Num mercado imobiliário cada vez mais exigente e competitivo, a intermediação de crédito tem ganho um papel fundamental no apoio a famílias e parceiros que procuram soluções rápidas, seguras e transparentes. É neste contexto que surge a RA Créditos Póvoa de Varzim, fundada por Liliana Costa, com o propósito de criar um elo de confiança entre clientes, bancos e imobiliárias. A empresa distingue-se pela proximidade, cooperação e imparcialidade, assumindo-se como um parceiro estratégico para quem pretende concretizar o sonho da casa própria e para quem atua no setor imobiliário. Saiba mais na Revista Pontos de Vista!
Como surgiu a RA Créditos Póvoa de Varzim e que missão tem assumido no mercado de intermediação de crédito?
A RA Créditos Póvoa de Varzim nasceu da vontade de criar uma estrutura local especializada em intermediação de crédito, capaz de apoiar tanto os clientes finais como os parceiros estratégicos, em particular as imobiliárias. Entendemos que a compra de casa é um processo que exige coordenação entre diferentes intervenientes, e quisemos ser um elo de confiança que facilita a comunicação e agiliza o negócio. Trabalhamos com todas as imobiliárias do mercado, sejam independentes, tradicionais ou pertencentes a grandes redes, garantindo sempre imparcialidade e foco na melhor solução de financiamento. A nossa missão é apoiar famílias e parceiros com proximidade, transparência e eficiência.
Quais os principais valores que diferenciam a marca no apoio aos clientes?
O que nos diferencia é a combinação entre proximidade, transparência e cooperação. No apoio ao cliente final, garantimos acompanhamento em todas as fases até à escritura, de forma clara e personalizada, para que se sinta seguro em cada decisão. Já junto das imobiliárias, assumimos uma verdadeira parceria: ajudamos a agilizar os negócios, reduzimos riscos de cancelamento por questões de financiamento e contribuímos para uma experiência mais completa e profissional para todos os envolvidos. O nosso compromisso é trabalhar lado a lado, sempre com soluções rápidas, seguras e ajustadas a cada realidade.
Hoje em dia, pedir crédito diretamente no balcão de um banco está em queda. A que atribui este fenómeno?
Os clientes procuram cada vez mais comodidade, comparação de soluções e aconselhamento especializado. Ao mesmo tempo, as imobiliárias reconhecem que o acompanhamento de um intermediário facilita os seus próprios processos de venda. O balcão do banco deixou de ser a única porta de entrada, porque o mercado percebeu o valor do intermediário como parceiro que simplifica e acelera o acesso ao crédito.
Os intermediários cresceram 30% e asseguram seis vezes mais contratos. Quais os principais fatores que explicam esta mudança de paradigma?
Para além da confiança e da conveniência que os clientes finais procuram, os intermediários tornaram-se também aliados estratégicos das imobiliárias. Ao termos acesso a várias instituições financeiras, conseguimos negociar melhores condições, reduzir prazos e aumentar a taxa de concretização dos negócios. Esse trabalho em dupla vertente, cliente e imobiliária, explica muito do crescimento do setor.
Que benefícios concretos encontram os clientes ao recorrer a um intermediário de crédito em vez de negociarem diretamente com os bancos?
- Acesso simultâneo a várias propostas bancárias;
- Negociação especializada que potencia melhores condições;
- Acompanhamento gratuito e personalizado;
- Economia de tempo e redução de stress burocrático.
E que vantagens encontram as imobiliárias nesta parceria?
- Processos mais rápidos e organizados;
- Maior confiança por parte do cliente comprador;
- Redução de cancelamentos de negócio por questões de financiamento;
- Um parceiro neutro que colabora com qualquer marca do mercado.
De que forma a RA Créditos Póvoa de Varzim garante proximidade, confiança e segurança neste processo?
Acompanhamos todas as partes envolvidas: cliente, banco e imobiliária. Explicamos cada passo de forma clara, damos respostas rápidas e mantemos uma comunicação transparente. O nosso papel é tornar o processo simples e seguro, permitindo que o cliente se sinta confiante e que a imobiliária tenha a garantia de um parceiro sólido que valoriza o seu trabalho.
Quais os maiores desafios que identifica atualmente no mercado do crédito à habitação?
Um dos principais desafios é o preço elevado da habitação face ao rendimento médio das famílias. Muitas vezes, mesmo com acesso ao crédito, o esforço financeiro exigido é elevado, o que limita a decisão de compra. Além disso, os critérios cada vez mais rigorosos de análise de risco por parte da banca exigem que os clientes estejam muito bem preparados em termos de documentação e organização financeira.
Outro ponto relevante é a literacia financeira: muitos clientes ainda têm dificuldade em compreender os produtos bancários e em avaliar o impacto das suas escolhas no longo prazo. Aqui, o papel do intermediário torna-se fundamental para esclarecer, orientar e simplificar todo o processo.
Que papel terão os intermediários no futuro próximo: continuarão a ganhar terreno face aos bancos?
Não considero que os intermediários venham a “substituir” ou a ganhar terreno face aos bancos, porque os papéis são distintos e complementares. A banca é quem financia os clientes e assume o risco do crédito. O nosso papel, enquanto intermediários, é agilizar o processo, simplificar a comunicação, dar suporte tanto ao cliente como às imobiliárias e assegurar que cada proposta é enquadrada da melhor forma possível. Ou seja, não competimos com os bancos, mas trabalhamos em conjunto com eles para tornar o processo mais rápido, claro e eficiente.
Que visão tem para a evolução da RA Créditos Póvoa de Varzim nos próximos anos?
Vejo a RA Créditos Póvoa de Varzim a crescer de forma sólida. Quero aumentar a equipa, trazer mais pessoas talentosas para o projeto e criar melhores condições no dia a dia para quem trabalha comigo, com instalações que reflitam esse crescimento. Também acredito que o número de parceiros, sobretudo as imobiliárias, vai continuar a aumentar, porque cada vez mais reconhecem em nós um apoio que faz a diferença. Naturalmente, esse caminho trará também mais clientes que confiam no nosso trabalho. E, olhando para o futuro, faz parte da minha ambição abrir uma segunda agência noutra zona do país, levando o mesmo modelo de proximidade e confiança a outras famílias e parceiros.
Como empreendedora e gestora, o que a motiva diariamente neste setor tão competitivo?
Motiva-me o impacto real que o nosso trabalho tem: ajudar famílias a concretizar o sonho da casa própria, muitas vezes em situações que, sem o nosso apoio, seriam extremamente difíceis de concretizar. Essa capacidade de transformar desafios em soluções, dá-nos um enorme sentido de propósito. Mas há também algo muito pessoal que me move: proporcionar uma vida melhor a quem trabalha comigo. Tenho a sorte de estar rodeada de pessoas extraordinárias e é por elas, pelo seu empenho e dedicação, que sinto a responsabilidade de fazer sempre mais e melhor. A minha equipa é parte essencial desta motivação diária e uma grande inspiração para continuar a crescer.
Que mensagem gostaria de deixar a quem se prepara para dar o passo da aquisição de casa própria?
Comprar casa é uma das decisões mais importantes da vida. Informem-se, comparem propostas e procurem apoio especializado, sobretudo quando esse apoio é totalmente gratuito, porque isso fará toda a diferença. Este processo não precisa de ser solitário nem complicado. Com o parceiro certo ao lado, torna-se claro, seguro e até mais rápido. Mais do que um crédito, trata-se de conquistar estabilidade e construir um futuro com confiança.


