No âmbito do Dia Mundial da Alimentação, celebrado a 16 de outubro, a Revista Pontos de Vista sublinha a importância da Nutrição enquanto ferramenta essencial para a prevenção e tratamento de doenças. Nesta edição, contamos com a participação de Sandra Eloi, que partilha a sua experiência e visão sobre a Nutrição Aplicada à Clínica, Funcional e Ortomolecular — uma abordagem integrativa que valoriza a individualidade de cada paciente e promove um caminho mais saudável e sustentável para o futuro.
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado a 16 de outubro, procura consciencializar para a importância da nutrição equilibrada e do acesso sustentável aos alimentos. Na sua perspetiva, qual a relevância desta data e o que simboliza para os profissionais de saúde?
Na minha perspetiva como profissional de saúde simboliza uma chamada de consciência para a importância da alimentação como prevenção de doenças e distúrbios orgânicos quer fiscos quer emocionais que podemos prevenir através da alimentação saudável. Sensibiliza a população para a educação alimentar, não só para escolhas saudáveis como também para o combate ao desperdício, relembrando que infelizmente o acesso aos alimentos essências não chega a todos uniformemente.
Neste dia há um reforço da informação que na minha opinião se deve manter ao longo de todo o ano. Devemos recordar não só as boas práticas alimentares mas também a partilha por quem não tem possibilidade de se alimentar. Também consciencializar o respeito pelo planeta em que vivemos e a sua sustentabilidade, incentivando práticas sustentáveis.
Penso que é uma data que simboliza um compromisso ético para todos os profissionais de SAÚDE, a quem compete orientar a população para hábitos alimentares saudáveis.
A Nutrição Aplicada à Clínica, Funcional e Ortomolecular tem vindo a ganhar cada vez mais espaço no acompanhamento de pacientes. Quais os principais benefícios desta abordagem diferenciada?
A nutrição aplicada à cínica é uma nutrição funcional, aplicada a cada caso clínico em específico. Representa uma evolução no acompanhamento dos pacientes, procura olhar para cada pessoa de forma individualizada, indo além do simples controlo calórico, da dieta generalista ou de protocolos pré-concebidos. Na consulta há uma visão personalizada, cada paciente é visto de forma única, tendo em conta a genética, estilo de vida, histórico clínico e necessidades específicas. Avalio muito a condição física e mental e depois sim aplico a nutrição funcional e a estratégia ortomolecular. A nutrição funcional procura restaurar o equilíbrio do organismo através de nutrientes (vitaminas, minerais, lípidos, proteínas e hidratos de carbono) e fito nutrientes, compostos bioativos naturalmente presentes nos alimentos de origem vegetal como frutas, legumes, cereais integrais, leguminosas, sementes, ervas e especiarias. Embora não sejam considerados nutrientes essenciais, desempenham papéis importantes na proteção da saúde.
A estratégia ortomolecular, em particular, foca-se no fornecimento adequado de moléculas em falta, vitaminas, minerais, aminoácidos, etc, ajudando a corrigir défices orgânicos e a otimizar os processos celulares. Nestes quase 30 anos de prática clínica vejo nesta última década um interesse na utilização desta visão integrativa, que é a correta. Nos últimos seis anos, posso mesmo dizer que foi uma página que se virou, para melhor, na adoção da visão integrativa por parte da classe médica para melhorar ajudar o paciente. Atualmente partilho casos clínicos com várias especialidades onde a base é esta e assim é fácil partilhar um raciocínio clínico e um objetivo quando do o outro colega entende e concorda com a estratégia. Fico feliz que assim seja porque é o correto! Na clínica Prestigio trabalho com uma equipa maravilhosa com esta visão e por isso trabalhamos todos em prol do paciente, sem haver descrédito por formação académica ou valorização por especialidades, simplesmente sabemos diferente e quando nos juntamos o paciente ganha!
A nutrição funcional e ortomolecular valoriza a individualidade bioquímica de cada paciente. Poderia partilhar connosco alguns exemplos de como esta personalização pode transformar resultados clínicos?
Claro, embora como diz e muito bem cada caso é particular, eu pessoalmente faço avaliação das intolerâncias e/ou alergias alimentares, avalio a saúde intestinal e hormonal dos pacientes, recorro a um sistema auxiliar de diagnóstico que tenho na clínica mas também a análises laboratoriais específicas e outros exames que sejam necessários, só depois personalizo cada estratégia que é muito mais composta do que os exemplos que vos vou deixar aqui:
Síndrome metabólica e resistência à insulina
Em vez de recomendar apenas uma dieta padrão, avalio a tolerância individual aos hidratos de carbono. Ensino como cozinhá-los de modo a ficarem com amido resistente (estratégia do amido resistente), ensino como devem juntar os hidratos com a proteína, ajusto o consumo de Hidratos de baixo índice glicémico em prol dos hiperglicémicos. Aconselho suplementação, por exemplo magnésio (escolho o magnésio consoante as queixas do paciente, e as vias metabólicas que quero melhorar (citrato, malato, bisglicinato…), posso utilizar crómio, inositol ou ácido alfa-lipóico para melhorar a sensibilidade à insulina. Ensino o que deve modificar nos hábitos diários para não criar de novo resistência insulínica.
Resultado: melhor controlo da glicemia, redução da inflamação, redução de massa gorda e prevenção de uma possível progressão para diabetes tipo II.
Outro exemplo muito comum são as Doenças gastrointestinais (ex.: síndrome do intestino irritável, disbiose)
Avalio a microbiota e intolerâncias alimentares específicas. Traço uma estratégia personalizada com plano alimentar adequado, retirando os alimentos pró inflamatórios, avalio o pH do paciente e tenho em conta se vou utilizar mais alimentos que alcalinizam, neutros ou acidificantes, consoante o que o paciente necessita, se está em alcalose ou acidose metabólica. Faço uma estratégia terapêutica com inclusão de probióticos específicos a cada caso e se necessário prebióticos. Posso fazer suporte com glutamina, juba de leão (cogumelo), DHA, vit E, para regeneração intestinal. Incluo alimentos como papaia, ameixa seca, linhaça, psílio, chia, kiwi, banana, arroz, batata-doce, se precisar de regular a evacuação diária do paciente.
Resultado: alívio de sintomas como dor abdominal, distensão e diarreia/obstipação, com melhoria na digestão, absorção e da qualidade de vida.
Fadiga crónica (queixa muito comum hoje em dia)
Identifico os fatores desencadeantes, alimentares, físicos, ambientais e emocionais. Avalio todo o sistema digestivo, estômago, intestino, pâncreas, fígado. Défices nutricionais (vitamina D, complexo B, ferro, ferritina, CoQ10, ómega 3, magnésio, cobre, selénio, etc). Despisto distúrbios da tiróide causados por défices de vitaminas e minerais. Avalio o microbioma.
Traço uma estratégia personalizada com suplementação direcionada aos défices que apresentar. Plano alimentar adequado tendo em conta a hipocloridria estomacal (muitas vezes presente), a disbiose e distúrbios da função tiroideia.
Resultado: Melhoria da digestão e absorção de nutrientes, regularização dos ciclos circadianos com melhoria da qualidade do sono, aumento da energia, maior resistência física e mental.
Em que medida a alimentação pode ser considerada um dos pilares da prevenção e tratamento de doenças crónicas?
Dado o seu impacto direto sobre os processos metabólicos, hormonais, inflamatórios e imunológicos do organismo. Repare, com erros alimentares e excessos posso causar doenças crónicas como diabetes tipo II, hipertensão arterial e outras doenças cardiovasculares, alterações neurológicas e distúrbios hormonais. Várias doenças auto imunes são causadas pela permeabilidade intestinal, inflamação permanente e disbiose intestinal (quando desequilibramos a nossa microbiota).
Vários distúrbios neurológicos são hoje associados a erros alimentares, alimentos processados, intolerâncias, alergias alimentares, excessos, aditivos e agroquímicos que desequilibram o intestino, provocando inflamação no epitélio (parede do intestino). Estas células ficam doentes e deixam de efetuar tarefas importantíssimas de absorção, proteção, de síntese. Porque muitas vezes se ouve dizer que o intestino é o segundo cérebro? Porque existem neurónios no intestino e este tem tarefas das quais o cérebro depende. Temos um eixo denominado intestino/cérebro e sabemos o quanto este desequilíbrio afeta a saúde mental e vice-versa. Hoje em dia já se conhecem muito bem os benefícios de uma alimentação anti-inflamatória que pode modular o sistema imunitário, mas também uma alimentação adequada a cada biótipo, com o objetivo de equilibrar o pH do paciente, prevenindo e resolvendo muitos distúrbios e doenças crónicas.
Quais são hoje os maiores desafios que identifica na relação entre hábitos alimentares e saúde da população portuguesa?
Bom, o maior desafio é explicar ao paciente que está doente por comer determinados alimentos. Muitos pacientes acham que não é possível, pois se são assim tão prejudiciais porque os vendem? Ainda; “mas fui criado com isto porque que é que agora não presta?” “mas gosto tanto!” não percebem a mudança repentina e desastrosa que tivemos nas últimas décadas na qualidade dos alimentos. Não percebem que muitas vezes não estão a comer o que pensam estar. É difícil entenderem que muitos alimentos originais foram substituídos por “pastas” cheia de aditivos que simulam a textura, a cor e sabor, muitos alimentos contêm atualmente mais agro-químicos e aditivos do que nutrientes…enfim. É preciso ensinar tudo isto que temos de novo, aos pais e aos avós, para que possam ajudar os seus filhos/netos a crescer prevenindo a doença. Nenhum dos meus netos sabe o que é aquecer comida em micro ondas, simplesmente nunca existiu em nenhuma das casas e a mais velha tem 15 anos. Foram habituados a aquecer no fogão ou forno, como sempre se fez!
Temos também o eterno problema do “não tenho tempo”! “Como isto porque é mais rápido”, “como aquilo porque não tenho tempo para ir às compras”, “cozinho no microondas porque chegamos tarde das atividades com os miúdos” e muito mais! Seria preferível tirá-los das atividades, alimentá-los bem, passar tempo com eles e deitá-los a horas, mas não entendem!
Em resumo, não há horas para refeições, comem mal, alimentos processados, excesso de açúcar, farinhas refinadas, trigo moderno, carnes vermelhas, lácteos de vaca… Não se hidratam, também nunca têm tempo, têm reuniões, andam na rua, estão nas aulas…nunca dá jeito! Os bebés são alimentados com leite, papas e sopas aquecidas em recipientes de plástico!! Deste modo é muito fácil cultivar a doença, desde muito cedo. Tenho cada vez mais crianças com distúrbios intestinais, alergias graves, problemas de pele, dificuldades na aprendizagem, alterações de sono, alterações hormonais, impressionante! Cada vez mais cedo! Nos adolescentes nem precisamos falar, é um problema global que teremos que deitar mão se queremos futuros adultos saudáveis e equilibrados.
Em tempos de rotinas aceleradas e estilos de vida urbanos, quais considera serem as estratégias mais eficazes para promover escolhas alimentares mais saudáveis e conscientes?
Fazer uma lista de compras somente com o que necessita, alimentos bons. Não vá às compras por impulso e com fome, não resulta e tudo vai parecer delicioso, os rótulos são feitos para ser apelativos, não esqueça!
Elabore as suas refeições para a semana seguinte, saiba o que vai cozinhar e quantidades, mude a ementa semanalmente. Não tem que cozinhar todos os dias se souber orientar com antecedência. Cozinhe e reserve arroz, trigo sarraceno, quinoa, legumes variados…pode ter também algumas proteínas prontas, ovos cozidos, frango cozido, atum, bacalhau, salmão. São exemplos claro. Se tiver os seus alimentos pré preparados na hora é juntar e saltear ou aquecer no forno ou colocar tudo numa boa base de salada com legumes que também podem estar lavados e reservado numa caixa de vidro. Evitar comer em pacotes, principalmente de validade de longa duração. Comer o que a natureza nos dá, evitar ao máximo o que já foi processado e ELIMINAR o que foi ultra processado. Ensino muito tudo isto nas minhas consultas e dou muitas vezes o meu exemplo, tenho vídeos onde mostro as minhas refeições, o meu frigorifico, alimentos que aconselho, os meus treinos, o meu lema é faz o que te digo e faz o que eu faço! Dou o exemplo em tudo e partilho nas minhas redes sociais, sempre com o intuito de ajudar a mudar!
A suplementação é muitas vezes associada à prática ortomolecular. Quais os riscos e benefícios do seu uso e de que forma deve ser integrada num plano nutricional responsável?
A suplementação é inevitável nos dias de hoje e por isso o termo ortomolecular caiu em desuso pois passou a ser o mecanismo de ação, é assim que funciona, acertamos o paciente à molécula. Designa-se assim a medicina funcional e integrativa e é associada a todas as especialidades. Muitos médicos já fizeram formação ou procuram fazer para poder interpretar e colmatar estes défices que todos nós apresentamos e precisamos corrigir.
Durante anos ensinei que tínhamos que reunir 3 pilares fundamentais para estabelecer a saúde, o equilíbrio; o sono, a alimentação e a hidratação. Hoje ensino 5 pilares e explico-os sempre; o sono, a alimentação, a hidratação, o exercício e a suplementação. Porquê a suplementação? Por várias razões! Os alimentos já não têm as vitaminas e minerais que tinham, têm tantos aditivos que estes ocupam os recetores do nosso organismo imitando nutrientes e hormonas. As frutas são apanhadas verdes e maturadas em câmaras frigoríficas, quando vamos analisar não contêm 1/3 das vitaminas que continham há anos atrás. Os legumes igual… o pescado, a carne, os ovos, nada tem os nutrientes que tinha e acresce o facto negativo de trazerem metais pesados, antibióticos, anti inflamatórios, agro tóxicos, ceras. Então veja, não só precisamos de corrigir défices nutricionais como precisamos equilibrar o sistema hormonal, o sistema imunitário, e desintoxicar da química que entra permanentemente! Sim, a suplementação tornou-se obrigatória.
Mas atenção, a suplementação deve ser aconselhada por um profissional de saúde habilitado. Temos legislação em vigor que obriga a cédula profissional para a prescrição desta terapêutica, eu tenho uma cédula profissional de fitoterapia atribuída pela ACSS (Administração Central do Sistema de Saúde). No entanto qualquer pessoa vai a uma loja que vende suplementos e é aconselhado pela pessoa que está ao balcão!! A esteticista aconselha, a funcionária da loja de roupa vende e o personal trainer também aconselha! Oiço de tudo! Não há fiscalização. A nossa legislação é engraçada, obriga mas não fiscaliza.
Isto responde também à sua pergunta, riscos e benefícios. Existem riscos variados e podem ser complicados ao aconselhar suplementação sem a capacidade de fazer diagnóstico clínico, pois embora se diga “é natural não faz bem nem faz mal!” é errado. Um suplemento pode desequilibrar um sistema hormonal, pode desequilibrar hormonas sexuais, tiroideia e outras. Pode causa alterações em orgãos como o coração, rins, fígado ou pâncreas, intestinos. Vitaminas e minerais em porções desadequados podem desencadear sintomas bem complicados! Na minha opinião os locais de venda de suplementos deveriam ser sujeitos a legislação rigorosa tal como uma farmácia, igual! Benefícios? Penso que ao longo da entrevista já percebemos que são incontáveis.
A pandemia trouxe novas preocupações com a imunidade e a saúde em geral. Observou mudanças no interesse e na procura por este tipo de acompanhamento nutricional desde então?
Sim. Descrevo a pandemia em dois momentos. O primeiro em que as pessoas perceberam de facto o quanto estavam vulneráveis em termos de imunidade. Ficaram mais atentas, quiseram reforçar o organismo e mudar hábitos, suplementar e perceber o que devem praticar como medicina preventiva.
Outro momento do pós confinamento, foi quando as pessoas saíram deprimidas, completamente desequilibradas por vários motivos, pessoais, familiares, profissionais e obesas! Acho que aconteceu (com algumas pessoas) a perceção do quanto podemos alterar o nosso corpo quando saímos das nossas rotinas e não cumprimos regras básicas. O desrespeito pelo organismo é um caminho fácil para a doença. Na minha opinião acho que houve uma preocupação pela mudança, mesmo com as crianças e pessoas com mais idade, mudar a alimentação, reforçar o sistema imunitário e aprender como lidar de imediato aos primeiros sinais e sintomas de alerta.
Que mensagem gostaria de deixar ao público no âmbito do Dia Mundial da Alimentação, sobre a importância de “alimentar melhor, para viver melhor”?
Utilizo muitas vezes a seguinte frase para terminar as minhas conferências: “é preciso REaprender a comer para saber viver!”. Sim, é isto mesmo que faço atualmente, ensino a comer, porque os alimentos não são o que eram, precisamos comer mas saber desintoxicar com outros alimentos. Perceber bem o que está dentro dos alimentos, nutrientes, aditivos, agroquímicos, ceras…como devemos cozinhar os alimentos, sim porque também isso alterou, muitos agroquímicos utilizados não podem ser colocados a temperaturas elevadas. Por exemplo, a alface para a sopa dos bebés, que ainda é dos primeiros verdes a serem introduzidos. Temos que ensinar as mães que deve utilizar alface biológica, pois os agroquímicos utilizados quando aquecidos duplicam a toxicidade. Portanto, não é só saber comer é também saber o que comer, quando comer e como comer!
A mensagem que deixo aqui é a seguinte, procure ajuda de um profissional devidamente habilitado, que tenha credenciais académicas para o poder ajudar, para saber responder às suas questões, que saiba fazer uma avaliação completa, interpretar os seus exames, identificar os seus défices e sim, aconselhar o seu plano alimentar, com os alimentos que pode e os que não pode!
Se não pode aconselhar-se com um profissional de saúde, lembre-se do básico: sempre que puder escolha produtos biológicos, se não são biológicos elimine as cascas onde temos a maior concentração de química. Em relação aos legumes e frutas tem várias dicas para conseguir lavar eliminando uma grande parte destes tóxicos. Evite alimentos empacotados com validade longa, não coma alimentos coloridos artificialmente, têm aditivos cancerígenos. Tente comer o que a natureza lhe oferece, legumes, fruta, frutos secos, sementes, rebentos, pescado, carne…tudo o que já foi transformado tem sempre um senão!
Quais são os próximos projetos ou iniciativas que gostaria de destacar no âmbito da sua atuação profissional?
Este ano terminei duas formações importantes, “modulação hormonal” no inicio do ano, com dois médicos maravilhosos com uma visão muito integrativa e modulação intestinal, que terminei recentemente, formação que deveria fazer parte da formação base de TODOS os médicos.
No final de Outubro inicio outra pós graduação na faculdade de ciências e tecnologia, todos os anos tenho cursos ou pós graduações porque nesta área parar é não saber!
Com o inicio do ano letivo começo também a preparar as formações que vou fazendo em protocolo com agrupamentos escolares, para levar a informação aos mais novos. Recentemente abracei um projeto novo na Academia IFC, uma academia Internacional de futebol de alto rendimento, desenhada a pensar nos jovens. Não posso deixar de partilhar convosco, embora não seja um projeto ou iniciativa, a minha distinção “Doctor Honoris Causa” que receberei em Novembro. È mais um momento da minha carreira, do qual me orgulho.
Claro que vão sempre surgindo convites para projetos que abraço sempre de coração, tudo o que me permita levar informação, ajudar e esclarecer, não digo não!
Continuo a colaborar com revista Saúde Actual, que me permite escrever sobre temas de saúde onde concilio sempre a alimentação, a nutrição funcional e a ortomolecular e bons hábitos de vida, é uma outra forma de partilhar conhecimento.


