“Queremos transformar a forma como o Cuidado da Saúde Auditiva é percebido e vivido em Portugal”

O Dia Mundial da Audição, celebrado a 3 de março, destaca a importância da audição e a necessidade de prevenir a perda auditiva. Desta forma, fomos conhecer um dos principais players do domínio dos cuidados auditivos a nível mundial, a Minisom, que tem uma filosofia que é focada em Pessoas que fazem a diferença na vida de outras Pessoas. Emilio Martano, Diretor-Geral da Minisom, deu-nos a conhecer, em entrevista à Revista Pontos de Vista, como esta estratégia tem sido um sucesso e como a marca está sempre disponível para ajudar e apoiar os outros.

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Sabemos que a Minisom tem uma presença significativa no mercado de cuidados auditivos. Como destaca a atividade da marca e a sua liderança no setor até ao dia de hoje?
A Minisom tem uma filosofia especial, pois é uma empresa que atua na área da saúde. A nossa filosofia é focada em pessoas que fazem a diferença na vida de outras pessoas, sendo o nosso propósito o nosso maior driver de motivação e os nossos colaboradores e clientes, a base do nosso negócio.
Localmente, a nossa cultura tem como base três comportamentos principais, Empowerment, Responsabilidade e Reconhecimento, que guiam aquilo que é esperado ver em todos os colaboradores juntamente com a vivência dos cinco Valores da empresa: Paixão pelo Cliente; Impacto Pessoal; Excelência Diária; Pensamento Futuro e Atuar com Responsabilidade.
Por fim, diria que a nossa maior característica é termos uma missão muito clara, pois queremos transformar a perceção e a experiência da reabilitação auditiva em Portugal,​ mudando as vidas de milhares de pessoas através da paixão e cuidados de qualidade superior dos nossos colaboradores.

No contexto da inovação, a Minisom tem vindo a destacar-se por oferecer soluções avançadas para a melhoria da audição. Que insights nos pode dar sobre as mais recentes inovações nos equipamentos da marca e como as mesmas impactam positivamente a experiência auditiva dos clientes?
O Grupo Amplifon, do qual a Minisom faz parte, está a transformar a indústria de retalho de cuidados auditivos, aproveitando a sua liderança global e focando-se numa estratégia omnicanal integrada e multi-sensível na sua experiência com o cliente. Possui um algoritmo patenteado, capaz de apoiar o envolvimento dos clientes através da análise das suas necessidades com a utilização de big data (grandes volumes de dados) para aumentar os serviços personalizados disponibilizados, como é o caso da nova App, por exemplo. A Amplifon App permite que as clientes giram os seus aparelhos auditivos diretamente a partir do seu smartphone e garante uma melhor experiência de audição graças ao controlo de volume e à capacidade de reduzir o efeito negativo do ruído e do vento.  Os clientes também podem marcar diretamente consultas com o seu audiologista ou ter dicas que permitem uma melhor utilização dos aparelhos auditivos, bem como uma maior personalização da experiência de audição em todas as situações.
Também o nosso protocolo de consulta tem sido ajustado, indo ao encontro das necessidades de cada cliente, e continuamente afinado com os conselhos da comunidade médica. Por fim, dispomos de centros auditivos inovadores, dotados da última tecnologia em equipamento para realização de exames auditivos e reabilitação, como os nossos consultórios totalmente insonorizados.

Ainda sobre a evolução tecnológica, de que forma a Minisom aborda a questão da acessibilidade aos cuidados auditivos? Há esforços associados para tornar as soluções mais acessíveis a diversos grupos, garantindo que mais pessoas possam beneficiar das mesmas?
Hoje em dia existem diversos aparelhos auditivos com tecnologia avançada e praticamente invisíveis, que tornam o dia-a-dia, dos nossos clientes, mais fácil.
Para nós, a inovação e a tecnologia estão ao serviço das suas necessidades: é por isso que conseguimos propor soluções tecnológicas diferentes de acordo com o seu estilo de vida e hábitos de cada um. É exemplo disso a gama de aparelhos ampli-energy, aparelhos sem pilhas, que funcionam com uma bateria integrada, tal como um telemóvel, que carregam em poucas horas; a gama de aparelhos auditivos ampli-connect, que podem ser ligados à TV, aparelhagem e mesmo ao telemóvel, através do qual é possível controlar, de forma cómoda, o som. Para quem procura discrição, dispomos da gama ampli-mini, muito discretos e produzidos à medida do canal auditivo.

Certo é que, a prevenção auditiva é crucial para garantir uma saúde auditiva sustentável. Assim, de que forma a Minisom aborda a importância da prevenção nos seus serviços?
Efetivamente, é urgente despertarmos para uma devida proteção auditiva. Quão pior tratarmos a nossa audição atualmente, mais cedo viremos a sofrer de problemas de audição no futuro. E a perda de sensibilidade auditiva afeta gravemente a qualidade de vida.
Existem pequenos comportamentos que podemos adotar para proteger a audição, como usar protetores auditivos durante concertos ou em locais ruidosos, ouvir música ajustando o volume para não mais de 60% da capacidade máxima e durante não mais de 60 minutos consecutivos e realizar testes auditivos pelo menos uma vez por ano, em particular a partir dos 55 anos.
Quando já não é possível evitar a perda auditiva, é possível travar a sua evolução através da procura de ajuda especializada. Um diagnóstico, acompanhamento e reabilitação apropriados ajudarão a minimizar as consequências.
É por isso que na Minisom oferecemos a consulta e os exames auditivos a quem nos procura. E quando detectada perda auditiva, damos a possibilidade de efectuar uma experiência com aparelhos auditivos reais, personalizados, comodamente em casa, no seu ambiente habitual, para que possam confirmar o benefício.

O Dia Mundial da Audição, celebrado a 3 de março, destaca a importância da audição e a necessidade de prevenir a perda auditiva. Dado o papel da Minisom neste setor, qual é a perspetiva da mesma sobre esta efeméride? De que forma a marca se envolve para desmistificar ideias pré-concebidas, por exemplo?
O ouvido, como qualquer outra parte do corpo, precisa de ser estimulado e exercitado para se manter activo. Se o estímulo desaparece, a perda auditiva aumenta, e a compreensão da fala também começa a deteriorar-se gradualmente. Vários estudos médicos internacionais confirmam que a perda auditiva não tratada pode estar associada a uma probabilidade três vezes superior de desenvolver alguma forma de demência: três em cada quatro pacientes com défice cognitivo têm também problemas auditivos.
Pelo contrário, os aparelhos auditivos mantêm estes estímulos ativos e melhoram a qualidade de vida dos seus utilizadores, que conseguem ouvir novamente os sons que haviam perdido.
Além disso, acreditamos que é necessário trazer a consciência da importância da audição para as normais preocupações de saúde. Se é normal fazermos um check up à visão, porque não a audição? Por essa razão, temos também trabalhado com a comunidade médica no sentido de normalizar a perda auditiva, realizando campanhas centradas na prevenção e na realização do exame auditivo como o primeiro passo. Também nos associamos periodicamente a parceiros envolvidos na comunidade local para, em conjunto, levarmos a cabo acções de consciencialização.

Relativamente ao estado da audição em Portugal, quais diria que são os grandes desafios e oportunidades que o país enfrenta nesse contexto? Como se encontra, atualmente, a audição da população portuguesa?
O mercado português é um mercado bastante interessante e com inúmeras oportunidades. Como já falámos hà pouco, o estigma continua a ser uma barreira grande no nosso mercado e apenas um em cada dez pessoas com perda auditiva está reabilitada e usa um aparelho auditivo. Existe, portanto, um grande trabalho a fazer para aumentar a penetração deste setor e obviamente a inovação tecnológica e a quebra de barreiras através de uma estratégia de comunicação assente em testemunhos reais de clientes nossos e das nossas celebridades é muito importante e tem sido um grande factor de diferenciação. Por outro lado, é sempre preciso de garantir a melhor experiência de audição ao consumidor, e, por isso, é essencial que em cada dos nossos centros audiológicos sempre fiquem profissionais certificados, que se ocupem das necessidades dos nossos clientes. É por isso, também, que a Minisom é uma das marcas com a maior notoriedade em Portugal, reconhecida há nove anos consecutivos como Marca de Confiança, há cinco anos consecutivos como Escolha do Consumidor e, nos últimos dois anos, como Top Employer.

Por fim, quais são as perspetivas da Minisom em termos de inovação e expansão de serviços? Existem planos ou projetos preparados para a marca oferecer ainda mais suporte às necessidades auditivas da comunidade?
Os nossos objetivos são muito claros, queremos transformar a forma como o cuidado da saúde auditiva é percebido e vivido em Portugal, tornando-nos na escolha óbvia para as pessoas que procuram o melhor cuidado e conhecimento por parte dos nossos profissionais da audição.​ O Grupo Amplifon é líder mundial e Portugal continuará a ser um mercado que potencia essa liderança.
O cliente é e será sempre o nosso foco e esforçamo-nos em compreender as suas necessidades específicas, oferecendo-lhes as soluções mais personalizadas e uma experiência única, cada vez que visita um Centro Minisom. Um forte crescimento nacional possibilita-nos continuar a investir na melhor experiência para os clientes, quer seja através de inovação, proximidade e qualidade dos nossos centros auditivos, qualidade dos nossos profissionais e acessibilidade dos nossos produtos.
Por último, acreditamos que o grande fator de diferenciação é continuarmos a atrair, desenvolver e capacitar talento, pois são as nossas pessoas que partilham a ambição de mudar as vidas de milhares de pessoas todos os anos.