues, Global BIM Manager da empresa, “a criação deste Centro justifica-se por várias razões. Primeiramente, devido à necessidade de implementar a metodologia BIM em todas as áreas de negócio da empresa. Apesar de desenvolvermos projetos com essa metodologia na área dos edifícios desde 2015, tivemos de mobilizar uma equipa que lidero para apoiar essa implementação. Depois, porque tivemos de promover a digitalização e uniformizar processos de trabalho transversais à empresa, tendo em vista sermos mais proficientes, associando o BIM a métodos automáticos, na produção, análise da qualidade e geração dos nossos entregáveis. Por último, porque acreditamos que é importante termos uma equipa de desenvolvimento focada no suporte técnico às equipas de projeto, dando formações específicas de ferramentas BIM”.
Certo é, este Centro de Excelência BIM permite, também a implementação e melhoria de standards internos, que vão de encontro a normas internacionais como a ISO 19650 e a pesquisa de formas inovadoras de produção.
“Um fator preponderante para alcançarmos o sucesso deste objetivo, foi constituir uma equipa de técnicos certificados pela buildingSMART, que inclusivamente, a QUADRANTE é associada fundadora do capítulo português. Temos, de facto, apostado bastante em capacitar os nossos recursos humanos em conhecimentos BIM, para respondermos aos requisitos dos nossos clientes”, assegura o nosso entrevistado.

O BIM no contexto nacional

Observando o mercado nacional, importa compreender de que forma o BIM tem sido implementando neste contexto.
Sabendo que a QUADRANTE faz parte da CT197, Comissão Técnica de Normalização do BIM em Portugal, onde tem participado em grupos de trabalho como o Documento Normativo do BEP (BIM Execution Plan), e é membro do Conselho Consultivo da buildingSMART Portugal. Ou seja, a empresa está legitimamente alinhada no grupo de empresas nacionais que mais conhecimento têm sobre esta metodologia de projetar.
Assim, Paulo Rodrigues assegura que “a implementação do BIM não tem sido imposta pelo Estado, mas sim a ser impulsionada pelas empresas de Projeto com o apoio da Academia e alguns fornecedores de equipamentos e materiais que nos disponibilizam objetos BIM, com a informação data e geométrica, que é utilizada para o cálculo analítico e para a representação gráfica”, acrescentando ainda que “pelo facto de percebermos as mais-valias da metodologia, atualmente, já desenvolvemos os projetos em BIM, mesmo sem ser solicitado esse serviço pelo cliente. Por outras palavras, tem sido uma implementação botton-up”.
Certo é que recentemente, foi publicada a Portaria 255/2023, que introduz o BIM no quadro legislativo português. Que impacto esta mudança trará ao mercado português?
Na perspetiva do Global BIM Manager da QUADRANTE, “apesar de ter sido uma boa notícia para o setor AECO, penso que o legislador poderia ter ido mais além. Nós, técnicos, gostaríamos que as “regras do jogo” fossem bem definidas. Esta mudança peca por tardia e considero-a incompleta, uma vez que não define, por exemplo, quem gere o ambiente comum de dados (CDE). A questão das telas finais, agora extraídas dos modelos «as build», continua dúbia, como já era na antiga 701-H/2008. Além destes pontos omissos, urge também legislar algo sobre a definição das competências e responsabilidades dos novos técnicos do setor, como o BIM Manager, Data Manager, entre outros”.
Embora, a QUADRANTE, e no exercício da sua atividade, tenha sempre apoiado os seus clientes, dando a entender ganhos da coordenação 3D, do rigor das quantidades e estimativas de custo dos Projetos e na informação carregada nos modelos BIM que pode ser usada nas fases seguintes do ciclo de vida da infraestrutura, é legítimo afirmar que o setor AECO espera mais do que foi implementado na Portaria 255/2023 – urge, por isso, proceder a esta reflexão.

A visão da QUADRANTE sobre o futuro

É do conhecimento geral que a QUADRANTE se destaca no mercado enquanto uma das empresas líder em BIM em Portugal.
Com os olhos postos no futuro, Paulo Rodrigues garante que a expetativa “é conseguir oferecer mais serviços, aos nossos clientes, associados à transformação digital no âmbito da Indústria 4.0. O BIM, vai ajudar-nos também no nosso compromisso de sermos uma empresa «net zero» na redução da utilização de elementos entregáveis físicos, para passarem a ser mais digitais. Atualmente já apoiamos os nossos clientes em projetar edifícios e infraestruturas mais próximas da neutralidade carbónica, através de simulações LCA e outras. Estamos a apostar, ainda, na implementação do BIM na área dos Transportes, para projetos de Vias rodoviárias e Vias Férreas, onde temos tido um crescimento substancial de encomendas de Projetos em BIM”.
Assim, a QUADRANTE promete-se que irá continuar a desenvolver projetos de forma inovadora, não só em Portugal, mas em todos os 13 gabinetes espalhados pelo mundo, com equipas jovens e dinâmicas associadas aos técnicos experientes, criando valor para os clientes e destacar a empresa no mercado nacional e além-fonteiras.

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