Sofia Lobo Cera, especialista em Feng Shui e BaZi, apresenta o curso Dicas Anuais de Feng Shui 2026, um programa de orientação energética que alia estratégia, consciência e aplicação prática ao quotidiano. Criado para ajudar as pessoas a prepararem o novo ano com clareza e intenção, este percurso combina aulas gravadas, sessões ao vivo e momentos de partilha coletiva, tornando o Feng Shui acessível a diferentes níveis de experiência. Nesta entrevista à Revista Pontos de Vista, Sofia explica como a preparação energética da casa pode influenciar decisões, relações e prosperidade, e porque razão 2026 exige uma abordagem particularmente consciente e estruturada.
O curso que desenvolve para cada novo ano tem como objetivo ajudar as pessoas a orientar a sua vida de forma mais consciente. Como nasce este projeto anual e que necessidades procura responder em quem o acompanha?
Este projeto nasce de uma necessidade muito concreta: tornar o Feng Shui acessível, prático e aplicável à vida real das pessoas, respeitando sempre o princípio fundamental da troca energética.
A ideia surgiu em 2021, quando percebi que muitas pessoas queriam orientação, mas nem todas tinham possibilidade de realizar uma consulta individual. Criar as Dicas Anuais de Feng Shui foi a forma de chegar a mais lares, mantendo a integridade do método e o compromisso com resultados reais.
Todos os anos, este curso responde à mesma necessidade de base: proteção, clareza e direção. Vivemos tempos acelerados, de muito ruído externo e interno, e as pessoas sentem-se frequentemente desorientadas, cansadas ou em modo de sobrevivência. O curso ajuda-as a sair do piloto automático, a alinhar a casa com a vida e a criar condições energéticas para que saúde, relações, prosperidade e equilíbrio possam florescer de forma mais consciente.
O lançamento do curso é precedido por uma aula gratuita ao vivo. Que importância tem este momento de partilha aberta de conhecimento e de que forma ele prepara as pessoas para as decisões que vão tomar ao longo de 2026?
A aula gratuita ao vivo é um momento-chave de consciencialização. Não é apenas uma introdução ao curso — é um verdadeiro ponto de viragem para muitas pessoas.
Nesse encontro, partilho princípios fundamentais, explico como funciona a energia do novo ano e ofereço ferramentas simples, mas poderosas, que podem ser aplicadas de imediato.
Mais do que ensinar “o que fazer”, este momento prepara as pessoas para assumirem responsabilidade pelas suas escolhas ao longo do ano. Ajuda-as a perceber que a casa é uma extensão do corpo e da vida, e que pequenas mudanças, feitas com intenção, podem gerar grandes transformações. É também um espaço de conexão, onde muitos sentem, pela primeira vez, que não estão sozinhos no seu processo.
O conteúdo do curso é extenso e estruturado, combinando aulas gravadas, sessões ao vivo e bónus. Como organiza este percurso para que seja acessível tanto a iniciantes como a quem já tem contacto com Feng Shui e Bazi?
A estrutura do curso foi pensada para acompanhar diferentes níveis de consciência e experiência. Começa sempre pelos fundamentos — orientação, setores cardeais, organização e proteção — e vai aprofundando, de forma progressiva, temas mais específicos como arquétipos, ativações anuais e leitura energética do ano.
Quem está a começar encontra um percurso guiado, passo a passo, sem complexidade desnecessária. Quem já tem contato com Feng Shui ou BaZi encontra um complemento valioso, atualizado para o ciclo anual, que potencia e aprofunda os resultados.
As sessões ao vivo e os bónus existem precisamente para garantir acompanhamento, esclarecimento e integração prática, respeitando o ritmo de cada pessoa.
Ao longo do curso, aborda temas como setores cardeais, arquétipos do ano e organização dos espaços. De que forma estas ferramentas podem ser aplicadas de forma prática no dia a dia das pessoas?
Estas ferramentas tornam-se realmente transformadoras quando passam da teoria à prática. No curso, ensino como identificar corretamente os setores da casa, como usar objetos simbólicos de forma consciente e como organizar os espaços para que a energia flua em vez de estagnar.
Na prática, isto traduz-se em decisões simples do dia a dia: onde trabalhar, onde descansar, onde guardar o dinheiro, onde estimular relações ou saúde. A organização deixa de ser apenas estética e passa a ser também energética e emocional.
As pessoas começam a sentir mais clareza mental, mais leveza emocional e mais coerência entre aquilo que desejam e aquilo que vivem.
O Feng Shui é apresentado não apenas como uma prática espacial, mas como um sistema de orientação de vida. Que tipo de transformações observa com mais frequência em quem aplica estas recomendações de forma consistente?
As transformações mais frequentes acontecem em três níveis: interno, relacional e prático.
Internamente, as pessoas tornam-se mais conscientes, mais presentes e menos reativas. Sentem mais equilíbrio emocional e confiança.
Nas relações, há mais harmonia, comunicação e capacidade de estabelecer limites saudáveis.
Na vida prática, surgem desbloqueios — oportunidades profissionais, melhorias financeiras, resolução de situações que estavam paradas há muito tempo.
O Feng Shui não “faz magia”, mas cria condições para que a vida flua. Quando aplicado de forma consistente, ajuda as pessoas a alinhar intenção, ação e ambiente, e isso muda tudo.
Todos os anos o tema central mantém-se, mas o conteúdo adapta-se ao novo ciclo. O que torna 2026 um ano particular do ponto de vista energético e por que razão exige uma preparação específica?
2026 é um ano que pede direção consciente, clareza de prioridades e equilíbrio emocional. Estamos num período energético que amplifica tudo — tanto o crescimento como o desgaste.
É um ano de expansão, mas apenas para quem estiver bem enraizado e alinhado. Caso contrário, pode trazer sensação de pressão, ansiedade ou dispersão.
Por isso, a preparação é essencial. Não se trata de fazer mais, mas de fazer melhor. De saber onde colocar energia, onde proteger, onde avançar e onde abrandar.
O curso foi desenhado precisamente para ajudar as pessoas a navegar este ciclo com consciência, evitando excessos e potenciando oportunidades.
A interação com a comunidade, através de masterclasses e momentos de esclarecimento de dúvidas, faz parte integrante do curso. Que valor acrescenta esta dimensão coletiva ao processo de aprendizagem?
A dimensão coletiva traz pertença, validação e motivação. Muitas pessoas percebem que não são as únicas a sentir bloqueios, dúvidas ou desafios semelhantes.
Nas masterclasses, há partilha, aprendizagem mútua e um reforço da confiança no processo. A energia do grupo potencia a implementação e ajuda a manter o compromisso ao longo do ano.
Além disso, cria-se uma comunidade consciente, focada no crescimento, no equilíbrio e no foco no positivo — valores que considero essenciais.
Para quem se aproxima deste trabalho pela primeira vez, que mensagem considera essencial transmitir sobre a importância de preparar o ano com intenção, estratégia e consciência?
A mensagem essencial é simples: a vida não acontece por acaso.
Quando preparamos o ano com intenção, estratégia e consciência, deixamos de reagir e passamos a criar. Pequenas escolhas diárias, apoiadas por um ambiente alinhado, têm um impacto profundo na nossa saúde, nas nossas relações e na nossa prosperidade.
Preparar o ano não é controlar tudo, é alinhar-se com o que realmente importa. É criar espaço para viver, e não apenas sobreviver.
E isso começa em casa, mas reflete-se em toda a vida.
Importa ainda referir que o curso Dicas Anuais de Feng Shui para 2026 é lançado no início do ano com um valor especial, como forma de incentivar esta preparação consciente. Todos os inscritos habilitam-se também ao sorteio de uma consulta de Feng Shui ou de BaZi, uma iniciativa que realizo pelo quinto ano consecutivo e que me deixa particularmente feliz, pela transformação real que tem proporcionado a quem participa.
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